História Is My Hybrid Innocent ? - Imagine Park Jimin BTS - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Personagens Originais, V
Visualizações 136
Palavras 2.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Ficção, Hentai, Misticismo, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 3 - Fuck me Daddy


Fanfic / Fanfiction Is My Hybrid Innocent ? - Imagine Park Jimin BTS - Capítulo 4 - Capítulo 3 - Fuck me Daddy

Papai está exitado, tão duro e pulsante. Porquê não ir um pouco longe?

- Papai, o que é isso aqui duro? – perguntei fazendo a minha melhor cara de inocente e apertando levemente o pau de papai o vendo morder o lábio. Tão sexy.

- Isso é o brinquedo do papai. – a sua voz saiu meio rouca e pequenas gotículas de suor começaram a se formar em sua testa.

- Posso brincar com ele papai? – eu perguntei me ajoelhando à sua frente e passando os dedos com alguma pressão em sua exitação. Eu vou te enlouquecer papai.

- E-eu não sei… - ele apertou os braços da cadeira com força enquanto mordia o lábio inferior.

- Por favor papai, eu prometo que irei brincar direitinho com ele. – eu apertei o pau do papai por cima da calça o vendo jogar a cabeça para trás.

- T-tudo bem então…

Eu rapidamente desfivelei o cinto do papai e abri o ziper de sua calça revelando a sua box branca marcada pelo pau duro do papai. Ah papai, vamos jogar?

Eu tirei o pau do papai da box mostrando o seu membro duro e com requisitos de pré gozo por todo o seu pau.

- É tão grande e grosso papai. Vou chupar você todinho. – ele arregalou os olhos e me olhou meio atordoado com minha fala. Ops, falei demais.

- Vai é? Então chupa bem gostoso o pau do papai, hm? – ele agarrou um punhado de meus cabelos e me empurrou levemente contra o seu membro. Eu sorri sapeca e o olhei. Que o jogo comece.

- Papai vamos fazer um jogo? – eu perguntei me sentando em suas pernas e retirando a sua gravata, ele apenas olhava os meus movimentos com uma certa desconfiança.

- Que jogo?

- Bem, nesse jogo você não poderá me tocar e se tentar me tocar eu pararei o que estarei fazendo.

- Não gostei desse jogo. – ele disse fazendo uma pequena careta o que seria engraçado se não estivéssemos nesta situação.

- Oh papai, você vai adorar ele, confia em mim. – eu saí de seu colo com a gravata em mãos e fui para trás de sua cadeira. – mãos atrás da cadeira. – ele colocou elas atrás da cadeira e eu amarrei elas com a gravata dando um nó bem forte. Agora podemos começar o jogo.

Eu me ajoelhei novamente a sua frente e peguei em seu membro o apertando o que fez o papai jogar a cabeça para trás. Me aproximei mais de meu membro e deixei que minha respiração fosse contra o mesmo provocando arrepios e arfadas no papai.

- O que acha de me chupar logo, hm? – ele olhou pra mim um pouco irritado mas os seus olhos denunciavam o quanto ele estava amando aquilo. Os seus olhos estavam nublados de luxúria e desejo, estavam tão escuros que pareciam pedras de ónix.

Eu ignorei a sua suplica silenciosa e passei a minha língua por toda a extensão do seu membro bem lentamente o que fez papai jogar a cabeça para trás e soltar arfares pesados. Comecei a focar os movimentos da minha língua apenas na cabecinha de seu membro vez ou outra a chupando e em troca recebia os gemidos sôfregos e arfares pesados dos papai. Estou amando esse jogo.

- Porra S/N…Ahh… Dá para me chupar logo? – ele tentava se soltar da gravata falhando miseravelmente.

- Implora. – disse rodando a minha língua à volta da cabeça de seu pau o que o fez soltar um gemido alto seguido de arfares.

- AHH…S-S/N… Por favor…Chupa o pau do papai bem gostoso…

Sem nenhum aviso prévio o abocachei por inteiro o que o fez soltar um urro de prazer. Comecei com movimentos de vai e vem lentos mas fui aumentando a velocidade à medida que papai pedia, implorava por mais, vez ou outra raspava os dentes sobre o seu membro enrijecido causando arrepios ou até dava sucções em sua cabecinha. Papai nesse processo apenas jogava a cabeça para trás soltando gemidos roucas e falava coisas sem nexo, e quando eu começava com movimentos lentos apenas para o provocar ele impulsionava o seu quadril contra a minha boca como uma suplica mas eu sempre retirava a minha boca e dava um tapa bem forte em sua coxa o mandando ficar quieto.

