História It seems that the game turned darling! - Capítulo 28


Escrita por: ~, ~BeaWirt e ~Nogitsune_BSD

Postado
Categorias TazerCraft
Tags Cellbit(rafael Lange), Cellps, Celltw, Felps, Mike, Mitw, Pac(pactw), Rezende, Tarik(pac), Tazercraft
Exibições 82
Palavras 1.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente!
Eu sou a Mari, vou escrever e fazer parte dessa fic a partir de agora.
Espero que vocês gostem do capítulo eu fiz com carinho pra vocês.

Capítulo 28 - She will be fine, I promise.


P.O.V’s Pac:

 

Ficamos ali por mais algum tempo, até percebermos que a chuva havia parado. Mike me solta e passa a mão sobre meu cabelo o acariciando, quando ele para, arrumo meu cabelo e continuamos a caminhada.

-Mike?

-Fale. –Diz o moreno continuando a andar sem olhar para mim.

-Somos apenas amigos... Não somos? –Digo olhando para o asfalto molhado distraidamente.

-... –Mike não responde nada, mas eu continuo andando, até perceber que, ele não estava do meu lado.

Olho para trás e lá estava ele, parado, olhando para o chão, o cabelo molhado fazia com que gotas d’água caíssem sobre o corpo do moreno. Me aproximei dele devagar segurando sua mão.

-O que foi? Você está bem Mike?

-Pac... –Ele acaricia minha bochecha e faz uma pausa, mas dá um suspiro e fica com uma expressão séria –Temos que nos apressar, se demorarmos demais vamos ficar no escuro. Já perdemos muito tempo esperando a chuva passar.

Mike sai andando, me deixando ali com cara de idiota, esse garoto realmente ama me provocar.

-Você é bipolar sabia? Idiota...

-Você já me chamou disso duas vezes hoje, decida-se baixinho. –Fala ele dando uma risada fraca.

-Eu não sou baixinho! –Falo dando um soco fraco no braço dele.

-Ai, ai. Tá bom! –Fala Mike colocando as mãos para cima em forma de rendição.

-Para de reclamar, nem doeu.

Após isso simplesmente ficamos em silêncio. Por incrível que pareça ele não retrucou o que eu disse, esse garoto realmente está estranho... esse silêncio já está começando a me incomodar.

Pelo menos já estamos descendo a montanha, eu não aguento mais andar. Devemos estar andando por quase duas horas. Por que tivemos a sorte da gasolina acabar? Que merda...

-Mikaé, você acha que ainda falta muito?

-Não sei, tenho cara de mapa por acaso? –Ele responde arqueando uma sobrancelha.

-Deixa de ser mal-educado, só fiz uma pergunta... –Ele fica em silêncio novamente, pelo visto terei que tomar uma atitude –Hey, por que pegou minhas roupas?

-E-eu não peguei suas roupas! Você está inventando coisas... –Ele vira o rosto levemente corado.

-Não estou inventando nada! Você que está mentindo.

Me preparo para empurra-lo, mas Mike percebe e desvia, acabo caindo de cara no chão molhado.

-Haha! Acha que sou tão idiota? Agora fica aí, tá todo cheio de lama! –Ele ri da minha situação.

Sinto uma ardência no meu joelho, percebo que acabei ralando e rasgando minha calça, além de ter sujado toda minha camiseta de terra...

-LINNYKER VOCÊ VAI VER! –Grito e saio correndo atrás dele.

Estávamos correndo como duas crianças brincando de pega-pega, isso parecia tão familiar pra mim, como se já tivéssemos fazendo isso antes. Por que essa sensação? Afinal não nos conhecemos a tanto tempo assim... É como se... eu estivesse me esquecendo de algo.

Senti uma pontada na minha cabeça, parei de correr atrás de Mike. Minha cabeça estava latejando de dor, queria entender porque estou sentindo tanto essa dor ultimamente.

-Ai... Isso dói... –Digo colocando minhas mãos sobre minha cabeça, mesmo que isso não amenizasse a dor.

-Ahn? –Mike me ouve e para de correr, olhando para mim –Pac você está bem?

-Minha cabeça dói... Muito.

Ele se aproxima e passa meu braço por meu ombro, segurando em minha cintura, para me dar apoio. Sinto um arrepio ao sentir sua mão quente no meu corpo, mas não me separei dele embora estivesse com um pouco de vergonha.

