História IT: A coisa ( O retorno ) - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~KalebKun

Postado
Categorias It: A Coisa
Tags Horror, Morte, Palhaço, Pennywise
Visualizações 61
Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, desculpe a demora... Vou lhes avisar que terás uma surpresa... Darei um aviso anunciando algo muito especial na fanfic. Creio que ela terá um desenvolvimento melhor depois disso, e espero que vocês gostem <3

Aproveitem o capítulo
Beijos <3

Capítulo 6 - Por que está tão escuro?


Fanfic / Fanfiction IT: A coisa ( O retorno ) - Capítulo 6 - Por que está tão escuro?

P.O.V Dylan – Duas semanas depois

    No dia seguinte, era de manhã, mais ou menos umas 06 da manhã. Está na hora de ir para a escola.

    Me levantei, separei uma roupa e fui para o banho. No box, fiquei pensando de baixo da água quente. Até que me lembro do ocorrido de duas semanas atrás. Fiquei pensando por minutos em apenas isso. Eu não me contentava com o que tinha acontecido. O que era aquele palhaço? E, o que ele quer comigo?

    Sai do banho, me sequei e sai do banheiro. Separei um jeans preto, uma blusa branca, uma blusa xadrez de mangas compridas vermelha por cima, e um all star preto.

    Terminei de me vestir e desci. Todos já estavam acordados. Audrey se arrumava, pois iria para o seu primeiro dia na faculdade. Minha mãe arrumava Joseph sem pressa, ela iria levar o menor para a escolinha. Meu pai tomava seu café, lendo um jornal do dia anterior com calma.

Adrian: Filho, vou levar você hoje, okay?- disse dando um gole no café extremamente quente- Ai, ai, ai... Queimei a língua

- Tá bom- respondi preparando um café com leite

    Eu não estava com a mínima vontade de ir para a escola hoje. Mas, queria falar com Kellan... Estou com saudades.

*(Quebra de tempo)*

Adrian: Vamos Dylan- meu pai me chamou e me levantei

    Me levantei da cadeira, peguei minha mochila e meu celular. Dei um beijo na bochecha de minha mãe, um beijo na testa de Joseph e um tapinha nas costas de meu irmão.

- Tchau gente

    Fui em direção ao carro de meu pai, Abri a porta, joguei a mochila no banco de trás, entrei e fechei a porta. Meu pai entrou logo depois.

Adrian: Filho, pode parecer estranho, mas, fui incapaz de notar o quão quieto você esteve esses dias. Aconteceu alguma coisa?

    Não adiantaria nada de eu falar, meu pai não acreditaria mesmo.

- Não... Nada pai, por que a pergunta?- menti olhando para o lado de fora

Adrian: Nada não...

    Tempo depois chegamos a escola. Dou um beijo na bochecha de meu pai, pego minha mochila com certa dificuldade, já que a mesma tinha caído atrás do meu banco, e eu não sou o homem elástico.

    Saio do carro e vou em direção ao pátio. Andava lentamente, pois cheguei muito cedo na escola, e faltava uns 40 minutos para bater o sinal de entrada.

    Chegando no pátio, me sentei em uma das mesas que havia um pouco afastada do local onde a maioria dos alunos se aglomerava.

    Decidi escrever algo aleatório em meu caderno sem prestar muita atenção. Minutos depois chegam Charlie e Benny.

Benny: Oi Dy!!- Benny me abraçou por trás

- O-oi... A-ai, vai me matar assim Benny- resmunguei dando um peteleco na testa do loiro

Charlie: Quero um abraço também vadia- a ruiva me abraçou também

    Ambos se sentaram a minha frente e voltei a fazer o que eu estava fazendo.

Charlie: O que está escrevendo ai?- a ruiva puxou o caderno de minha mão e começou a ler- NÃO ACREDITO!!- ela colocou a mão na boca e suspirou alto- Isso é...

- Ei... Me devolva- tentei puxar mas levei o maior vácuo

Benny: O que está escrito ai?

Charlie: É uma declaração de amor!!!

- Não leia. Por favor

Charlie: Relaxa Dylan, não vou ler. MAS, É PRO KELLAN!!- a ruiva berrou

Kellan: O que é para mim?- ele perguntou se sentando

Charlie: Nada não- ela disfarçou

    Notei a distração da ruiva e logo puxei o papel de suas mãos.

Kellan: Então, estão ansiosos para sexta a noite?- ele se sentou ao meu lado

- O que terá sexta a noite?

Kellan: Meus pais vão viajar, e vou dar uma festa

- Isso não é errado?- perguntei timidamente

Kellan: Relaxa, eu pedi pra eles

- Ah

Kellan: E você vai- ele disse me olhando

- O-o que? M-mas...

Kellan: Mas nada, você vai sim e pronto

Charlie: AI QUE FOFINHO!!- a ruiva gritou

    Olhamos pra ela sem entender nada.

