História It is just a little - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Ambre, Castiel, Charlotte, Dakota, Iris, Jade, Kentin, Kim, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amizade, Amor, Amor Doce, Game, Hentai, Sexo
Exibições 354
Palavras 1.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então minhas pichulas! Era pra ter postado ontem, mas deixei pra ser presente do dia das crianças!
Eu tô triste por minha outra fic está acabado! 😢😢 MAS eu tô pensado em fazer outra, com quem? Com quem? O ARMIN! Pois é, falem aí! É uma boa?

Capítulo 36 - "Não posso fazer isso com ele"


Fanfic / Fanfiction It is just a little - Capítulo 36 - "Não posso fazer isso com ele"

- Sim, Senhor - Disse Natália em seu tom habitual de obediência.
Escuto um ruído e logo em seguida ela desliga ao falar algo, continuou a fitar o vai e vem da cidade, o Sol está se pondo e algo dentro de mim, quase como um sexto sentido se estala nas profundas cavidades do meu ser, pego o celular no bolso, nenhuma mensagem, nenhuma ligação perdida, quando começo discar o número de meu neto a porta se abre.
- Senhor - É a voz de Natália.
Ela está vestida em um simples vestido verde esmeralda, mas que contrasta com sua pele negra e cabelos armados e claro nas contas.
- Estou esperando, Natália, odeio esperar.
- Desculpe, Senhor - Disse de cabeça baixa - Ela pode entrar.
- Há quase dez minutos, Srta. Oliveira.
Ela abaixa a cabeça e joga o corpo magro e pequeno para o lado revelando uma figura pálida e loira logo atrás.
- Com licença, Senhor.
- Srta. Fourrié - Fiz um gesto para que ela senta-se.
A garota andou com elegância até a cadeira estofada e sentou-se graciosamente.
- Espero que tenha boas notícias…
- Não posso fazer isso com ele - Disse com seu sotaque francês.
Deixei escapar uma risada desgostosa, batia a mão na mesa, não muito forte, mas o suficiente para assusta-la.
- Só tem um motivo para você está aqui, no Brasil meu anjo, espero que não tenha esquecido que…
- Não! - Me interrompeu - Eu não esqueci… Más… Ele está apaixonado por outro.
- Paixão é mutável, um dia uma, outro já nem lembra mais.
- Castiél já teve muitas, mas hoje só ver uma.
Abri e fechei a mão sobre a mesa algumas vezes olhando em seus olhos.
- Gabrielli, quando ele foi a França e a conheceu jurou amor eterno a você, chorou dias a separação de vocês, foi o primero amor - Sorri, um gesto mecânico - Esse tipo de sentimento não morre, apenas dorme.
- Ele está encantado por essa garota, ele a olha não com paixão, mas com verdadeira adoração.
- Francamente, garota - Elevei a voz - Ela é filha de um trapezista de circo!
- Não sei o que posso fazer - Ela encolheu os ombros.
- Menina, não é nenhuma garotinha ingênua, durma com ele, invente uma gravidez, meu neto é um boêmio, mas tem princípios, não a deixaria.
- Sim, Senhor.
- Agora pode ir. - Falei virando de costas para porta.
As palavra dela ainda rodavam minha cabeça "Ele está encantado por essa garota " Era só o que me faltava, meu herdeiro apaixonado por uma filha de trapezista, nunca! Nunca! Amaldiçoada seja Lucy por ter me dado apenas um filho.
   
               

            **** Castiel ****
Corredores de hospitais sempre dão medo, lembram-me de morte, solidão, tristeza, sempre pálidos e gelados, estava sentado na cadeira ali no corredor, minhas mãos tremiam e meus olhos ardiam.
- Precisamos ligar para seus pais ou um responsável - Disse uma enfermeira com voz de tédio.
- Como ele está? - Perguntei nervoso.
- Precisamos ligar para seus pais ou um responsável.
- E eu quero saber como ele está, só uma frase!
- Garoto, nós precisamos ligar… - Começou a repetir pausadamente.
- Para os meus pais, não sou surdo, mas meu único irmão está lá dentro, preciso saber como ele está!
- Você poderia abaixar o tom de voz…- Disse olhando a prancheta.
- Assim que der notícias!
- Se não falar mais baixo terei que retirar você por um momento.
- E eu processo você! - Falei autoritário. - Farei você ser demitida,, arruinarei sua carreia, nunca mais conseguirá um emprego em nenhum lugar, pagamos caro por esse hospital de merda!
A mulher de meia idade estreitou os olhos para mim, pensando em minha ameaça, sabia que tinha passado dos limites, mas francamente, ela está me irritando!
- Olha aqui seu moleque! Quem…
- Socorro - Um médico a interrompeu - Está tudo bem por aqui?
Ela virou para o médico alto e bonito com fúria saindo pelos olhos.
- Não, esse moleque está me ameaçando!
- Eu só quero saber como está meu irmão! É assim tão difícil me dar essa informação?
- É tão difícil assim me dizer o número dos seus pais?
Passei a mão pelo cabelo nervoso.
- Meus pais estão em um avião indo para Grécia, não irá conseguir falar com eles, nunca estão aqui, está bem? - Quase vomitei as palavras em cima dela.
A enfermeira me olhou com quase algo parecido com compaixão.
- Não há nenhum responsável?
Balancei a cabeça negando, não havia mesmo, não! Tinha, Martha!
- Espere! - Falei assim que ela me deu as costas - T-Tem sim, nossa governanta, Martha…
Socorro me olhou como se disse "Governanta?"
- Martha?
- Sim, trabalha para nós desde que eu era um bebê…
- Muito bem - A enfermeira me deu a prancheta e uma caneta - Assine aqui e preencha aqui.
- E meu irmão?
Socorro buscou meus olhos, mas eu os mantinha presos ao papel.
- Informaremos primero ao responsável, procedimento padrão - Disse ao perceber minha expressão furiosa.
- Como é?!
- Será rápido.- Ela olhou para os meus dados na ficha e ergueu o rosto pálida.- Você é neto do…
- Sim - Agora iria me tratar com respeito pelo nome do meu avô? Esse era o tipo um tipo de coisa que eu detestava. - Quando Martha ligar me avise imediatamente.
Fechei os olhos e passei a mão pelo cabelo nervoso, precisava de ar, precisa respirar, sai dali apressado, tinha que falar com alguém e só vinha uma única pessoa na cabeça.
*- Bia? - Minha voz saiu fraca, quase como um sussurro.
*- Castiel! - Disse preocupada - Onde você está?
*- Nyck, Bi, ele passou mal, ainda não sei… Não querem me dizer…
*- Chego aí em dez minutos!
Ela desligou, eu queria ouvir mais sua voz, necessitava ouvir sua voz. Estava escuro lá fora, o nervosismo não passava, peguei um cigarro e acendi, não ligava que aquilo me faria mal, tinha que me acalmar, me apoiei no corrimão da escada, aos poucos meu corpo foi relaxando, minha mente se distraiu por uns minutos até meu corpo sentir a presença e meu nariz o seu perfume, sem falar nada eu joguei o cigarro e a abracei com força.
- Calma, eu tô aqui agora - Disse Bianca.
E eu quis acreditar que nada disso estava acontecendo, que nós estávamos no circo.


Notas Finais


Ai safada! Na hora de ganhar...música chata!Peninha do cassy


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