História Irresistible [2.0] - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero
Personagens Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero, Personagens Originais
Tags Flamengo, Futebol!, Paolo Guerrero
Visualizações 123
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quem tá puto aí? Levanta a mão 🙌🙌

Esse time só me ilude. 😪🔴⚫

Boa leitura aos filhas do Zé Ricardo (Amo Vocês ♡)

Obs: Zé Ricardo saiu porra. 👏🎉🎉🎉

Capítulo 11 - O troco [part. 2]


Fanfic / Fanfiction Irresistible [2.0] - Capítulo 11 - O troco [part. 2]

"Deixa ela dançar, deixa ela sentir, deixa ela provar, deixa ela despir...                                                  [Valente/Deixa ela]

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Paolo Guerrero

Os olhos de Tamara brilhavam em excitação e eu tentava entender o que se passava por sua mente pervertida.

Ela sorriu e me puxou pela mão, retornando para dentro da boate. Até tentei dizer que não queria, preferia ir pra casa e terminar nosso joguinho particular, mas ela estava irredutível.

As pessoas a encaravam descaradamente, porém ela parecia não se importar, mesmo eu sabendo que no fundo ela adorava ser desejada por todos, o centro das atenções. Ela caminhou empolgada até a parte superior da boate, uma parte mais reservada, usada para que os clientes pudessem "conhecer" melhor as dançarinas.

-O que estamos fazendo aqui? - minha curiosidade começava a se aguçar.

Tamara apenas sorriu, me empurrando para dentro de uma das cabines, fechando a cortina atrás de si.

-Vamos brincar. - os lábios se esticaram em um sorriso tão maldoso quanto o brilho no seu olhar.

Deixei meu olhar percorrer a cabine e a ficha foi caindo aos poucos.

Havia uma mesa no centro, cercada por um sofá de camurça vermelha. As paredes eram cobertas com um papel de parede em um tom vinho com detalhes dourados.

-Em que está pensando? - me virei para ela, que se servia com uma dose de tequila.

-Existe uma forma muito melhor de apreciar uma bebida. - seus lábios se moviam devagar, me provocando. - Eu adoraria testar.

Tamara me encostou contra a parede, deixando a dose de tequila em cima da mesa. Sua mão subiu devagar pela minha barriga, levantando minha blusa no processo, deixando as unhas rasparem nos gomos do meu abdômen.

-Adoro esse seu fisico de atleta. - sussurrou, chupando minha orelha. - Esses músculos definidos.

Minha camisa foi arrancada e jogada no sofá, enquanto ela ainda passeava as mãos pelo meu corpo, passando pelas costas e indo até minhas entradas. Tudo nela me excitava, me aliciava ao pecado. Seu cheiro, seu corpo, seus olhos brilhantes, o sorriso... Cada movimento que fazia me parecia imensamente erótico, como se fossem feitos apenas para me afetar.

-Tamara... - puxei o ar com força quando senti sua mão roçar em meu membro.

-Quero provar você. - disse, me empurrando até a mesa. - Com isso.

Sorri de canto quando ela ergueu o copo de tequila.

Body Shot.

Nunca me vi fazendo um, ou alguém fazendo em mim. Na verdade, sempre achei algo estranho, íntimo demais, mas assim que percebi sua intenção, senti uma enorme vontade de ter sua boca em mim.

Ela me empurrou devagar sobre a mesa, mal conseguindo conter o sorriso excitado. As mãos alisando do meu peito até minha virilha parcialmente exposta.

-Não faça isso, a menos que esteja disposta a ir até o fim.

-É o seu castigo peruano. - sorriu, mordendo o lábio - Agora fique quieto e observe.

Tamara foi até o frigobar que tinha ali e não me surpreendi quando encontrou tudo que era necessário para o jogo.

Observei cada passo dela com certa admiração, quase uma adoração. Ela era linda e sabia disso, tinha pleno conhecimento dos seus dotes.

Ela colocou uma fatia de limão na minha boca, me impedindo de falar qualquer coisa. Os olhos vagavam pelo meu corpo, lábios presos entre os dentes, um olhar quase predador.

Com um sorriso contido, ela pegou o sal e o espalhou nas áreas que julgou serem melhores. Deixou um pouco no meu ombro, ao redor dos meus peitos, descendo pelo meu abdômen e parando ao redor do meu umbigo.

Todo meu corpo ansiava por seu toque e eu precisei me segurar para não me levantar e possuí-la ali, sabia que esse processo era necessário. Ela estava gostando de me ver entregue, nas suas mãos e seu olhar não negava.

Se ela queria brincar, eu seria seu brinquedo e não estava me importando com isso.

Resmunguei algo e o limão me impediu de continuar, não estava me aguentando dentro das calças. Tamara riu da minha ansiedade, mas pareceu não querer me torturar assim.

Ela pegou a dose de tequila e olhou nos meus olhos.

Senti o gélido da bebida contra minha pele em combustão e arfei com isso. Ela derramou a tequila no meu umbigo, formando uma piscina.

Meus olhos estavam fixos nela e tive uma visão previlegiada de quando a língua deixou sua boca, lambendo todo o sal do meu ombro. Ela sugou devagar, puxando um pouco da pele também.

Seus lábios desceram e ela repetiu o processo ao redor do meu peito, parando ao lado do meu umbigo.

Seus olhos não deixaram os meus em momento algum, sempre me provocando e me tentando.

Tamara ergueu a cabeça por um momento, apenas para exibir seu sorriso mais indecente, antes de voltar sua atenção ao meu abdomem. Os dentes se arrastaram por cada gominho, deixando um rastro quente na minha pele.

A língua circulou meu umbigo, sugando todo o sal que estava ali, lambendo a tequila em seguida, sempre com movimentos circulares.

Minha mente estava totalmente nublada, Tamara ocupava cada espaço dali, impregnada nos meus poros.

Depois de limpar todo o vestígio da bebida no meu corpo, ela avançou sobre os meus lábios, arrancando o limão dali.

Ela chupou todo o limão, claramente me provocando.

-Assim é bem melhor. - sussurrou próximo ao meu ouvido. - Acho que não vou mais querer do jeito tradicional.

Sorri, correspondendo seu sorriso sujo. Levei minha mão aos seus cabelos, puxando com certa violência, até ter seu rosto próximo ao meu.

Seu cheiro de cigarro de menta, misturado ao seu perfume exótico, estava se tornando meu cheiro preferido. Assim como sua voz e seus gemidos, se tornavam meus sons preferidos.

Eu sabia que uma hora ou outra, tudo sairia do controle e essa nossa "brincadeira" se tornaria algo incontrolável, irresistível ao menos para um de nós. Mas valia a pena correr o risco, não éramos capazes de controlar o desejo que sentíamos um pelo outro.

-Eu te quero, cariño. - mordisquei sua boca e ela sorriu.

-Hoje não, peruano. - disse se afastando. - Considere como meu castigo.

Ela não podia estar falando sério. Primeiro toda aquela dança sensual, um quase strip tease, e um body shot que me deixou duro e necessitado, ela não podia simplesmente virar as costas e sair.

-Não pode me deixar assim. - cerrei os olhos na sua direção.

-Não duvido da sua capacidade de arrumar alguém que possa resolver isso. - disse maldosa. - Se nada der certo, use as mãos, nunca falha.

Antes de sair, ela ainda deixou um beijo rápido em meus lábios e uma piscada provocante.

Ela estava me deixando louco.


Notas Finais


A vingança é um prato que se come frio, ou nesse caso, não se come (pegaram a referência? Kkkkkkkk)

E aí, até aonde esses dois vão?


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