História Isso é real? - Capítulo 44


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas, Slender
Tags Hoodie, Jeff The Killer, Masky, Slender, Ticci-toby
Exibições 68
Palavras 1.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


1 SEMANA. DEMOREI UMA LONGA SEMANA. Mas não me culpe, pois tive uns problemas ai - com facebug, é claro.

BEM, MAS FODASE, O QUE IMPORTA É O CAPÍTULO

boa leitura

Capítulo 44 - Temporada 2- capítulo 12


"Sinta esse calor. Olhe para esta atmosfera, é apenas nos dóis na festa. Apenas tire sua camisa irritante" – That's my jam (B.A.P)

Ainda acho sem nexo a Amber ir pra na balada, e ainda me convidar.

Mas foda-se.
O que importa é que eu vou matar o Erick.
— Masky, vamos, por favor — choramingo, o seguindo.

É, aqui estou eu de novo.
— Tá, Nicole, eu vou — Rosna pra mim.

Sorrio e faço um coração com as mãos. Subo correndo as escadas, quase caindo. Isso já virou rotina. Bato na porta do Toby.
— To-by, por-ra. Melhor você já estar pronto.

Ele abre a porta do quarto e só está com uma cueca. De patinhos.
— É… uau. Bonita cueca. Mas você não pode ir assim.

Fecho a porta lentamente.

Ok, eu só estou animada porque eu vou matar aquele cara e acabar com tudo.

Mentira, eu tô feliz porque eu vou sair com os meninos.

Olho pra minha roupa. É. Um vestido que vai até a metade da coxa, tem manga comprida e é preto com detalhes cinzas brilhantes tá na moda? Com uma sapatilha preta também? Foda-se. Agora tá.

Ando rapidamente até o banheiro, pegando o delineador e fazendo um traço fino. Como consigo fazer isso? Nem mesma eu sei. Pinto meus lábios com o batom vermelho que roubei de um dos quartos. Sei que não deveria usar maquiagem alheia, mas não ligo.

Saio do banheiro e vou novamente ao quarto do Toby. Já chego na voadora, abrindo a porta.

E olho em volta.

Toby está caido no chão, balbuciando algumas coisas.
— Meu Deus, Toby! — me agacho do lado dele. — O que você fez, homem?

Ele me agarra e me puxa para si.
— Toby, me solta. — digo, tentando sair.

Alguém me ajuda.
ZzzzzzzzzzzzzzzZzzzzzzzzzzzzzzZ
— Estamos chegando. Se comportem. — rosno, para os três. — E Toby, segura a minha mão, ou você se perde.
— Nicole, eu não sou tão retardado a esse ponto.
— Não é isso que a cena do quarto diz. Agora segura logo a porra da minha mão.

Ele segura, relutante.
— Ok. Se vocês o encontrarem e o matarem, me avisem, beleza?

Masky apenas me encara e bufa.
— Para de reclamar. Você tá lindo e vai conquistar várias garotas.
— O que? — Ticci ri.
— Cala a boca e vamos. — começo a puxar ele até a entrada da boate.

Mas eu realmente não menti quando falei que Masky está bonito. Porque ele é e tá. Tipo, ele tá com uma camisa branca, sem manga, e uma gravata vermelha, com jeans e um sapato que não prestei muita atenção. Hoodie já tá vestindo uma camisa branca com jeans azul claro e tênis laranja. E já o Toby. Nem falo. Eu tive que vestir ele. Mas pelo menos sou uma fashionista que tem bom senso de moda, porque ele tá com camisa xadrez vermelha e jeans preto e um all star branco.

Entrego o convite pro segurança, e ele deixa eu, o Ticci, Tim e Hoody passarem e entrarem na boate.

E, puta merda. Como aqui é lindo.

As luzes coloridas iluminam o local todo, e se olhar, há um DJ numa plataforma separada do segundo andar. Onde tem várias pessoas dançando.
— Ah, oi, professora, você veio! — Amber brota do meu lado. — E trouxe amigos.
— É — abro um sorriso falso.
— Hm, mas acho que é meio ruim eu te chamar de professora na festa. Posso te chamar de Ale? — não.
— Claro. Oh, esse é Zacc — aponto pra Toby, que desentrelaça as nossas mãos e enrosca o braço em volta do meu pescoço.
— Namorado dela. Prazer.

O que? Eu vou matar o Toby.
— É, haha, conheça mais os dois ali, você vai ver o quão são legais, agora vem, amor. — puxo Toby pra um canto.
— Ah, amor, por que quer conversar comigo?
— Toby — rosno.
— Quem é Toby? Está me traindo, Alexya?
— Toby — repito.
— Af, Nico, é só uma brincadeira. Entra nela, vai.

Bufo e cruzo os braços.
— Tá — resmungo e inflo as bochechas.

Olho pra direção do Hoody e Tim. E lá está Amber, dando encima deles.
— Toby — rio e aponto com o queixo.

Ele também observa.
— Só consigo sentir pena.

Masky me encara, com um ódio mortal no olhar. Não quero nem saber o que aconteceria se os olhos dele fossem armas. Já Hoodie, está com aquela cara de paisagem de sempre. Pelo menos tá sorrindo, né.

E começa a tocar uma música lenta.
Bocejo.
E Toby me puxa pra pista de dança.
Eu não quero dançar.
Não quero dançar com o Toby.
Ele vai pisar no meu pé.
Eu sei.
Tenho certeza.
— Não quero dançar — sussurro.
— Mas vai — sorri.

