História IRMÃOS HELL - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Incesto
Exibições 25
Palavras 2.266
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Hentai, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


É o Theo na capa.

Capítulo 7 - Seven


Fanfic / Fanfiction IRMÃOS HELL - Capítulo 7 - Seven

Um arrepio passou por todo o meu corpo. Eu conhecia aquela frase, e sabia dê onde vinha.
Todo o meu passado ,eu o esquecia pouco a pouco,  a cada dia uma lembrança, e aquilo, aquela lembrança ,eu a queria longe de mim.
Fechei os olhos, era o melhor que eu podia fazer, fechar os olhos para tudo.
- vamos – falei ,sonolenta.
Sentia meu corpo cada vez mais mole, a ponto de Cruel ter que me carregar.
Seus braços me envolveram e me levaram para a nossa cama, onde vi seu rosto uma última vez antes de apagar.
Com medo, fechei os olhos devagar, sentindo a luz da lua ,que entrava pela brecha da janela me cobrir.
De olhos fechados procurei sua mão e a puxei contra mim, a abraçando como um escudo, como minha fiel proteção.
- Lilith.
Seu tom me fez sorrir ,era puro amor e desejo, um eu te amo.
Não me importava de ter mais pesadelos, sabia que não os teria ,não com ele ali.
Eram duas horas depois quando eu acordei, Cruel me abraçava e me dava pequenas mordidas no pescoço.
- não sou comida para você ficar fazendo isso – resmunguei ,ainda de olhos fechados.
Seu corpo me cobriu, eu podia sentir.  Seu rosto se aproximou do meu rosto e ele sussurrou:
- não tenho certeza disso – seu tom malicioso me fez sorrir, suas mãos invadiram meu corpo me deixando entregue. – perfeita.
Ele falou ,quase como um rosnado .
Envolvi meus braços em seu pescoço e lentamente abri os olhos ,recebendo toda a luz incomoda do quarto.
Estreitei os olhos, era quase um anjo, com toda aquela luz e beleza, mas o sorriso o dava um aspecto nada angelical, era um rei demónio.
Meu rei.
Lhe dei um selinho e me levantei um pouco, suas mãos me puxaram para seu colo com força. Enterrei  o rosto em seu tórax e com as unhas o aranhei  enquanto dava beijos e chupões em seu pescoço.
Necessitava sua pele, precisava do seu calor.
Seu corpo se enrijeceu e eu sorri satisfeita , o olhei pelo canto do olho, seus olhos estavam voltados para mim, o rosto entretido e extasiado de puro contentamento.
Suas mãos se espalharam pelo meu quadril e me puxaram para exatamente onde ele queria, em sua ereção, rebolei em seu colo e quando senti o ritmo do seu coração aumentar parei e me levantei.
Sentir seus olhos me queimando enquanto rebolava até a porta, o olhei por cima do ombro, inocente e lhe dei uma piscadela.
Já tinha tomado meu banho e estava me vestindo, uma calça de couro, um top preto e uma blusa aberta por cima, calcei minhas botas e arrumei os cabelos, fiz minha maquiagem e fui pegar minha bolsa.
Esqueci oque tinha que fazer assim que entrei na cozinha.
Cruel.
Usava apenas uma calça enquanto cozinhava, começou a provocação? 
Passei a língua pelos lábios e passei por ele, procurando o ajudar, trabalhamos na cozinha nos desviando como uma dança de provocações, a cada passada atrás de mim era uma mordida no pescoço, ou uma prensada perto do armário.
No final ele parecia satisfeito com o resultado.
Colocamos a comida na mesa e eu me sentei ao seu lado, comecei a comer enquanto sentia seus olhos me avaliarem, estiquei uma das pernas e a coloquei entre as suas ,suas sobrancelhas se ergueram e seu sorriso cínico  me arrepiou.
Até que tive uma ideia melhor, me levantei e me sentei em seu colo, sorri satisfeita.
Ele estava surpreso.
Continuei a comer normalmente, e as vezes dando uma pequena rebolada em seu colo, terminei de comer e passei o guardanapo nos lábios, olhei para trás ri, seu sorriso era do tipo é sério?
Mordi seu lábio e comecei a me retirar quando suas mãos me prenderam e me pressionaram contra a sua ereção, gemido baixinho.
- agora fique quieta.
O obedeci e fiquei parada. Mais satisfeita não poderia estar.
Peguei minha bolsa e a coloquei sobre um dos ombros, esperei Cruel que logo saiu arrumado com uma pasta em uma das mãos, sua mão me envolveu a cintura e descemos.
Me encostei no banco e fechei os olhos, um flash passou pelo meu rosto, já vai passar. Eu prometo.
Apertei os olhos e os abri lentamente, o carro parou, estávamos no sinal vermelho, me estendi e alcancei sua mão, seu rosto se aproximou e seus lábios encontraram com os meus , passei a mão pelo seu pescoço o arranhando.
O calor já estava começando a subir quando o sinal abriu e nos separamos, deslizei o corpo pelo banco e olhei pela janela.
Meus olhos se arregalaram.
Theo estava do outro lado, me fitando horrorizado.
Não.
Seus olhos se estreitaram e fez um sinal de negação, ele virou a cabeça e não me olhou mais.
Olhei para o lado, Cruel olhava para o mesmo ponto que eu, ele tinha percebido.
Mas assim como Theo não falou nada.
O carro estacionou e eu me estiquei para pegar minha bolsa. 
Meu coração batia em desespero, e se ele falasse? E se... Comecei a tremer sem nem mesmo perceber, oque aconteceria? A mão de Cruel se apertou contra a minha e me puxou para encostar a cabeça em seu peito.
- não vai acontecer nada, eu estou com você, não precisa ter medo.
Apertei sua camisa entre os dedos, e se não estiver amanhã?
- e sempre vou estar – ele respondeu, como sempre lendo meus pensamentos.
Aos poucos me acalmei, com os olhos fechados e a respiração pesada, com seus olhos em mim ,sempre em mim.
Como era o certo.
Como deveria ser.
Abri os olhos e peguei minha mochila.
- vai vir hoje?
Ele assentiu, abri a porta deixando o vento frio me encobrir, então suas mãos me seguraram novamente, o olhei por cima do ombro, seu olhar me fez amolecer, estava mergulhado em afeto e paixão.
Tudo aquilo só para mim. Apenas para mim.
Apenas para mim.
Sorri e soltei sua mão, fechei a porta do carro e apenas por um segundo o olhei novamente, se olhasse entraria naquele carro e não o soltaria mais.
O carro saiu, virou a esquina e de repente não havia mais Cruel.
Piquei, e quando meus olhos se abriram estavam diferentes para todos, se emoldurando para meu rosto sem emoção, olhei para onde o carro estava a poucos minutos e saquei o celular.
Disquei o número rapidamente.
- aonde você está?
- eu te interesso agora Hell?
Seu tom zombeteiro quase me convenceu, mas se eu reparasse eu sabia, ele estava forçando aquilo.
Suspirei e coloquei força na voz.
- aonde você está?
Demorou, ele hesitou, mas logo respondeu sem emoção.
- há duas quadras. Na praça.
Desliguei.
Bloqueei a tela do celular e o coloquei no bolso, não demorei muito e comecei a andar.
Theo estava lá. Os cabelos castanhos soltos rebeldes, a blusa encoberta pelo sobretudo e as pernas compridas cobertas por uma calça de couro, me aproximei, ele estava no canto, sentado no balanço.
Me sentei no seu lado e fiquei em silencio, oque eu faria? Oque eu falaria?
- como é? – ergui uma sobrancelha confusa e então ele continuou – como é amar seu próprio irmão?
Paralisei então meus lábios se moveram.
- para mim sempre foi normal, eu o amei desde o momento em que o vi. Eu era dele e ele era meu desde o primeiro momento. Para nós sempre foi normal.
Seu rosto estava confuso então eu esclareci.
- Você nunca se perguntou, porque e tenho apenas um sobrenome, porque eu sou apenas Hell?
Seus olhos se alargaram.
- meu pai e minha mãe também eram irmãos. – Respirei fundo tentando me organizar. – Eu passei a maior parte da minha vida escondida, todos acham que somos filhos da primeira mulher de Georgie, para eles Rose nunca existiu.
- eu sempre o amei, quando batiam nele eu estava lá, e quando saiam eu ia recolher oque tinha sobrado, cuidava dele como se fosse uma parte minha, como ele sempre foi – evitei olhar para Theo – ele é a única pessoa que eu confio ,ficar longe dele é doloroso.
Cada momento.
- ele não vai se casar com ela ,não é?
Neguei.
- na festa ,quando você falou que havia alguém que podia mudar sua opinião,  era ele.
- sempre foi ele.
E sempre será.
Uma lágrima quase transbordou do meu rosto, mas eu a impedi antes mesmo dela pensar em vir.
Eu estava sufocada, desesperada.
- não diga para ninguém Theo. Eu não posso ficar sem ele.
- Porquê eu não faria isso– ele falou, se levantando do balanço.
Sorri amargurada apertando as correntes do balanço entre as mãos.
- você não entende.
Ele já cometeu tantos pecados ,apenas para me proteger. Eu estou condenada a ficar ao seu lado.
Eu nasci para isso.
Apenas para isso.
Ele aguentou tanta tristeza pelo meu próprio bem, oque nós temos... Há muito amor, e tristeza no que passamos.
- Não acha que um dia eu o quero chamar de meu? Como acha que eu me senti ao ouvir que ele se casaria com ela e no comigo, quantas vezes você acha que não partimos um ao outro?. E mesmo assim eu o amo, você não entende?! Não entende como é?!
Theo me avaliou, uma aberração, um monstro, era isso que estava escrito em seus olhos, virei o rosto, eu deveria estar preparada, porque no fundo eu esperava algo melhor?
Porque eu esperava que Theo me entendesse?
Um vento passou e meus cabelos encobriram as lágrimas solitárias, mordi o lábio, eu era uma Hell, não podia me abater, certo? Mas porque naquele momento estava tão difícil ?
Porque com ele ?
Não consegui mais segurar e então um a um os soluços saíram, altos como os de uma criança.
Todos os que eu tinha guardado por todo aquele tempo vieram a tona.

