História It has always been you (emison) - Capítulo 23


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Ashley Marin, Bethany Young, Byron Montgomery, Caleb Rivers, Carla Grunwald, Cece Drake, Courtney DiLaurentis, Darren Wilden, Dean Stavros, Dianne Fitzgerald, Dr. Rollins, Ella Montgomery, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Garrett Reynolds, Hanna Marin, Holden Strauss, Ian Thomas, Isabel Randall Marin, Jackie Molina, Jason Dilaurentis, Jenna Marshall, Jessica DiLaurentis, Kate Randall, Lorenzo Calderon, Lucas Gottesman, Maya St. Germain, Melissa Hastings, Meredith Sorenson, Mike Montgomery, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Paige McCullers, Pam Fields, Personagens Originais, Peter Hastings, Samara Cook, Sara Harvey, Shana Fring, Spencer Hastings, Sydney Driscoll, Toby Cavanaugh, Tom Marin, Veronica Hastings, Wayne Fields, Wesley Fitzgerald, Wren Kingston
Tags Aria, Bebê Emison, Buttahbenzo, Caleb, Emison, Ezra, Ezria, Haleb, Hanna, Pll, Prety Litlle Liars, Sasha Pieterse, Sashay, Shay Mitchell, Spaleb, Spencer, Toby
Visualizações 469
Palavras 2.331
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - Everything is resolved


Fanfic / Fanfiction It has always been you (emison) - Capítulo 23 - Everything is resolved

POV ALISON

__Ali você e a Pam precisavam vir para Nova York... - tom cabisbaixo

__Por que? O que aconteceu? – já penso o pior, fico nervosa. – Hanna, pelo amor de Deus, me responde...

__A Emily, ela... Ela está sendo operada, Ali... Você precisa vim...- choro, ao ouvir suas palavras meu mundo desabou, a mulher da minha vida nesse momento está sendo operada, eu não acredito nisso.

__Ai meu Deus... Meu Deus... - meu choro ia está descompassado, pego minha bolsa e a babá está com a Clhoe, vou descendo as escadas até chegar em meu carro destino a casa da Pam.

__Alison? Alison?

__ Hanna... Me diz que é uma das suas hannices? – minha voz saiu fraca carregada de choro. – O que aconteceu?

__ estamos em Nova York, liguei para o piloto amigo do Caleb ele vai te buscar de jatinho... Eu tô no hospital, a Emily... - choro

__ Hanna fala logo!!! - gritei

__ Ela foi baleada... Vocês precisam vir pra cá...__ Espero vocês aqui... - Ali já tinha desligado antes de eu terminar de falar.

Desligo sem ao menos ouvir Hanna, chegando na casa da Pam, eu lhe dei um abraço apertado e ela retribuiu da mesma forma, seguimos para meu carro, rumo a pista de vôo próxima, chegando lá o jatinho já estava a nossa espera pois o motor estava ligado, entramos no pequeno helicóptero e seguimos demorou quarenta minutos e chegamos eu e Pam estávamos aflita, mais claro eu demonstrava mais, mais vinte minutos de carro e chegamos ao hospital, eu subir correndo e Pam me seguia, na sala de espera não estava ninguém só um monitor velho passando notícias, olhei para o monitor acima, o jornal local anunciava o ocorrido, agora todos saberiam.

"Há pouco mais de meia hora, uma estudante universitária e professora, filha de Pâmela Fields e do falecido Wayne Fields, Emily Catherine Fields, foi baleada em umas das ruas menos freqüentadas de nova York, pelo filho da advogada Anne Fitz Gerald e do empresário Jorge Fitz Gerald, a causa da tentativa de homicídio é desconhecidas aínda. O estado de saúde da estudante e professora é considerado grave, de acordo com o que foi relatado no local..."

Tirei a atenção do noticiário, fechei meus olhos tentando parar de chorar, um filme passava por minha cabeça, repetidamente. Encostei a cabeça na parede, as lágrimas passeavam pelo rosto, comecei a fazer uma oração. Não sei quanto tempo passou, escutei passos apressados e abri meus olhos.