Depois de um tempo Jimin começou a soltar gemidos mais altos e as veias de seu pau começaram a engrossar denunciam o seu orgasmo, então eu parei e me levantei ficando em pé a sua frente.

- Porquê parou? Eu estava quase gozando. – ele me olhava enfurecido enquanto tentava se soltar falhando de novo.

- Eu sei papai, por isso parei. – eu disse sorrindo e comecei a tirar o conjunto de moleton que Jimin me tinha dado para vestir bem lentamente, o provocando sempre que podia, ou rebolando ou fingindo que iria tirar as peças o que deixava papai frustrado e irritado.

Depois de tirar todas as peças de roupa foi quando notei o quão molhada eu estava, estava a ponto de pingar. Olha o que você faz comigo Jimin… Eu tirei os papeis de sua mesa e me sentei na mesma abrindo bem minhas pernas expondo a minha bocetinha rosinha toda melada com a minha exitação.

- S/N… Não faça isso por favor…

Eu ignorei a sua suplica e comecei o movimentar os meus dedos em meu sexo e soltava gemidos manhosos. Primeiro comecei por brincar com o meu clitóris prendendo ele entre o meu dedo indicador e o do meio ocasionando gemidos meus e as suplicas de papai para que eu parasse ou quando eu o soltasse ele iria me arregaçar toda, mas as suas ameaças não surtiam efeito, em vez disso elas me deixavam ainda mais molhada e desejosa.

- Ahh J-Jimin… mais rápido Jimin… - gemia o seu nome enquanto penetrava os meus dedos em minha entradinha e olhava para ele. Papai apenas podia olhar e isso parecia tortura-lo de uma maneira inexplicável, ele mordia o lábio tentando a todo custo se soltar, chamava o meu nome de maneira sôfrega pedindo desesperadamente que eu o soltasse mas eu o ignorava e continuava com o meus movimentos imaginando as mãos do papai me tocando e a sua boca me chupando. – Ahh papai, me foda mais rápido… Ahh mais papai, mais… - os meus gemidos começaram a soar mais altos à medida que eu sentia o orgasmo de aproximando, até que ele chegou de maneira arrebatadora me fazendo gemer alto o nome do papai.

Eu fiquei sentada naquela mesa olhando o papai com a franja colada na testa por conta do suor e a respiração alterada enquanto me olhava com os olhos nublados em sentimentos que eu não consegui identificar. O papai desta maneira fica tão sexy.

- S/N, solta o papai, por favor hm? – ele pedio manhoso me olhando com uma carinha de cachorro abandonado. Oh papai, eu não sou tão facilmente influenciável.

- Mas a brincadeira mal começou papai… - eu desci da mesa e me sentei em seu colo começando a rebolar em cima de seu pênis mais duro que pedra, se é que é possível.

Jimin gemia rouco me causando arrepios pelo corpo todo. Eu me inclinei mais um pouco sobre seu corpo e comecei a gemer manhosa no ouvido do papai vendo ele trincar o maxilar e os pelos da sua nuca se arrepiarem, ele parecia se controlar ao máximo para não se mover o que me deixava mais motivada para continuar com o meu jogo.

Parei de rebolar em seu colo vendo o mesmo me olhar irritado, eu me ajeitei melhor em seu colo e encaixei o membro do papai entre os meus lábios vaginais e comecei a me movimentar num vai vem bem lento o que fez Jimin jogar a cabeça e soltar um urro de prazer. Me movimentava cada vez mais depressa à medida que os gemidos de papai aumentavam até que num outro urro papai gozou e eu saí de seu colo me sentando novamente na mesa olhando o papai que agora estava com a cabeça jogada para trás com a respiração desregulada e o suor descendo pela sua testa chegando ao seu maxilar e depois caindo como gotas de chuva.

- S/N, me solta… Agora. – Jimin disse autoritário me olhando como um lobo faminto.

Eu e levantei meio acanhada e tirei rapidamente a gravata dos pulsos de papai e corri para trás da mesa de escritório. Ele me olhou sem expressão alguma com um sorriso misterioso em sua face. Papai está bravo?

- Á minha frente. Agora.

Eu baixei a cabeça e me posicionei à sua frente com as mãos à frente do corpo.

- Papai… - tentei falar mas fui interrompida pela sua voz autoritária preenchendo o ambiente.

