História Is It Wrong To Love You? (Sonadow) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Sonic Boom, Sonic The Hedgehog, Sonic X
Personagens Amy Rose, Mephiles the Dark, Miles "Tails" Prower, Rouge the Bat, Shadow the Hedgehog, Silver the Hedgehog, Sonic The Hedgehog
Tags Sexo, Shadow, Sonadow, Sonic, Sonic X Shadow, Yaoi
Exibições 79
Palavras 1.450
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey everyone ^^ trago aqui mais um capítulo \o/

Bom, já vou avisando-lhes que a partir daqui, as referências irão começar, e só entendedores entenderão e.e ~capitão américa: ah! eu entendi a referência!

Well, sem mais demoras, fiquem com o capítulo!

Capítulo 2 - A Fuga


A partir daí, várias conversas foram trocadas entre o grupo, que, na maioria das vezes, eram ignoradas por Sonic. Não, não porque ele é um mal educado neste quesito. Mas pelo simples fato de que os assuntos giravam em torno do extravagante casamento entre ele e a rosada, que, na realidade, era apenas desejada por ela, e não pelo azulado. Seja como for, aquela noite passou tão devagar quanto uma lesma apostando corrida em um poço, em direção a parte de cima. Entediado, tinha certeza de que, se não fosse pela comida, já teria dormido bem no meio da conversa.

Foi então que, para alívio de Sonic, finalmente o horário de despedida chegou. Mais uma vez, a rosada tentou o abraçar, mas não recebeu nenhum carinho em troca, uma vez que o azulado não gostava nem um pouco de contato físico, ainda mais vindo dela.

Após observar por um tempo a grande carruagem puxada por dois cavalos brancos se afastar, finalmente suspirou, aliviado. Então, seguiu para seu quarto. Estava ansioso para logo se trocar. Para ser sincero consigo mesmo, aquelas roupas reais de que, desde criança, aprendeu a utilizar quando visitas se faziam presentes, era um total desconforto. Aquela capa atrapalhava seus pequenos espinhos em suas costas e o tecido fazia-os coçar. Já a coroa era muito grande e pesada, como dito anteriormente, e incomodava suas orelhas localizadas perto de sua face. Assim, tinha certeza de que aquele cargo não servia para ele. Bons modos o tempo todo, roupas sofisticadas… isso não combinava com a personalidade do rei. Mas, como não havia nenhum outro sucessor do trono além dele, ele tinha de assumir a entediante responsabilidade.

Enquanto caia em seus pensamentos sinceros, já em seu dormitório, retirava suas peças de roupas com cuidado. A grande coroa, a capa, os anéis de ouro em seus dedos azulados que mais serviam para incomodar... Foi quando, finalmente tomou conta de seu comportamento. Pode, então, concluir que sim, ele era completamente diferente de um outro rei qualquer. Se incomodava com o luxo, com pessoas riquinhas e mimadas… Até mesmo, com o casamento com uma princesa riquíssima.

“Isso não é pra mim” conversava mentalmente consigo mesmo “Me perdoe, pai, mas acho que toda educação que me deste não foi suficiente para mudar minha visão. Isso não combina comigo!” e por fim, se jogou de bruços em sua enorme cama, agora, sem nenhuma peça de roupa, do jeito que verdadeiramente gostava. Ficou assim por algum tempo, deixando espaço para que suas maravilhosas lembranças viessem em sua mente. Lembrava-se do divertido dia em que seus primos vieram em seu castelo, quando ainda era um moleque, para brincar, e não para resolver problemas de casamento. Lembrava também, que fora neste dia que descobriu seus poderes velozes. Correu por todo jardim, naquele dia, e o tempo que completou aquilo deixou ambos seus primos boquiabertos. Mas o fato que mais agradava Sonic não era sua impressionante capacidade, mas sim, o prazer que ela lhe proporcionou naquele momento. O vento que batia em seu rosto. A energia boa que caminhava sobre todo seu corpo. Aquela sensação, para o azulado, era como ter ido ao paraíso sem morrer. Mas, sabia o motivo pelo qual foi reprimido de utilizar tais poderes por toda sua vida.

“Seria uma última vez, algo errado?” pensou consigo mesmo novamente “Embora saiba os perigos… sei que em breve, não poderei mais fazer mais nada, devido ao meu comprometimento com minha futura esposa. Eu acho que…”

Nisso, ele olhou para sua sacada, e notou a enorme lua na escuridão da noite, mostrando sua rebeldia contra a lei do breu. Com isso, ideias vieram, simultaneamente, em sua mente. Embora sabia, como rei, que era totalmente infantil da parte dele, não hesitou em pôr em prática.

