História Irmãos Desconhecidos - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Monsta X, UNIQ
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Won Ho, Zhou Yi Xuan
Tags Bangtan Sonyeondan, Bts, Jeon Jungkook, J-hope, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Monsta X, Park Jimin, Rap Monster, Suga, Uniq, Wonho, Zhou Yi Xuan
Visualizações 36
Palavras 1.902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii, dongsaengs, tudo bom?
Espero que sim :3.

Quero agradecer pelo apoio de vocês... Obrigada ♥.

Capítulo 15 - Você?


Dois meses depois.


 Havia se passado dois meses, após o nosso encontro na lanchonete. Eu continuei a ver Yoongi, nos meus minutos de almoço, Nam e ele apareciam por lá e ficavam conversando comigo. A omma de Nam está bem melhor, mas ainda sim o médico quer deixa-la mais um tempo internada.

 Faz um mês, Nam e Yoongi pararam de ir a mercearia, me fazer companhia.

 E também, há um mês que a sacanagem começou.

 Namjoon andava bem estranho. Algumas vezes na semana, eu passava em casa, nos meus minutos de almoço, para ficar com ele, se não estivesse no hospital. Eu nunca o encontrava lá, continuei com isso umas duas semanas, desisti. Eu não acreditava que ele ficava todos aqueles dias no hospital, sua omma não permitiria. 

Havia algo a mais. Eu sentia. Eu sabia.

Quando chegava em casa, após o trabalho, foram poucas vezes que o encontrava. E quando estava, vivia no celular, conversando com alguém. Mal olhava para mim. Fazia um mês que eu não beijava aquela boca. 

Aos domingos, quando ele não ia ao curso e nem eu ao trabalho, só queria ficar com ele, passar o dia todo na cama, assistindo filmes, comendo besteiras ou dando uns amaços. 

 Mas, não!

 Ele não queria isso. Acordava umas dez horas e ele não estava na cama, no banheiro ou cozinha. Nem deixava um bilhete simples, dizendo apenas que saiu e beijos pra mim. 

Eu não estou mais aguentando isso, tenho saudades dele, de ouvir sua voz, de sentir seus braços ao redor de meu corpo, dos beijos em minha testa, me sentindo protegida. 


13:09

 Hoje é domingo. Aquele dia chato, mas que sem o Nam fica pior ainda, e sem a mercearia pra me distrair, pra eu não me sentir tão solitária. 

Se não me engano, são uma hora da tarde. Está muito frio, e eu estou debaixo da coberta, no sofá, sem a mínima ideia do que fazer. Como das outras vezes, não tive sinal de vida de Namjoon. 

 Aquilo estava me matando...

Não havia comido nada o dia inteiro, e chorei por algumas horas. Tomei a decisão de enfrenta-lo...

 - Pequena...? - A voz de um deus, grossa e tão sensual, há tanto tempo não ouvida. 

Estava tão imersa em meus pensamentos, que nem havia percebido quando a porta da sala foi aberta e seus passos dados no assoalho; virei-me rapidamente no sofá, para olhar pra ele. 

- Oh...- Levantei-me do sofá e me aproximei dele, enquanto o mesmo fazia igual, colando nossos corpos em segundos. - Namjoon, sinto sua falta.- Entrelaçei meus braços em sua cintura, e deitei minha cabeça em seu ombro; passou seus braços pelo meu corpo, me abrançando fortemente. - Onde você esteve, por todo esse tempo? 

Percebi sua respiração ficar apressada, e engolir em seco. 

Você está nervoso, Namjoon?

 - Nam? - Tirei minha cabeça de seu peito, levantando-a um pouco e olhando-o atentamente; seu olhar abaixou-se sob os meus, incerto.

 - Er...e-eu... - Engasgou-se um pouco com as palavras. - Estava... Hmmmm... Resolvendo uns problemas... - Seu olhar percorria a sala, como se estivesse procurando algo que pudesse ajudar em sua resposta. - É, eu saí para resolver uns problemas financeiros. - Completou, agora parecendo mais confiante sobre o quê estava me falando. 

Confiar ou não em você, Namjoon? - Isso era o quê eu ficava me perguntando, enquanto observava-o curiosa. 

- Vou confiar em você, Sr. Kim. - Depositei um beijo em sua bochecha e me afastei dele, indo em direção a cozinha, quase saltitante. - Fome? - Sorri ladina.

