História Isabela e a traição (Sex Fic) - Capítulo 6


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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens André Alencar, Isabela Junqueira, Joaquim Vaz, Julia Vaz, Omar Ferraz, Téo Cavichioli
Tags Joabela, Jobela, Marbela, Omarbela, Sexo, Tebela, Teobela
Exibições 254
Palavras 708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Continuação do sexo

Capítulo 6 - Cheia de tesão


Fanfic / Fanfiction Isabela e a traição (Sex Fic) - Capítulo 6 - Cheia de tesão

 

Depois de chupar aquele pau enorme do Omar por um bom tempo, levantei e fiquei de costas para ele. Curvei-me apoiada no sofá, empinei minha bunda e me ofereci para ele.

Sem perder tempo, ele avançou sobre mim e ficou forçando seu cacete ensopado com minha saliva sobre minha bunda. Ele empurrava com muita força e apenas meu fio dental impedia a penetração.

Teve uma hora que ele colocou o pau por baixo do meu biquíni e quase arrancou ele. Aquilo me fez ir à loucura e passei a esfregar minha bunda nele, deixando ele louquinho:

--Eu não entendo como o animal do Joaquim possa ter deixado uma coisa tão gostosa quanto você solta por aqui, Isa, Acho que ele queria mesmo virar corno – falava Omar, enquanto acariciava meus seios. 

 

Eu o ouvia falando isso e olhava discretamente na direção da janela, onde o Joaquim olhava escondido. Para provocar, falava em voz alta:

-ISSO MESMO! ELE NÃO PASSA DE UM CORNO MANSO E EU VOU QUERER QUE VOCÊ E O TÉO ME FODAM PRA VALER... QUEM SABE ASSIM ELE NÃO APRENDE UMA LIÇÃO?

 

Nessa hora, o Téo decidiu entrar na festa também e, parado na minha frente com o pau na mão, arrancou meu top e ficou acariciando o bico dos meus peitos com a boca.

Eu não acreditei quando vi. Ele tinha um cacete do mesmo calibre que o do Omar. Talvez fosse até mais grosso:

-Puta merda! Vocês dois têm cacetes enormes... Desse jeito eu tô fudida! – gemi.

-Ainda não, Isa. Mas pode ter certeza que vai ficar – respondeu Téo.

 

Para provocar mais, falei em alto e bom tom:

-Hmmmmm... Imaginem só... O Joaquim com aquele pauzinho de merda, se achando o tal, a ponto de me deixar sozinha e, agora eu estou aqui, conhecendo duas rolas de verdade... Eu só queria que ele estivesse vendo!

Eu nem conclui direito à frase e o Téo foi enfiando o pau na minha boca, chegando até o fundo da minha garganta, fazendo com que eu engasgasse. Ele estava cheio de tesão e enfiava sem dó, enquanto puxava meu cabelo na sua direção. Suas bolas batiam no meu queixo. Eu ali, sendo abusada pelos dois e o Joaquim vendo tudinho pela janela.

 

Quando o Téo deu finalmente uma folga na minha boca, gemi:

-Credo... Isso é muito pau para uma mulher só. Eu quero os dois na minha bucetinha, que está pegando fogo.

Omar riu e falou: -Você é uma putinha, aguenta isso e muito mais.

Téo resolveu completar: -Relaxa, você não terá só na buceta. Vamos fuder esse rabo delicioso também.

Putz! Na hora que ele falou isso, tremi na base: -Não! No meu rabo não! Sou virgem no sexo anal. O Joaquim não curte, por isso nunca fiz.

 

Parece que eu falei alguma palavra mágica, pois ao ouvirem que meu cu era virgem, os dois soltaram um grande gemido:

-Pois agora nós é que vamos comer seu cuzinho. – falou Téo – Você será enrabada por um pau muito maior que o daquele guitarrista. Acredite, você vai gostar.

 

Gente! Eu morria de vontade de dar a bunda, afinal, de nada vale ter uma bunda gostosa e empinada que nem a minha e não aproveitar né? Mas eu sempre tive vergonha de me oferecer para o Joaquim a esse ponto, já que ele não demonstrava nenhum interesse.

Mas, enfim a oportunidade havia chegado. Tinha encontrado dois machos de verdade que estavam a fim de me fuder todinha como eu mereço. Ah, eu delirava só de imaginar. A única coisa que me causava medo era o tamanho das toras que fariam o serviço. Eles me deitaram no sofá e finalmente arrancaram meu fio dental:

-Isso sim é que é bunda! – falava Omar – Olha só, esse cuzinho rosado e fechadinho. Hoje ele vai engolir cacete até não aguentar mais.

 

Senti ele abrindo minha bunda com as mãos e levando a língua diretamente ao meu cu. Era uma delicia sentir aquela língua molhada explorando todas minhas pregas, dando voltas e forçando a entrar, para, em seguida, dar um passeio de ida e volta pelo meu rego e voltando direto ao meio do meu cuzinho! Eu me arrepiava a cada movimento e sentia que aquela era a coisa mais obscena que já tinha feito.


Notas Finais


Obrigada por lerem, e desculpem por ser tão pervertida mas se chegaram aqui é pq estão gostando né
Comentem! ^~^


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