História Irresistível - Segunda Temporada. - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Diego Ribas da Cunha, Gigi Hadid, Paolo Guerrero
Personagens Diego Ribas da Cunha, Gigi Hadid, Paolo Guerrero
Visualizações 59
Palavras 1.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me perdoem pela demora de atualizar mas eu estava doente esses dias e minha vontade de atualizar foi zero, mas agora estou aqui. O palhaço do Alex levou a Lívia embora...E agora, Paolo?

Capítulo 11 - Peru.


Meus olhos estavam presos na arma que ele carregava consigo, até pensei por um momento que eu, Diego e Rodi pudéssemos dar uma surra nele mas ele estava armado e não poderíamos arriscar a vida dos dois bebês que estavam na sala conosco.

Sentia o corpo de Lívia tremendo contra meu corpo e eu sabia que de nós todos ali, ela era a pessoa que tinha mais medo do que ele podia fazer.

- Abaixa essa arma, por favor. - Rodinei pediu calmamente.

- Cala a boca, negrinho. - ele disse com toda a sua arrogância.

- Alex, por favor, abaixa isso. Tem crianças aqui nessa sala. - eu pedi e ele mirou em mim.

- Eu vim buscar a minha namorada. - ele disse.

- Eu não vou a lugar nenhum com você. - Lívia disse com raiva.

- Eu me cansei de você, me cansei desse papinho de ex doutora que vai casar com jogador de futebol e viver feliz para sempre. - ele disse olhando fixamente pra ela.

- Você iria começar a festa sem mim? - ouvi uma voz conhecida invadir meu apartamento.

- Thaisa. - a voz de Diego saiu como um sussurro.

- Oh, que bebês adoráveis. - ela disse olhando as crianças no colo de Tay e Diego.

- Não ouse chegar perto deles. - Bruna vociferou com raiva também.

- Toma carioca, talvez você precise disso. - Alex disse dando uma arma para a Thaisa que sorriu.

- Talvez eu precise, quero uma das crianças pra mim. São tão lindinhas. - ela disse e Tay segurou mais forte a minha filha.

- Não encoste neles, Thaisa. - Lívia disse dando um passo pra frente.

- Ou é você, ou a neném. - Alex disse olhando pra ela.

- Tudo bem, eu vou com você. Só me prometa que ninguém vai encostar nas crianças. - Lívia disse e eu arregalei os olhos.

- Não, você não vai pra lugar nenhum. - eu disse puxando o braço dela.

- Ninguém vai encostar neles se você vier comigo. - Alex disse e ela olhou pra ele.

- Não confia na palavra dele. - eu disse pra ela.

- Lívia, volta! - Diego disse alto quando ela se desvencilhou de mim.

- Me garanta que ela não vai ousar tocar na minha filha e nem no meu afilhado. - Lívia disse ficando de frente para a arma dele.

- Thaisa, desce. - ele ordenou.

- Mas tava tão divertido e...- ela tentou argumentar mas ele a cortou.

- Thaisa, desce agora. - ele repetiu mais sério e ela saiu do apartamento resmungando.

- Leva as crianças pro quarto. - Rodinei pediu para a Tay e a Bruna.

- Ninguém se mexe. - Alex ordenou e Tay parou seus movimentos.

Ele foi andando para fora do apartamento lentamente porém com a arma ainda apontada para nós enquanto a arma de Thaisa estava em sua cintura, Lívia foi andando em sua direção e eu comecei a ficar nervoso porque não entendia o que ela estava pensando em fazer.

- Lívia. - chamei e ela parou, virou e olhou pra mim.

- Vai ficar tudo bem, cuida da Ágatha que eu volto já...ok? - ela perguntou com lágrimas nos olhos.

- Você não tem que ir com ele, não percebe que nada que sai da boca dele é confiável? - perguntei desesperado.