 Esse efeito era o quê Kim Namjoon causava-me, deixava-me feliz, como se algo na vida valesse a pena, como se nada pudesse me atingir, porque ele estaria ao meu lado. Ele sorriu, mas era um sorriso diferente, um que ele nunca havia me mostrado, e eu fiquei apaixonada por aquele outro sorriso do Namjoon. Ele concordou minimamente com a cabeça e eu comecei a preparar algo para comermos.

 [..]

 20:37

Estavamos na cama de seu quarto.

 Namjoon estava sendo muito mal comigo... 

- NAMJOON!! - Berrei, enquanto escorria lágrimas pelas minhas bochechas. - PARA POR FAVOR, EU NÃO AGUENTO MAIS! - Gritei, tentando não me faltar ar. 

 Namjoon me fazia cócegas. 

 Isso não é legal.

 Minha barriga doia de tanto rir, e eu sentia meu rosto todo molhado pelas lágrimas. Ele estava em cima de mim, suas pernas em cada lado do meu corpo, prendendo-me; suas mãos ágeis passeavam pela minha barriga e axilas. Não conseguia manter meus olhos abertos, por isso, não conseguia vê-lo, mas sabia que ele estava adorando me ver assim, visto que eu ouvia sua risada alta preencher o ambiente. 

Estou usando uma camiseta e a calcinha, já Nam, só uma box azul. 

Então, ele parou; eu abri os olhos, com medo, mas a única coisa que eu pude admirar era o Namjoon me encarando daquele jeito.

 - Nam, pare de me comer com os olhos.

 - Então, deixa eu te comer com outra coisa. - Sua voz soou mais grave e muito sensual.

 Ok. Ouvir isso me causou umas coisas, além do arrepio até a alma.

 Não deu tempo de pensar, seu rosto estava perigosamente próximo ao meu; ele estava praticamente deitado em cima de mim; sua perna esquerda passou para o meio das minhas, afastando-as. Com um dos braços, levei-o até o seu pescoço e com a mão o puxei para mais perto de mim. Nossos lábios se casaram, necessitados, um beijo calmo; ele explorava a minha boca; brinquei e chupei sua língua.

 Uma de suas mãos passearam pelo meu corpo, parando na minha coxa e apertando-a. Parei o beijo; chupava seu pescoço, intercalando entre beijos; tirou um pouco seu peso de cima de mim, tentando levantar minha camiseta até a barriga, o quê só foi possível com minha ajuda. Por cima da calcinha, ele começou a maltratar meu clitóris; minha calcinha foi colocada de lado passando a me foder com dois dedos. Em pouco tempo, eu já estava entregue a ele, mordendo meu lábio inferior, tentando conter meus gemidos. Me fodia com vontade, sem piedade.

 - Nam...- Disse entre os gemidos, estava ofegante, me contorcia na cama de prazer. - Eu vou gozar. - Informei sentindo meu limite chegar.

 De repente ele parou, tirou seus dedos de dentro de mim, logo após os chupando; encarava-o raivosa.

 - Namjonnie...- Falei com a voz manhosa, tentando faze-lo mudar de ideia.

 - Quero sentir seu gozo escorrer pelo meu pau. - Sua voz estava carregada de tesão. 

Olhei para seu sexo, totalmente duro e querendo saltar pra fora da box. Ele deitou na cama; eu sentei em cima de seu membro; me segurando pela cintura, me fez rebolar; quando passei a fazer do seu gosto, suas mãos subiram para minha camiseta, adentrando-a e indo para meus seios, sorriu. 

- Fica sempre sem sutiãn, facilita meu trabalho.

 Tirou minha camiseta; e apertou meus seios, logo após levando-os, um de cada pra boca e sugando-os; levei minha mão esquerda pra sua nuca, fazendo carinho nos cabelos dali e puxando conforme ele maltratava meus seios. Voltamos a nós beijar, ainda rebolava em seu membro, e ele apertava meus seios. O beijo estava carregado de tesão, judiando de nossos lábios, as línguas brigando por espaço.

 - Namjoon...- Falei manhosa entre o beijo, eu quero tanto sentir ele dentro de mim... 