__Meninas... – levantei e fui abraçada por Hanna e Aria, que tinham os rostos molhados.

__Eu não acredito que isso está acontecendo... – Aria falava com a voz arrastada.

__ .... Como? – os meu lábios de tremiam.

- Foi horrível... – Hanna não consegui dizer mais nada.

Aria encostou a testa na parede, Hanna e eu sentamos lado a lado, um silencio angustiante se instalou, o desespero só aumentava, a falta de notícia era torturante. Parecia que o tempo estava brincando com a gente, ele parecia se arrasta. Ouvimos passos e imediatamente viramos na mesma direção.

__ Pam... – levantei. Logo atrás, Caleb e Toby.

__Acabamos de falar com o médico... – Pam tinha dificuldade na fala, olhos estavam vermelhos, assim como de todos.

- O que ele falou? – Hanna se apressou. – Ela vai ficar bem, não vai? – Hanna se apoiava na parede, Aria fixava um ponto qualquer.

__Pelo amor de Deus... Fala alguma coisa!! – eu supliquei.

__Duas balas a atingiram... – ela sentou, tendo a atenção de Hanna, Aria e eu. – Uma atingiu o braço, mas a segunda... – lagrimas escorriam pela face daquela mulher. – A segunda atingiu a cabeça... Será uma longa cirurgia... Longa... Minha filha... Não faz isso comigo...  – ela começou a chorar e foi abraçada por mim e pelas meninas.

O clima não poderia ser pior, para onde eu olhava, havia alguém chorando, eu não conseguia, eu não queria acreditar que tudo aquilo realmente estava acontecendo. Teríamos que esperar oito longas horas para saber o resultado da operação. Só de pensar que ela poderia... Isso não iria acontecer, não mesmo. Ainda tínhamos uma vida pela frente, ela não vai de me deixar agora, nem pensar.

__Meu amor, não faz isso... Por favor, não faz... Seja forte, eu prometo que nós vamos ser felizes... Volta pra mim... Em, não ouse ir... - falei baixo

O meu celular tocava insistentemente, não quis saber de quem se tratava, Hanna que havia saído em silêncio, e retornou. Sentou ao lado da Aria, a beijou com carinho no rosto.

__ Spencer está bem, logo poderá receber, visitas ela só está com uma anemia leve, Melissa irá vim busca-la, os pais dela não poderão vim pois estão na China... e o médico disse que ela está se culpando... – Hanna olhava fixo.

__Mas ela não tem culpa de nada... Ela é só mais uma vitima. – Aria se pronunciou e eu apenas ouvia a conversa.

__Eu não... – os olhos de Hanna imediatamente ficaram úmidos e ainda mais vermelhos.

__Elaa vai sair dessa... Nossas meninas são fortes... – Aria abraçou a Hanna. Senti meu celular vibrar e novamente não dei importância,

Depois desse momento, passamos a esperar angustiantes oito horas, deveriam ser mais de oito e meia da noite, tomava o meu vigésimo copo de água, quando finalmente um médico feio falar conosco, ficamos todas de pé com uma ansiedade quilométrica. Pam tomou a frente da conversa.

__E então, não precisa ocultar nada. – Pam estava muito abatida.

- Sr Fields, sou o doutor Carlos Saraiva, é um prazer conhece-lo, infelizmente nessas circunstancias. __ um breve cumprimento. - A cirurgia foi considerada um sucesso... – o ar preso em meus pulmões saiu com força. – Os projeteis foram retirados, felizmente o ferimento na região craniana não foi profunda, porém com os seus riscos. As próximas 24horas serão determinantes para saber se haverá sequelas ou outros agravantes. A paciente foi levada para a UTI e seu estado é instável e não poderá receber visitas por enquanto. Alguma pergunta?

__ Não doutor, obrigada por tudo... – Pam acabou abraçando o doutor.

__Só fiz o meu trabalho. – o médico sorriu simpático.

As lagrimas de angustia deram lugar ao alivio, sentei no chão, fechei meus olhos com força, agora era questão de tempo, ela iria voltar. Olhei para o rosto de cada um ali, um sorriso de alivio em cada, Eu puxei Pam para um abraço e Hanna e Aria também puxamos os meninos para o abraço, desfazermos o abraço e resolvo retornar as ligações de quem ligava sem parar, no visor mostrava o número do babá.

