História Irresistible Brothers - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Irmãos à obra (Property Brothers)
Personagens Drew Scott, J.D. Scott, Jonathan Scott, Personagens Originais
Tags Amor, Irmãos À Obra, Property Brothers, Romance, Sexo, The Scott Brothers, Threesome
Visualizações 20
Palavras 1.979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Antes de tudo, eu adoro esses homens maravilhosos. Essa fic surgiu depois de um sonho louco que eu tive com os dois. Sei que muitos de vocês provavelmente não conhecem o programa e nunca se interessaram por uma fanfic sobre, mas u espero que gostem de ler, tanto quanto eu amei escrever.

P.s.: Depois eu dou uma arrumada na sinopse

Capítulo 1 - Capítulo 1


O quarto estaria totalmente escuro se não fossem as velas piscando por todo lado. Pétalas de rosas enfeitavam a cama, enchendo o ar com a sua doçura e acariciavam a minha pele com a sua suavidade.

Através da cortina balançando eu percebi a sombra que se aproximava vagarosamente.

Mordi o lábio e senti o coração disparar pela antecipação.

Ele sempre se aproximava devagar, como um felino fazia para não assustar a sua presa.

- Fique de quatro e feche os olhos. – a ordem veio do meu lado direito e eu me arrepiei por não ter percebido a sua presença mais cedo.

Era nítido quem era o dominante ali.

Fazendo o que ele mandou, me virei na cama até estar de quatro e com o rosto virado para a cabeceira. Ouvi o seu gemido em apreciação, seguido por uma suave carícia no lado direito do meu quadril.

A cama afundou quando o outro subiu atrás de mim.

Suas mãos subindo pela minha coxa em direção à bunda me provocaram tremores por todo o corpo. Algo preso às sua mão acariciava a minha pele enquanto ele se movia mais alto pela minha coluna, e os calafrios iam parar no lugar certo me deixando molhada.

Podia sentir os beijos que ele depositava nas minhas costas. O calor que emanava da pele dele tão próxima à minha.. O outro segurou o meu cabelo, puxando a minha cabeça para trás, para que ele pudesse colocar algo nos meus olhos.

Era tão macio quanto as pétalas. Seda. E comprido, pois as pontas se arrastavam pelas minhas costas. Uma gravata.

Agora, mesmo que eu quisesse abrir os olhos, não poderia.

Ele amarrou bem apertado. Não o suficiente para machucar, mas aquela gravata não sairia tão facilmente dali.

- Esta noite você será toda minha. – ele disse enquanto sua mão voltou a descer pelas minhas costas.

Eu estava tão excitada que começava a ficar impaciente. Não queria esperar mais, Queria tê-lo agora. Tentei me mover para perto do seu corpo, mas recebi um tapa sonoro na bunda em retaliação.

- Você vai ficar quietinha. – ele acariciou o lugar do tapa e eu não pude deixar de gemer.

Justo quando seus dedos se aproximaram do meu lugar mais necessitado, um grande barulho interrompeu meus sonhos e me obrigou a abrir os olhos.

O som de serra me fez gemer em frustração e indignação.

- Foda-se. Todo dia é esse inferno.

Era a décima vez nas últimas duas semanas que aqueles malditos barulhos interrompiam um dos meus sonhos mais quentes. Desde que começaram as obras na casa vizinha que, só por ironia, dividia a parede do meu quarto.

A primeira vez que aconteceu, as obras tinham acabado de começar, agora era algo quase que habitual. O que era mais irritante visto que eu trabalhava em casa e ficava refém do barulho pelo dia inteiro.

Mas não adiantaria de nada protelar.

Me sentei e fiz o alongamento habitual antes de levantar e fazer a higiene no banheiro.

Devidamente vestida em uma legging listrada preta e branca e um top branco de alças finas, desci para a cozinha e coloquei a cafeteira para trabalhar enquanto dei uma rápida espiada através da janela da sala de estar.

Não havia ninguém ali, nem mesmo aquela abundancia de gente que trabalhava com as câmeras.

Logo no começo, os novos vizinhos chegaram com uma cesta de bolinhos para se desculpar pelo transtorno que viria com a obra que, segundo o empreiteiro, duraria cerca de sete semanas.

Eu os desculpei, logicamente. A minha reforma foi um inferno também. Mas, então eles entraram nas explicações sobre o tal programa de Tv que acompanharia a coisa toda.

