História It was just to be friends. - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 3.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ois ai seus seres humaninhos!
Sejam BEM VINDOS A UM NOVO CAPITULO!
Esqueçam tentando ser engraçada...
Espero que gostem
Boaa leituraa
Ah sim e como evidente ignorem os erros, please!

Capítulo 28 - Foi culpa minha


Fanfic / Fanfiction It was just to be friends. - Capítulo 28 - Foi culpa minha

 

Foi culpa minha... ~Diana.

 

Depois de 25 escadas consegui descer até ao 8 andar, faltava mais outras 25 para chegar ao 7. Ia a descer o 1 degrau quando sinto alguém atrás de mim sussurrando ao meu ouvido....

Uma voz feminina, fina e fria sussurra no meu ouvido, me fazendo arrepiar por completo. Sua respiração contra minha orelha me fez ficar paralisada sem qualquer reação.

(???) -Devias de parar de dar em cima dos outros… Gostavas que andassem em cima do teu namorado? Minha irmã tinha razão… Agora poderás ir com a puta que pariu… Vadia… – depois de tais palavras, ela acaba me jogando pelas escadas abaixo.

*Parecia que o tempo tinha parado. Eu nunca mais chegava ao chão. Simplesmente flutuava. Agora era um adeus… Minha cabeça não iria aguentar… Eu não estava totalmente curada ainda… M-Mas… era o fim… Pensei em tudo naquele momento… Nos momentos com a turma, com a Bf, os dias passados com elas no hospital… Simplesmente tudo iria desaparecer numa questão de segundos, sinto meu corpo caindo degrau a degrau, sentido minha cabeça doer cada vez mais… E por fim… um aroma a sangue.

*Mariana OFF*

*????? on*

***

Ela não devia de mexer no que é meu… E sempre será… Nada nem ninguém me conseguirá o roubar… A não ser ela… Aquele olhar cheio de vida nele quando estava com ela, e quando estava comigo um olhar de odio. Desde sempre , desde quando ele se mudou para aquele maldito quarto, nossa relação mudou drasticamente. Seu sorriso para comigo seria para sempre o mais perfeito que ele tinha, mas tornou-se em sorrisos forçados, não o suportaria ver assim comigo, parecia estar me odiando só porque eu aparecia para o ver… Por que eu tinha saudades dele… Só por causa de ciúmes que aquela me fez ter dele… Porque ela o deixou estar naquele quarto com ele… sozinhos… sem ninguém por perto… Eu pensei durante noites… Como fazer para me livrar dela… Eis o dia que a apanhei a mais aquela enfermeira indo ate aos banheiro, rindo-se de tudo, e eu ali a ser roubada… COMO ASSIM!? Observava os seus movimentos, tentando a cada dia a tornar mais assustada com este hospital… Malditos seguranças! Se não fossem eles estarias morta a mais tempo… Foi então que… Distrai o segurança e vi ela a sair do quarto sozinha… Ela devia de me ter agradecido… Já que fui eu que o distrai… Procurando as escadas, já que tratei de avariar os elevadores, digamos que bem eu não os avariei… eu só tratei de colocar lá um papel falso nada de mais… ela lá ia com medo, pelos corredores fora, perseguia a  fazendo o mínimo barulho que conseguia e eis o momento que ela se cansou e a hora do show estava marcada.

***

Com as palavras ditas, a empurrei pelas escadas sem a mínima piedade… Desejava não poder ver mais aquela cara de nojenta que ela tinha. Vendo-a deitada sobre uma poça de sangue, viro costas em direção aos elevadores do 9 andar e retiro os papeis de todos.

