História Irmãos Kitsune - Capítulo 22


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Estamos de volta com mais um capítulo.
Espero que gostem.
Bjs de Marshmallows 😘😘

Capítulo 22 - Os Petrova


Capítulo 22 

 I.Nagai on

 Depois de dois meses da descoberta da minha gravidez tudo continuava tranquilo Aiko havia sido expulsa da família Okamoto, para minha infelicidade, e agora morava aqui com a gente.

 Minha barriga tava do tamanho de uma mulher grávida de quatro meses, a do Leo estava menor uns vinte centímetros já que ele estava de três meses, a da Isa que estava com dois meses e duas semanas estava um pouco menor. E a cada duas semanas tínhamos que fazer compras. Eu e Miguel iramos saber o sexo dos bebes só no parto. E ultimamente nos três estamos dormindo juntos, acho até que fica mais fácil para os meninos, já que eles sempre trocavam a comida entrando nos quartos errados. Agora todos dormimos no meu quarto, os meninos em colchões infláveis no chão. Dani e Aiko estavam namorando e Akira e Gon nunca se acertavam. 

 - Vocês tem relógios dentro de vocês. Só pode. Sempre o mesmo horário. - Peter dizia. Nós três acordávamos sempre as quatro e quinze da madrugada, e pedíamos coisas estranhas como: sorvete de morango com sal, pipoca com morango, Queijo com leite condensado e por ai vai. Os de hoje eram bem simples, Leo queria macarrão instantâneo com açúcar e chantili, Isa queria salada de frutas com ketchup e mostarda e eu queria por incrível que pareça carne crua, o que fez Tenshi salivar e querer um pedaço mas eu estava com tanta vontade que não dei nem sequer um pedaço. 

 Estávamos assistindo Nanatsu no Taizai pela milésima vez e pela milésima vez estávamos chorando com a morte da Elaine, era sempre assim. 

 - Vocês ainda estão acordados? Eu vou desligar a energia. - Akira disse. Nós olhamos para ele com raiva. - Não tá mais aqui quem falou. 

 Leo deu um sorriso gigante quando ele disse isso. Fomos dormir umas seus da manhã. Como era inverno nós apenas saímos para fazer compras, eu não gosto muito do Inverno já que era a época mais propícia para ataques e os meus sonhos eram apenas sobre isso, Bay sempre que nos visitava, o que se tornou frequente, trazia roupas e brinquedos. 

 Akira e Gon estavam num dilema, tava na cara que se amavam mas eram orgulhosos demais para aceitar.

 Dani e Aiko sempre compravam mimos para as crianças. E eu ainda estava com um pé atrás perto dela. Tanto que quando eu fizesse quatro meses sairia dessa casa. 

Já que ainda tenho algumas casas no litoral. Leo e Isa odiaram essa ideia, mas eu já disse e repito: eu não confio nos Okamotos. 

 De dia nao fazíamos muitas coisas ficávamos apenas conversando ou assistindo, ou se não trancados no banheiro já que os enjoos ficam mais forte nessa época. 

 As vezes ficávamos na biblioteca. No cofre tinha um diário do fundador da família e eu ainda estava lendo ele. 

 Nossa família foi fundada em 1222 junto com a família Kitsune. O nome do fundador era Arthur Kurieita Nagai. Ele era um viajante bruxo que resolveu ter residência fixa no Japão. Ele narrava várias histórias. E nunca houve híbridos, ele até tentava criar híbridos mas nunca conseguiu. Ele foi morto em 1864 por um lobo que abominava criaturas híbridas.

 O inverno estava aqui e eu estava atenta a tudo. Já que o inverno, para os bruxos, foi marcado com a morte de várias famílias. Eu estava mais preocupada o possível, você não sabe que eles vão atacar.

 - Iasmin! - Akira me chamou. - Vamos. 

 Íamos fazer compras hoje. Sempre que fazíamos a lista dava uma folha frente e verso. A lista só continha besteiras. Desde chocolates a sorvetes. Ficávamos aproximadamente duas horas no mercado. Peter, Miguel e Nathaniel passavam a tarde rondando a Vila, já que houveram ataques. 

 Akira nos ajudava como podia, afinal éramos três e ele era só um. Gon sempre ficava na sala de treinamento. Eve sempre preparava as refeições dobradas. Leo estava sempre pulando feliz e escolhendo nomes para o bebe. Ele e Nathaniel ainda não se decidiram. Peter e Isa escolheram Enzo. E eu só saberia os nomes quando as crianças nascessem, já que sempre que sempre que Akira tentava descobrir os bebes fechavam as pernas. Miguel jurava de pé junto que seriam duas meninas, Eve apostava em um casal, Leo queria dois meninos. Eu achava que seria dois meninos. Dani já tinha apostado com a gente que seria duas meninas e Isa estava com Eve. 

 Eu e AKira havíamos acabado de chegar no mercado quando um sem noção me irritou. Tá não foi para tanto, tinha apenas um fardo de Schweppes, e é óbvio que seria meu. 

 - Querido eu preciso disso. É um bem que eu não posso deixar de lado.

 - Sim, moça mais você pode ir em outra loja. 

 - Mas, eu quero, é o meu desejo.

 - Não é problema meu. 

 - Akira. Nao deixa ele fazer isso.- eu disse não querendo me stressar. 

