História Is real... ( Scorbus ) - Capítulo 8


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Alvo Potter, Arthur Weasley, Cassandra Vablatsky, Cedrico Diggory, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Evan Rosier, Fílio Flitwick, Fleur Delacour, Franco Longbottom, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Lílian Evans, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Lucius Malfoy, Minerva Mcgonagall, Neville Longbottom, Personagens Originais, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Ronald Weasley, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Severo Snape, Sibila Trelawney, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Viktor Krum
Tags Albus Dumbledore, Albus Potter, Bruxos, Draco Malfoy, Harry Potter, Hogwarts, Love, Scorbus, Scorpius Malfoy, Severus Snape
Exibições 56
Palavras 3.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AVISO: Esse capitulo contém cenas de sexo bissexual, caso não goste. Receio que deva ler até a indicação (+18) e seguir sem ler até (Fim +18). Antes de você desistir de ler a história, não a julgue antes de ler até o último paragrafo.

As cenas da festa foram escritas enquanto eu escutava: Chained to The Rhythm, Swish Swish e Bon Appétit, se quiserem escutar para terem uma noção mais realista da vibe do local, indico.

Caso haja algum erro de digitação ou algo assim estarei durante o dia corrigindo, então, não entrem em pânico.

Boa leitura...

Capítulo 8 - Na Embarcação de Durmstrang


Fanfic / Fanfiction Is real... ( Scorbus ) - Capítulo 8 - Na Embarcação de Durmstrang

A caminhada até o barco de Durmstrang foi silenciosa em sua maior parte, até que os garotos que o escoltavam começaram a falar em Búlgaro e pareciam zombar dele, mas apenas ignorou aquilo. Ao chegarem em frente ao píer onde se encontrava a embarcação ancorada, Albus abriu a boca admirado com o tamanho da embarcação que do alto do castelo não parecia ser mais que uma simples caravela. Agora tão perto podia ver o quão grande era e poderia tranquilamente compará-lo a um prédio de cinco andares. Olhando em volta, não pode perceber nenhuma porta visível de acesso. Os olhos atentos de Albus encontraram então um pequeno buraco entre a divisão de duas madeiras do casco. O rapaz que estava em frente a escolta enfiou sua varinha dentro da cavidade e recitou algumas palavras que poderia ser em língua de cobra pela pronuncia arrastada. Ele retirou sua varinha e como se não houvesse nada além de uma cortina atravessou o casco.

 Albus olhou aquilo receoso e antes de tomar qualquer atitude foi jogado para dentro, quando abriu seus olhos vendo a onde estava, não acreditou no que via. Estava caído em um chão de mármore e mais frente a ele um grande sala com duas escadas adjacentes subiam para outro andar. Ele precisou passar as mãos nos olhos para confirmar que não era uma miragem. Observando melhor os detalhes no centro da sala, havia uma grande pintura do castelo de Durmstrang mostrando ele entre picos nevados e um lago congelado ao fundo.

—  Acompanhe-nos senhorr Potterr. — Pediu o mesmo rapaz que começou a caminhar em direção a uma porta a direita de onde estavam. No chão Albus podia perceber que todo o mármore era feito com as cores de Durmstrang e ao chegarem em um corredor extenso, leu sobre uma placa. “Galeria de diretores”. Entrou no local rodeado de quadros de todos os diretores de Durmstrang, então Potter foi deixando sozinho pelos jovens que seguiram por portas separadamente..

—  Esperre aqui, Karkarroff já vai chegarr.

Albus concordou e como bom curioso que era, começou a analisar os quadros dos diretores que ali estavam. Aquilo deveria se chamar galeria dos horrores pois os diretores tinham aspectos horríveis. E como se os quadros lessem o pensamento de Albus o encararam com caras feias e os xingando em búlgaro. Albus se surpreendeu e andou alguns passos para trás batendo em outro quadro, nesse estava Igor Karkaroff avô de Breno. Na pintura ele estava em pé ao fundo de um corredor e uma marca nele chamou sua atenção. O símbolo das relíquias da morte estava marcado a fogo em uma das paredes atrás do antigo diretor. Ele levou a mão até a pintura e passou seus dedos sobre a marca, logo foi surpreendido.

— Sabe oque é essa marrca Potterr? — Pediu Breno escorado em uma das portas de braços cruzados o observando com calma, usava um tipo de roupa de couro marrom, que detalhava seus músculos dos braços e peitoral.

—  Oi Karkaroff, está a muito tempo ai? — Pediu abrindo um sorriso e se aproximou dele estendendo sua mão para o cumprimentar.

