História It couldn't happen... - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Policial, Romance, Sexo, Suspense
Visualizações 16
Palavras 869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Acho que ficou meio longuinho, mas espero que agrade. Beijinhoss.

Capítulo 2 - Algo estranho aconteceu


Marquinhos, como costumávamos chamá-lo, veio morar comigo, minha nonna e meu irmão Éric, de 7 anos. Como era de se esperar, ele estava extremamente abalado e não queria mais fazer nada, além de tomar conta de nossa nonna que passou mal de hipertensão aquele dia e agora vivia chorando pelos cantos, bem quietinha. O clima em casa estava bem depressivo e calmo como nunca antes esteve. 

O tempo passou e meu tio, Diego, teve a pena decretada em 18 meses de prisão. 

Passaram-se 6 meses desde o ocorrido e algo estranho vinha me incomodando de uns tempos pra cá... Notei, com certo tempo de aproximação, uns olhares estranhos de Marquinhos, agora com 16 anos, pra mim. O que será que estava acontecendo? Por que me olhava assim?

Com o tempo, as coisas foram passando de simples olhares. Estávamos cada vez mais próximos e... diferentes um com o outro. Sentia que algo estava acontecendo, mas não entendia bem o que. 

Um dia, estava em meu quarto fazendo a lição do professor Allan, de biologia, quando de repente Marquinhos entra no meu quarto em completo silêncio e me assusta ao chegar bem perto do meu ouvido e dizer "oi, gatinha". 

-Que susto, Marcos!!! 'Tá' querendo me matar, é?- falei em um tom bem agressivo e alto. 

-Desculpa, meu bem, é que te vi tão concentrada na tarefa que não resisti e tive que vir. Você fica linda concentrada assim.- disse ele dando um sorriso cafajeste que só ele sabe. 

Minhas bochechas coraram na hora e eu me levantei virando em direção a ele. 

-E o que te trouxe aqui foi só a minha concentração na tarefa?- perguntei, devolvendo a ele um outro sorriso safado (ou uma tentativa, pelo menos). 

Precisava saber o que estava acontecendo.. Ficamos nesse 0 a 0 há muito tempo já, queria ver se isso era realmente o que eu imaginava ou se era só coisa da minha cabeça. 

-Depende, o que você quer eu responda? Você que manda, princesa.- respondeu, me deixando sem palavras e ainda mais vermelha do que antes. Aquilo estava mesmo acontecendo? Era errado, mas só de pensar já me dava calor. 

Marcos tinha esse jeito vagabundo que herdara de seu pai. Inacreditável esse sorriso que dava vontade de bater e beijar ao mesmo tempo. Uma cara de sínico mas carinhoso. O cabelo escuro e jogadinho de lado, nem tão grande e nem tão curto, a pele morena e era muito gostoso... Como era gostoso... Continuando: tinha olhos grandes e amendoados, profundos e bastante perturbadores, pra dizer a verdade. 

Após sua resposta que me deixou aparentemente sem reação, ele se aproximou, tirando o lápis que estava em minhas mãos e colocando em cima da bancada atrás de mim, junto com o resto do meu material. 

-O que você está fazendo?- perguntei já me contorcendo de tanto calor que estava me dando e me fazendo de inocente. 

-O que você acha?- me perguntou já aproveitando que seu braço passou por trás de mim para alcançar a bancada e já pegou firme na minha cintura com ele mesmo. 

-Isso não é certo, Marcos, e se alguém aparecer?- perguntei torcendo para que ele não me ouvisse e continuasse, mas fazendo meu papel de "boa moça". Quem eu queria enganar? Estava louca para ele me beijar logo. 

-Você não quer?- perguntou bem perto do meu ouvido e com um tom ainda mais sedutor que o normal. 

-Não é isso, é que...- Não consegui nem terminar de falar e ele já havia me agarrado e me dado um beijo tão bom que não queria nem respirar pra não me desconcentrar, queria lembrar daquele beijo com todos os seus mínimos detalhes pro resto da minha vida. 

Dei uma pausa e pedi, quase sem conseguir falar, para que ele pelo menos fechasse a porta. Assim ele fez, enquanto eu sentava na minha cama (não conseguia nem ficar de pé de tão bambas que minhas pernas estavam). 

Quando se virou para mim novamente e me viu sentada na cama, viu uma brecha para fazer as coisas evoluírem e já veio da porta com um sorrisinho safado em seu rosto, me derrubando na cama e deitando sobre mim, já iniciando um beijo envolvente e lento. 

Parei novamente o beijo quando ele tentou, depois de uns 5 minutos se beijando, colocar a mão por dentro da minha camisa. 

-Opa, meu bem, vamos com calma.- falei e dei uma risadinha, o que o deixou claramente com mais vontade de me foder. 

-Desculpa, é que você está me deixando louco há tempos. Desde o dia na praia, você com aquele biquini preto, bemm pequeno, por sinal... Ah, você estava maravilhosa. Mais do que o normal.- disse ele, dessa vez não mais com o sorriso safado no rosto, mas um sorriso tímido onde mostrava quão lindos e branquinhos eram seus dentes. 

Eu não resisti e tive que beija-lo antes de conseguir responder qualquer coisa. 

-Eu realmente não sei o que dizer, eu realmente notei algo diferente, mas... Nunca poderia imaginar.- disse meio insegura, sem saber bem o que deveria falar. 

Marcos foi embora depois de um tempo e eu fiquei pensando a noite toda no que acontecera, sem ao menos acreditar. Como eu... Como nós fizemos aquilo?


Notas Finais


Como será dali pra frente? Malu e Marcos conseguirão manter isso tudo em segredo do resto da familia? Será que continuarão se encontrando?


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