História It Could've been Great - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Steven Universe
Personagens Ametista, Buck Dewey, Cebola, Connie, Creme Azedo, Garnet, Greg Universo, Jasper, Lápis Lazuli, Leão, Peridot, Pérola, Ronaldo Fryman, Steven Quartzo Universo, Stevonnie
Tags Connie, Steven, Steven Universe, Stevonnie
Exibições 16
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EEEEI!

Espera aê! antes de me perseguirem pela demora, saibam que eu só demorei porque estava ocupado com a escola. E CONTINUO MUITO. (Na verdade eram dois problemas, falta de tempo e inspiração) Mas essa noite veio um suspiro de vontade de escrever e esse capítulo nasceu.

Planejava deixar ele inteiro sem falas, mas como era capítulo de reconciliação percebi que era impossível. Enfim, espero que gostem e boa leitura! o/

Capítulo 6 - Amor e Amizade


Connie não sabia onde estava, as luzes penetravam a escuridão do seu interior lentamente. Com o passar do tempo as luzes se chocavam e criavam cores e imagens que ela nunca tinha visto. As cores se chocavam em raios de luz e as imagens se ligavam em ritmos de música.

Esse era o seu interior naquele momento: colorido, decorado, bem estruturado. Seus sonhos pareciam cair em devaneios, do pico do infinito para as ruínas da solidão. A queda foi rápida e dolorosa, mas conseguiu se levantar com o tempo. Subiu as rochas espinhosas com dificuldade e conseguiu chegar as luzes novamente, eram seu farol, seu guia.

Ao ser abraçada por aqueles raios de luz, acordou. Sentiu-se deslocada, a cabeça tonta e o corpo dolorido. Precisou de alguns minutos para recuperar as forças e sair da cama. Olhou o quarto por alguns instantes, olhou o banheiro, olhou os armários. Ficou muito triste por Steven ter ido embora sem dizer nada.

Apenas entrou no banheiro e tomou uma ducha demorada. Vestiu outras roupas, penteou os cabelos e desceu as escadarias. Enquanto sentia os pés tocarem a maciez do cedro da escada inalava o cheiro doce e inconfundível do café e dos pães de sua mãe.

Seguindo os rastros das guloseimas, sentou na mesa e viu a mãe animada preparando ovos com bacon, panquecas, bolos e muitas outras iguarias.

Connie pôs um sorriso no rosto e perguntou o porquê de tanta comida, e ela pareceu rir, dizendo que tinham uma visita.

Mas a garota ficou pra baixo novamente e disse que Steven havia ido embora sem dizer nada antes dela acordar. A mãe ficou surpresa, mas apenas pôs o resto do café na mesa e começaram a comer, sem tocar mais no assunto.

Depois de tomar o café, Connie pegou uma bolsa cheia de livros e cadernos no sofá, em seguida levando as chaves do carro da casa.

Pryanka mostrou protesto, mas ela simplesmente ignorou e foi em direção a garagem. Entrou no carro, pôs a bolsa na cadeira do carona e saiu do compartimento, indo em direção a Beach City.

Foram alguns minutos na estrada, até chegar ao destino. Parou em frente ao lava carros para conversar com Greg, com quem não lembrava mais da última vez que conversaram. Acabou por vê-lo dançando Madonna com um cabo de vassoura. Risadas a parte, colocaram o papo em dia e falaram sobre Steven.

O homem ficou surpreso ao saber das coisas que haviam acontecido, sabia que Connie havia entrado em coma, mas não sabia de todos os detalhes por trás da história. Apenas sorriu e disse pra ela ir dar um puxão na orelha do Steven, pois desde criança ele é cabeçudo e não sabe correr atrás da própria vontade.

A garota ficou animada após a conversa, deu outro abraço nele, e partiu em direção a casa de praia. Parou o carro na areia e saiu correndo em direção ao tal lugar, subiu as escadas e pôs-se em frente a porta. Exitou em bater por alguns instantes, mas acabou por fazê-lo. Depois de alguns minutos, viu Steven abrir a porta com uma expressão surpresa.

Foram apenas alguns segundos em silêncio, mas que pareceram infinitos. O sentimento que ambos compartilhavam era a vergonha, mas Steven sentia-se triste e culpado, e Connie sentia-se confusa e alegre.

A garota parou por tomar partido e deu um puxão na orelha de Steven, dando uma gargalhada em seguida. - Não sabe o quanto eu esperei pra fazer isso! Doeu muito, sabia?

Após a frase, viu ele corar dos pés a cabeça e apenas sair da frente da porta, como que dizendo "Entre".

Ela sentou no sofá e viu o rapaz trazer alguma bebida para ela, parecia alguma vitamina. Bebeu um pouco e suspirou, enfim "mandando a bomba" - Então, como é? A gente fica quatro anos sem se falar por um mal entendido idiota, ficamos de mal por quase um mês, e na noite que fazemos as pazes e esclarecemos tudo, INCLUSIVE fazendo uma coisa que eu não planejava tão cedo, você sai de fininho antes de eu acordar? Me explica que eu tô perdida. - Apesar de parecer comediante, realmente estava confusa.

Steven apenas cobriu o rosto com as mãos - Eu, não sei. Tem algo de errado comigo. Eu... te amo tanto, mais do que tudo na vida. Fico louco de alegria só de ouvir você falar, só de saber que você está do meu lado. E por isso, não consigo me perdoar... por tanto sofrimento que você passou, por minha causa!

Connie respirou fundo, pensando em como explicar tudo pra ele. - Steven, por favor, pare com isso. Eu nunca vou deixar de te amar, nunca vou ter rancor por esse incidente. Você mudou a minha vida, eu era apenas uma garota solitária vivendo a base de regras. Quando te conheci, comecei a mudar, me tornei quem eu sempre quis ser, mas que nunca tive a chance de ser.

Steven ouvia tudo com atenção, ainda parecendo insatisfeito. - Eu sei disso, mas... eu não consigo parar de pensar nisso, fica impossível ficar do seu lado sem lembrar de tudo que houve.

Ela então derrubou ele no sofá e encarou seus olhos por alguns instantes, dando um beijo prolongado em seus lábios, um beijo quente e gelado ao mesmo tempo. O amor e compaixão de Connie estavam dominando o toque dos interiores, enquanto a tristeza do rapaz era aquecida. Steven estava congelado, mas o calor da companheira era tão grande, aquecia. Com o tempo Steven tomou o controle do beijo, mas quando estavam no ápice tiveram que se separar, pois as limitações físicas não permitiram que continuassem.

Ambos riram e ele percebeu - Como eu sou bobo! - Continuou rindo, até segurar as mãos da amiga - Eu sinto muito por toda essa bobeira minha sobre o passado.

Ela enfim sorriu e pôs um sorriso comediante no rosto  - Pois é, como já dizia Rafiki, "O passado pode doer, mas você pode fugir dele, ou aprender com ele!". - Risos foram ouvidos em seguida

E com isso, o amor e a amizade são re estruturados, e mais fortes do que nunca. Mas será que não tem mais nada pra atrapalhar?


Notas Finais


Espero que tenham gostado, foram três (acho) capítulos focados só em Stevonnie. Por isso agora vou dar um BOM hiato neles e partir pras ideias secundárias da fanfic (que estão MUITO interessantes e atrasadas!)

Lembrando que, qualquer coisa que vocês não entenderam, será explicado mais pra frente. Se ainda não foi mostrado, é por que ainda não é hora. Beijos, e (suspiros) HORA DE DORMIR!


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