História Is The Destination? - Capítulo 6


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Palavras 968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal! Desculpe a demora, ocorreu muitos problemas...E gente as coisas vão começar a melhorar no próximo capitulo...
Boa leitura.

Capítulo 6 - Minha promessa


Fanfic / Fanfiction Is The Destination? - Capítulo 6 - Minha promessa

Apenas saí dali, pois não queria ser notada, olhei para trás e os mesmos estavam vindo em minha direção. Saí correndo, até chegar numa sala de música, apenas adentrei ali, fechei a porta e suspirei aliviada. Nunca havia entrado nessa sala, mas agora eu estava ali, olhei ao meu redor, até ver um ser humano dormindo de cabelos louros. 

Fiquei o observando o “ser humano” por algum tempo, sua pele pálida, seus cabelos louros que pareciam ser macios, mesmo com o uniforme, dava para notar seu corpo escultural, ele parecia um anjo, me aproximei mais, por pura curiosidade, apreciei um pouco mais aquele rosto perfeito, aproximei minhas mãos para toca-lo.

– Hum... - levei um susto, fazendo-me me desaproximar. Percebi que estava apenas sonhando ou algo do tipo e me aproximei de novo, quando ia toca-lo, abriu um de seus olhos e começou a me fitar, dei um pulo para trás, encarando aqueles lindos olhos azuis.

– Sabia que é considerado estrupo tocar em quem dorme? - perguntou sonolento.

– Ér...Eu... - corei. Ele se levantou de onde estava, o que me deixou confusa...

– Mas será que... – começou se aproximar de mim, a cada um passo que o mesmo dava, eu dava três para trás, pois meu passos são curtos comparado aos dele. – Mas será que é considerado estrupo tocar em alguém acordado? (que pergunta óbvia, mas tudo bem.) - na mesma hora bati na parede e o mesmo pôs a mão ao meu lado me prendendo. Olhei para sua mão, e o mesmo começou a se aproximar do pescoço, tanto que comecei a sentir sua respiração no mesmo, comecei a me desesperar...

“Será que serei abusada por esse gost...Digo...Desconhecido?” - balancei a cabeça negativamente, até sentir seus lábios em meu pescoço...O sinal bateu...Eu saí do transe, em seguida saindo da sala, correndo...

“Por que estava com a sensação de que iria me morder?” - corri pelos corredores, chegando em minha sala e entrando na mesma. Suspirei aliviada, e na mesma hora avistei Haru falando com Aoi, o mesmo, ao me ver, me encarou por alguns segundos e começou a vir em minha direção, apenas o evitei, e ele começou a me seguir, sentei em minha classe, botando os braços em cima e em seguida minha cabeça, até sentir algo a minha frente, era Haru me encarando com seus olhos esmeraldas, na mesma posição que a minha.

– O que você quer? - perguntei tirando minha cabeça de cima da classe e tentando segurar o choro.

– Conversar... - respondeu.

– Oh...Sério? Nem percebi, achei que queria conversar com seu grande primeiro amor. - abri um sorriso debochado.

– Yue eu...

– “Yue eu já pedi desculpas”, iria dizer isso? - o interrompi. Ele me olhou confuso.

– Yue..Quero lhe devolver isso. - botou a aliança em cima da minha mesa e saiu em direção de sua classe.

(ponham uma música triste)

– Então é assim Haru... - falei baixo. – Então é assim? - falei alto e todos da sala me encararam, inclusive Haru. – Você simplesmente, esquece dos ocorridos, das coisas que presenciei, das coisas que vi? Você simplesmente fingi que nada aconteceu? Você...Esquece? Sabe Haru... - limpei minhas lágrimas que escorriam por minhas bochechas. – Meu coração...Ele é de carne, que nem o seu, ele não é de ferro...Sabe... Quando confiamos em alguém, a essa pessoa entregamos nosso coração e esperamos que ela saiba cuidar dele com carinho, que não o deixe cair, que não permita que ele se quebre. Eu entreguei meu coração a você, confiei que dele cuidaria, mas me enganei. Você deixou-o cair e ele se quebrou em mil pedaços...Você simplesmente quebrou ele...Como uma facada no meu peito, eu não acredito nisso ainda... - falei chorando pegando em meus cabelos. – Foi isso que fiz...Eu confiei em você, eu lhe amei com todas as minhas forças, eu imaginava nós nos casando, tendo uma família...Um conto de fadas, certo? Eu imaginava, que nada nesse mundo iria nos separar, que você me amava como eu te amo...Sim te amo... Mas por que? Por que você tinha que fazer isso comigo Haru? Sempre esperei você dizer que me amava...Mas eu percebi...Apenas eu dizia “eu te amo”...E você? Apenas respondia “eu também” ou mudava de assunto...Bom pelo menos não disse uma mentira não é? - sorri ainda chorando. Todos na sala estavam surpresos, de boca aberta com olhares tristes, Haru estava com olhos cheios de lágrimas...A professora que havia chegado um pouco antes de eu “desabafar” estava quase chorando, pois ela era a professora “emocional”, Keiko me encarava confusa, deveria estar mesmo, pois não havia comentado nada sobre esse assunto com a mesma. – Quando estava com você, era como uma regeneração, tudo de ruim desaparecia, só restava coisas boas... Eu era apaixonada a muito tempo...Uma garotinha apaixonada que sempre viu o amor de uma maneira linda, e alegre...Ela não sabia que o amor machucava, a destruía...Ela entregou seu pequeno coração, e agora o que resta é apenas cacos...Mas um dia esses cacos se juntarão, e novamente seu coração irá se formar...Mas não como antes...Seu coração terá 7 chaves, que serão difíceis de achar... - olhei para professora e perguntei se poderia ir ao banheiro, a mesma assentiu emocionada, mas logo algo me puxou pelo braço e meu uniforme se esticou, olhei para trás e Haru encarava meus cortes. Puxei rapidamente meu braço, enquanto o mesmo encarava o nada, com um olhar tristonho e arrependido.

Corri em direção ao banheiro, chorando, soluçando...Quando cheguei ao mesmo, me tranquei em uma das cabines, sentei-me no vaso abraçando meus joelhos e chorei e chorei ainda mais...Olhei para os cortes...E comecei a meche-los e cutuca-los, até gotas de sangue cair no chão branco...Eu apreciava aquele vermelho no branco...Eu chorava mais e mais...Arrependida de ter amado, e de um dia ter confiado meu frágil coração alguém...

– Eu nunca irei amar de novo. Isso é uma promessa.

 


Notas Finais


Obrigada por ler até aqui! Comentem o que acharam, aceito criticas! Até o próximo capitulo.


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