Benny: Tá doida menina?

Charlie: Desculpa. Falha minha

- Aonde será a tal festa?

Kellan: Na minha casa

- Acha mesmo que meus pais irão deixar?

Kellan: Já deixaram, falei com eles ontem

- C-como?

Kellan: Com a boca, ué

- Eu não quis dizer isso. Mas, enfim

    Abaixei minha cabeça e fiquei em silêncio. Tempo depois sinto as mãos de Kellan acariciarem meus cabelos.

Kellan: Aconteceu alguma coisa?

- N-não...- levantei minha cabeça e olhei para o moreno ao meu lado- Nada não

    Novamente eu pensava no maldito palhaço. Por que tinha que ser um palhaço? Desde criança eu tenho fobia de palhaços. Eu não diria fobia, mas, eu tenho muito medo.

    Muitos alunos começaram a chegar, e foram se sentando nas mesas. Eu não estava muito a fim de conversar naquele momento. Então resolvi ficar de cabeça baixa.

Benny: Gente, vou dar um pulo na sala, vou deixar minha mochila lá, não quero ficar carregando peso

Kellan: Tá bom

P.O.V Benny

    Fui em direção a minha sala, entrei e coloquei minha mochila em cima de minha mesa. Fiquei uns minutos em pé, olhando para minha mochila, totalmente vidrado com a mesma.

    Acordei do transe um tempo depois, só que a sala agora estava um pouco diferente. As paredes, mesas e bancos que minutos atrás perfeitamente estavam limpas, agora encontravam-se sujas, totalmente sujas e manchadas com algo que mais se parecia com sangue coagulado.

    Dei passos rápidos até a porta da sala, que por sinal, agora estava fechada. Girei a maçaneta, mas a porta não abria. Comecei a entrar em desespero. Entro em pânico quando vejo algo que não consigo abrir.

    Girei a maçaneta tão forte, que a mesma acabou quebrando.

    Uma entrada de ar, que ficava na parede, no canto superior esquerdo, do lado oposto das janelas, simplesmente se abriu sozinha. Sua tampa, que era pesada e de ferro, caiu no chão com certa força, o que fez um barulho muito alto, fazendo com que eu me assustasse e olhasse para lá imediatamente. No grande quadrado escuro que se formara na parede, já que a entrada de ar estava destampada, havia um par de olhos amarelos me observando. Fui andando de costas lentamente até a parede atrás de mim, mas sem desviar minha atenção daqueles olhos. Quando senti minhas costas encostarem na parede, comecei a derrubar meu corpo, fazendo com que eu me sentasse no chão, de frente para a sala.

    Aqueles olhos assustadores não sumiam, apenas continuavam ali, me observando.

    Uma leve ardência em meus olhos fez com que eu os esfregasse, assim os fechando. Mas, quando os abri novamente estava tudo escuro. Era mais escuro que o próprio escuro, aquilo não era normal. Entrei em pânico literalmente. Desde pequeno eu tenho pavor do escuro, diria que é uma fobia mesmo. Fechei meus olhos para que eu não tivesse que olhar para aquele breu. Mas, ao fechar meus olhos e enxergar a escuridão por trás deles, me deixou mais arrepiado, pois eu sabia que mesmo que eu abrisse os olhos, seria como se eu ainda estivesse com eles fechados.

    Ouvi o barulho de algo caindo, e pela direção do barulho, vinha da entrada de ar. Quando o que seja aquilo caiu, pude ouvir muito bem como se alguém tivesse pisado na placa que fechava a entrada de ar, como ela era de ferro, fez um barulho perfeitamente audível. Passos eram dirigidos vindo do canto da sala, e percebi que vinham lentamente em minha direção, minha vontade era de gritar, chorar, fazer tudo o que tinha direito. Mas, correr não era uma opção, já que estava tudo escuro.

    Os passos continuaram, mais e mais. A sala nem era tão grande, não sei como a tal coisa não chegou em mim ainda. Me arrependi de ter pensado isso. Senti algo se abaixando ao meu lado direito e se aproximando de meu ouvido. Uma respiração ofegante e cansada soou em meu ouvido. Senti um leve arrepio em minha nuca, e uma corrente de ar fria rodeando meu corpo. Uma voz rouca, cansada, mas, ao mesmo tempo calma ecoou em meu ouvido:

???: Olá Bernard. Está com medo? É claro que está com medo. Mas, saiba que eu estou aqui agora, e vou te proteger dessa escuridão. Então eu te digo, vamos flutuar loirinho? Te prometo de que nada de ruim irá lhe acontecer daqui pra frente. A menos é claro, que você venha comigo

- Q-quem é você? O que quer comigo? Por que está escuro?- perguntei sentindo um nó em minha garganta

???: Um dia você saberá... Mas, não te garanto que esse dia irá chegar

(...)


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3

Abraços <3


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