Missão concluída! Quando eu contar a irmã o que acabo de fazer… Ela irá amar…

*??? Off*

*Diana ON*

(Quarta-feira 7:20 AM)

Chego ao hospital, pego o elevador para o 9º andar. O elevador para e ando em direção ao quarto dela, contudo ela ainda deveria de estar a dormir já que tratei de acordar cedo e minha intenção era fingir que fiquei dormido com ela mas ao que parece eu acho que me atrasei e ela ira dar pela minha chegada. Mas tenho a desculpa do aniversario, já que ontem teve a turma toda e aqueles presentes (que eu quero um urso igual, mas isso fica de lado por enquanto), ela hoje devera estar muito contente já que a conheço a séculos…

Avisto o segurança na porta e ele me deixa passa.  Adentro no quarto e me deparo com o celular em cima da janela, o livro aberto, certamente ela o leu, com a cama feita e bagunçada. Me sentei na janela e fiquei admirando a paisagem já que não havia nada que fazer, enquanto ela não chegava, pois ela deveria de ter saído para ir ao banheiro e assim. Liguei a tv, aguardando a sua chegada.

**

 Passou-se 2 horas e nada… Até que entra o médico com os seus registo e me olha com cara de confuso.

(Médico) –O que faz aqui?

(Diana) –Estou esperando ela…

(Médico) –Ah quanto tempo esta aqui?

(Diana) –Desde as 7:20 acho eu.

Ele me olha ainda mais confuso e eu começo a ficar preocupada.

(Diana) –Mas aconteceu algo?

(Médico) –Estranho normalmente ela inda dorme a estas horas… –ele abre a porta e fala com o segurança e mesmo responde não saber de nada. –Okey, isso esta a me preocupar…

(Diana) –Talvez ela esteja com a enfermeira…

(Médico) –Duvido muito… O segurança falou que desde a meia noite ninguém entrou ou saiu do quarto…

(Diana) –Tá então podemos começar a ficar preocupados…

(Enfermeira (Sara) –Bom di… Ah… a Mariana? –ela nos olha. –Que caras são essas?

(Médico) –Tem certeza que não sabe aonde ela está?

(Enfermeira (Sara) –O que?

(Médico) –Diana quando cá chegas te notas te algo de diferente?

(Diana) –Com assim doutor?

(Médico) –Alguma coisa fora do sitio?

(Enfermeira (Sara) –Não me digam que… –suas mão foram para a frente de sua boca.

(Médico) –Não comece pois ainda não sabemos de nada!

(Diana) –Quando eu cheguei aqui o quarto estava tal e qual como esta agora eu não mexi em nada…

(Médico/Sara) –A cama já estava feita?

(Diana) –Já…

(Médico) –Algo aqui não bate certo… –ele olha o chão e depois encara a janela. – Vamos ver o Leandro.

Eles os dois saíram correndo pelos corredores fora e eu indo a trás,  apanhamos o elevador, descendo 2 andares saímos correndo novamente e como a porta do Leandro era a par do elevador, entramos assustando o rapaz que tomava o pequeno almoço.

(Leandro) –Que correria é essa? –preguntou assustado.

(Médico) –Por favor diz me que sabes aonde a Mariana esta! –ele fala nervoso.

(Leandro) –O que é que aconteceu?

(Médico) –Não sabes dela pois não!?

(Leandro) –Mas o que aconteceu?

(Diana) –Ela não esta no quarto…

(Leandro) –QUÊ?!

(Médico) –Chamem as pessoas da receção!

(Enfermeira (Sara) –Sim! –ela saiu correndo, trazendo consigo 2 mulheres de terno.

(Receção) -*único nome não me matem* -Deseja alguma coisa doutro?

(Médico) –Alguém, veio visitar uma utente do 9 andar ontem a noite?

(Receção) –Sentimos muito, mas ninguém veio ao hospital ontem…

Com as mão sobre a nuca o médico anda de um lado para o outro.

(Médico) –Se ela tiver caído de novo, eu não sei até que ponto…

(???) –É desculpe uma garota esta sangrando, ao fim do corredor! – uma garota aparece do lado da porta.

(Médico) –Ah?

Nós três saímos desamparados pelo corredor, deparando-nos com um corpo inconsciente no chão.

*Enquanto isso no quarto*

(Leandro) –Porque é que a tua cara me diz que tu estas relacionada a essa merda?

(???) –Eu não fiz nada…–riu.

(Leandro) –Se eu souber que quem fez isto foste tu nós acabamos!

*No corredor*

Um corpo totalmente banhado de sangue e pele pálida, estava caído no chão.

