História Irresistible - Klaroline - Capítulo 39


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Klaus Mikaelson
Tags Klaroline, Romance
Visualizações 180
Palavras 2.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo pra vocês ♡

Capítulo 39 - Trinta e Oito


Fanfic / Fanfiction Irresistible - Klaroline - Capítulo 39 - Trinta e Oito

– Mas eu tomo pílula há anos.

Fechei os olhos e apertei meu queixo. Merda. Gravidez era a única coisa que realmente me preocupava. Mesmo nos meus dias mais selvagens, nunca fiz sexo sem camisinha. E de qualquer maneira, fiz testes regulares para tudo nos últimos anos.

– Caroline.

– Não, você tem razão – ela disse, passando o polegar na ponta do meu pau, espalhando a umidade ali. – Não é só por causa de gravidez. É uma questão de segurança…

– Nunca transei sem camisinha – respondi imediatamente. O que é que eu estava fazendo?

Ela congelou.

– Nunca?

– Nunca nem esfreguei por fora. Sou muito paranoico.

Seus olhos se arregalaram.

– Nem mesmo “só a pontinha”? Eu achava que todo cara fazia essa coisa de “só a pontinha”.

– Sou paranoico e cuidadoso. Sei que só precisa de uma vez para tudo dar errado.

Sorri para ela, sabendo que entenderia a referência: eu mesmo surgi de uma gravidez indesejada. Seus olhos se tornaram sombrios e grudaram na minha boca.

– Klaus? Então hoje seria sua primeira vez desse jeito?

Ah, merda. Quando ela me olhava desse jeito, quando sua voz ficava nesse tom rouco e sussurrante, eu não conseguia aguentar. Não havia apenas uma atração física entre nós. Claro, já fiquei atraído por mulheres antes. Porém, havia algo mais com Caroline, uma química em nosso sangue, algo entre nós que se acendia como uma centelha, que me fazia sempre querer um pouco mais do que eu poderia ter. Ela me ofereceu sua amizade, eu quis seu corpo. Ela me ofereceu seu corpo, eu quis sequestrar seus pensamentos. Ela me ofereceu seus pensamentos, eu quis seu coração.

E aqui estava ela, querendo me sentir dentro dela – apenas eu, apenas ela –, e era quase impossível dizer não. Mas eu tentei.

– Realmente, acho que não é uma boa ideia. Precisamos ter um pouco mais de cuidado com essa decisão.

Principalmente se você pensa em ter outros caras em seu “experimento”, pensei, mas não falei.

– Apenas quero sentir. Eu também nunca transei sem camisinha – ela sorriu e me beijou. – Só um pouco. Só por um segundo.

Rindo, eu sussurrei:

– Só a pontinha?

Ela deu um passo para trás e encostou-se à beira da cama, subindo a saia até a cintura e tirando a calcinha. Caroline me encarou, abriu as coxas e deitou-se no colchão apoiando-se nos cotovelos, deixando os quadris suspensos para fora da cama. Tudo que eu precisava fazer era me aproximar e entrar nela. Ao natural.

– Sei que é loucura e sei que é estúpido. Mas, Deus, é assim que você me faz sentir – sua língua deslizou e molhou o lábio inferior. – Prometo não fazer barulho.

Fechei meus olhos, sabendo que assim que ouvi aquilo, eu me decidi. A pergunta mais importante era se eu conseguiria não fazer barulho. Baixei ainda mais minha calça e me posicionei entre suas pernas, segurando meu pau e me inclinando sobre ela.

– Merda. O que estamos fazendo?

– Apenas sentindo.

Meu sangue martelava em minha garganta, em meu peito, em cada centímetro do corpo. Era como a última fronteira do sexo; era até estranho pensar que já fiz de tudo, menos isso.

Parecia tão simples, quase inocente. Mas nunca quis sentir nada tanto quanto queria senti-la, pele com pele. Era como uma febre tomando posse da minha mente e minha razão, dizendo como seria bom enterrar nela por apenas um segundo, apenas para sentir um pouco, e isso seria suficiente. Ela poderia voltar para seu quarto, desfazer as malas, descansar, e eu bateria uma, mais forte e mais rápido do que jamais fiz na vida.

Estava decidido.

– Venha aqui – ela sussurrou, estendendo a mão para meu rosto.

Baixei meu peito, abrindo a boca para beijar seus lábios, chupando sua língua, engolindo seus sons. Eu podia sentir sua pele lisa contra a parte de baixo do meu pau, mas não era ali que eu queria sentir. Eu queria senti-la me envolvendo por inteiro.

– Está gostoso? – perguntei, levando a mão entre nós para esfregar seu clitóris. – Posso fazer você gozar primeiro? Não acho que devemos terminar assim.

– Você consegue tirar antes?

– Caroline – sussurrei, mordendo seu queixo. – Não era para ser “só a pontinha”?

– Você não quer saber como é? – ela retrucou, deslizando as mãos até minha bunda e mexendo os quadris. – Você não quer saber como é me sentir?

Soltei um grunhido, mordendo seu pescoço.

– Você é uma garota muito safada.

