História Isso... era pra ser assim? (Sendo reescrita) - Capítulo 4


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Gerson, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Alphyne, Chariel, Frans, Repostagem
Visualizações 13
Palavras 1.474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


heya galero, era pra mim postar as umas meia hora, mas ainda tá valendo

Boa leitura

Capítulo 4 - Entering the RUINS


Fanfic / Fanfiction Isso... era pra ser assim? (Sendo reescrita) - Capítulo 4 - Entering the RUINS

Sans

 

“???? ??????: ??? ???? ???? ???????”

 

 Assim que solta o pequeno grito esse ser vira bruscamente para minha direção tentando se recompor e consigo ver um... dinossauro? Eu não posso julgar, sou um esqueleto afinal de contas.

 

- Err Kon’nichiwa*, eu sou Alphys, Alphys a- – Ela para de falar por um segundo e me olha, arregala os olhos e começa a tremer da cabeça aos pés.

 

Ela dá um passo para trás visivelmente assustada e joga algo no chão que envolve o seu corpo no qual faz ela desaparecer.

 

“Oque acabou de acontecer aqui? ” Me pergunto mentalmente muito confuso sobre a situação.

 

Tiro esses pensamentos da minha cabeça quando começo a ouvir passos, paraliso ali mesmo imaginando ser um caçador que havia feito uma armadilha, mas me surpreendo ao ouvir uma voz grossa feminina.

 

- Quem é você? – Disse me olhando curiosa.

 

- ...- Não falo nada, apenar presto atenção na sua aparência.

 

O barulho de passos vinha de uma espécie de mulher-peixe, tinha uma pele esverdeada cheia de escamas, tinha um físico musculoso, apesar de parecer que tinha saído um pouco de sua forma, trajava um macacão que ia até a metade das coxas, o mesmo era bem peculiar, tinha várias tonalidades de verde, azul e amarelo como o mar ou um degrade, como você achar melhor, usava uma blusa branca com alguns rasgos, quem olharia pensaria que era sem querer, mas com atenção dava para ver que era proposital, mas deixava um charme, nos seus pés usava uma bota azul marinho. Sua face continha barbatanas de peixes pontudas com as extremidades vermelhas. Era ruiva, seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo bem firme, dentes amarelos afiados e os olhos com o globo ocular amarelo e a pupila vermelha, usava um tapa olho no seu olho esquerdo, apesar do seu físico meio assustador ela não me dava a Sansação de medo.

 

Pera, Sansação? De onde foi que eu tirei isso?

 

Largo esses pensamentos e continuo a encarar a mulher a minha frente, que parecia meio desconfortável com a situação.

 

- O gato comeu sua língua pequeno? Hehehe – Disse, tentando cortar o clima pesado que tinha a segundos atrás – Você é mudo? – Disse dessa vez com um olhar preocupado.

 

- Q-que? Err, n-não. – Digo gaguejando, vejo ela soltar um risinho.

 

- Haha, sim, entendi, mas o que está fazendo andando por aqui garoto? – Disse se aproximando e abaixando um pouco para tentar se igualar a minha altura.

 

- Eu cai lá de cim- – Quando eu ia terminar de falar sou interrompida por ela.

 

- Você veio lá de cima? – Ela disse apontando para o “teto”.

 

- S-Sim – Digo um pouco intimidado, quando falo isso ela arregala os olhos.

 

- E-eh, b-bem – Disse gaguejando – Mudando de assunto, você deve estar confuso certo? – Balanço a cabeça afirmando – Venha eu te explico e te apresento as RUINAS – Ela disse fazendo um gesto com a mão para acompanha-la.

 

- Ei, quem é você e por que está me ajudando? – Digo um pouco irritado e confuso sem nem sair do lugar.

 

- Oh, desculpe, eu tinha me esquecido de me apresentar. Me chamo Undyne, a guardiã das RUINAS, e o motivo de te ajudar é porque esse é meu objetivo desde de criança – Disse rindo e fazendo um “joinha” com a mão. – Vamos.

 

[...]

 

Nesse meio tempo que estávamos andando ela foi me perguntando coisas banais como meu nome e minha e idade, já eu fazia o mesmo, mas nada de importante, mas o que me deixava confuso era que sempre que eu tocava no assunto do fato de eu ter caído aqui ela muda rapidamente.

 

- Então Sans, eu tenho que resolver umas coisas, por isso me espere aqui, voltarei em instantes, pegue esse celular e me ligue caso precise –Falou pegando um celular de aparência velha e desgastada do bolso e colocando em minhas mãos.

 

Quando me dou por mim ela já havia ido saído.

Me sento no chão escorado na parede e ali fico por longos minutos que mais pareciam horas sem fazer nada, até que me canso e me levanto batendo as mãos na parte de trás do meu calção e ponho-me a andar na direção que ela saiu.

 

Atravesso várias salas onde me deparo com vários outros monstros fazendo suas atividades normais, o que me deixou alegre já que diferente de lá de cima não me atacavam ou algo parecido. Entro em uma sala especifica no qual me deparo com três sapos, foram me falando algumas informações sobre as RUINAS ao perceberem que eu era novo no lugar, que só agradeci e continuei minha trajetória.

 

Uma vez ou outra eu entrava em modo de batalha, pelo o que percebi só me atacavam por curiosidade e medo, de qualquer forma eu não conseguia mata-los, seria muita crueldade, por mais que no final sempre saía com vários ferimentos.

 

Eu estava andado em linha reta quando me deparo um um mini corredorzinho e uma espécie de fantasma á tampando me deixando impossibilitado de passar por ele, o chamo umas 5 vezes, mas quando vejo que não iria sair dali não tive outra escolha a não ser empurra-lo, e com isso entro automaticamente no modo batalha, olho para o fantasma a minha frente, não tinha nada de mais, apenas uma franja que cobria um dos seus olhos e que ele era rosa.

 

Me sinto ficar mais leve e quando percebo já não estou mais controlando meu corpo e sim minha alma. Eu não queria matar ele assim como todos os outros monstros que tinha enfrentado, mas infelizmente os ataques dele eram bastante fortes e parecia que nunca se cansava, acho que é pelo fato dele ser um fantasma, mas o que mais me preocupava é: Um dano, minha vida.

 

- Eu sou um inútil – Ele sempre dizia coisas desse calibre, apesar de eu sempre rebater com uma outra frase “Carinhosa”

 

Sim, eu já tentei um monte de vezes e isso sim foi inútil.

Resolvo anima-lo, ele tinha uma cara de quem não se divertia há tempos. Sorrio para ele de uma forma encorajadora, e parece que teve efeito já que consegui ver um mínimo sorriso em seu rosto, e percebo que ele cora, mas logo faz uma expressão triste.

 

- Eu seria só mais um peso para você – Disse melancolicamente novamente, mas sorrio de novo.

 

- Acredite, você não seria – Digo.

 

- ... – Ele não diz nada, apenas fica me encarando.

 

Tento fazer um truque velho que aprendi com a minha mãe quando mais novo, quando o fiz vi que tinha feito um pequeno efeito, ele parece ter ficado melhor.

 

- Deixe-me tentar – Falou, e logo começa a chorar, as lagrimas do seu choro começam a ir para cima de sua cabeça fazendo a forma de uma cartola. – O que achou? – Me perguntou um com sorriso o que me fez sorrir também.

 

- Incrível cara – Falei, e eu não estava mentindo, realmente aquilo era incrível.

 

- Oh! – Ele destrava a batalha no qual estávamos – Eu vim para as RUINAS porque estava triste, mas pelo jeito achei alguém legal! – Disse soltando um riso fraco. Ela se vira um pouco para o lado e percebe que ela estava me impedindo de passar. – Oh! Eu vou sair do caminho, me desculpe – Falou, logo desaparecendo no meio do nada.

 

- Ok, isso foi bastante estranho, mas só me resta seguir em frente puff.

 

Começo a andar novamente, até me deparar com uma loja de... gatinhos? Bem, era o que dizia na placa, né?

 

Aproveito o dinheiro que eu havia coletado das lutas e compro dois biscoitos, como um e deixo o outro para depois o guardando na mochila que está nas minhas costas.

 

[...]

 

Após muito tempo caminhando me deparo com um lugar com uma grande arvore de folhar vermelhas em seus galhos, já outras no chão, acompanhando uma das folhas que caia me olha bate com Undyne que estava embaixo da árvore com um celular na mão, parecia que iria ligar para alguém, para mim presumo.

 

Eu estava certo, assim que ela tecla alguns números sinto meu celular vibrar e começar a tocar, Undyne se vira bruscamente fazendo uma posição de ataque, mas ao me ver parado a sua frente se tranquiliza e desfaz a posição, e depois vem correndo até mim com uma expressão preocupada.

 

- Pelo amor de Gerson, como foi que você chegou aqui? – Diz me encarando. – Isso não importa agora, venha, vamos achar logo um jeito de você curar seus ferimentos – Falou me puxando pela mão, e o que ela falou era verdade, eu estava em um estado deplorável.

 

Undyne me guia até um a casa, no qual imagino ser a sua, bonitinha e fofa posso confessar.

 

Bem, o que vem pela frente eu não sei, mas que eu vou enfrentar tudo de peito e cabeça erguida eu tenho certeza.

 

To be continued


Notas Finais


Kon’nichiwa = Olá em japonês

Tcha-tchau


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