História It couldn't happen... - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Policial, Romance, Sexo, Suspense
Visualizações 13
Palavras 604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse ficou um pouco mais qunte kkk. Beijinhoss.

Capítulo 4 - A primeira vez


Marcos se levantou me carregando em seu colo até a cama, mas sem parar de me beijar para isso. 

-Marcos, essa era a cama de seu pai, você tem certeza?- perguntei com um certo receio de estragar tudo. 

-Eu só preciso de você, Malu. Não importa onde. 

Nos beijamos até que ele me sentou e começou a abrir os botões do meu vestido enquanto me dava leves chupões no pescoço, me fazendo dar uns gemidos baixos. 

Quando terminou de abri-lo, olhou para meu rosto e viu como eu estava excitada, mesmo que bastante nervosa. 

Começou bem devagar, beijando meu colo e descendo lentamente até chegar em meus seios que não eram muito grandes, mas eram bonitos e firmes, e que estavam ainda mais durinhos devido ao tesão que estava sentindo. Deu leves mordidinhas e uns chupões mais fortes, que me deixaram com algumas marcas roxas, inclusive. Desceu mais até chegar na barriga, onde começou a me lamber e beijar, sem pressa alguma, como se tivéssemos a vida inteira para ficarmos ali, só nós dois, sem nos preocuparmos com mais nada. 

Era agora, ele chegou onde queria. Me provocando, espalhou beijos pela minha virilha e pela parte interna das minhas coxas. Mordeu minhas coxas me fazendo gritar... Não sabia o que estava sentindo, mas era maravilhoso. Ao olhar para minha calcinha, notou que eu já estava molhada e deu um sorrisinho como se estivesse gostando do que via. Tirou minha calcinha delicadamente e me olhando nos olhos, o que me deixou louca. 

Iniciou me dando beijos no clitóris enquanto segurava minha mão e me ouvia gemer loucamente. Com a outra mão, separou meus lábios e introduziu sua língua entre eles, o que me fez gemer tão alto e intensamente que lhe fez dar um sorrisinho de satisfação. Não demorou muito para que eu gozasse. Ele lambeu toda a região e subiu para me dar um beijo, para que eu também sentisse o gosto da resposta do meu corpo a toda aquela excitação. 

Agora era a hora. Ele me olhava enquanto tirava sua calça e cueca e eu não conseguia me mexer, só olhava para ele querendo mais. Quando acabou, deitou sobre mim pressionando seu membro contra o meu, o que me deixava louca, e me beijava lentamente. Se ergueu um pouco e começou. Leves estocadas, e, agora, eu não mais gemia, eu gritava de prazer e dor, mas uma dor boa. Eu não queria parar. Ele foi aumentando gradativamente as estocadas e meus gritos aumentavam junto. Eu gozei novamente e depois de alguns segundos, ele gozou também, soltando um gemido alto e excitante. Não estávamos preparados para isso, então não levamos camisinha, mas como eu tomava anticoncepcional, não me importei muito. Sentia seu gozo escorrendo pelas minhas pernas. Passava os dedos e chupava-os, claramente deixando Marcos louco. 

-Você quer tentar?- perguntou ele olhando para os meus dedos e com cara de excitado com aquilo. 

-Claro.- respondi engatinhando em cima da cama até chegar em seu pau enquanto ele olhava hipnotizado para minha bunda, que era grande e redondinha, assim como a de minha mãe. 

Dava lambidas em sua glande e ia descendo, até que comecei a chupa-lo devagar, fazendo-o gemer. 

-Vai, Malu, me chupa...- disse jogando a cabeça para trás de tanto prazer. 

Obedeci e abocanhei seu pau, sem pensar se estava fazendo certo ou não, apenas fiz. Em alguns minutos ele gozou na minha boca. Sem saber o que fazer, engoli tudo olhando para ele. 

Quando acabei, deitei em seu peito e nos cobrimos. Os dois com sorrisos idiotas no rosto, olhando para o teto e sem conseguir acreditar em como aquilo foi bom. 

 


Notas Finais


O que acontecerá dali pra frente? Rolará algum sentimento entre os dois? Como as pessoas reagiram?


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