(Médico) –Eu, não me acredito!

(Diana) –Mariana!?

Corremos até junto do corpo.

(Enfermeira (Sara) –Eu vou pedir uma maca! –ela sai correndo.

(Diana) –BF!? Eu não me acredito! Mariana por favor eu fico uma noite fora e… –lagrimas descem pelo rosto abaixo. –Parte disto é minha eu não devia de ter dormido em casa…

(Médico) –Eu… Nem posso acreditar.

O medico vira o corpo para cima, abaixa sua cabeça até o coração dela,  aperto seguidamente seu pulso e observa aonde foi a batida para tanto sangramento.

(Médico) –Pela cabeça. –ele leva de novo as mãos a nuca, puxando seus cabelo.

(Diana) –Ela também tem feridas nas pernas…

(Médico) –O que eu fiz… Como é que ele não a viu a sair?!

(Diana) –Diga me que ela ficará bem…

Chega a Sara com mais 3 enfermeiros que colocam cuidadosamente o corpo sobre a maca e a levam.

(Médico) –Aguarda na sala de atendimento ( eu esqueci o puto do nome da sala).

(Diana) –Ela ficara bem?

(Médico) –Pare de chora… Eu vou ver o que posso fazer. –ele sai correndo.

(Diana) –Por favor…–eu me deixo cair sobre os joelhos.

Depois de enxaguar as lagrimas, olho minha mão cheia de sangue.

(Funcionaria) –Menina? Precisamos limpar isso… Oi desculpe…

(Diana) –Eu não me acredito!

(Funcionaria) –Deseja um chã, para acalmar?

(Diana) –Desejo volta atras no tempo!

(Funcionaria) –Se acalme por favor! Era sua amiga?

Apenas assenti com a cabeça.

(Funcionaria) –Acredite que ficará tudo bem…

(Diana) –Só espero…

(Funcionaria) –Se levante por favor.

(Diana) –Como é que eu vou avisar seus pais do ocorrido?

(Funcionaria) –Não se preocupe por favor…

(Diana) –Como é que quer que eu não me preocupe com a minha irmã?!

(Funcionaria) –Desculpe-me… Eu pensava que era amiga…

(Diana) –E sou eu sou amiga, melhor amiga, mas para mim somos mais que amigas… Irmãs sabe? Nós somos isso…

(Funcionaria) –Ficara tudo bem…–ela me ajudou a levantar e me entregou o celular para as mãos. –Leve consigo, deve de ser dela…

(Diana) –Obrigada…

Caminhei até metade do corredor vendo a possa “desaparecer”.

(Diana) –Eu me pregunto de quem é este celular…–liguei o mesmo vendo ser do Leandro. –O que é que ela fazia com o celular dele?

Vou até ao quarto dele e vejo eles os dois conversando que nem cães a querem se comer. (oh melhor expressão)

(Diana) –Eu posso saber o porque dela estar com o teu celular?

(Leandro) –Era ela?

(Diana) –Era! Estava numa poça de sangue e por tua causa…

(???) –Oh sabes la se foi ele!

(Diana) –Eu posso saber quem é essa cara de pita melada?

(???) –Oh cuidado com a língua garota!

(Diana) –Quê vais cortar la é?

(Leandro) –Patrícia!?

(Patrícia) –O que foi?!

(Leandro) –Desculpa ela ainda é infantil…

(Diana) –Isso sei eu!

(Leandro) –Ela é minha….

(Patrícia) –A NAMORADA DELE! A ÚNICA QUE PODE OLHAR PARA ELE DE UM JEITO QUE MAIS NINGUEM OLHA!

(Diana) –Com essa cara obviamente ele já viu o inferno…

(Patrícia) –SUA…

(Leandro) –Sai! Por favor! –ela saiu. –Desculpa… Ela esta com ciúmes…

(Diana) –Ciúmes de?

(Leandro) –De eu ter ido para o quarto da Mariana…

(Diana) –Estou a ver… -Queridinho não me queres contar mais? Estou ficando cada vez mais puta com essa gaja… –Era ela… Ela estava numa poça de sangue… Tal como o teu celular…–falei atirando-o para cima da cama.

