História It is just a little - Capítulo 37


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Ambre, Castiel, Charlotte, Dakota, Iris, Jade, Kentin, Kim, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amizade, Amor, Amor Doce, Game, Hentai, Sexo
Exibições 257
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sobre o Castiel... ou melhor... Como estou escrevendo ele, o que estão achando?

Capítulo 37 - "Ele está bem"


Fanfic / Fanfiction It is just a little - Capítulo 37 - "Ele está bem"

Saí hesitante dos braços de Bianca, era tão familiar estar neles quanto na minha cama, era como se eles fossem feitos para me acolher, segurei seu rosto entre minhas mãos e a beijei como nunca tinha feito com ela antes, reivindiquei sua boca enquanto apertava seu corpo ao máximo no meu, precisava senti-la mais do que precisava de ar, suas mãos fizeram o trajeto conhecido até os meus cabelos e os puxaram como se quisesse me atrair ainda mais para si, com uma mão prendia seu cabelo com força e a outra segurei sua bunda de forma possessiva e agressiva, mas esse gesto fez com que ela se afastasse e me olhasse atordoada procurando ar e uma explicação.
- Desculpa - Falei com a voz embargada - E-Eu… Eu…
Senti minha visão ficar turva pelas lágrimas que desceram quentes pelas minhas bochechas e escondi o rosto virando de costas para ela, não iria deixar que me visse chorar, mas ela me virou para me encarar.
- Ei - Bianca colocou as mãos no meu peito e fez um carinho estranho pra mim até então - Tu é lindo até quando chora - Disse sorrindo.
Um pequeno sorriso se formou no canto dos meus lábios e não passou despercebido por ela que deslizou a mão pelo meu rosto e limpou uma lágrima insistente.
- Isso foi um sorriso?
Eu fiz que não ainda sorrindo, me sentia um bobo completo.
- Oxe! Não? Como não foi um sorriso, menino? - Bi pegou nos cantos dos meus lábios e abriu em mim um sorriso bizarramente maior - Meu padrinho! É ainda mais bonito quando sorrir, apesar de não fazer muito, por isso cada um é uma festa, devíamos soltar fogos quando você sorrir, fogos de artifícios onde poderia se ler em qualquer canto do Brasil: "E ele sorri mais uma vez!" E teria uma imagem sua refletida no céu e claro! Mais fogos de artifícios, porque nunca são demais…
Eu sorri e a puxei pra mim, dessa vez ela estava de costas e encostou a cabeça no meu peito.
- Você é tão boba as vezes - falei com o que queixo no alto de sua cabeça.
- Você acha? Mainha também…
- Ela não gosta de mim, não é?
Ela sorrir, suas costas vibram e posso sentir isso no meu peito, como eu podia está excitado com isso? Ela me fazia esquecer de tudo e todos.
- Não quer ir lá dentro? - Escorregou da minha pergunta.
- A enfermeira vai avisar…
- Se ela não te achar? - Perguntou brincando com meus dedos entrelaçados em sua barriga.
- Quase fui expulso do hospital, dá pra imaginar?
- Se eu te disser que dá?
Nós rimos.
- O que ele teve?
Eu respirei fundo antes de falar.
- Nick nasceu prematuro e teve umas complicações respiratórias devida a gestação complicada… Então vez por outro ele tem umas crises estranhas, alguma coisa relacionado aos pulmões dele.
- Ele corre risco?
- Agora? Não - Olhei para o estacionamento ao nosso lado vazio - Mas ele não pode ficar sozinho… Eu … Eu o deixei sozinho…
- Não! Ei, não faça isso com você - Disse lutando pra ela mesma não chorar - Você chegou a tempo…
- Foi sorte…
- Não, intenção divina!
Não pude deixar de sorrir, mas ela permaneceu seria.
- Sério isso?
- Claro - Ela colocou a mão no meu peito e fez novamente aquele carinho estranho, mas era incrível como ele me fazia sentir bem - Você é o anjo da guarda dele, nasceu pra isso…
- Bia...
Antes que eu pudesse falar o que o médico me disse no dia que ele nasceu, uma voz me fez desviar o olhar dela e olhar para s mulher que abriu a porta desesperada, vestia um roupão e por baixo uma camisola que eu estava cansado de ver, meu coração batia feito um louco.
- Já ouviu falar de pente de cabelo, Mulher? - Falei me afastando de Bianca.
- Francamente, menino! - Martha se jogou nos meus braços e começou a chorar dizendo que era sua culpa - Calma, meu amor, calma…
- Eles ligaram pra mim, eu estava dormindo, fiquei com tanto medo, filho, tanto medo!
- Eu sei, eu sei, mas nós estamos, meu amor, Nick não está mais correndo perigo…
- Eu devia está lá! Devia!
Eu apertei com mais força meu abraço sobre ela.
- Era sua folga, Mar, não era pra está lá.
- Meu menininho… - Martha esfregou o rosto na minha camisa e fungou.
- Com licença.- Disse Socorro - Vocês podem gostariam de vê-lo?
Nós nos olhamos e sorrimos feito idiotas "Podíamos vê-lo!"
- Todos nós! - Falei autoritário pegando na mão de Bianca.
- Ela não…
- Todos nós!
- C-Claro - A mulher nos lançou um olhar furioso.
Ela nós guiou até o quarto onde ele estava, um ambiente calmo, as paredes pintada em um amarelo fraco, alguns ursinhos em uma estante, uma tevê, um móvel para colocar roupas e um aparelho se som, no canto da parede um pequeno sofá de dois lugares e ao lado da cama uma poltrona, aquele lugar mais parecia um quarto infantil do que um hospitalar.
- Hey, campeão - Falei sentado na cama ao seu lado, ele estava acordado, meio fraco, mas bem - Que susto você nós deu!
- Desculpa, Cassy…
Eu sorri e toquei seu rosto, Nick sentou na cama e olhou para todos no quarto.
- Martha… - Disse com pesar, eu dei o meu lugar e abracei Bianca. - Eu tentei ser forte
- Oh! Meu amor, eu sei… - Ela encheu o rosto dele de beijos o fazendo rir - Você é forte.
- Martha! - Ele a empurrou - Martha…
- Não… Está com vergonha?
- Não… - Disse ficando vermelho.
- Vergonha de quem? Não me dia que de Bianca?
Nick quase se escondeu atrás dos travesseiros.
Todos nós rimos, Bianca se aproximou da cama me deixando só no canto.
- Quando você sair daqui vou te levar pra conhecer meu pai e meu cachorro no circo.
- Em um circo?
- Sim, meu pai é um trapezista…
Ouvi-los conversar fez meu coração em fim se acalmar, mas não mais que ouvir do médico que podíamos leva-lo pra casa.


Notas Finais


Me falem, nunca mais falaram....


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