História It couldn't happen... - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Incesto, Policial, Romance, Sexo, Suspense
Visualizações 12
Palavras 873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Resolvendo os problemas


Logo pela manhã, escutei alguém bater na porta. Nem lembrava que horas consegui pregar os olhos. Acordei com o rosto inchado de tanto chorar e passei uns 2 minutos tentando me lembrar como tudo aquilo aconteceu, quando ouço novamente bater na porta. 

-Malu, me deixe entrar.- era Marcos. Eu não sabia se queria falar com ele. Na verdade, eu sabia, mas não sei se conseguiria evitá-lo por muito tempo mais. Precisava conversar com ele pra entender o porquê daquilo. O que havia realmente acontecido com ele, mas, ao mesmo tempo, eu queria matar aquele desgraçado. 

-Ok, estou entrando.- ouvi novamente sua voz quando a porta se abriu. -Por que não me responde se está acordada?- perguntou me olhando desde a porta até chegar bem perto da minha cama. 

-Não chegue mais perto. Por que você está aqui? Eu não quero conversar com você. Como você disse ontem, eu não sou sua mãe. A gente não tem nada para conversar.- disse rapidamente e até meio enrolado, mas em um tom bem rude. 

-Malu, não aja assim, eu sei que você quer conversar. Não se esqueça que eu te conheço. Muito bem, por sinal.- disse dando um sorriso safado. 

-O que você quer, Marcos?

-Eu vim te dizer que ela foi embora naquela hora. Eu não quis mais nada, você acabou com o clima...

-O que eu tenho com isso?- interrompi. 

-Me deixe terminar de falar que você vai saber!- falou, me calando na hora. -Voltando... Eu não iria fazer nada com ela, só queria que você sentisse ciúmes, e eu sei que funcionou. Nós sabemos. Então por que não admite logo o que sente e vamos foder agora mesmo, aproveitando que não tem ninguém em casa e a gente pode gritar à vontade. 

-Você 'tá' louco? Eu tô querendo te matar, não foder com você. Vai embora, Marcos. 

Ele se aproximou de mim que nesse momento ja estava de pé, me preparando para entrar no banho, me agarrou pela cintura e meu deu dois beijos no pescoço antes que eu o empurrasse. 

-Qual parte do vai embora você não entendeu?- falei com muita raiva, mas claramente balançada. 

-Você vai ser minha.- disse, sorriu e desceu as escadas. 

Eu estava morrendo de raiva. Não é possível que ele fosse tão irresistível e tão babaca. Qual o problema daquele garoto? 

Entrei para o meu banho e, antes de tirar toda a roupa, notei que minha calcinha já estava molhada. Como ele faz aquilo sem mesmo me tocar direito? Babaca. 

Quando terminei, vesti um short de pijama bem curto e uma blusa branca, apertada e sem sutiã. A blusa era meio transparente, então dava pra ver certinho o bico do meu peito. Antes de descer para provocar Marcos, que estava na sala vendo filme, resolvi ligar para Jasmin e pedir desculpas. Graças a Deus ela se lembrava pouco do que acontecera, então ficamos bem. Isso tudo foi plano de Marcos e eu, como ficava muito tensa em relação a isso, não contei nem pra ela do meu rolo com meu primo. As famílias por ali eram bem tradicionais e cheias de regras, principalmente a minha, então não queria que ninguém soubesse. 

Desci as escadas cantarolando uma música que nem me lembro mais, era só para chamar atenção.

Assim que cheguei na sala, vi que Marcos não conseguia desviar seu olhar de mim, esquecendo até do filme que estava vendo. Como meus cabelos estavam molhados, pingavam na minha blusa e deixavam-na ainda mais transparente. Marcos estava louco em mim e veio andando na minha direção. 

-Você está...

-Linda, eu sei.- interrompi. 

-Eu ia dizer gostosa, irresistível, mas linda também serve. 

Marcos sabia ser bem babaca quando queria (quando não queria, também, na verdade), e eu adorava isso. 

-Sim, isso tudo, também. Com licença.- falei andando em direção à cozinha. 

Marcos me seguia, ainda meio boquiaberto, sem saber bem o que falar. 

Comi uns morangos que tinham ali com chocolate, e quase fiz Marcos morrer de tesão, só me olhando da porta. Quando acabei, fui lavar minha louça e, "acidentalmente" molhei toda a minha blusa. A ideia era enlouquecer Marcos e resistir, mal olhar pra ele, mas estava difícil. Só de olhar pra ele e ver aquela cara de safado e imaginar tudo o que a gente podia fazer, já me deixou muito excitada, então eu desisti por ver que não conseguiria e resolvi voltar para o meu quarto. 

Quando ia passando por ele na porta da cozinha para ir para o quarto, ele me agarrou e me botou contra a parede. 

-Onde você pensa que vai? Achou que ia fazer tudo isso e eu só assistiria? Você não sabe do que sou capaz, Malu. Você está brincando com fogo.- disse bem perto de meu ouvido enquanto ainda me segurava na parede com os braços para cima. 

-Eu não fiz nada, você que fica louco e não resiste à mim. Admita. 

-Eu admito. Você me enlouquece, garota. -disse isso e em seguida deu vários chupões com vontade no meu pescoço, que ficou com marcas enormes. Não aguentei e gemi. Isso foi o suficiente pra ele realmente enlouquecer e mostrar que ia valer a pena todo aquele volume que eu fiz subir em sua calça, sem sequer ao menos toca-lo.


Notas Finais


Será que vai rolar de novo ou Malu irá resistir? Ela realmente queria resistir ou foi tudo um plano para não ter que admitir que ela estava louca para isso?


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