—  Não muito, fiquei apenas o observando. —  Ele o cumprimentou com um forte aperto de mão e seguiu até o quadro de seu avô com um olhar nostálgico.

—  Senhorr Karkarroff foi morrto pouco depois de fugirr parra a minha cidade natal, porr um dos comensais da morrte de Riddle. Todos os chamavam de covarrde, eu não vejo dessa forrma… Ele foi  corrajoso o suficiente parra se arrependerr de todas as maldades que fez…

Albus não sabia muito sobre a história por trás da segunda guerra bruxa, então apenas concordou e lembrando-se da primeira pergunta, respondeu olhando para o maior.

—  São as relíquias da morte, não é?

— Sim, elas mesmas… Foram feitas por um dos maiorres brruxos das trrevas do mundo; Gellerrt Grrindelwald. — Respondeu com certo orgulho, por ser de sua escola.

— Nunca ouvi falar dele, que eu sabia…

—  Não? Orra que coisa… — Ele riu pela ignorância de Potter e continuou.

—  Foi um brruxo brrilhante… E acompanhado de Albus Dumbledorre quase dominarram todas as reliquias da morrte, mas Dumbledorre vendo que Gellerrt tinha ideiais diferrentes acabou porr deixa-lo e no final os dois batalharram no maior enfrrentamento brruxo de todos os tempos. Ele foi derrotado e então prreso em Azkaban.

Ouvindo a história de Karkaroff, Albus sorriu sentindo sua curiosidade ser aguçada por aquilo.

—  Legal, vou pesquisar sobre ele.

—  Sim, você vai gostarr, agorra vamos que já estamos atrrasados parra festa. — Ele se pôs a caminhar pelo corredor ao lado de Albus e o olhou de canto.

—  Como foi seu dia?

—  Foi bom, passei estudando com Scorpius meu amigo e depois fomos para o salão, esperei te ver na cerimonia mas não o vi.

— Que bom fico feliz Potterr, mas eu não estava muito afim, ainda tenho uma semana para me inscrrever no torrneio.

— Legal, eu acho que participarei também.

—  Sérrio? Serrá meu oponente então?— Falou em descrença, mas ao ver a expressão de desagrado do moreno assentiu.

—  Qual problema senhorr Kakarroff? Não sou bom o suficiente para isso? — Disse imitando seu sotaque sem rir, demonstrando seu sarcasmo.

— Não se chateie Potterr, foi apenas uma brrincadeirra, aposto que deve ser um oponente formidável.

Ao chegarem em outra grande porta feita de madeira, Breno a abriu e mostrou o salão todo enfeitado com as cores de Durmstrang e com vários jovens vestindo roupas de Durmstrang e outra quantia de alunos de Hogwarts de todas as casas, rindo e bebendo ao som de música búlgara. Ao ver Breno entrar no local um dos jovens levantou sua taça de champanhe levemente embriagado e falou em alto e bom som.

— Здраве, нашият шампион!

— шампион! — O coro de Durmstrang respondeu com suas taças para o alto, deixando os alunos de Hogwarts sem entender.

Breno negou para os colegas com um tênue sorriso e assentiu vendo duas taças de champanhe se aproximar deles, então as pegou e entregou uma a Albus.

—  Eles disserram, saúde ao campeão. — Sussurrou.

Albus riu e observando todos que ali estavam pode reconhecer Polly Chapman aos beijos com um dos colegas de Breno. Mais a diante, algumas meninas da lufa-lufa dançavam com outros rapazes. Breno parecia estar bem à vontade, quando elfos entraram trazendo bandejas cheias de comida e servindo cada uma das mesas ocupadas

—  Vocês tem elfos domésticos? — Pediu não gostando aquilo, sabia muito bem o quanto havia ajudado sua tia Hermione a lutar contra a escravidão de elfos. Mesmo que o “lhe ajudar”, tenha sido apenas entregar panfletos em frente a entrada do ministério.

—  Sim, mas não como pensa, todos aqui são assalarriados, coisas de Krum… — Explicou se servindo de alguns pedaços de costela de leitão de javali assado. O moreno ainda achando aquilo estranho, bebeu alguns goles da champanhe e começou a comer alguns salgados muito saborosos feito de pavão real e peru.

A música foi aumentada e todos deixaram as mesas indo para o centro do salão começando a dançar uma música bem agitada, mas que Albus nunca havia ouvido. Breno o puxou pela mão e começou a dançar com ele que aos poucos começava a se soltar. “Deve ser a bebida” Pensou o moreno que trombou com Polly Chapman totalmente embriagada, que de súbito o agarrou toda carinhosa, nem parecendo ela mesma.