-Não precisa ficar me segurando... –Digo virando o rosto para o lado oposto ao dele.

-Só estou tentando te ajudar, se você desmaiar pelo menos não vai cair no asfalto de novo. –Ele segura meu queixo e puxa meu rosto ao encontro do dele.

-E-eu não vou desmaiar! –Falo me soltando dele por estarmos MUITO próximos –Não sou fraco que nem você. –Falo debochando.

-Quem é o mal-educado agora? Eu só queria te ajudar seu teimoso.

-Desculpe, mas eu fico um pouco irritado quando isso acontece.

-Ok, dá próxima vez eu te deixo aí gemendo de dor. –O moreno revira os olhos.

-O que? Ah, não estou falando disso... Obrigado por se preocupar.

-Está falando do que então? –Mike pergunta franzindo a testa.

-É que eu tenho essas dores de cabeça de repente, nunca sei o motivo...

-Tem certeza de que quando você caiu não bateu a cabeça? –Ele se aproxima a acaricia meu cabelo.

-Tenho... Eu não caí! Você me derrubou! –Digo contrariado.

-Eu?! Você que tentou me empurrar, eu só desviei.

-Tá, tanto faz! Da no mesmo...

-Nada disso, pequeno! –Ele fala me abraçando, com um sorriso.

-P-pequeno? –Falei sentindo minhas bochechas esquentarem.

-Ah, é... Eu quis dizer baixinho! –O mesmo me solta, se afastando e coçando a nuca, totalmente sem jeito.

-Uhum, sei. Você está mais estranho que o normal Mikhael.

-Você está imaginando coisas... Vamos logo, já perdemos muito tempo.

Ele sorri, segura minha mão e me puxa. Mike corria um pouco, eu conseguia acompanhar tranquilamente, mas o que mais me chamava minha atenção, na verdade, eram nossas mãos, ele entrelaçou nossos dedos de uma forma que eu não conseguia me soltar, mas... eu também não queria.

É uma pena que este fim de semana esteja acabando, passar esse tempo com ele tem sido tão bom... Mas por que estou pensando tanto nisso? É como se eu simplesmente esquecesse de tudo quando estou com ele, até mesmo do Cellbit... Mas isso não seria errado?

As vezes o que parece ser mais errado, é muitas vezes o que mais queremos...

 

P.O.V’s Mike:

 

Finalmente chegamos na estrada que a mãe do Pac havia descrito, haviam dois caminhos, mas... Qual era o que devíamos seguir?

-Pac, se lembra pra qual lado deveríamos ir? –Pergunto olhando para os dois caminhos.

-Hmm... Você não prestou atenção?

-O que?! Você não sabe?

-Eu não me lembro... Mas acho que era para a... –Ele parecia não se lembrar de onde deveríamos ir assim como eu.

-Direita? –Falo em um chute.

-Isso mesmo! Ahn, eu já sabia.

Ele começa a me puxar, para o caminho da direita, não estou me sentindo nem um pouco seguro disso, então paro de andar e ele olha para trás, parando também, mas sem soltar minha mão.

-Pac, eu acho que é para a esquerda.

-Você acabou de falar direita. –Ele joga a cabeça para o lado em sinal de confusão.

-Mas eu acho que é para a esquerda, vamos logo. –Seguro sua mão fortemente o levando para o outro lado.

-Você só está fazendo isso pra me contrariar, não é?

-Claro que não, se eu quisesse te contrariar te chamaria de baixinho, ah não, isso você já é. –Falo dando risada de sua expressão nervosa.

-Haha, muito engraçado você. –Digo sarcástico forçando um sorriso –Idiota...

Percebi que ele estava um pouco nervoso, então soltei sua mão e continuamos caminhando. Mas ele fez algo que me surpreendeu bastante, após eu ter soltado sua mão, ele ficou olhando para a mesma e entrelaçou os dedos de suas próprias mãos, os separando momentos depois.

Fiquei com um sorriso bobo ao ver a cena, algo me diz que ele não queria que eu o soltasse, então, o abracei de lado, o segurando pela cintura, mas dessa vez, não por ajuda, mas por... carinho. Pac encostou um pouco sua cabeça em meu ombro, mas logo parou, para que pudéssemos andar mais rapidamente.

 

[...]

 

Quando avistamos o posto de gasolina, Pac saiu correndo na direção do local, mas não havia ninguém lá. Quando alcancei Pac ele me olhou decepcionado.