Arrancou suas enormes cortina com força, que se localizavam a frente da porta que dava para a sacada. Procurou, logo em seguida, mais tecidos de porte grande para concluir seus planos. Aproveitou, e pegou algumas peças de roupas simples, como seus velho cachecol marrom, seus sapatos vermelhos com uma fivela acima e suas adoradas luvas. Ao achá-los, as vestiu, rapidamente e logo tratou de pegar os tecidos que separara. Os amarrou, um a um, ponta com ponta, até formar uma enorme corda, estilo o utilizado para escalar montanhas. Logo, se aproximou de sua sacada e olhou pela mesma, primeiramente, para ter certeza de que ninguém perceberia. Então, jogou a corda e, certificando que ela deu o tamanho correto, desceu-o até uma janela abaixo de seu dormitório. Tinha sorte de estar utilizando as suas tão amadas luvas, uma vez que, na velocidade pela qual deslizava a “corda” abaixo, o atrito poderia arranhar facilmente suas mãos. Ao chegar naquela janela, a adentrou rapidamente, percebendo, em seguida, que pertencia a um pequeno cômodo, onde o cheiro de várias comidas se misturavam, formando novos aromas tanto desagradáveis, quanto agradáveis. Tratava-se de uma dispensa, e Sonic, por conhecer perfeitamente sua própria moradia, tinha a mais absoluta das certezas que aquele lugar possuía um tesouro.

Dirigiu-se a um dos cantos do pequeno local e, tateando o chão, achou o tal tesouro da qual procurava. Esta, era a melhor forma de ir até o jardim sem ninguém notar ou ouvir algo. Ao abrir, a passagem demonstrou-se num breu total. Só era possível enxergar um pedaço do enorme escorregador, que mergulhava em direção a escuridão. Sem pensar duas vezes, o ouriço saltou e deslizou sobre o enorme e divertido corredor. Pode ouvir, atrás de si, a pequena porta batendo, para o alívio do ouriço. Em seguida, levantou seus braços para sentir de camarote o frio na barriga.

Não demorou muito até que ele chegasse em seu final: um pequeno cômodo onde o breu e o cheiro de mofo pareciam andar de mãos dadas. Apesar disso, esses fatores não o impediu de prosseguir. Até que encontrou a saída, da qual era tampada por duas portas, uma de frente para a outra, como uma janela. Não pensou duas vezes e as empurrou e pode, em seguida, perceber que estava finalmente no lado de fora e lá estava a fiel lua, a lhe acompanhar pela perigosa aventura. Sem demorar muito, o azulado seguiu até mais a frente, atravessando o lindo jardim, da qual carregava lindas e raras plantas, vindas de vários lugares ao redor do mundo. Ao chegar ao outro lado, parou repentinamente e fitou a grande construção a sua frente: um grande muro, que circulava todo o castelo. Este era demasiado grande e pular ou escalar era basicamente impossível.

Vendo como única solução, o ouriço pulou e virou sua típica bola azul. E, se jogando contra o chão várias vezes, conseguiu por fim, quicando, chegar a altura do muro, o passando logo em seguida. Ao perceber que estava do outro lado, um sorriso se formou em seus lábios.

“Consegui!” comemorou mentalmente, para que sua voz não ecoasse e ninguém pudesse perceber sua presença ali.

A sua frente, uma enorme floresta se encontrava, que também circulava a sua grande moradia. Devido a escuridão da noite, ela parecia mais tenebrosa e a sombra das árvores, providas pela luz da lua, pareciam que escondiam monstros. Porém, nem o medo e insegurança, parou o ouriço. Agora, no lado de fora, pode finalmente acelerar e usar, mais uma vez, seus poderes de velocidade. Graças a sua típica agilidade, ele desviava, sem nenhuma dificuldade, todas as árvores, pedras e troncos secos caídos pela frente. Nada o podia parar. Endorfina já havia se instalado em seu corpo. Tudo parecia mais feliz, mais livres, mais… Sonic!

Sem perceber, ele acabou por sair da densa floresta e agora se encontrava em um campo aberto. Ao horizonte, era possível enxergar algumas fazendas bem separadas entre si, contando com plantações e animais. Até que, ainda em sua velocidade, Sonic se deparou com um monte a sua frente. Não hesitou e o subiu. Apesar do tamanho, ele pode subir em menos de dois minutos e, acima dele, pode então deslumbrar da magnífica paisagem de seu reino. A aquela altura, a antes brisa, agora se tornara um vento mais forte, fazendo com que literalmente, ele pensasse que estava voando. Uma das melhores sensações que ele já sentiu desde a sua festa de coroação.

“Liberdade… que sensação boa!” confessou a si mesmo e encarou o pequeno vilarejo mais abaixo, todo iluminado. Pessoas transitavam, mesmo durante a noite, de cá pra lá, de lá pra cá, em algo que parecia uma feira. “E se eu dar uma olhadinha?” completou, mentalmente, alimentando a ideia de sua curiosidade.

Sem mais pensamentos, ele deslizou monte abaixo, como se tivesse um skate abaixo de seus pés. Ao chegar lá embaixo, tornou a correr pelo campo aberto em direção ao pequeno vilarejo.

To be continued...



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