—  Albus seu lindo! Vem dança comigo! — Pegou ele pelos pulsos e começou a balançá-lo no ritmo da música quase tropeçando em seu companheiro de baile que apenas ria da menina.

—  Polly? Vai com calam garota, você está bêbada!

—  Eu? Imagina, estou linda, bela e sóbria como sempre! — Fez um bico e soltou uma risada estridente, fazendo Albus rir. A largou se virando para Breno que o observava com um olhar diferente.

—  Oque foi cara? —  Pediu enquanto desviava o olhar dele.

—  Apenas admirrando a sua beleza… Posso?

—  Clarro…

 

Uma música lenta começou a tocar na vitrola e então Breno fez sinal para Albus se aproximar. Assentiu e a passos  receosos ficou na frente de Breno que o pegou pela cintura. Albus não sabia dizer oque acontecia com ele, seu coração estava acelerado parecendo que estava saindo pela boca, algo parecido com oque sentia quando estava com Scorpius, mas com menos intensidade. Apesar disso, estava gostando do que estava acontecendo, deixou-se ser guiado por Karkaroff que apesar de parecer rude em suas atitudes e temperamento, fazia tudo com delicadeza.

 

— Potterr… — Pediu fixando seu olhar nos olhos verdes dele.

—  Po-pode falar Karkaroff. —  Gaguejou percebendo oque estava por vir e respirou fundo.

 

Breno pegou o queixo do menor e encostou seus lábios nos dele, iniciando um beijo lento e calmo. Ele pensou em negar o beijo mas não perderia aquela oportunidade, se fossem para falarem algo, que falassem. A potência do beijo foi aumentada pelo próprio Albus e quando perceberam estavam rodeados por todos da festa que gritaram em comemoração, até mesmo Polly Chapman que estava com as mãos na boca pela surpresa. Albus ficou vermelho como um pimentão, ele que nunca fora acostumado a ficar daquela forma. Ao voltar seus olhos a Breno, viu o jovem Durmstrang sorrir pela primeira vez. Suas bochechas criavam duas covinhas que o deixavam ainda mais bonito.

 

—  Vamos voltarr parra a mesa? — Pediu Karkaroff e os dois caminharam para lá.

—  Olha Breno, sobre oque aconteceu agora… Eu, eu nunca beijei outro homem… — Falou com um sorriso tranquilo tentando não transparecer o nervosismo que ainda estava.

—  Tudo bem Potterr, não se prreocupe oque seus colegas possa falarr, ninguém irrá lembrrar amanhã.

— Como não, todos viram!

—  Eles estão bêbados e a bebida que serrvimos aos nossos convidados possuem um pequeno feitiço de esquecimento, parra caso algum deles veja algo que não deva, acabe porr esquecerr.

—  Quer dizer que eu vou esquecer, de tudo?

—  Não,  porrque eu não lhe serrvi dela. Mas se quiserr, ali está. — Apontou para um pequeno cálice de cristal com um líquido levemente prateado.

 

—  Acho que não…

 

Breno sorriu assim que ouviu as palavras de Albus e se aproximou dele voltando a beijar seus lábios carinhosamente.

       Em pouco tempo eles voltaram para a pista e continuaram dançando por um bom tempo, Albus vez ou outra procurava por Polly que quase sempre estava nos braços do colega de Breno. Já sentindo seus pés doerem de tanto dançar e uma tontura pela bebida segurou Breno pela camisa e pediu para ver as horas.

— São duas da manhã Albus... — O moreno sorriu a ouvir seu nome com o sotaque Búlgaro e o olhou preocupado.

— Eu preciso voltar para Hogwarts! Desse jeito serei expulso ou pior poderei perder pontos para a Sonserina!

— Nâo... Acalme-se, Minerrva já sabia da festa e autorrizou que ficassem até o fim da festa.

— Sérrio mesmo? — Brincou o provocando e Breno assentiu, também já sobe o efeito de algumas doses de Whisky escocês e absinto agarrou ele e voltando a dançar no ritmo da música que agora já tocava música pop bruxa.

— Oi... Potter. — Falou Polly se aproximando do moreno que estava de mãos dadas com Karkaroff.

— Oi Chapman, você está bem?

— Sim... Estou... Ótima! — Falou sendo amparada pela cintura por Strauss, que enchia o pescoço da menina de selinhos.

— Eu vou dar uma voltinha com o Strauss, quando você for embora me chama ok? — Pediu ainda muito embriagada.

— Tá, vai lá e não faça oque eu não faria.

