História Irresistible Deal - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Acordo, Contrato, Jelena, Proposta, Prostituição, Romance, Traição
Visualizações 558
Palavras 2.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! 💞

Capítulo 18 - Dance For You.


Fanfic / Fanfiction Irresistible Deal - Capítulo 18 - Dance For You.

Selena Gomez P. O. V — Inman Park, Atlanta. 10h35min AM.

Apreensiva, roo os cantos superiores da pele ao redor das minhas unhas, sustentando o celular entre vão da orelha e do ombro direito. A linha permanece muda, sinalizando-me de que prossigo sem qualquer pista. A expectativa parece acionar turbinas em meu estômago, que revira continuamente à medida em que os segundos correm. 

— Selena, você vai me meter em encrencas. — profere e, embora haja determinada cautela em sua voz, ela demonstra agitação. 

— Não vou, confia em mim. — garanto, empregando toda a minha constância. — Deve ter em algum canto por ai, você mesma disse que escutou o Ryan agendar alguma coisa.

— Sim, e eu não deveria ter te contado nada. — ouço-a expelir uma forte lufada de ar, como se estivesse fatigada por algum exercício. — Eu não posso perder esse emprego, o Senhor Butler confia em mim.

— Ashley, por favor. Nada vai dar errado. — insisto, soando suplicante. — Procura no escritório dele.

— Okay.

Ruídos ecoam durante alguns minutos de silêncio entre nós, aguardo, esperançosa de que ela consiga encontrar qualquer informação que possa me ajudar. Sinto-me minimamente culpada por usá-la em meu plano inconsequente, no entanto, se tudo ocorrer como desejo, Ashley se quer será citada. 

— Achei! — diz, a voz flui em tom agudo, transmitindo seu entusiasmo. — Quem deixa o próprio e-mail aberto assim? — ela solta uma risada incrédula.

— É a casa dele, né. — ressalto, de maneira óbvia. 

— Eles contrataram uma stripper. — aparentemente surpresa, ela informa. — Viola Stevens, tem uma foto dela aqui. Espere, eu vou te enviar o arquivo, tem todas as informações.

— Tem o endereço do hotel?

— Sim.

— Ótimo. — suspiro com alívio e sorrio agradecida, ainda que a loura não possa vê-lo. — Você é maravilhosa!

[...]        

O telefone está chamando, caminho de um lado para o outro, ansiosa por alguma resposta. Tudo havia sido meticulosamente calculado em minha mente e, se tudo ocorrer como espero, estarei realizada. Justin não perde por esperar. 

Uma voz serena flui durante a chamada, despertando-me de devaneios. 

— Oi. é a Viola Stevens, certo? — a mulher murmura algo em concordância. Tomo fôlego, pigarreando ao ensaiar um tom sério. — Então, você foi contratada por Ryan Butler para uma despedida de solteiro... — afirmando, ela acrescenta algo que não me dou ao trabalho de prestar atenção. — Tivemos que cancelar a festa, você não precisa ir.

— Mas o cachê já está na minha conta...

— Tudo bem, querida. — intervenho, diante de seu protesto. Minha voz soa estável como a de uma profissional. Sinto-me orgulhosa. — Ocorreu um problema com o noivo e o Ryan me pediu que passasse o recado.

Por fim, ela se convence com a minha história. Empolgada, danço a música aleatória de um clipe que é exibido em um canal de TV. Está tudo preparado, farei com que o louro relembre momentos de sua despedida de solteiro em cada segundo daquele casamento. 

* * *        

Hotel Casablanca — Midtown, Atlanta. 20h48min PM.

Ao adentrar no saguão iluminado, um panfleto entregue por um funcionário informa sobre as novas tecnologias do local e alguma referência ao Marrocos. Ignoro, guardando o pedaço mediano de papel no bolso do sobretudo preto. Na recepção, sou direcionada até o bar reservado para a festa particular. O segurança exige a minha identificação, no entanto, alegando estar prestes a fazer uma surpresa e disponibilizando algumas notas altas em sua mão, o homem cede-me a passagem sem questionar. 