 - Moço talvez o senhor possa ir em outra loja. Minha irmã está grávida. Talvez eu possa pegar seu endereço e mandar entregar na sua casa 20 fardos. 

 - Não. Eu já estou aqui e quero levar esse. 

 - Seu idiota, esse fardo é meu. E se você quiser pegar vai ter que passar por cima de mim. - eu disse encarando o cara com a cabeça erguida.

 - Escuta aqui. Você sabe com quem você tá falando. Com um Miazaki. 

 - Escuta aqui? Escuta aqui você, "Miakuza". Eu sou uma Nagai. E se eu disser que esse fardo é meu. Ele é. Se você quer um vá em outra loja. Imbecil. Quem você acha que é? Idiota. Escroto. 

Assim que eu disse "Nagai " ele me olhou com um olhar bem diferente.

 - Perdão senhora... Quer dizer senhorita. Eu nao sabia. Perdão. Eu vou em outra loja. Ele saiu praticamente correndo da loja. 

 - Você fica uma gracinha quando esta com raiva. - Akira disse me fazendo bufar. - Tudo bem. Não tá mais aqui quem falou. 

 Seguimos as compras normalmente. E estávamos indo para casa. Graças a Deus. Assim que chegamos Leo e Isa ajudaram a guardar as coisas. Dani veio perguntar se poderíamos dar uma festa pequena para a Aiko. Estávamos no inicio de novembro, ou seja ela é de escorpião. 

 - Tanto faz. - respondi dando de ombros. Isa e Leo me olharam incrédulos, eu amo festas. Miguel se apoiou na mesa.

 - Chega! - exclamou Daniel.- Você não falar com ela e não perguntar por ela até vai. Agora você se desfazer dela, na minha frente, é outra coisa.

 Ele disse enquanto o olho ficava vermelho com duas riscas pretas. Miguel ia se levantar mas eu não deixei. 

 - O que você quer que eu faça?

 - Mostre respeito.- ele disse com um rosnado. 

 - Eu mostro meu respeito deixando que ela viva aqui. Não mandando ela embora. Agora se você quer que eu finja gostar dela. Pode tirar o seu cavalinho da chuva. 

 - Peço apenas que não se desfaça dela na minha frente nem pelas minhas costas. Isso machuca o meu lobo. 

 - Se você fosse um Nagai ou até mesmo um Okamoto iria entender. Ou tivesse filhos.

 - O que foi que eles roubaram? - Leo e Isa perguntaram.

 - Eu vou contar. - disse na hora em que Aiko entrou na cozinha. - A cerca de cento e quarenta e cinco anos, uma Nagai deu a luz a gémeos. E desde a fundação da família nunca nasceram gemeos. 

Uns três ansarcasmo uma feiticeira profetizou que dois jovens identicos e de cabelos brancos nasceriam e que o poder das crianças seria único. Os Okamotos ouviram falar da profecia e invejaram o nosso poder. 

 Depois de três anos juntos de nós uma Nagai foi casada com um estrangeiro. Depois de um mês do casório a garota engravidou de gemeos e a festa nao pode ser maior. 

Os Okamotos fingiram se felizes mas trataram planos para acabar com nossa alegria. Depois de nove meses em uma gestação conturbada, a garota deu a luz a dois meninos. Igor e Iago. 

Os Okamotos com ódio roubaram as crianças. Nos fomos atrás e quando reivindicamos as crianças eles as jogaram no fogo. 

Dias depois nosso ministério proibiu os Okamotos de praticar magia. Por tempo indeterminado. Todos me olhavam atentamente. Aiko quebrou o silêncio.

 - Minha omma disse que nós estávamos sobre uma maldição dos lobos. 

- Lobos não lançam maldições.- Gon disse. 

 - Ela mentiu porque ela não queria que você deixasse de amá-la.- eu disse com sarcasmo. 

 - Eu quero uma prova definitiva de que ela não irá nos trair.- Akira disse pegando algo no bolso. - Isso - ele levantou um frasco. - É uma poção Veritaserum. Uma única gota e a verdade é revelada. Mas é claro, você quer fazer isso? - ele perguntou. 

 A garota se sentou em uma cadeira e acenou positivamente com a cabeça. Akira pingou uma gota na boca dela. 

 - Porque você esta aqui?- foi Isa quem perguntou.

 - Por que eu fui expulsa de casa por amar um aliado dos Nagai. 

 - Você não pretende roubar os meus afilhados? - perguntou Leo.

 - Nunca! Eu nunca faria isso. 

 - Viu? Ela é confiável.- Daniel disse. Olhei para Akira que deu de ombros. Isa me olhava com esperança, assim como Leo. 

 - Tudo bem. Querem uma festa? Façam uma festa. - eu disse sem emoção. - Eu vou no lago. Alguém vai querer ir? Isa e Leo negaram. Miguel foi o único que quis vir. Ficamos umas três horas apenas conversando na beira do lago. Mas eu já tava ficando com fome, então decidimos voltar.

 Assim que entramos sentimos o clima tenso. Fomos para sala onde tinha uma mulher, parecida com a maga que derrotamos naquela festa, sentada em uma das poltronas perto da lareira. Ela estava afastada de todos que estavam sentado em um sofá. 

 - Quem é você? - perguntei ríspida, já que ela era uma maga. 

 - Eu sou da família Petrova. E vim vingar a morte da minha irmã.- ela disse se levantando.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Bjs de Marshmallows


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