—Аз я отведе до моя общежитието? — Pediu Strauss com um sorriso malicioso.
— Да, но не правим прекалено много шум. — Avisou a ele que agradeceu baixando sua cabeça e logo saiu pela porta a segurando no colo.
— Oque ele pediu?  — Perguntou curioso para Breno, achava que já havia entendido, mas precisava de uma confirmação.
— Se poderria levarr ele parra seu dorrmitórrio. E eu pedi parra que não fizessem muito barrulho. — Disse o encarando e voltou a dança sem preocupação. Albus ao contrário ficou com certo receio, mas pelo efeito da bebida logo esqueceu e voltou para a música. Breno serviu uma taça de absinto para eles e entregou a Albus.
— Não Karkaroff, já bebi demais.
— A última da noite porr favorr. — Ele conseguia ser muito persuasivo quando queria, fez Albus beber um gole da bebia sentindo seu corpo esquentar imediatamente.  
— Cara, como isso é forte!
— Sim, absinto 90% álcool... É bom para os dias de inverrno.
Os dois dançaram mais algumas músicas e vendo que aos poucos as pessoas seguiam para fora do salão, Breno aproximou seu rosto da orelha de Albus.
— Acho que é a nossa deixa, vamos parra meu quarrto?
Naquele instante Albus sentiu seu coração parar, não estava pronto para fazer oque Breno esperava que ele fizesse. Era virgem ainda e nem havia parado para pensar sobre a questão sexo. Ele olhou timidamente como nunca fora e tentou desconversar.
— Acho que é melhor eu ir embora isso sim, já está tarde Karkaroff e eu tenho aula amanhã.
— Não minta Potter, amanhã é sábado. Vamos, relaxe...
Sem esperar sua resposta pegou ele pela mão e o puxando seguiu para o corredor principal que dava acesso aos quartos.

 Em todo o percurso Albus tentava inventar uma história para não segui-lo  mas Breno sempre conseguia acabar com ela. Assim que chegou à suíte de Karkaroff, Breno abriu a porta mostrando o local para Albus.

— Sinta-se em sua casa...

Albus só havia visto aquele tipo de quarto em revistas, havia uma cama que poderia caber sua turma inteira de poções de tão grande que era. Vários espelhos estavam espalhados pelo quarto além de várias prateleiras cheias de livros para todos os lados. O papel de parede era em tom avermelhado com detalhes em dourados.  Como uma fênix associou Albus e quando olhou de frente da cama percebeu uma pintura do animal na parede.

— Fênix é o meu patrronum.

Explicou retirando sua roupa de couro mostrando seu corpo todo tatuado, Albus sorriu e como uma criança foi até ele e segurou sua mão.

— Posso ver suas tatuagens Karkaroff?

— Você as verrá a noite toda hoje Albus.

Aquilo foi suficiente para Albus corar novamente e morder sutilmente os lábios, o absinto agora havia tirado todo seu temor ou pudor que tivesse.

 

18

 

Breno sorriu para ele de forma maliciosa e o jogou na cama para lhe observar. Tirou sua camisa mostrando seu peitoral esculpido e totalmente tatuado.  Albus ficou olhando seu corpo sem se focar em seu rosto, sabia que se mantivesse muito contato visual poderia dar pra trás. Em um segundo de razão analisou oque iria acontecer e pensou consigo mesmo, iria experimentar e ver se era realmente daquilo que iria gostar. Se não fosse, seria apenas uma experiência e poderia esquecê-la assim que bebesse a bebida prateada.

— Tirre suas roupas Albus...

— Não, tire você. — Falou em tom de desafio e logo Breno pulou sobre o corpo de Albus iniciando beijos fortes e violentos.

O neto de Karkaroff arrancou a camisa de Albus e vendo seu corpo moreno sorriu satisfeito.

— Erra assim mesmo que eu o imaginava belo como tudo em você.

Albus sorriu e então mordeu os lábios ao sentir a boca de Breno começar a beijar seu pescoço e lambe-lo. Jogou a cabeça para trás e agarrou o cobertor da cama com força, apenas havia começado e já estava soltando gemidos baixos. Não havia imaginado que aquilo era tão prazeroso. Breno arrancou as calças do moreno e o deixou apenas de cueca vendo seu membro marcado.  Fez o mesmo e o puxou para seu colo, Albus sentiu o membro grande e grosso de Breno e deu algumas reboladas em provocação. Breno sentou-se na cama e levou suas mãos até os peitos do menos começando a mama-los com brutalidade. Enquanto sua língua pincelava a ponta dos mamilos dele, seus dentes mordiscavam a pele sem pudor. O sonserino jamais havia sentido sensação tão boa e da mesma maneira enfiou seus dedos por entre os cabelos curtos de Breno e empurrou seu rosto contra ele. Continuaram por alguns instantes até Breno olhar para ele como se pedisse sua autorização. Albus assentiu e o mais velho enfiou suas mãos dentro de sua cueca indo com seu dedo até o anel rosado dele, que não pode de soltar um gemido arrastado e manhoso. Albus tinha dedos extremamente habilidosos que massageavam seu anel de todas as formas possíveis retirando gemidos cada vez mais altos dele.