Olhei para o quadro ,o professor explicava mais alguma coisa que eu já sabia. Gaye estava ao meu lado com diversos marcadores enrolados nos cabelos com grampos, abaixe a cabeça e me deixei voar em pensamentos.
Em um pensamento especifico.
Lilith.
   Como uma pessoa podia transformar outra apenas com um olhar?, como ela pode fazer aquilo comigo ?
eu ainda lembrava de quando a tinha visto pela primeira vez chorava alto, mas assim que me viu parou, assustada eu pensei, mas logo depois senti que já tinha visto aqueles olhos em algum lugar e por algum motivo, durante dias ,apenas olha-la era o suficiente.
Isso não durou muito tempo.
E quando ela desviava o olhar eu só conseguia pensar, não olhe para longe , não olhe para nada além de mim.
Parece que ela ouviu e nunca mais tirou os olhos de mim , nem por um segundo.
Eu sempre a protegi, de uma forma insana e doentia, eu admitia isso e a cada segundo que se passava algo mudava, algo se tornava mais intenso e difícil.
Mas quando ela me olhava eu podia relaxar, ela era apenas minha e eu era apenas seu.
Eu me ajoelharia por ela, me mataria por ela, apenas com um pedido.
E ela sabia disso.
Eu passei 8 anos da minha vida sem ela, me sentindo solitário e patético, seguindo as tradições Hell, me tornando perfeito.
Então ela nasceu e perfeito era a última coisa que eu era.
Ela era meu espelho, me dizia a verdade ,mostrava oque eu era em apenas um olhar e mesmo assim, mesmo eu sendo um monstro ela me amou.
Foi a primeira.
Foi a única
E era a única pessoa que podia.
A aula acabou, peguei minha pasta e fui seguido por Gaye ,Ainda com os marcadores.
- oque acha, pode virar tendência?
Não respondi, ele esperava que não então respondeu a si próprio.
- é claro que vai virar !
O olhei com curiosidade, esperava que ele não acreditasse nisso.
Me separei de Gaye duas horas mais tarde, já estava na frente da escola quando vi Lilith se dirigir até o ginásio.
As mãos nos bolsos da calça e o andar lento, tinha algo de diferente, algo em sua postura ou o jeito que me olhou quando eu cheguei mais perto e ao encontrar seus olhos vermelhos eu entendi, caminhei mais rápido e a  puxei pelo braço a empurrando para dentro do ginásio, não seu tempo de fechar a porta, a prendi contra a parede a beijei ,lhe dando energia, amor e conforto.
Era tudo oque meu ser imperfeito era possível de dar naquele momento, eu.
Eu apenas podia me entregar.
Tentando lembra-la que tínhamos um ao outro e que não precisávamos de mais nada.
Seus braços criaram vida e me seguraram, como as fosse a última vez. A invadi com mais agressividade.
Não, jamais haveria uma última vez.
Não enquanto o outro existisse.  
  



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