(Leandro) –Quem é que vez isso?

(Diana) –Uma coisa é certa, ou ela caiu por si própria ou alguém a empurrou…

(Leandro) –Como assim a empurraram?!

(Diana) –Já tiveram a espiar la no banheiro, ela falou numa garota de cabelos longos certamente foi a mesma pessoa que a empurrou, mas ainda ninguém sabe de nada, talvez quando ela acordar ela recorde de alguma coisa…

(Leandro) –Ela ficara bem?

(Diana) –Esperemos que sim…

Abandonei o quarto, e me esbarro contra o meco a minha frente.

(Diana) –A tua mentalidade é de criança ainda né? Tens que 15 anos como ele?

(Patrícia) –Ela sorriu fraco. –Claro que tenho 15 anos porque?

(Diana) –Porque aparentas ter 5… -dei costas a ela e desci até a receção. Tomei um copo de agua com açúcar a única coisa que elas me deram, e esperei sentada até saber de noticias.

(Funcionaria) –Se quiser pode ir para o quarto dela…

(Diana) –Posso?

(Funcionaria) –Claro…

(Diana) –Obrigada…

(Funcionaria) –Sentes te mais calma?

(Diana) –Um bocado sim…

(Funcionaria) –Se precisares de alguma coisa já sabes…

(Diana) –Obrigada…

Subi de novo, e adentrei no mesmo, peguei emprestado o urso dela e me sentei na janela, chorando de novo.

(Enfermeira (Sara) -Não te preocupes… –ela entra.

(Diana) -Se ela me falar que alguém lhe empurrou eu mato essa vadia.

(Enfermeira (Sara) -Só te peço duas coisa… Que te acalmes, e que não contes nada a ninguém de fora amigos e assim, se eles vierem cá eu estarei lá em baixo e inventarei uma desculpa… ordens do médico.

(Diana) -Tá… –enxaguei as lagrimas.

(Enfermeira (Sara) -Almoças comigo?

(Diana) -Que horas são?

(Enfermeira (Sara) -São 12:40…

(Diana) -É, eu almoço…

***

Estávamos as duas almoçando, mas eu nem tocava na comida…

(Enfermeira (Sara) -Come Diana… Por favor…

(Diana) -Eu estou comendo…

(Enfermeira (Sara) -Nem tocas te na comida…

(Diana) -Talvez não tenha fome…

(Enfermeira (Sara) -Queres outra coisa?

(Diana) -Voltar no tempo…–uma lagrima solitária desce meu rosto.

(Enfermeira (Sara) -Eu lamento… Ainda não a noticias… Só resta esperar…

(Diana) -O problema é que eu não consigo esperar…

(Enfermeira (Sara) -Tudo bem não tarda eles chegam com noticias boas…

(Diana) -Até que ponto uma cabeça aguenta… duas pancadas seguidas?

(Enfermeira (Sara) -Dependendo se já estivesse cicatrizada…

(Diana) -Reza para ela não ir agora… Ela ao menos alimentou-se?

(Enfermeira (Sara) -Ela jantou ontem…

(Diana) -Eu irei partir o focinho a gaja que fez aquilo… Eu tenho que ligar a eles…

(Enfermeira (Sara) -Eles quem?

(Diana) -Ao Pedro e ao Rafa!

Antes que eu ligasse o celular ela me tira das mãos.

(Enfermeira (Sara) -Não faças nada… Por favor não lhe digas o que aconteceu aguenta mais um pouco…

(Diana) -Eu preciso falar para alguém se não eu morro…

***

*Voltando ao quarto.*

Vendo ela daquele jeito… Isso nunca mais ira sair da cabeça… Com a cabeça enterrada no urso, acabo pegando sono.

*Algumas horas depois*

**__**

(Médico) -Diana?

(Diana) -Hum?

(Médico) -Acorda…

(Diana) -Diga me que foi só um sonho? –falei com os olhos entreabertos.

(Médico) -Lamento…Mas ela faleceu…

(Diana) -Q-Que?! –meus olhos são domados pelas lagrimas.

