História It couldn't happen... - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Policial, Romance, Sexo, Suspense
Visualizações 10
Palavras 680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Acho que minha criatividade tá boa hoje... Vamos ver no que vai dar. Beijinhoss.

Capítulo 5 - A confusão


-Você tem certeza que foi sua primeira vez?- perguntou Marcos quebrando o silêncio que já durava alguns minutos e sorrindo pra mim. 

-Absoluta.- respondi com uma cara que mostrava ser óbvio que eu tinha certeza.-Por que?

-Por nada, é que você... Você foi incrível. Não tenho palavras pra descrever o quanto foi bom.- disse e virou pra mim. 

Não consegui pensar em nada para responder no momento, só consegui sorrir. Com carinha de apaixonada e boba, virei-me para ele também. O que ele estava fazendo comigo? Eu nunca tinha me apaixonado antes. 

-E você, gostou?- falou tão perto de mim que senti até um arrepio quando sua voz entrou em meus ouvidos. 

-Foi... Maravilhoso... Eu nunca senti nada parecido antes. Obrigada! 

-Eu que agradeço por confiar em mim. Eu poderia fazer isso o dia todo, todos os dias.- gargalhou. 

-Não sei se tenho forças para fazer todo dia, mas para sentir isso tudo outra vez, estou disposta a tentar. 

Beijei-o como de costume, mas agora senti mais carinho, confiança, delicadeza e amor. Adormeci. 

Nonna Luzia bateu na porta, como sempre, já entrando. Como estávamos cobertos, nonna nem reparou que estávamos completamente nus. Estava dormindo, então nem vi, mas pelo que Marcos contou, eles tiveram uma conversa curta. 

-Marcos, acabei de chegar da missa, vou preparar o almoço. Assim que Malu acordar, leve-a para comer. 

-Tudo bem, vovó, levo, sim. 

-Eu já disse que amo ver vocês dois assim?- sorriu orgulhosa. 

-Sim, vovó. Várias vezes.- caíram na gargalhada, e ela foi embora. 

-Eu também amo ver a gente assim, vovó... E como amo- disse Marcos para si mesmo enquanto alisava meus cabelos. 

~

Um tempo depois, quando acordei, Marcos ainda me olhava. Não me contive e dei um sorriso. Como queria acordar assim todos os dias. Beijei-o. 

Como prometido, Marcos ajudou a me arrumar e fomos almoçar. Não conseguia evitar os sorrisos que me escapavam sem que me desse conta e meus olhos que procuravam por Marcos a todo o momento na mesa. Como todo domingo, a família, que era bem grande, se reunia toda para o almoço. Tinha medo que percebessem alguma coisa, já que Marcos também não conseguia se controlar e me olhava com um sorriso lindo. 

Fizemos uma prece antes do almoço para Diego que tinha ainda mais 6 meses pela frente. Ficamos todos muito emocionados. 

Após comermos, deixamos a família tagarelando na mesa e fomos, eu e Marcos, para perto de onde ficavam os animais. Ele tinha um semblante triste por se lembrar novamente do pai. 

-Sabe o que é? Quando estou assim com você, consigo até me esquecer dos meus problemas e de como a vida é ruim sem ele. Mas quando você vai embora, volto à realidade e tenho que encarar a vida novamente. É muito difícil. Você não sabe o quanto eu preciso de você na minha vida, Malu. 

-Não fique assim, meu bem. Onde quer que ele vá, ele nunca vai esquecer você. Ele fez de tudo pra que você tivesse uma vida boa, só escolheu um caminho ruim para isso. Vamos estar sempre aqui. Ele te ama. Eu te amo.- saiu sem querer, não consegui evitar, quando vi, já tinha dito. Ele parou de alimentar seu cavalo na mesma hora e se virou pra mim, com cara de surpreso enquanto minhas bochechas coravam. 

-Você... Me ama?- perguntou meio sem jeito. 

-Claro, você é meu primo e...- ele me cortou antes que eu concluísse. 

-Não, Malu, não é disso que estou falando. Você me ama?- perguntou mais uma vez. Ele sabia que eu tinha entendido a pergunta, então não explicou nada. -Porque eu te amo, mas tive medo de falar e... Não sei, te assustar.- respondeu quando viu que eu realmente não falaria nada, só ficava olhando pra ele, com meus olhos castanhos-mel arregalados e desconcertados. 

-Eu... Eu...

-Ah, aí estão vocês, procurei por toda a parte. Vamos, está na hora da sobremesa.- ouvimos uma voz conhecida. Era o tio Henrique. 

Me virei rapidamente e fui andando em direção à casa, sem saber o que dizer, pensar ou fazer, deixando Marcos para trás. 

 


Notas Finais


O que Malu sentia por Marcos? Ela o amava? O que aconteceria com os dois agora?


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