Um pequeno corredor me encaminha até os fundos da estrutura de madeira, os responsáveis por toda a organização me auxiliam.

No instante em que a iluminação local diminui, o sangue percorre minhas veias com fervor, trazendo-me a sensação de calidez interna, embora consiga sentir a minha pele gelar a cada toque dos saltos da bota colidindo-se contra o assoalho. Encaro a cortina à minha frente, cuja o tecido espesso de um azul marinho vela o perímetro que cerca o palco, no entanto, os sons por detrás dela são facilmente distinguidos. Vozes masculinas misturam-se em tons altos, entre seus diálogos descontraídos, risadas vigorosas surgem. Parecem ansiosos. 

Os primeiros acordes de um ritmo envolvente provém de caixas sonorizadas que espalham-se em todo o local restrito e, ao que a voz de Rihanna soa, as cortinas suspendem, revelando-me a visão dos que observam com atenção a minha sombra. Avanço dois passos sobre o palco, posicionando-me abaixo de um foco de luz. 

Acomodados em puffs, os homens erguem seus copos de bebida com a minha aparição, porém, logo as atenções são voltadas à reação do noivo. Em uma cadeira posicionada no ângulo central do salão, o corpo do louro consiste rígido, embora um sorriso argucioso esteja estampado em sua face bronzeada. 

Lentamente, movo os quadris para ambos os lados, acompanhando o ritmo gracioso que Skin proporciona. Contemplo a expressão facial de Justin desfazer-se em um semblante espantoso quando ele reconhece quem está prestes a presenteá-lo. 

Justin Bieber P. O. V — Hotel Casablanca. 21h09min PM.

Sou arrebatado por uma sensação de paralisia, embora tenha os batimentos cardíacos desenfreados. A minha pele poderia entrar em combustão assim que o meu olhar realça sobre o andar elegante da morena que, desfilando seu corpo voluptuoso, atravessa a extensão do palco até encontrar os degraus que guiam-na à uma altura inferior.

Seu olhar intenso conecta-se ao meu, as íris pardas cintilam, descrevendo a excitação que percorre em seu corpo, este que cativa a minha atenção, fazendo-me vaguear desde as pernas desnudas até os cabelos lisos que caem como uma cascata negra em suas costas. Estou em êxtase antes de qualquer contato, talvez, devido à minha surpresa pela atitude da morena. Cogito buscar o olhar de Ryan na finalidade de obter alguma explicação, porém, um imã imaginário aprisiona-me diretamente à ela, como uma hipnose inconsciente. Alguns questionamentos sobre sua presença perambulam os meus pensamentos, todavia, logo são dissipados com o fervor causado por nossa aproximação.

Traços sérios moldam sua face encíclica, ela alcança uma distância curta entre nós e o aroma de lavanda espalha-se no ar. Sinto a ponta afiada da unha em seu dedo indicador arranhar superficialmente o meu queixo e, acompanhando o refrão da música, ela vira-se de costas, empinando a bunda diretamente contra mim.

Ela separa as pernas, encurvando todo o tronco para frente, isto cria uma visão ampla de suas coxas e de como sua bunda parece apertada no interior do short hot pants preto. Selena agacha até o chão, pondo-se de joelhos em seguida, ao encurvar a coluna para trás, ela joga os longos fios escuros de um lado para o outro. 

Os assobios fluem como incentivo, enquanto mantenho a incredulidade estampada em minha face. A morena sorri ao levantar, o gesto esbanja confiança, como se tivesse o domínio do mundo na palma de sua mão. Reafirmamos o nosso contato visual e, de maneira sutil, ela me toca, apoiando-se nos ombros para encaixar-me entre suas pernas. Sobre o meu colo, ela produz movimentos lentos, roçando nossos corpos.