- Calada, a sua carinha inocente não me engana mais. Se debruce na mesa. – ele tirou o seu cinto e me olhou esperando que eu fizesse o que ele ordenou. Eu me debrucei na mesa empinando a minha bunda ao máximo e senti as suas mãos alisarem a mesma. – eu vou te punir agora e quero que conte. Vão ser ao todos 10 e se deixar de contar eu vou aumentando 5 e começamos tudo de novo, entendeu?

- Sim papai. – senti um tapa forte ser depositado na minha bunda me fazendo soltar um gritinho de surpresa.

- A partir de agora é Mestre.

- Sim Mestre.

- Ótimo, agora quero que conte.

Uma cintada.

- 1.

Duas cintadas.

- 2.

Três cintadas.

- 3.

A medida que papai ia batendo em minha bunda eu sentia um ardor imenso e uma vontade de chorar imensa mas não era de dor, era pelo prazer absurdo que estava sentindo.

Quando finalmente acabou papai deu dois beijinhos em minha bunda, um em cada lado e começou a fazer carinho nela.

- Agora o papai vai te dar um presente por ter se comportado tão bem… Você quer o presente S/N?

- S-sim Mestre.

- Ótimo. Quero que gema bem alto o meu nome para todos saberem a quem você pertence.

E sem aviso prévio ele me penetrou me fazendo soltar um gemido alto, ele agarrou a minha cintura com possessividade e começou a me estocar rápido e fundo. As suas estocadas eram violentas e arrebatadoras mas extremamente prazerosas me fazendo gemer alto o seu nome. Ele se abaixou até ficar da altura do meu ouvido e começou a gemer rouco e a falar coisas sujas para mim me deixando com mais tesão ainda.

- Ah S/N, a sua bocetinha é tão apertadinha… - ele mordeu o lóbulo de minha orelha me fazendo arrepiar. – e ela me recebe tão bem… Você deveria ver a maneira que ela me engole todinho, tão gulosa a sua bocetinha…

- AHH MESTRE!

- Isso S/N, goza no meu pau, mela ele todinho com o seu melzinho.

Eu sentia o meu orgasmo se aproximando cada vez mais até que uma sensação de alívio me preencheu, depois de mais algumas estocadas papai também gozou e se sentou na cadeira com a respiração alterada e eu me sentei em seu colo apoiando a minha cabeça em seu ombro e ele me abraçou.

- Vamos arrumar estes papeis e depois vamos ao shopping para comprar as suas roupas, o que acha? – ele perguntou enquanto fazia um carinho muito gostoso em minhas orelhas.

- Tudo bem, eu só quero passar o meu tempo com você…

(…)

Depois de arrumarmos tudo saímos da empresa e fomos diretamente para o shopping e fiquei impressionada com a quantidade de pessoas e de híbridos que havia. Papai me explicou o que eram os híbridos e eu acabei por descobrir o que eu era, que nome engraçado não é?

Depois de papai estacionar o carro eu saí em disparada para entrada do shopping e o Jimin veio logo atrás. Entramos em várias lojas e compramos várias roupas lingeries também até que eu senti o meu estômago reclamar e papai olhou para mim.

- Está com fome amor? – ele perguntou pegando na minha mão e entrelaçando os nossos dedos, por alguma razão senti o meu coração acelerar num ritmo louco. Porquê está batendo tão rápido?

- Sim… - eu disse baixando a minha cabeça por conta do rubor que provavelmente estaria em minhas bochechas. Porquê eu estou corando?

- Venha vamos comer algo. Quer comer o quê? – ele saiu me puxando até uma área do shopping onde só tinha várias lojas de comida o que fez o meu estômago reclamar mais.

- Pizza?

- Vamos então.

(…)

A pizza estava realmente deliciosa e agora eu e o papai estávamos conversando e rindo, por alguma razão quando papai sorria para mim eu sentia uma coisa estranha em meu estômago e o meu coração ficar acelerado e eu não entendia porquê, porquê estou sentindo essas coisas estranhas.

- Eu vou no banheiro, não saía daqui tudo bem? – eu assenti e papai saiu da mesa.

Enquanto eu esperava por ele um garoto com cabelos pretos e olhos também pretos se sentou na mesa e começou a falar comigo.

- O que você está fazendo aqui sozinha gatinha?

- Eu não estou sozinha.

- Aí não? Então porquê sentada aí sozinha? Venha me fazer companhia.

- O meu companheiro foi no banheiro e ele volta logo, então por favor me deixe em paz.

- Ah não seja tão chata venha, venha me fazer companhia.

- Não está vendo que ela não quer?


“Por favor papai, me tome em seus braços e não me solte mais.”



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