Property Brothers.

Eu nunca tinha ouvido falar sobre o tal programa de reforma dos irmãos Scott, ou mesmo que eles se abalariam para um bairro no subúrbio de Las Vegas.

Suspirei e fechei as cortinas, logo voltando ao meu processo de preparar e tomar o café enquanto ouvia o barulho inconfundível de uma pistola de pregos.

Alguns minutos depois a campainha me assustou.

Eram pouco mais de oito da manhã de um sábado. Cedo demais para Robert estar na minha porta, levando em conta que era o dia de folga dele na oficina e ele sempre tirava o dia para fazer algo com as garotas.

A campainha soou de novo.

Qual a minha surpresa ao abrir a porta e encontrar um dos gêmeos do programa do outro lado, me olhando com um sorriso torto, apesar da óbvia tensão no seu rosto.

- Hum.. bom dia?

- Bom dia e me desculpe, pois eu sei que isso é totalmente aleatório, mas você poderia me levar ao hospital?

- O que? – Ele deu um pequeno pulinho para o lado e só então eu percebi que a coxa dele estava sangrando por baixo da calça jeans. – Ai meu Deus, o que aconteceu?

- Um pequeno acidente com a pistola de pregos.

- Espere só um minuto.

Entrei de volta em casa e desliguei todos os eletrônicos e o gás e peguei a minha bolsa, logo voltando para ele que se apoiava no batente da porta com os olhos fechados.

- Aqui, se apoie em mim.

Ele obedeceu e eu tranquei a porta. Só então me lembrei de que o meu carro estava na oficina. Foda-se. E agora? Como eu levaria esse cara enorme para o hospital?

- Ei, você está de carro? Porque eu estou sem o meu no momento.

- Sim. Hum.. Aquele preto do outro lado da rua.

Sustentando-o como eu podia, visto que ele era enorme, nós atravessamos a rua e ele me passou a chave para que eu abrisse o carro e o coloquei no banco do carona. Depois de ajuda-lo a pôr a perna pra dentro, fui para o lado do motorista.

- Coloque o cinto, por favor.

Ele me obedeceu e eu dirigi o mais rápido que o nervosismo e os limites de velocidade permitiam até o Saint Mary que era o hospital mais próximo a apenas cinco quilômetros do meu bairro.

Ao chegarmos ele foi logo passando na frente, pois, aparentemente, o prego ainda estava bem fundo na coxa dele e precisaria de uma pequena cirurgia para tirá-lo.

Mesmo que já estivesse começando a se sentir tonto, de alguma forma ele me confiou os seus pertences pessoais como carteira, relógio e celular antes ser empurrado em uma cadeira de rodas por um dos enfermeiros.

Me sentei pesadamente na sala de espera.

Que pesadelo.

E piorou quando, vinte minutos mais tarde, eu ainda não tinha nenhuma notícia dele quando o seu celular vibrou na minha mão.

Drew ligando

- Deus.. porque? – deslizei a tela para atender. – Hum.. alô?

- Olá, quem está falando?

- Er.. Amanda.

- Oi, Amanda, esse não é o telefone do Jonathan? Você pode chama-lo por favor? Diga a ele que o Drew mandou dizer que deixar o trabalho de lado por cinco minutos não vai mata-lo.

- Eu sinto muito, Drew, mas ele não pode falar agora. É que houve um acidente na obra e..

- Acidente?

- Sim. Algo com uma pistola de pregos, mas não se preocupe, eu o trouxe para o hospital e ele já está sendo atendido..

- Qual o hospital?

- O Saint Mary.

- Hum.. Sim, eu estou por perto. Mas me diga o que foi que houve?

- Foi só um prego na coxa, mas como está muito profundo, ele está passando por uma pequena cirurgia agora. O médico disse que não levaria muito tempo.

- Eu já estou indo pra aí. Ele está bem?

- Estava um pouco tonto quando chegamos, mas imagino que pelo choque.

- Obrigado por ajudá-lo, Amanda. Estou no carro agora, nos falamos quando eu chegar aí.

- Tudo bem.

Desliguei e nem cinco minutos depois o enfermeiro me chamou para informar que estava tudo bem e que era para eu segui-lo, pois o Senhor Scott estava sendo levando para um quarto.