Me segurando pelas pernas, me deitou na cama; saiu da mesma e tirou a box, seu membro estava tão grande e duro, eu não conseguia tirar meus olhos dele; ficou ajoelhado em frente ao meu sexo; pegou em seu membro e passou pelo meu, me provocando, ele ficava a me observar, seu olhar carregado de luxúria. 

- É uma delícia ver ela piscando por mim. - Falou enquanto colocava a cabecinha no meu sexo. Não colocou seu membro todo, queria me ver implorar...

 Mesmo com tão pouco, eu tentei rebolar em seu sexo, em vão. Seu olhar não saía de mim, acredito que a expressão de meu rosto era de tesão e um pouco de sofrimento (risos). 

 Ele devia mesmo estar adorando.

 Tive a brilhante ideia de tentar me saciar, ao meu modo. Levei minha mão até a minha intimidade, mas quando meus dedos iriam tocar meu clitóris...

 - Não. - Deu um tapa em minha mão, me olhando feio.

Eu fiquei com raiva e tentei de novo, ele resmungou em reprovação, e fez o quê eu não esperava: com suas mãos, ele pegou as minhas, as levou até acima de minha cabeça, e com a direita segurou minhas duas mãos, prendendo-me. Abaixou-se sob mim; seu sexo encostou no meu, e eu conti meu gemido de felicidade; sentia seu abdómen em meus seios, sua cabeça ao lado da minha e sua respiração ofegante, em meu ouvido. 

- Quero que você implore. - Falou autoritário. 

Encaixou seu membro em minha intimidade, até a metade; gemi baixinho, para logo após ele tirar. Antes que eu pudesse xinga-lo de coisas feias, ele repetiu, mas desta vez com força e fundo; mordi meu lábio inferior com força, pra não gritar.

 - Está sangrando. - Sussurrou. 

Sua boca se aproximou da minha, e chupou a parte do meu lábio, que estava com o corte, e por fim, se transformou num beijo; pareceu ter esquecido da história "implorar", visto que seu corpo começou a se mover sob o meu.

 - Você caiu na tentação. - Disse eu em tom zombeteiro. 

- Shhhh... Só quero ouvir você gemer.

 É, ele não queria assumir. 

[...] 

 Dia seguinte.


 - Você ainda vai continuar procurando?

 Estava em uma sorveteria, com o Nam.

 - É claro! A esperança é a última que morre. - Falou ele, confiante. - Veja só você... Não encontrou de primeira, mas conseguiu. 

Estávamos conversando sobre trabalho. Namjoon estava há dias procurando por um, sem sucesso. Sua mãe estava de repouso, por isso não tem recebido salário, mas não era só por esse motivo que ele esava atrás de um emprego. 

Ele queria ter o seu próprio dinheiro, como todos nós. 

- Será quê na mercearia onde você trabalha... Tem espaço para mais um? -Me observava esperançoso, senti um aperto no peito... Seus olhinhos brilhavam e havia um sorriso mínimo formado nos lábios. 

- Sinto muito, Nam... 

 Sua cabeça abaixou-se, passando a fitar a mesa branca. Se eu pudesse ajudar de alguma forma... 

- Hey... Eu posso falar com meu chefe, talvez ele saiba de alguma coisa! 

Seus olhos voltaram ao brilho de antes.

 - Obrigada, pequena. - Disse manhoso; foi se levantando da mesa, e agitando as mãos para eu fazer o mesmo. - Volte ao trabalho logo. - Estava eufórico.

 Eu ri da situação, era ótimo vê-lo naquele êxtase.

 - Eu pago a conta. - Levantei-me da mesa e andei até o balcão; depois de paga a conta voltei até ele, deixei um beijo em sua bochecha macia. 

- Até mais tarde, daddy... - Falei exageradamente manhosa; me afastei dele, indo em direção a porta de vidro.


- Onde você aprende essas coisas?  - Perguntou, antes que eu pudesse sair.

Dei de ombros, sorrindo e sai da sorveteria. A mesma era perto da mercearia, agradeci mentalmente por não precisar andar muito. Havia uma pessoa em frente a porta, mas só pude distinguir quando estava em frente a mesma. Meu dia estava indo tudo bem, até ela aparecer.

 - Você? - Perguntei um pouco chocada, mas passou logo e fiquei  irritada. - O quê quer? - Perguntei visivelmente brava, cruzando os braços.   


Notas Finais


Me desculpem algum erro.

Bjkas e se cuidem, dongsaengs :3.


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