História Irresistible Deal - Capítulo 1


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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Acordo, Contrato, Jelena, Proposta, Prostituição, Romance, Traição
Exibições 277
Palavras 929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


▶ Fanfic Jelena

▶ Atualizações todas as sextas

▶ Comentários são importantes

Capítulo 1 - Prologue.


Fanfic / Fanfiction Irresistible Deal - Capítulo 1 - Prologue.

"Os teus olhos são frios como espadas, vejo neles imagens retratadas de abandonos cruéis e desleais."


 Selena Gomez P. O. V — Atlanta, 09h22min PM.

O tintilar do relógio atrai a minha atenção, anunciando o término da minha folga. Aninho-me ainda mais contra o sofá envelhecido, cujo o estofado se encontra gasto e fino, sentindo as partículas de preguiça espalharem-se e impedirem-me de acatar o meu próprio chamado mental para levantar. Perco alguns minutos até que os créditos de um dos episódios de F.R.I.E.N.D.S apareçam na pequena TV e, de modo lento, ponho-me de pé, rumando ao banheiro.

Enquanto a água gelada choca-se contra a minha pele, esfrego o sabonete de fragrância adocicada por cada centímetro do meu corpo, perfumando-me naturalmente. Meus cabelos permanecem secos, prevenindo as ondulações criadas por um coque firme. Dando-me por satisfeita, seco-me e caminho despida até o quarto.

O privilégio em morar sozinha, devido à atual circunstância, é algo que eu possa, de algum modo, me orgulhar. A maioria de nós demora algum tempo para alcançar isso. É como se eu tivesse me tornado uma pessoa bem sucedida. O que é irônico já que, ser bem sucedida, está bem distante da nossa realidade. Embora tenha conseguido o luxo em ter o meu próprio apartamento, o local não faz jus à isso. Dentro de um dos bairros mais pobres da cidade, a moradia na qual tiro certo tempo para fazer refeições, dormir e assistir algumas séries, não está nem próximo do que poderiam chamar de confortável ou aconchegante. Vez ou outra, a faca que Alanna usa para ameaçar o marido desliza até a minha porta. Seus gritos acabaram por se tornar uma trilha sonora das minhas madrugadas. 

A lingerie preta aparentando sofisticação se encaixa em meu corpo destacando-se em um mero detalhe, devido à falta de pano que cobre os meus seios e a minha parte íntima. Por cima desta, o vestido na mesma cor modela todas as minhas curvas, enaltecendo o meu busto em um decote e as minhas pernas desnudas. Sobre uma sandália de salto e uma quantidade mediana de maquiagem em meu rosto, recolho os meus pertences essenciais em uma bolsa e saio, enfrentando a noite fria de Atlanta. 

Algumas nuvens cobrem o céu, denunciando que o dia começaria nublado ou chuvoso, enquanto caminho sozinha pelas ruas de uma iluminação precária, a brisa gélida atinge o meu corpo, fazendo-me esfregar as mãos pelos braços frequentemente, em uma tentativa de me manter aquecida, como estive minutos atrás agradavelmente deitada em meu sofá. 

O mesmo trajeto é feito por mim há três anos, consequentemente, sigo em passos firmes sob o olhar atento dos drogados nos becos, ultrapassando toda a região perigosa do bairro até o ponto de ônibus. E, ao enxergar a fachada iluminada da Havanna, passo direto, até a porta dos fundos. 

* * *        

Com o revestimento acústico, o volume da música agitada que toca está abafado e, enquanto atravesso os longos corredores, preparo-me psicologicamente para a noite que acaba de começar. Mais uma delas. Aceno para Richard ao vê-lo, ele indica em um sinal com as mãos que o movimento é grande e que Devin, está irritado. Bufo, revirando os olhos para cima enquanto posso, sem estar sob o olhar crítico do meu chefe.

Em meu habitual gesto, inclino a cabeça para cima, encontrando o homem de meia idade com seu copo de uísque em mãos e o olhar fixo por todo o salão, observando meticulosamente cada centímetro do lugar. Ele costuma vigiar seu patrimônio todas as noites, como se alguém tivesse interesse em invadir uma boate de merda cheia de prostitutas baratas. 

Ajeitando o meu vestido e encenando a minha melhor feição de ânimo, caminho entre as dançarinas, cumprimentando com o olhar os rostos mais conhecidos. Pondero em me sentar no bar e pedir a única dose de bebida que nos liberam por noite, entretanto, sinto que esta não se tornou desesperadora o bastante para me incentivar a fugir da minha realidade apelando para o álcool. 

A minha escolha em estar ali não fora, exatamente, uma escolha. Me pareceu mais como uma última saída à quem não havia terminado o colegial e precisava ganhar mais do que duzentos dólares por semana. A Havanna é o que paga o meu aluguel, as minhas refeições e algumas roupas do shopping. Em contrapartida, estar a cada noite com um tipo de homem desprezível diferente, não é algo que eu poderia chamar de motivante, pois sinto vontade de deixar de existir em um sopro, como um montinho de pó, à cada vez em que sou tocada por estranhos. 

Distraidamente, analiso o perfil dos clientes que ocupam algumas cadeiras da boate, nos avaliando por curvas mais modeladas ou o rosto mais safado que poderia fazê-los atingir o ápice do prazer mais depressa e liberá-los para retornar às suas casas, onde suas esposas os esperam com suas vidas pacatas. Somos expostas como uma vitrine de carnes no açougue, no entanto, consequentemente, acabo deixando de me importar com tal fato. 

No fundo da minha bolsa, busco um chiclete de menta perdido entre alguns objetos desorganizados e, ao colocá-lo na boca, vagueio meu olhar, à procura de uma lixeira para descartar a embalagem. Todavia, fixo-o no semblante misterioso de um homem. 

A minha pele esquenta, como se tivesse sido posta em fogo ao vê-lo correr seu olhar por cada curva do meu corpo, um sorriso de canto surge em seus lábios bem desenhados e, com o indicador, ele me chama, sinalizando o andar superior. 

Sou a sua escolhida de hoje. Ele, será o primeiro de muitos da noite.


Notas Finais


That's all folks!

OI MEUS AMORES! Mais uma fanfic jeleninha pra vocês. Me perdoem se a organização estiver uma bosta, eu postei pelo celular e pretendo consertar em breve.

Deixem as suas opiniões nos comentários, por favorzinho. Um beijo e um queijo. ❤


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