Percorro o olhar pelas curvas perfeitamente modeladas nos trajes justos, fincando-o na fricção induzida entre nossas pélvis enquanto Selena rebola para frente e para trás. Uma lufada de ar escapa por meus lábios entreabertos e ela sorri, aparentemente satisfeita. Os movimentos são contínuos e ritmados, causando uma sensualidade descomunal mesmo com o pouco contato direto entre nossos corpos. Ela agarra as minhas mãos, orientando-as à tocá-la desde a costela até a cintura e, no instante seguinte, sinto todo o calor que emana por sua pele. Sobretudo, a mulher possui uma ginga primorosa, regulando cada gesto de acordo com as batidas musicais.

Espalmo ambas as mãos por sua bunda, pressionando-a com demasiada força ao esfregar a área. Ergo o olhar para o rosto da morena que sorri, rolando os olhos discretamente em uma expressão absurdamente sexy. Com a garganta seca, exijo certo esforço para controlar os meus instintos de agarrá-la pela nuca e tomar seus lábios para mim.

O meu toque é dispensado com brutalidade, Selena cessa o contato das minhas mãos em seu corpo e o eleva, afastando-se. Porém, no ato seguinte, separa as minhas pernas e novamente, girando para o lado oposto, se posiciona entre elas. Ela esfrega as nádegas por minha pélvis, fazendo-me cerrar os olhos por alguns instantes. Sinto um intenso incômodo, reprimindo arduamente uma ereção, tamanho o tesão que domina todas as células do meu corpo. É como estar fodendo com roupas. 

A morena se abaixa duas vezes e, quando retorna à sua posição ereta, redireciona a bunda até o meu rosto, literalmente, rebolando-a na minha cara. Admiro o formato circular da carne macia que requebra em várias direções, grunhindo posteriormente. A risada diabolicamente manhosa de Selena soa em tom abafado através do som da música.

Ela mexe os quadris com precisão, causando um delicioso vislumbre que o movimento faz, deslocando-se mais uma vez, estamos frente à frente. A morena suspende a perna direita, escorando-a com a ponta do solado da bota em meu joelho e, em um ato inesperado, agarra os meus cabelos, guiando o meu rosto para o interior de suas coxas duas vezes seguidas. 

Os gritos dos rapazes transmitem euforia e surpresa. Sorrio, descrente da mulher que está diante de mim. 

Selena parece estar sendo consumida por fogo, cada gesto ocasiona um calor direto ao meu corpo, além dos arrepios constantes que se estendem por toda a minha pele.

Puxo suas mãos, atirando-a contra mim. Ela posiciona-me entre suas pernas novamente, contudo, desta vez, sem provocar qualquer contato direto. As mãos são sustentadas pelo ferro da cadeira, ela inclina os quadris para trás, tornando a mexê-los. O meu pescoço é umedecido por seus lábios carnudos, que deslizam por uma longa extensão de pele exposta, posteriormente, ela produz sugadas leves na região, arrancando me gemidos castos em resposta. Levo minhas mãos até sua bunda, apertando com robusteza à medida em que sinto-a rebolar próxima ao meu pau.

A atmosfera tórrida intensifica os efeitos que o espetáculo da morena me causa. No entanto, os acordes musicais enfraquecem, assim como o toque de Selena em meu pescoço. Ela locomove o corpo por mais alguns segundos, até que a música se encerre definitivamente e os sons de aplausos a substituam, finalizando sua perfeita lap dance. Encarando-me ceticamente, busco decifrar o que está contido em seus globos oculares. Aguardo com expectativa, no entanto, um sorriso de canto é moldado por sua face avermelhada, ela pisca um dos olhos e me dá as costas sem proferir qualquer palavra. 

Acompanho seu trajeto na direção oposta até que ela suma das minhas vistas, fazendo uma conclusão mental do quão extraordinária essa mulher consegue ser.

Sou sacudido pelos braços de Chaz, que grita algo em meu ouvido. Todos os caras estão alucinados com o que acabaram de presenciar e anunciam mais uma rodada de bebidas, enquanto permaneço em êxtase, estagnado na cadeira. Que momento surreal.

[...]       