- Amor, eu não posso deixar que o fim de vocês seja como o da Luísa. Vai ficar tudo bem, eu volto. - ela disse antes de virar e ir com ele.

O desgraçado sumiu com ela no corredor e eu me desesperei ligando imediatamente para a polícia, Tay  levou as crianças junto a Bruna para o quarto e nós começamos a pensar no que faríamos.

- As meninas vão direto lá pra casa com as crianças, o Alex não sabe onde fica. - Diego sugeriu.

- Mas a Thaisa sabe. - Bruna relembrou.

- Então onde podemos deixar as crianças seguras? - perguntei.

- Tive uma ideia. - Rodinei disse sacando o celular.

A ideia de Rodi foi boa e ele ligou para Réver que rapidamente iria abrigar as meninas lá com as crianças enquanto nós homens iríamos atrás do Alex onde quer que ele estivesse, assim que Réver chegou nós explicamos a situação toda para ele — que estava chocado — e em seguida ele as levou junto a Matteo e Davi. Eu estava surtando por dentro só de imaginar a minha namorada nas mãos daquele canalha, a polícia chegou com a informação de que acharam indícios da participação de Thaisa na fuga de Alex da cadeia e de que ela o abrigou em sua casa ontem.

- Achamos o computador dele. - um dos policiais disse.

- Ele fez um plano de viagem. - o outro disse mostrando as fotos.

- Onde fica isso? - Rodi estava vendo as fotos quando me aproximei.

- Isso é o Peru. - eu disse reconhecendo no mesmo instante.

- Ele vai levar a Lívia pra lá. - Diego constatou.

- Vamos direto pro aeroporto. - o policial disse.

Nós três nos olhamos no mesmo instante e corremos pro meu carro, aceleramos logo atrás da polícia e eu estava transtornado e nem sei como estava conseguindo dirigir porque eu passava pelos carros com certa velocidade que eu jamais passaria se não fosse numa situação dessas. Chegamos ao Galeão e descemos do carro indo direto para os portões de embarque, em algum dos guichês alguém tinha que ter visto eles.

- E agora, o que a gente faz? - Diego perguntou.

- Ninguém os viu, ninguém sabe se já embarcaram ou não. - Rodinei disse apoiando as mãos nos joelhos para respirar.

- Como eles poderiam viajar sem os documentos dela? - Diego perguntou e um estalo veio a minha mente.

- Avião particular. - Eu e Rodinei dissemos na mesma hora.

Corremos de volta para a pista onde haviam alguns aviões prestes a decolar, alguns seguranças tentavam nos impedir de passar e nós corríamos. Eles não estavam aqui, então Diego nos puxou parecendo saber onde poderiam estar e nós nem sequer procuramos a polícia para saber informações. Havia uma pista para aviões particulares muito perto do aeroporto e nós fomos até ela, de longe avistamos um avião pequeno que parecia estar se preparando para voar e como não tinhamos onde estacionar entramos na pista.

- São eles. - Rodinei disse descendo do carro.

Comecei a gritar chamando pela Lívia e vi o desespero do possível piloto ao entrar no avião e junto a ele vi Alex com a arma nas mãos e a Lívia assustada que parecia ainda não ter me visto. Eu estava longe mas estava correndo junto aos meninos, qando vi o avião fechar e ser ligado eu entrei num desespero maior e acelerei o quanto pude os passos mas o piloto impulsionou o avião e o mesmo começou a andar na pista prestes a levantar vôo.

- LÍVIA! - eu gritava.

- ALEX, PARA ESSE AVIÃO SEU DESGRAÇADO! - Diego também gritava correndo junto a mim.

Quando o avião subiu eu perdi as esperanças, vi o rosto dela pela última vez na janela e depois mais nada. Parei de correr porque não adiantaria e só aí ouvi a sirene da polícia se aproximando da pista, eles estavam atrasados porque aquele desgraçado acaba de levar a minha mulher para o Peru.

- Eu vou te buscar, mi amor.



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