Ela tirou meus dedos de seu clitóris e agarrou meu pau, esfregando por toda a sua pele macia e molhada. Gemi mergulhado em seu pescoço.

E então ela me guiou até sua entrada, segurando e esperando eu mexer meus quadris.

Empurrei para frente, depois para trás, sentindo a sutil entrega de seu corpo quando a cabeça do meu pau deslizou alguns centímetros para dentro. Continuei entrando, apenas mais um pouco, até sentir ela se esticar para envolver todo o meu pau, e então parei, gemendo.

– Rápido – eu disse. – Em silêncio.

– Prometo – ela sussurrou.

Eu esperava que ela estivesse quente, mas não estava preparado para o quanto estava macia, quente, molhada. Eu estava despreparado para a tontura que senti, a sensação de sua pulsação, músculos apertando, sons famintos e afogados em meu ouvido dizendo o quanto também era diferente para ela.

– Merda – grunhi, sem conseguir resistir a entrar até o fim. – Não posso… não posso transar desse jeito ainda. É bom demais. Vou gozar muito rápido.

Ela segurou a respiração, com as mãos apertando meus braços com tanta força que até doía.

– Tudo bem – ela disse com dificuldade, antes de soltar a respiração de uma vez. – Você sempre aguenta por tanto tempo. Quero que seja tão bom a ponto de você não conseguir se segurar.

– Você é tão malvada – eu disse entredentes. Caroline riu, virando a cabeça para capturar minha boca num beijo.

Estávamos apoiados na beira da cama, ainda vestindo nossas camisetas, minha calça abaixada até os tornozelos e a saia dela erguida até a cintura. Deveríamos estar desfazendo as malas, descansando, nos situando. O que estávamos fazendo era muito errado, mas de algum modo não fazíamos nenhum barulho, e eu me convenci de que conseguiria me controlar, talvez transar devagar para impedir que a cama chiasse. Mas então percebi que eu estava dentro dela, completamente ao natural, na casa dos pais dela. Quase gozei só de olhar para onde eu enterrava nela.

Retirei quase tudo para fora – revelando o quanto ela estava molhada – e entrei novamente, então repeti a dose, de novo e de novo. E, merda, eu estava arruinado. Nunca mais poderia transar com mais ninguém, nunca mais poderia usar camisinha com esta garota.

– Aqui vai uma decisão executiva – ela sussurrou, com a voz rouca e a respiração acelerada. – Esqueça as corridas matinais. Precisamos fazer isto cinco dias por semana.

Sua voz estava tão fraca que precisei encostar meu ouvido em sua boca para ouvir. Mas tudo que eu entendia no meio do meu transe eram frases quebradas com palavras como “duro” e “pele” e “fique dentro depois de gozar”.

Foi essa última ideia que me pegou de vez, que me fez pensar sobre gozar dentro dela, beijando-a até ela sentir sua própria urgência, e então ficando duro novamente e sentindo ela se apertar ao redor de mim. Eu poderia foder, ficar por lá, depois foder de novo antes de cair no sono dentro dela.

Aumentei a força, segurando sua cintura, encontrando aquele ritmo perfeito que não balançava a estrutura da cama, nem batia a cabeceira na parede. O ritmo em que ela poderia continuar em silêncio, em que eu poderia tentar me segurar até ela chegar lá… mas era uma batalha perdida, e mal tinham se passado alguns minutos.

– Ah, merda, Caroline – eu grunhi. – Desculpe. Desculpe.

Joguei minha cabeça para trás, sentindo meu orgasmo se acumular entre minhas pernas, chegando rapidamente. Tirei de dentro, socando meu pau com força enquanto ela correu com as mãos entre as pernas, pressionando os dedos em seu clitóris.

Ouvi passos no corredor e meus olhos voaram para o rosto de Caroline para saber se ela também tinha ouvido, apenas uma fração de segundo antes de alguém bater na porta.

Minha visão ficou turva e senti meu orgasmo começando.

Merda. Meeeeeerda.

Matt gritou:

– Klaus! Ei, já cheguei! Você está no banheiro?

Caroline sentou-se abruptamente, com olhos arregalados como se pedisse desculpas, mas já era tarde demais. Fechei os olhos, gozando em minha mão e em sua coxa nua.

– Espera um pouco – gritei de volta, olhando para meu pau ainda pulsando em minha mão.

Eu me dobrei sobre a cama, apoiando com a mão livre no colchão. Quando olhei para Caroline, ela parecia não conseguir desviar os olhos de onde meu orgasmo atingiu sua pele e – ah, merda – toda sua saia.

– Estou me trocando. Daqui a pouco eu saio – consegui dizer, com o coração quase saindo pela boca com a adrenalina repentina que invadiu meu corpo.

– Beleza. Espero você lá em baixo – ele disse, e então seus passos retrocederam.

– Merda, sua saia…

Eu me afastei, correndo para me vestir logo, mas Caroline não se mexeu.

– Klaus – ela sussurrou, e eu enxerguei aquela fome familiar em seus olhos sombrios.

– Ah, não.

Aquilo foi por pouco. A porta nem estava trancada.

– Acho que… – comecei.

