História Isabela e a traição (Sex Fic) - Capítulo 3


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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens André Alencar, Isabela Junqueira, Joaquim Vaz, Julia Vaz, Omar Ferraz, Téo Cavichioli
Tags Joabela, Jobela, Marbela, Omarbela, Sexo, Tebela, Teobela
Exibições 219
Palavras 866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Continuação pra vcs

Capítulo 3 - O crush da escola


Fanfic / Fanfiction Isabela e a traição (Sex Fic) - Capítulo 3 - O crush da escola

Eu tinha acabado de sair com o meu biquíni ousado pras piscinas do hotel.

 

O que eu não esperava é que o Joaquim terminaria de ajudar sua tia logo alguns dias depois e também se dirigiu para a Itália, sem avisar nada para ninguém.

 

Depois que essa história toda passou, ele me contou o que aconteceu, mas na época eu não tinha ideia de que ele ia vir pra cá. Então ele veio direto pro hotel, sem me avisar nem nada.

 

Quando chegou ao Hotel, de longe e, pela parte de cima do biquíni, ele percebeu que eu estava usando o fio dental. Ele ficou muito ferrado na hora, e, ao invés de chegar em mim e falar “Oi Isabela, eu decidi vir com você” e matar de uma vez por todas aquela fome sexual que estava, ele resolveu me seguir à distância e ver o que eu iria fazer.

 

Só fui saber disso bem depois. Que ideia foi essa dele ficar me espiando sem aparecer?

 

Como eu não sabia que ele estava me seguindo, segui para a piscina com um leve rebolado, me sentindo a mais gostosa de todas as moças do Hotel. Tinha muita gente na piscina. Idosos, homens, mulheres, crianças... Enfim, todo tipo de gente.

 

Quando cheguei lá, o efeito foi imediato. Tirei a canga lentamente e me deitei em uma cadeira que estava bem a beira da piscina. Virei de bruços e deixei minha bunda bem exposta para quem quisesse ver, afinal, aquele fio dental não escondia nadinha, mas eu tava mesmo era a fim de provocar ataque cardíaco na geral.

 

Logo eu comecei a perceber que, até os homens acompanhados de mulher e filhos ficavam uma eternidade para passar atrás da minha cadeira. Algumas mulheres ficavam morrendo de raiva e inveja por não terem um corpo como o meu e serem obrigadas a usarem aqueles maiôs feios e com bojo. Eu simplesmente estava adorando ser o centro das atenções.

 

Meu namorado olhava tudo de longe, morrendo de tesão, ao mesmo tempo em que se contorcia de ciúmes. Foi então que, enquanto estava observando o outro lado da piscina, escutei uma saudação em italiano, vinda de uma voz masculina:

 

- Ciao ragazza, come stai?

 

Eu virei meu olhar, para ver se valia à pena responder e, me deparei com um homem de um corpinho bonito, usando uma sunga preta. Ao subir um pouco o olhar, a surpresa: era Téo. Um amigo do Brasil que era filho de italianos. Ele foi meu melhor amigo durante a época da escola.

 

-Isabela Junqueira? É você?

 

-...

 

-Téo!! – Eu sorri. – Não acredito que você tá aqui, há quanto tempo!

 

Eu não revia o meu amigo fazia uns anos. Ele sempre foi bem bonitinho, mas a gente nunca passou da amizade. Eu sabia que ele tinha uma quedinha por mim, e eu também tinha, só que a gente era muito novo e tinha vergonha na época da escola.

 

Depois que eu comecei a namorar o Joaquim, acabei me afastando dele, e com o término do ensino médio, eu quase nunca mais o vi.

 

Ficamos conversando, e eu percebi que, enquanto eu falava, ele não tirava os olhos de minha bunda. Minha mente foi a mil. Que forma melhor de me vingar do Joaquim do que dando tudo que tinha direito para o Téo?

 

 Além do mais, ele era bem gostosinho:

-Senta aí, Téo, vamos colocar o papo em dia.

 

Ele se sentou em uma cadeira ao lado da minha e começamos a conversar. Logo ele falou que estava ali de férias. Ele cuidava da empresa de restaurantes que a sua mãe tinha, era o herdeiro de tudo já que o irmão mais velho dele, Pedro, seguiu pra outro ramo.

 

Falamos sobre a minha banda, sobre empresas, sobre a nossa antiga amizade...

E eu percebi que o Téo não parava de olhar pro meu corpo. Eu nunca tinha ficado tanto tempo conversando com um rapaz enquanto estava “vestida” daquele jeito, e sem o Joaquim por perto.

 

Ainda mais com um cara que, além de ser um amigo antigo, fazia tudo para que eu percebesse seu membro duro por baixo da sunga. Ele fazia descaradamente. Teve até uma hora que ele ficou apertando-o sobre a sunga, bem de frente para mim, conversando normalmente.

 

Até que ele colocou a cadeira bem próxima a minha, abriu as pernas e ficou alisando aquele cacete duro, enquanto me falava:

-Sabe, Isa... Você tá ainda mais gata que na época de escola. Não lembro de te ver de biquíni antes.

 

Eu apenas ri cinicamente e, graças aos óculos escuros, podia admirar aquele cacete descomunal marcado sobre a sunga preta do Téo, que não fazia nenhuma questão de esconder das pessoas que estavam na piscina que ele estava excitado e, logo, muitos começaram a perceber o que se passava ali.

 

Eu estava fervendo e não sabia o que fazer. A situação era divina, mas eu estava um pouco envergonhada porque tinha muitas pessoas perto. A coisa estava começando a ficar perigosa e decidi mergulhar na piscina para acalmar um pouco esse fogo todo e, é lógico, que o Téo foi atrás de mim.

Joaquim ainda estava escondido para ver até onde essa historia toda ia.


Notas Finais


Comentem gente ai eu posto mais um hoje..


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