-Não tem ninguém aqui, só um bilhete no balcão dizendo que voltariam as 16 horas. –Ele fala fazendo bico.

Pego meu celular e vejo que eram 15:30, ainda faltava algum tempo até que chegassem. Vou até a calçada e me sento no meio-fio, observo a paisagem verde, é bom ver algo diferente, tudo na cidade é sempre cinza.

Pac se senta do meu lado e deita a cabeça no meu ombro, olho para o mesmo deixando nossos rostos muito próximos, podia sentir sua respiração no meu pescoço, coloquei minha mão sobre a dele, entrelaçando nossos dedos como antes, pude ver um sorriso tímido em seu rosto, assim como havia um no meu.

-Gosto de ficar assim com você...

-Eu... também... –Pac hesita um pouco em falar.

-Olha, parece que o teimosinho tem sentimentos.

-Cala a boca, idiota... –Ele não parecia estar nervoso, apenas... queria que eu parasse.

-Você fica fofo desse jeito.

-Já falei pra parar... –Ele fala em tom de ameaça.

-E se eu não parar?

-Então...

Pac, tira a cabeça de meu ombro e segura meu queixo, fomos nos aproximando, até que, nossos lábios estavam selados, o beijo dele era doce, calmo, era como na primeira vez que nos beijamos, não, melhor... porque agora eu não sinto medo, agora eu só quero que esse momento não acabe.

Quando o beijo acabou, ele colocou o rosto no meu peito, ficando quase deitado sobre mim, pude ver que ele estava corado. Fiquei acariciando sua mão, até ele me surpreender novamente, depositando um beijo em meu pescoço, que me causou um leve arrepio.

Eu não quero voltar para casa agora.

 

P.O.V’s Pac:

 

Acabei cochilando no ombro do Mike, ele me cutucou e me avisou que os funcionários do posto de gasolina haviam chegado, levantamos e compramos a gasolina, comprei uma Coca-Cola pra mim, Mike comprou uma Pepsi, ele diz não gostar de Coca, fresco...

 

[...]

 

A caminhada da volta, por algum motivo, pareceu mais curta, talvez eu que estivesse distraído. E eu estava mesmo, já estávamos quase chegando no carro, quando avistamos o carro, ouvimos minha mãe gritando por socorro. Fomos correndo até o carro, mas não tinha ninguém dentro. Jogamos as coisas dentro do carro e não vimos ninguém ali por perto, andei um pouco procurando elas, mas não vi ninguém.

-PAC! POR AQUI! –Ouvi Mike me chamar, ou melhor, gritar.

-MIKE, ONDE VOCÊ ESTÁ?!

-AQUI EMBAIXO! ELAS CAIRAM VEM ME AJUDAR! –Fui até a beirada da estrada e vi Mike descendo o barranco com um pouco de dificuldade.

Minha mãe tinha Kath, nos braços dela, Kath estava sangrando muito, senti meu sangue congelar ao ver tal cena. Comecei a descer junto com Mike, ele estava chorando por causa da mãe. As pernas de Kath estavam visivelmente quebradas, uma delas estava virada para o lado oposto do normal e a outra tinha a coxa quebrada ao meio.

-MÃE! ACORDA POR FAVOR! –Mike gritava sem poder encostar na própria mãe com medo de machuca-la mais.

-E-eu já liguei para uma ambulância, ele e-estão vindo. E-ela vai aguentar, fique calmo Mike. –Minha mãe tentou acalmar o Mike, embora ela também estivesse chorando.

Não acredito que isso aconteceu, eu sabia que era perigoso, mas... Não pensei que uma coisa dessas fosse acontecer... O que vai acontecer com a Kath? E se ela... Não, eu não posso pensar nisso.

-M-Mike...

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele me abraça chorando no meu ombro, só consegui retribuir o abraço, enquanto acariciava seu cabelo, como consolo. O que parecia não adiantar, afinal é a mãe dele. Sinto medo por ele e pela Kath, perdi meu pai e... Sei o quanto isso dói, não quero que ele sinta o mesmo...

-Vai ficar tudo bem Mike... Eu sei disso... Eu estou aqui, não precisa chorar...

-Mas P-Pac ela... –Ele ia dizer algo ruim então...

-Shhh... Ela vai ficar bem, eu te prometo.

 

Todos vamos ficar bem, não vamos?


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado.
Não tenho muita coisa a dizer sobre o que aconteceu.
Só podemos esperar...


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