Sinto o meu corpo perder força quando cambaleio até atingir a parede, certifico-me de que a imagem do corredor havia retomado seu foco e prossigo o percurso até o meu quarto. Suponho que estejamos no meio da madrugada devido ao silêncio em todo o hotel. Desajeitado, deslizo o cartão em seu devido compartimento e a porta destranca. Minha primeira reação é seguir para o banheiro buscando um banho frio, contudo, cesso os passos bruscamente ao notar a presença da mulher ali. Sentada na cama, ela fita-me com um olhar curioso e durante alguns instantes, forço minhas escleróticas para certificar-me de que não se trata de uma miragem. 

Seus pés encostam no assoalho envernizado, porém, estes estão cobertos por uma meia-calça branca, que é acoplada à calcinha por meio de uma cinta-liga. Os cabelos negros cobrem seu busto, contrastando com o tom níveo da lingerie.

— Selena? — chamo, vendo-a acenar positivamente, confirmando a realidade da cena. — Deus...  O que você está fazendo aqui? — questiono-a, ligeiramente intrigado com a situação.

Pondo-se de pé, ela desloca-se em minha direção, permitindo-me enxergar a renda que borda o tecido encobrindo áreas de seu corpo.

— Você pensou que tinha acabado? — ela profere, em seu habitual tom vocal provocante e debochado.

Solto uma risada nasalada, meneando a cabeça para ambos os lados.

— Por que eu ainda me surpreendo com você?

Ela envolve os braços por meus ombros, o choque térmico devido a diferença da temperatura corporal entre nós causa-me um leve choque.

— Porque você não sabe o melhor que te espera. — ela sussurra, raspando a carne de seus lábios contra os meus. Sinto o frescor de seu hálito emanar algo semelhante à menta.

— Como conseguiu isso, Selena? — murmuro, atordoado, embora um sorriso surpreso tome forma em meu rosto. Rindo, ela inclina o pescoço para trás.

— Com uma coisa que você tem de sobra, eu não sabia que a sensação era tão boa. — encaro-a de forma interrogativa e a morena esclarece: — Dinheiro, Bieber.

Sua fala soa absurdamente sensual, instigando toda a testosterona presente em meu corpo. Beijo-a com volúpia, deslizando toques vorazes por qualquer região alcançável em sua pele. Ela exprime um gemido sôfrego quando impulsiono-a contra mim, unindo nossas intimidades. Porém, em um ato veloz, Selena domina os meus braços e empurra-me até a cama.

Sinto as minhas costas chocando-se contra o colchão macio, ela sorri maliciosamente, enroscando-se sobre o meu colo.

— Então, o que você fará comigo agora? — indago curiosamente, alternando o meu olhar por sua feição perspicaz.

Ao sorrir com malícia, Selena me beija, sinto-a suspender o meus braços no ar. Sendo envolvido pelo frisson que o massageio de sua língua me proporciona, inebriando-me com sensações que se estendem continuamente. Porém, paraliso ao escutar um click e, quando tento me mover, noto que minhas mãos estão algemadas.

— Prepare-se para a melhor parte do seu presente de casamento.


Notas Finais


That's all folks!

HELLO, IT'S ME! Como falei, cá estou novamente, bem frenética. Esse capítulo, na verdade, foi dividido em dois, pois não gosto mais de escrever capítulos gigantes, então, a outra parte dele pode ser postada a qualquer momento, até mesmo antes de sexta, se o Santo da inspiração me ajudar. Acredito que ficarão curiosas, preparem os lenços, casamentos são emocionantes né?
Mentira, preparem os lenços pra outra coisa rçrçrç.
Ah, e antes que criem teorias, Selena não fará nada para impedir o casamento, ok?
Enfim, é muito importante que vocêse comentem esse capítulo porque eu nunca escrevi algo assim na vida, então estou tipo "que que tô fazendo???". Deixem suas opiniões.
Obrigada pelos comentários do capítulo passado, vocês são maravilhosas.

Até o próximo! Um beijo e um queijo ❤


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