História Isso é real? - Capítulo 39


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas, Slender
Tags Hoodie, Jeff The Killer, Masky, Slender, Ticci-toby
Exibições 73
Palavras 822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


bom dia

Capítulo 39 - 2 temporada- capítulo 7


"Apague essas preocupações. Eu não vou cair. Eu não vou mostrar nenhuma rachadura." - Punch (B.A.P)

— Bem vindo à GreenVille… — tento acompanhar a placa com o olhar, mas o carro está muito rápido.

Suspiro.

Então aqui é o tal lugar onde aquele menino mora? Interessante.
 

Desencosto a testa da janela e vejo a marca que formou.

Está chovendo e, como sempre, o ar está mais… Hm, digamos, limpo. É, deve ser este termo.
 

Olho para Hoody, que está com a cabeça encostada na janela, e procuro por aquela maldita câmera.
 

É possível odiar um objeto?
 

Não a encontro. Faço uma careta e cruzo os braços.
 

O carro vai bruscamente para o lado, escuto a buzina e Masky xingando alguma coisa baixinho.
— Filho da puta — rosna.
 

Toby tomba pro lado e bate a cara na porta, seguro a risada e volto a me encostar no banco.
 

Cara, a minha bunda tá doendo.
ZzzzzzzzzzzzzzzZzzzzzzzzzzzzzzZ
— Eu NÃO vou cortar o meu cabelo! — sussurro, quase gritando.
— Cala a porra da boca e senta nessa merda de cadeira — Tim diz, praticamente latindo.
— Me obrigue — ergo o queixo.
 

Eita porra, péssima ideia.
 

Ele me empurra pra cadeira, que quase tomba, pisco rapidamente e me arrumo direito.
— E aí, já se decidiu, flor? — uma moça apareceu do meu lado, tinha olhos verdes e cabelos encaracolados, um preto azulado, eu acho.
— Sim. Ela quer um corte, mais ou menos, joãozinho.
 

Esbugalho os olhos e encaro Masky, com cara de choro. Ele suspira.
— Na altura da bochecha, quer dizer.
 

É, pelo menos não vai ser muito curto.
— Ah, e ela vai pintar o cabelo de preto também — Tim sorri.
 

Que filho da puta.
 

Ele anda até a prateleira abaixo do espelho e deixa uma tinta de cabelo lá.
 

Eu matar esse desgraçado.

Vou matar esse desgraçado chorando.
ZzzzzzzzzzzzzzzZzzzzzzzzzzzzzzZ
Saio do lugar com os braços cruzados, ando até o carro e entro no mesmo.
— Acho que você entrou no carro errado, senhora — Toby diz, se virando pra trás e sorrindo.
 

Ele estava sem a focinheira, e, uau. Há uma cicatriz no canto esquerdo da sua bochecha.
— Não enche — cacarejo e faço bico.
 

Faço birra mesmo.
Masky entra no carro.
— Gostou do seu novo visual, Nicole? — pergunta, colocando a chave na ignição.
 

Viro a cabeça pro lado e fico olhando a paisagem. Eu vou ignorar esse imbecil.
 

Depois de alguns minutos, estavam nos aproximando de uma casa, quer dizer, um sobrado, cor-de-rosa.

Abro a boca chocada e pergunto:
— É aqui que a gente vai ficar?
— É — Masky dá de ombros.
 

Quero saber onde, ou melhor, como, ele conseguiu um sobrado cor-de-rosa.
— Matou os donos? — tiro o cinto.
— Viajando — abre a porta do carro e sai.
 

Toby e Hoodie fazem o mesmo, e eu também.
 

Tim pega um grampo e enfia no buraco da chave.

Olho pro lado, e percebo que há um jardim. Está cheio de rosas brancas e vermelhas, com umas estátuas e uma fonte de anjo.

Franzo a sombrancelha quando volto meu olhar pra frente e não tem ninguém. Suspiro e entro dentro da casa.
— Meu Deus do céu… — resmungo, ao deparar que a maioria dos móveis são rosa.
 

Toby começa a rir.
— Combina com você, Hoody.
— Xingou de rosinha, não deixava — falo, subindo as escadas.
 

Escuto Hoodie soltar um palavrão e Toby rir mais alto.
Nego com a cabeça e entro num quarto qualquer.
O quarto é bem diferente, há um baú branco e vermelho no canto do quarto, com cadeados o rodeiando. Mas, em geral, é tudo preto e branco, e quando digo isso, é porque tudo é preto e branco. Até os livros são brancos e pretos!
 

Que se foda, aqui vai ser meu cantinho da solidão.
 

Saio do cômodo e olho em volta, tem alguns quadros de frutas e de… bonecas? Quê? Meu Deus do céu, o dono desse lugar é doido.
 

Saltito pelos degraus, passando a mão pelo corrimão, tentando não tomar um tombo. A porta da frente estava aberta, mas do meio do nada, ela bateu com tudo. A casa está silenciosa. Credo. Ando até a cozinha e vejo uma ficha em cima da mesa, diferente daquele cara. Qual o nome dele mesmo? Ah, não ligo também.
Me aproximo da ficha, ela tem uma foto minha. Engasgo-me com a saliva. Como tiraram uma foto de mim? E ainda com o novo corte e pintura de cabelo? Porra, não dava tempo pra tirar foto.
Corro os olhos pela folha e uma coisa me chama atenção. Meu novo nome, suponho. Alexya Katten. Ah, e pelo visto, sou formada na área de ciências. Ou seja, sou professora e posso ser alguma coisa relacionada com medicina, pelo menos diz aqui.

Realmente, sempre fui ótima pra explicar as coisas.

E isto foi sarcasmo.

Na boa? Meus alunos estão fodidos. Se nem eu sei a matéria, imagine eles! Um caso perdido.
— Desejo-lhes sorte — sussurrei para mim mesma, bem baixo. Se alguém escutar, ênfase em se, espero que não me ache louca.


Notas Finais


foda foi quando minha mãe pediu pra ler minha fanfic


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