Subimos ao terceiro andar do hospital e ele mostrou a porta 207-B.

- Pode entrar, ele não está sedado.

Assenti e entrei.

Estremeci devagar por causa o frio do ar-condicionado, mas sorri assim mesmo para ele.

Jonathan me olhava dessa vez parecendo totalmente confortável vestido naquela bata de hospital verde horrível, com as pernas cobertas pelo lençol e com a coxa enfaixada encima de um travesseiro.

- Três lindos pontos.

- Uau. – ele abriu aquele sorriso torto e eu posso ou não ter sentido um pouco de taquicardia. – Oi.

- Olá. Obrigada por me trazer.

- Apesar do susto, não foi nenhum incômodo. Se fosse o contrário, aposto que faria o mesmo.

- Com toda a certeza. – ele estendeu a mão, então, e eu a apertei. Que corrente elétrica esquisita.. – Jonathan Scott. E qual o nome do meu anjo salvador?

- Amanda Jackson.

- Prazer, senhorita Jackson.

- Só Amanda, por favor. Ou Amy, se preferir.

Estremeci de novo e os pelos do meu braço se arrepiaram. Porque eu não pequei um maldito casaco antes de sair de casa? Também, como eu ia adivinhar que os quartos desse hospital eram tão gelados?

- Você parece com frio. Pode pegar aquela camisa ali.

- Não precisa.

- Pois eu insisto. – ele apontou para a camisa quadriculada na mesinha ao lado do leito. – Eu juro que está limpa.

- Tudo bem, obrigada. – vesti a camisa e enrolei um pouco as mangas porque era grande demais, depois pesquei as coisas dele de dentro da minha bolsa e depositei no lugar da camisa, menos o celular que ele pegou. – Hum.. Drew ligou e disse que está vindo pra cá.

- Ele acabou de mandar uma mensagem dizendo que está passando pela recepção.

- Uau, que rápido.

- Provavelmente estava por perto.

- Foi o que ele disse mesmo.

Dentro de instantes a porta se abriu e o gêmeo idêntico e também enorme entrou no quarto. Eu fiquei um pouco boquiaberta porque, a não ser pelo cabelo e o modo de se vestir, a semelhança era realmente incrível.

E ele parecia bastante preocupado até ver o sorrisinho do Jonathan. Então caminhou até ele e deu uma tapa na sua nuca, me deixando boquiaberta de novo.

- Ai, pra quê isso?

- Pra você prestar mais atenção quando estiver usando aquela pistola.

- Ficou preocupadinho, foi?

- Claro que sim. Mas já vi que você está bem e falei com o médico lá fora também.

- E ele disse quando eu posso ir embora?

- À tarde, se os pontos não inflamarem.

Enquanto eles discutiam sobre o acontecido e se esqueciam de mim, eu ajeitei a alça da minha bolsa e me arrumei pra sair de fininho, mas finalmente eles me notaram.

- Já vai embora? – Jonathan perguntou.

- É que eu tenho umas coisas pra fazer em casa.

- Ah, sim, me desculpe se eu atrapalhei alguma coisa ao te arrastar para o hospital é que..

- Não se preocupe. Foi um prazer ajudar e te conhecer também.

- O mesmo aqui. – Drew pigarreou e Jonathan rolou os olhos. – Deixa eu te apresentar. Esse aqui é o meu irmão, Drew. Drew, Amanda Jackson.

- Prazer, Amanda.

- Só Amy. Prazer te conhecer também. – eu senti a mesma corrente ao apertar a mão dele. Estranho. – Agora eu vou indo.

- Espera. – Olhei para Jonathan e ele me chamou para mais perto até que pegou a minha mão. – Aqui a chave do meu carro e..

- O que? Não, obrigada. Eu pego um táxi aqui na frente.

- Tem certeza?

- Acho que sim.

- Eu posso leva-la. – Drew tirou a chave do bolso e a girou nos dedos. – Tenho que ir pra buscar outra roupa pra você, assim eu faço isso logo.

- Tudo bem, então. Tchau, Jonathan. – em um ato reflexo, como fazia com Bettany quando ela ficava doente, escovei os cabelos da sua testa e beijei ali. – Fique bem.

- Vou ficar, Anjo.


Notas Finais


Posts começam assim que terminar OTRWTH
Ah, sim, por enquanto é uma Short-fic


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