Bufo. Coloco minha mão direita no ombro esquerdo dele, segurando sua mão direita. Já ele, coloca a mão esquerda na minha cintura. É impressão minha, ou ele tá apertando?

Olho por cima do ombro do Toby e lá está Amber agarrada no Masky.

Ele me encara. Seguro o riso e faço com a boca as seguintes palavras amigáveis: "Se fodeu"

E ele retruca: "Quem se fodeu foi você"

E retorno: "Nos fudemos"

E ele assente com a cabeça.

Olho rapidamente pela pista de dança e tem vários casais. Uau, essas músicas ainda fazem sucesso.

Passo os olhos pelo segundo andar e bingo! Erick está lá (com algumas garotas, mas não importa).

Sinto Toby deslizar a mão até a minha bunda.
— Para com essa porra — resmungo e ele ri. — Achei ele.
— Mas já? Nem aprovetei com a minha namorada.
— Tá. Vem logo.

Passo correndo pela pista de dança e vou do lado de Hoody, que está com ponche e conversando com uma menina.
— Eu preciso falar com você — digo, arfando.

A garota sai de lá e Hoodie me encara sorrindo.
— Você tem alguma arma?

Ele procura no bolso da calça, tira uma arma pequena e me entrega.
— Por que você traz revólveres pra baladas?
— E por que você pergunta isso pra um assassino?

Faz sentido.

Puxo Toby pro meu lado e o entrego a arma, pedindo-o para guardar.

Subo apressadamente a escada e não encontro Erick. Droga.

Olho em volta e uma música eletrônica começa a tocar.

Sinto o chão tremer e a música aumentar.

Há quartos no segundo andar.
— Passa a arma, Toby.
— Um beijinho antes.
— É sério isso? — o encaro.
— É.
— Tanto faz. Você tá levando o namoro falso a sério demais.

Seguro sua bochecha esquerda, e quando aproximo-me de sua bochecha, ele vira o rosto.

E então, nos beijamos.

Não recuei, nem ele.

Ficamos apenas parados, com os lábios pressionados.

Com as línguas em sincronia, seus braços em volta de minha cintura, e os meus em torno do seu pescoço.

Tive que me afastar por falta de ar.
— Porra — sussurrei, andando pra trás.

Toby, por uns momentos, começou a se gabar, de algo que não prestei atenção, mas tinha a ver com "dinheiro".

Porém, ele para ao me ver saindo dali. Encosto o ouvido numa porta e uns gemidos femininos invadem-o. Saio dali, me dirigindo para a outra. Tudo se repete até eu chegar na última porta, escutando a voz abafada do Erick e outra feminina.
— Toby — sussurro, descolando a cabeça da porta. — Toby?

Procuro-o e o vejo olhando por dentro de uma fechadura. Pigarreio e ele me encara.
— Toby, porra — rosno — Vem cá.
ZzzzzzzzzzzzzzzZzzzzzzzzzzzzzzZ
Aponto o revólver para a garota com os peitos de fora.
— Professora Alexya? — Erick gagueja — O que tá fazendo aqui?

Suspiro e jogo meu corpo contra à porta, batendo as costas e o quadril.
— Ah, Erick. Você só complica, francamente.

Ticci me encara, depois encara os seios da garota, que os cobre.
— Eu tava de boa, no meu canto, e agora tô aqui, com um cabelo totalmente diferente. — desencosto da porta — O negócio é o seguinte: Eu tô aqui pra te matar.

Abaixo o revólver.
— Mas eu não… não mereço… isso — seus olhos marejam.
— Ah, querido, ninguém merece. Mas você quebrou uma regra do meu mestre.
— E qual é? — lágrimas rolam pelas suas bochechas.
— Ainda está vivo. — sorrio e aponto a arma em sua direção.
— Não me mata, por favor, eu faço o que você quiser. — chora mais ainda.
— Eu quero que você morra.
— SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDA!! — Berra, aos prantos.
— Ahhh, qual'é — coloco as mãos na cintura — Estamos numa boate, porra. Ninguém vai escutar seus gritos.

Volto a apontar a arma em sua direção, pressionando o gatilho lentamente.

É agora.

A trilha sonora começa a tocar junto com as batidas do meu coração.

Chego até o fim e o tiro o acerta no peito. Jogo a arma pro Toby, que pega.
— Mata ela por mim? Sei que quer.

Suspiro e saio daquele quarto. Começo a descer as escadas. Ok, agora é só avisar Masky e dar o fora daqui.
 


Notas Finais


BEM, GENTE
AQUI ESTOU EU
VENDO A LUZ BRILHAR
tá, foda-se. Sei que quase ninguém vai ler isso, o porquê nem eu sei. Mas tá. Sabe, eu sempre pensei pq as pessoas comentam "orgulho" nas fanfics alheias. Eu, como autora, paro (penso, olho pra mim, sarro) e me pergunto pq aquilo. Mas, tá. Eu peço mil perdões pela demora, porque, além d'eu ter problemas pessoais — trabalhos, provas finais, SEMINÁRIOS DO CARALHO e festas — , tenho que escrever essa fanfic (e outra!!!!), e cuidar da minha falha vida social. Ah, aliás, me recomendem fanfics? Tipo, pode ser originais/kpop/creepypasta. Mandem o link, se der. Desculpa pelo textão aa


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