__ Oi, Addison? - meu rosto ardia e minha cabeça doía sem parar.

__ Srt DiLaurentis, a Clhoe não para de gritar chamando a senhora. - ela parecia abatida.

__ Addison, eu estou longe agora, tenta acalma-la, por favor passe o telefone para ela? - ela disse que sim e podia ouvir gritos do outro lado da linha, Addison tinha em torno de 41 anos, ela era uma senhora muito simpática, ela tinha muito jeito com crianças por isso decidir que ela cuidaria da Clhoe.

__ mamãe, cadê oxe? - voz da Clhoe do outro lado da linha era mistura de choro.

__ meu anjo, a mamãe tá no trabalho, a Tia Addison vai cuidar de você tá bom? - digo usando meu tom para falar com crianças.

__ mas mamãe.. - Clhoe tinha quase dois anos, ela já entendia bastante coisas, isso me impressionava.

__ a mamãe volta logo tá? Beijos meu amor.

Me despedi e levei o telefone até meu peito, lágrimas desceram involuntariamente dos meus olhos e sinto um abraço apertado me acalmando.

__ você não está sozinha Ali - Hanna me abraçava chorando comigo.

__ Hanna, me perdoa por duvidar de você - falo me referindo a Spencer.

__ você não sabia Ali, quer visita-la?

__ sim, claro, está tudo tão confuso. - sai do seu abraço.

__ vamos até a recepção.. - ela vai saindo e eu acompanho.

A mulher disse que já está aberta a visita mais somente para pessoas da família, Hanna correu para chamar o Toby ele estava desesperado seus olhos estavam inchados.

__ podem subir - a recepção nos libera por vinte minutos e seguimos os três.

Entramos no quarto, e ela estava olhando para janela bem distraída.

__ meu amor!!! - Toby se aproxima a abraçando com cuida e a beijando.

__ pensei que estivesse com a Yvhone - ela sorri fraco.

__ nós sofremos acidente quando você levou tiro, ela infelizmente não resistiu - ele abaixou a cabeça.

__ eu sinto muito... - Spencer sela seus lábios nos do Toby, Hanna e eu preferimos, deixar o momento dos dois apenas observando.

__ Ali? Han? - ela ergue um pouco o corpo e nos aproximamos chorando sem parar.

__ Me perdoa Spencer - falo chorando pegando em sua mão gelada.

__ Ali, não se preocupa você não sabia, ninguém sabia - ela sorri

Ficamos Ali alguns minutos, e o médico pediu para nos retirar.

Eu nunca imaginei que um dia viveríamos uma situação como essa, vemos diariamente situações parecidas na televisão, porém sempre achamos que não vai acontecer conosco, essa com toda certeza é uma forma equivocada de se pensar. O relógio marcava uma da manhã, Aria dormia nos meus braços, Hanna repousava a cabeça no ombro do Caleb.

Não consegui pegar no sono, minha mente estava trabalhando a mil, cogitar a possibilidade de ter perdido a minha doce Em fazia uma espécie de tortura em meu peito, seria um baque muito grande, mas graças à Deus, ela está viva.

__Bom dia... – a voz do médico quebrou aquele momento e todos despertaram na hora.

__Bom dia... – dissemos juntos.

__Bom dia, doutor Saraiva. – Pam que estava em pé ficou a frente.

__Como estar minha filha? – minha filha aguardava a resposta.

__ A senhorita Fields, ainda não despertou, mas está muito bem, para o tipo de ferimento que ela sofreu, retiramos os aparelhos, ela logo acordará. As visitas poderão ser de duas em duas pessoas, se ela continuar com essa evolução em seu quadro, logo deixara a UTI e irá para o quarto. – o médico conclui, um sorriso surgiu no rosto de todos.

__Gostaria de saber doutor, sobre uma possível transferência da minha filha para o hospital particular de rosenwood... – Pam olhou o médico com expectativa.

__ Creio que logo será possível, Senhora Fields sua filha vem se recuperando de forma espantosa, é uma menina forte e logo poderá ser transferida, se assim desejam.

