História Irmãos Morgenstern: Crianças e Lembranças Perdidas - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais
Tags Ação, Aventura, Drama, Fantasia
Visualizações 36
Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii pequenos gafanhotos ^^
Desculpem a demora para postar o capítulo.
Aproveitem a leitura, bjs.

Capítulo 28 - Entrando em um acordo, ou quase isso


POV. Jonathan       

Todos parecem estar nos esperando há algum tempo, minha mãe parece uma águia com as garras expostas pronta para arrancar nossos olhos, ok parei.

- O QUE VOCÊS PENSAM QUE ESTÃO FAZENDO? DEPOIS DE TODO O TRABALHO QUE EU TIVE PARA ESCONDÊ-LOS DO PERIGO! – ela grita a plenos pulmões.

Olho pra minha irmã que olha interessadamente o chão.

- O que você sabe? – pergunto pra minha mãe.

- Tudo, Catarina me contou um pouco e depois os outros esclareceram melhor. – ela fala nervosa.

- Mãe só mantenha a calma, desse jeito você vai ter um AVC. – digo o mais gentil possível.

Ela continua discutindo por umas duas horas como se eu nem tivesse dito nada.

- Vou ter de avisar Marise e Robert. – ela olha acusadoramente para Jace, Alec e Isabelle.

- NÃO! – respondemos todos em uníssono.

- Mãe você tem duas opções: se juntar a nós, ou não nos atrapalhar. – digo impaciente.

Clary me lança um olhar de advertência.

- Jonathan olha o jeito que você fala comigo.. – Jocelyn começa.

- Eu entendo o seu lado, sei que é perigoso, mas nós fizemos mais que a clave até agora e não adianta você tentar nos proteger nós nunca estaremos seguros. – disparo.

Ela continua protestando até que seu olhar cai nos feiticeiros.

- Tessa, Magnus e Catarina como vocês podem concordar com uma coisa dessas? – indaga.

- Eles são bons, realmente bons Jocelyn. – responde Magnus.

- Se eles querem lutar devem lutar, não é nenhuma novidade que vocês caçadores começam a lutar desde cedo. – fala Catarina.

- O que adianta prendê-los, proibi-los de fazer algo, você como ninguém Jocelyn sabe que isso não ajuda em nada. – diz Tessa.

Minha mãe tem lágrimas nos olhos, ela senta num degrau da escada e coloca as mãos na cabeça, depois de um tempo olha nos olhos de cada um e diz:

- Estou com vocês, mas vai ser do meu jeito.

- Fechado. – digo rapidamente antes que ela mude de ideia.

 

***

 

POV. Isabelle

Foi uma espécie de reunião bem tensa, fiquei com muito medo de a Jocelyn avisar meus pais e me enviar de volta pra Idris com meus irmãos. Não sei o que faria se fosse afastada de tudo isso, mas de uma coisa eu tenho certeza, por mais que tenha sido difícil convencer a Jocelyn de vir para o nosso lado, com meus pais essa possibilidade jamais existiria.

Desci para a sala de treinamento e escutei alguém batendo em algo com violência, me aproximei em passos lentos e silenciosos e observei Jonathan. Ele parece frustrado, não deve ter sido nada fácil pra ele enfrentar a mãe de igual para igual, ele tem pose de um garoto exemplar, o qual nunca discute com os pais.

- Eu sei que você está aí Izzy. – ele diz sem olhar para trás.

Eu me escondo atrás de uma pequena parede.

- Vai mesmo fazer esse joguinho? – ele pergunta com ironia.

Escuto passos, ele está me procurando, o espio e me movo.

- Se você conseguir me pegar te dou um beijo. – eu provoco.

- Feito. – ele responde.

Ficamos por um tempo nessa de se esconder, eu sempre fico de olho nele, mas acabei me esquecendo que ele é um ninja e quando me dei por mim ele apareceu do nada.

- Foi fácil. – diz se aproximando.

- Na verdade não. – digo tentando correr.

Ele me segue e consegue me pegar, eu me viro e ficamos cara a cara.

- Bem acho que vou ter que cobrar aquele beijo.. – ele sussurra.

- Você ganhou, acordo é acordo. – digo o incentivando.

Ele toca seus lábios nos meus e por alguns instantes me sinto livre, quando estou com ele encontro certa confiança da qual jamais pensei que sentiria por alguém.

- Gosto de estar com você. - ele diz baixinho.

Eu sorrio.

- Também gosto de estar com você Chris.

 

***

 

POV. Clary

Eu estava elaborando um plano junto com Alec quando ouvimos um barulho ensurdecedor, o alerta do instituto. Ele raramente dispara, ultimamente os crimes diminuíram por conta de Valentim que acaba cometendo 90% deles sozinho.

Alec e eu saímos correndo e fomos parar na biblioteca onde encontramos Hodge, minha mãe, Izzy, Jonathan e Jace.

- O que houve? – perguntei.

- Um vampiro matou um mundano semana passada, não conseguimos pega-lo. – comenta Hodge. – Agora parece que ele resolveu dar as caras atacando outro mundano que está gravemente ferido.

Vi minha mãe, Jace, Jonathan e Hodge quase prontos para o combate.

- Também podemos ir? – indago apontando Izzy e Alec.

Minha mãe me olha com receio.

- Dá próxima vocês vão.

A voz dela soa tão autoritária que sinto que estou encolhendo, decido não discutir só iria atrasá-los.

Eles saem apressados, Jace para em minha frente.

- Ela não fez por querer Clary, nós chegamos primeiros. – ele diz culpado.

- Tudo bem, se cuida. – digo colocando a mão em seu rosto.

- Pode deixar.

Ele pega minha mão e a beija, então segue os outros.

- Vamos voltar ao plano. – digo para Izzy e Alec.

- Izzy pode nos ajudar. – fala Alec.

- Certo. – ela diz distraída.

Alec a olha de um jeito estranho.

- Onde você estava? – pergunta abruptamente.

- Treinando. – ela responde.

- Sozinha? – ele insiste.

- Sozinha.

Ela começa caminhar e quando passa por mim vejo um sorrisinho em seus lábios.

 

***

 

Não tinha se passado nem dez minutos que os outros saíram e o alarme disparou novamente, me sobressaltei e vi que os outros pareciam tão atordoados quanto eu.

- O que está acontecendo? – pergunta Alec.

- Quero muito descobrir. – digo.

- Então devemos ir descobrir. – sugere Izzy.

- Não. – hesita Alec.

- Somos treinados para isso, combater demônios e submundanos que não seguem a lei. – argumenta Izzy.

- Acho melhor irmos logo. – digo decidida.

Eles me olham como se eu estivesse brincando, então caem na real e começam a correr atrás de suas vestes e lâminas, eu os sigo com um sorriso.


Notas Finais


E então o que estão achando???


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