Albus foi virado na cama já sem cueca e Breno de pé tratou de retirar sua cueca, deixando pular para fora seu mastro de 20 cm de puro músculo rígido e quente. Albus arregalou os olhos e quando iria falar foi interrompido pelo dedo de Breno em seus lábios, deitou sobre ele e encaixou a cabeça de seu membro no anel que já estava lubrificado.

— Eu sou virgem, vai com calma, por favor.

Breno concordou e começou a forçar aos poucos até ele começar a entrar. Um misto de dor e prazer fizeram Albus cravar seus dentes no pescoço do outro e gemer alto. Aos poucos foi entrando até ele receber o mastro do búlgaro por inteiro em si. Eles dois voltaram se beijar de forma brusca, fazendo suas línguas lutar uma com a outra para ver quem comandaria.

— Tudo bem? — Pediu Breno olhando para Albus que apenas concordou com a cabeça e ele começou a estocar dentro do menor o tirando gemidos cada vez mais altos de prazer. Seus corpos se chocavam com violência fazendo o som do impacto entre os dois ecoarem pelo quarto. Albus laçou a cintura de Breno com as pernas que começou a estoca-lo ainda mais sentindo o anel do loiro começar a se acostumar com a grossura de seu mastro.

— Isso... Ah... Vai, com  mais força droga!

Reclamou e então ele foi colocado de quatro, Breno montou sobre ele e o puxando pelos cabelos voltou a estoca-lo em um ritmo rápido e preciso, acertando com a cabeça de seu membro o ponto de prazer do menor que começou a gritar com aquela sensação. Sem demora ele gozou no cobertor e caiu sobre a cama sendo amparado por Breno. Ele então se sentou sobre o colo do búlgaro que voltou a penetra-lo enquanto rebolava em seu colo cavalgando com toda a inexperiência que tinha no assunto. Breno avisou a ele que gozaria a qualquer momento e então aumentou o ritmo das reboladas em seu colo, podia sentir os pelos dele roçarem sobre seu anel.

Foi em questão de segundos e Breno soltou um urro de prazer soltando jatos de sua gala quente e grossa dentro do moreno o preenchendo todo. Caiu sobre o peitoral tatuado do búlgaro gozando novamente sobre seu abdômen e apagou consumido pelo cansaço e o êxtase da bebida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim de   18

 

 

 

 

 

 

Ao acordar na manhã seguinte viu Breno ainda dormindo agarrado em sua cintura. Soltou-se dele sem o acordar e caminhou até o banheiro, tomou um banho rápido e voltou a se vestir. Sentia uma leve ardência em sua bunda e não pode deixar de rir por aquilo, logo seu sorriso virou tristeza ao lembrar-se de Scorpius. Ao passo que gostava dele, sabia que não poderia o esperar decidir entre ele e Rose. Ao voltar para o quarto o búlgaro já não estava mais ali mas em cima da cama bagunçada uma bandeja de prata com um bilhete o esperava.

 

Potter

 

Espero que tenha gostado da nossa noite tanto como eu gostei. Deixou isso para que você escolha qual caminho quer seguir. Qualquer que seja, estarei feliz por ter sido o primeiro homem de sua vida. Jamais o esquecerei...

 

Breno Karkaroff

 

Em cima da bandeja estava a taça com a bebida do esquecimento o esperando. Albus ficou por incontáveis minutos pensando se deveria ou não tomar. Mas agora que tinha certeza do que sentia poderia fazer a escolha mais certa. Ele então pegou a taça pedindo mentalmente desculpas a Breno e a bebeu sem deixar restar nenhuma gota.

Enquanto todos os momentos de prazer que teve eram apagados de sua mente uma lagrima escorria por seu olho de agradecimento. Sabia que jamais conseguiria olhar nos olhos de Scorpius se continuasse com aquilo em sua mente, viveria atormentado.

Graças ao búlgaro teria uma nova oportunidade de fazer diferente e com quem realmente amava o doce menino Malfoy que provavelmente o esperava ansioso em seu dormitório. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capitulo, ele foi muito especial para mim. Não esqueçam de comentar e favoritar!

Bjs
@NicoDiAngelus


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