__Obrigada, doutor Saraiva... – Pam cumprimentou o médico com um aperto de mãos.

__ Logo voltarei... – o médico saiu sorridente.

Depois de algumas horas, Caleb iria embora pois houve problema com uma cliente e Toby, iria levar Spencer embora pois Melissa havia chegado, e ela demonstrou certa preocupação pela Em, nos despedimos dela e ficou apenas Hanna aria, Pam, quatro ficamos conversando amenidades, era cinco da tarde, quando o médico chegou afoito aonde estávamos, no mesmo momento nos levantamos.

__O que houve, doutor? – minha Pam ficou nervosa.

__Ela acordou! – ele sorriu.

__preciso da minha Em! – já estava desesperada.

__Ela perguntou por duas moças, mas logo caiu no sono. Ainda está sobre o efeito da anestesia.

__por quem ela perguntou? - eu me apressei

__Alison... E Spencer... – eu coloquei a mão sobre o peito e abri um sorriso gigantesco.

__Podemos vê-la? – Hanna perguntou.

__ sim mais uma por vez.

__ Alison você vai ... - Pam sugeriu

__ Vai logo, loira... Ela quer te ver... – Hanna me olhou divertida

__ Eu...

Nem terminei de falar, sai andando quase correndo, minhas mão estavam suadas, meu coração fora de controle, parei diante da porta. Respirei fundo pela milésima vez naquele dia, não sabia se batia ou apenas entrava.

Abri a porta e o médico estava a examinado, tapando a minha visão dela, entrei, mas permaneci próxima a porta. Não fiz nem um barulho, eu mal respirava.

__ Muito bem, senhorita Fields, pelo que parece a senhorita está muito bem, mas faremos outros exames para obter a certeza. – ele ainda permanecia entre a gente. – A senhorita tem muitas visitas.

__Não pode entrar todo mudo de uma vez? Quero ver todos...

Meu coração falhou ao ouvir sua voz, nesse momento o médico se dar conta da minha presença, a Em esticou o pescoço, e lentamente um sorriso foi surgindo em seu rosto, tenho certeza que o mundo parou nesse momento, meus olhos foram inundados, a gente conversava naquela troca de olhares, só de pensar que eu quase perdi para sempre aqueles olhos castanhos, o peito doía.

__Vou deixar vocês a sós. – nesse momento sai do transe, mas não quebrou o nosso contato visual, o médico passou por mim, fechou a porta.

Meus pés estavam grudados no chão, de repente as palavras fugiram, tantas coisas passando por minha cabeça ao mesmo tempo.

__Vai me fazer levantar? – ela sorriu e como reflexo do seu, o meu apareceu. Caminhei em câmera lenta, olhei cada centímetro do meu rosto. Sua cabeça enfaixada, o braço imobilizado. A vontade de chorar que eu sentia desde que ouvi a sua voz veio com tudo.

__Ei Ali? Calma! Está tudo bem

Sua mão buscou a minha, estava gelada, a levei até os meus lábios, fechei meus olhos, eu não tinha controle sobre minhas emoções. Apertei a sua mão contra o meu rosto que estava banhado em lagrimas, enquanto a outra mão quis tocar o rosto pálido da Emily, quando meus dedos tocaram a sua face, seus olhos fecharam e um sorriso deixou aquele rosto mais perfeito ainda.

__Eu tive tanto medo... – minha voz estava embargada. Beijei novamente sua mão e ela permanecia com os olhos fechados.

__Já passou Ali... – a vontade que eu tinha era de me jogar em seus braços, mas não podia por seus ferimentos.

__É tão bom estar perto de você... – seus olhos encontraram os meus.

  Sorri, sentei no colchão, apoiei um braço ao lado de seu corpo, e uma viagem dentro dos seus olhos começou, minha boca estava sedenta pela dela, aproximei nossos rostos e fechei os olhos quando nossos narizes se tocaram, ela roçava de leve o seu no meu, depositei um longo selinho em seus lábios, um pequeno gemido saiu deles e um frio tão gostoso brincou em meu estomago. Ao poucos nossas bocas foram buscado por mais contato, soltei um gemido quando sua boca sugou o meu lábio inferior...


Notas Finais


Boa tarde meninas e meninos, tá aí mais um capítulo fresquinho pra vcs. Espero que gostem, comentem, digam o que acharam. 
Beijo a todos.
Gabi *~*


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