**__**

(Médico) -Diana? Diana!

(Diana) -D-Doutor? Ah? Eu realmente estava a chorar? Não me acredito… –limpo as lagrimas que secaram e vejo o travesseiro todo molhado.

(Médico) -O que aconteceu?

(Diana) -Diga me que ela esta bem!

(Médico) -Está…

(Diana) -Eu pensava que ela tinha…

(Médico) -Estava perto…

(Diana) -S-Sério?!

(Médico) -Graças ao curativo que ela tinha na cabeça o sangramento parou por breve… Isso fez com que ela sobrevivesse… Pois se nós tivéssemos tirado o curativo ontem, ela não hoje não sobreviria…

(Diana) -Eu posso ir ver la?

(Médico) -Claro… Eu pedi para elas a transferirem para esta sala… Eles só estão a arrumar as coisas e eles já a transportam para aqui, por isso só espere que ela chegue. Ela ainda não acordou… E nem acho que ela acorde hoje… Se quer mesmo saber eu acho que dai a alguns dias ela acorda… Está um bocado pálida não quer ir tomar alguma coisa?

(Diana) -Não tenho fome…

(Médico) -São 17:20 não tem fome?

(Diana) -Eu vou comer alguma coisa… Me diga que ela não corre risco de vida?

Desci, e acabei pedindo a Sara que me trouxesse alguma coisa… Subi de novo encontrando ela na cama. dormindo como uma…

PUTA QUE NÃO ACORDA E EU AQUI A SOFRER POR CAUSA DESSA VACA!

Calma Diana! Inspira, Respira…

*Flashback On*

(Diana) -Me diga que ela não corre risco de vida?

(Médico) -Por enquanto não, mas uma coisa é certa… Se ela voltar a cair, sem os ferimentos se cicatrizarem e bater de novo com a cabeça será o fim…

(Diana) -Ou seja se ela cair, enquanto estiver em repouso, ela ira morrer?

(Médico) -Por isso reforcei a segurança dela… Ao fundo do corredor estão 2 camaras de cada lado e uma em cima da porta dela, contudo uma está aqui também escondida, enquanto as outras se as pessoas estiverem a olhar o teto iram notar elas…

(Diana) -Obrigada por cuidar dela…

(Médico) -É o meu trabalho…

*Flashback Off*

Sinceramente… Se fosse para morrer tu já tinhas ido então?

Vendo assim cheia de cortes, me arrepio constantemente… Embora eu não sei como irei contar a eles como ela caiu…

Se eles aparecerem agora eu nem sei o que faria… Nem o que dizia… Nem nada…

*Diana Off*

*Renata On*

Saiu correndo pelas ruas foras até chegar aos hospital… Eu queria contar o porque de ontem ter saído a meio da conversa deles, e a razão é tão obvia que nem quero imaginar a cara dela. Eram 18:30, as aulas hoje acabaram tarde, e então até as 19.20 eu poderia andar por ai a “voar” como qualquer mãe diz…

Chego ao balcão e a primeira coisa que falo é…

(Renata) -Eu posso…

(Receção) -Ela esta a fazer exames!

(Renata) –COMO ASSIM?! NÃO ME VAI DEIXAR ENTRAR! SUAA VADIAA? -Mas ela ia fazer exames?

(Receção) -Imprevisto!

(Renata) -Não acha que esta calor a mais? Para tantos nervos?

(Receção) -Nervos é…

(Renata) -Ah… Sei… E então vai me deixar passar? –sorri.

(Receção) -Não! Lamento mas não podes! –sorriu.

(Renata) -Que ingénua… Tá eu vou embora…–viro para ir embora. -Tem certeza que eu não posso ir?

(Receção) -Tenho!

(Renata) -Tá… Eu  estou indo embora… Estou indo… Quase perto… Lá vou eu… Estou a chegar a metade (nem a metade ia)… Opa? Acho que… MEU DEUS DO SANTO SENHOR DO CEU! OLHA AQUELE CARRINHO DE GELADOS ALI!? –apontei para o vazio e saiu correndo até ao elevador.

(Renata) -Já era minha senhora!! