História It couldn't happen... - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Policial, Romance, Sexo, Suspense
Visualizações 17
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aqui vai mais um capítulo, espero que gostem. Beijinhoss

Capítulo 3 - É agora...


Passaram-se mais 6 meses e aqueles encontros iam se repetindo com uma certa frequência, a ponto de eu não saber mais dizer o que sentia em relação a ele. 

Hoje era meu aniversário, estava muito feliz, adorava fazer aniversário, me sentir cada vez mais velha e livre. 

Assim que abri os olhos, já com um sorriso no rosto, dei de cara com Marcos me olhando, sentado em uma cadeira ao lado da minha cama. Ele tinha essa mania de me pegar de surpresa e me assustar sempre, talvez um dia eu me acostume. 

-Bom dia, Marquinhos!!!- disse sorridente e já pulando da cama. 

-Bom dia, princesa. Dormiu bem?- perguntou. 

-Muito bem, estou ótima. E você, como dormiu?- respondi, e, antes que ele tivesse a chance de responder, continuei -Você sabe que dia é hoje?- olhei com esperança de que ele soubesse a resposta. 

-Claro, hoje é dia 5 de fevereiro.- respondeu com uma carinha sínica.

-Você 'tá' brincando, né?!- sim, ele me deixou com raiva no dia mais feliz do ano. Ele me tira do sério. 

-Claro que estou, princesa. Hoje é o dia da garota mais linda que eu já vi. Parabéns, Maluzinha!- disse enquanto me observava com meus longos cabelos escuros e ondulados meio bagunçados, um pijama que mostrava bastante o meu corpo e meu sorriso mais lindo. 

Corri e pulei nele, dando um abraço bem apertado e, como um impulso, dei-lhe um beijo longo e mais envolvente que o normal enquanto estava sentada em seu colo de frente pra ele. 

O que eu estava pensando? Pois é, nada, eu só... Precisava daquele beijo. Foi um ótimo jeito de começar o meu dia, admito. 

-Calma, princesa.- disse ele em meio a um sorriso. -Mais tarde a gente termina isso...- sussurrou se levantando comigo em seu colo, com as pernas entrelaçadas em sua cintura. Quando a nonna bateu na porta, já entrando. 

-Que lindos vocês dois tão próximos, me lembram seus pais quando crianças... Sua mãe, Malu, estava sempre implicando com seu tio, mas estavam sempre juntos. Que saudades dessa casa cheia de crianças... Enfim, não foi pra isso que eu vim, só vim lhe dar os parabéns e desejar tudo de melhor na sua vida. Você merece o mundo, minha bonequinha de ouro.- disse me puxando de meu primo, que nessa hora já tinha me colocado no chão mas ainda me abraçava e me dando um forte e demorado abraço e em seguida, saindo do quarto emocionada. 

-Temos que tomar cuidado!- exclamei assustada. 

-Essa foi por pouco, mas tudo bem, pelo menos não fomos pegos. Até mais tarde, princesa.- sorriu, me deu um beijo e saiu pela porta. 

Esse dia tem tudo pra ser ótimo. Suspirei. 

Mais tarde, quando acabaram as aulas, Jasmin, minha melhor amiga, me chamou pra ir em sua casa e depois darmos uma volta no shopping. Inocentemente eu fui, sem saber o que ela e minha família planejavam pra mim. 

Voltando pra casa, dei de cara com todos os meus amigos (que não eram muitos devido ao pouco tempo que havia vindo para o Brasil), minha família, inclusive meu pai Roger e minha mãe Luna, que haviam vindo da Italia para me fazer uma surpresa e passariam os próximos 2 dias aqui. Realmente, meu dia foi maravilhoso, melhor do que eu imaginava, embora não tivesse rolado mais nada com Marcos pois a família toda estava na minha cola. 

2 dias se passaram até que meus pais foram embora... Era dia 8 de manhã, um dia triste para todos... Fazia um ano que meu tio Diego estava preso e todos morríamos de saudades dele. Mesmo com pouco tempo de convívio, ele já me convencera de que era uma pessoa maravilhosa e de um coração enorme. 

Procurei por Marcos em todos os lugares. No seu quarto, na sala, na cozinha. Só havia mais um lugar onde ele poderia estar que eu ainda não tinha vasculhado... A antiga casa dele e do meu tio. Lá fui eu, ainda meio bagunçada por ter acabado de acordar, mas com um vestido azul claro que Marcos havia me dado em meu aniversário. Esperava que isso o deixasse mais alegre. 

Bati na porta e Marcos só me disse um triste "pode entrar", sem ao menos olhar para trás para ver quem chegara. Corri e o abracei quando vi as lágrimas caindo em seu rosto. Nunca tinha visto Marcos daquele jeito. 

Alguns minutos se passaram e ficamos ali, imóveis e em silêncio, apenas nos lembrando de meu tio e de como eles eram felizes ali naquela casa. Nada havia sido tirado do lugar, estava do jeito que eles tinham deixado em seu último dia ali, exceto pelo cheiro de mofo e a quantidade de poeira no lugar. Ninguém ia muito ali, pois ficávamos tristes de lembrar do ocorrido. 

Depois de longos e perturbadores minutos, Marcos virou pra mim e ficou me encarando enquanto minhas bochechas iam se avermelhando cada vez mais. Era um olhar de desejo, de saudade... De amor. 

-Você está linda... E o vestido... Eu adorei, obrigada!- disse-me abrindo um leve sorrisinho. 

-Obrigada, me vesti especialmente para você.- sorri de volta. 

-Malu, me beija.- disse e ficou parado, só me olhando sentado no chão, na minha frente. 

Obedeci. Sentei em seu colo, botei as mãos em sua nuca, olhei pra ele, abri um sorriso e lhe beijei. 

O beijo foi ficando cada vez mais quente, ele acariciava minhas coxas grossas e minha bunda, apertando-as tão forte que as vezes eu soltava uns leves gemidos, que soavam mais como miados. 

Senti suas mãos subindo pelo meu vestido até as minhas costas, enquanto ele me dava leves arranhões que, embora suas unhas não fossem grandes, estavam me deixando com muito calor. 

-Marcos... Alguém pode apare...- tentei dizer quando ele me cortou. 

-Hoje é domingo, Malu, vovó foi para a missa e seu irmão dormiu na casa de um amigo, lembra?!- disse bem perto do meu ouvido sem parar de me arranhar e apertar. 

Não aguentei e deixei-o conduzir a situação. Não conseguiria evita nem se quisesse. Ele era tão sedutor e irresistível. Simplesmente me entreguei. 

Eu era virgem e tinha medo de não saber o que fazer, ou não gostar, ou sei lá, de doer.  Decidi falar pra ele. 

-Marcos, eu preciso te avisar que sou virgem, não sei o que fazer ou, não sei, tenho medo.- falei enquanto ele beijava-me o pescoço. Ele parou na mesma hora e olhou pra mim, tirando uma mecha de cabelo que estava no meu rosto. 

-Só relaxa, princesa. Não vamos fazer nada que você não queira ou que te deixe desconfortável.- sorriu e me deu um beijo na testa, me deixando um pouco mais confiante e me fazendo acreditar que tudo daria certo. 

 


Notas Finais


Será que Carol perderá sua virgindade? Alguém aparecerá para atrapalhar os dois? Como ficarão se realmente rolar?


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