Mas ela se recostou, puxando-me para cima de seu corpo. Ela estava completamente despreocupada sobre seu irmão nos flagrar. Mas ele foi embora, não é mesmo?

Esta garota me deixa maluco.

Com meu coração ainda acelerado, eu me abaixei, enfiando dois dedos dentro dela e passando minha língua entre suas pernas enquanto ela fechava os olhos. Suas mãos buscaram meus cabelos, os quadris se levantaram em minha boca, e em questão de segundos ela começou a gozar, abrindo a boca num grito silencioso. Sob meu toque, ela tremia, erguendo cada vez mais os quadris e agarrando meus cabelos com toda a força.

Com seu orgasmo terminando, continuei lentamente movendo meus dedos dentro dela, mas fui beijando um caminho gentil entre seu clitóris, o interior da coxa e o quadril. Finalmente, deitei minha testa em seu umbigo, ainda tentando recuperar meu fôlego.

– Ah, Deus – ela sussurrou assim que suas mãos soltaram meus cabelos, subindo até os seios. – Você me deixa maluca.

Tirei meus dedos de dentro dela e beijei a parte de trás de sua mão, sentindo o cheiro de sua pele.

– Eu sei.

Caroline permaneceu parada na cama durante um minuto silencioso e então abriu os olhos, me encarando como se tivesse recobrado a razão.

– Uau. Essa foi por pouco.

Rindo, eu concordei.

– Muito pouco. É melhor nos trocarmos e descermos logo – e acenei para sua saia, dizendo:

– Desculpe por isso.

– É só esfregar que sai.

– Caroline – eu disse, segurando uma risada frustrada. – Você não pode descer com uma mancha gigante de porra na sua saia.

Ela considerou a situação por um instante e então me ofereceu um sorriso bobo.

– É verdade. É que… até que gosto dela.

– Tão safada…

Ela sentou-se enquanto eu puxava minha calça de volta e beijou minha barriga através da camiseta. Envolvi seus ombros e a abracei forte, apenas me concentrando em tê-la nos meus braços.

Eu estava perdidamente apaixonado por ela.

Após alguns segundos, o sol passou atrás de uma nuvem, jogando sombras por toda a parte e criando um momento lindo. Sua voz pequenina, quase falhando por inteiro, quebrou o silêncio.

– Você já se apaixonou?

Congelei, com medo de ter falado em voz alta em vez de apenas pensar. Mas quando olhei para baixo, ela estava me observando com genuína curiosidade e olhos calmos. Se fosse qualquer outra mulher que me perguntasse isso após uma rapidinha, eu sentiria um pânico e a necessidade de sumir imediatamente.

Mas, com Caroline, a pergunta parecia até apropriada para o momento, principalmente considerando o quanto fomos descuidados. Nos últimos anos, eu me tornei cada vez mais cauteloso sobre quando e onde eu transava e – com exceção do casamento de Matt – raramente entrava em situações que precisassem de uma saída rápida ou explicações. Mas, ultimamente, estar com Caroline me fazia sentir levemente em pânico, como se houvesse um número limitado de vezes que eu poderia tê-la dessa maneira. Só de pensar que eu poderia perdê-la fazia meu estômago embrulhar.

Houve apenas duas outras amantes em minha vida por quem senti algo maior do que apenas afeto, mas eu nunca disse “eu te amo” para uma mulher. Sei que é esquisito, e sei que, aos trinta e um anos, essa omissão faz de mim um esquisito, mas nunca senti o peso dessa estranheza até este momento.

De repente, pensei em todos os comentários maldosos sobre amor e comprometimento que fiz em conversas com Damon e Enzo. Não é que eu não acreditasse nisso; acontece que nunca consegui me identificar com esses sentimentos. Amor era sempre algo que eu achava que encontraria num futuro distante, quando eu estivesse de algum jeito mais sossegado e menos aventuroso. A criação da minha imagem como um jogador era como o depósito de minerais sobre vidro com o passar do tempo: nunca me importei com a formação, até ser tarde demais e impossível enxergar através disso. 

– Pelo jeito não – ela sussurrou, sorrindo.

Balancei a cabeça.

– Eu nunca falei eu te amo antes, se é isso que você quer saber.

Mas era engraçado. Caroline nunca saberia sobre todas as vezes em que eu disse isso em minha mente para ela, em segredo, quase todas as vezes em que nos tocamos.

– Mas você já se sentiu?

Eu sorri.

– Você já?

Ela deu de ombros, então acenou para a porta do banheiro que eu tinha certeza de que se conectava com oútero quarto.

– Vou me limpar.

Concordei, fechando os olhos e desabando na cama depois que ela saiu. Agradeci a todo o universo pela sorte de Matt não ter simplesmente entrado no quarto. Seria um desastre. Se quiséssemos manter tudo em segredo – e eu tinha certeza de que Caroline ainda queria manter as coisas na base da amizade colorida –, teríamos que ter muito mais cuidado daqui para frente.


Notas Finais


Nossa eu tô muito boazinha pra vocês em rsrsrsrs
Obrigado pelos comentários anteriores 😘❤


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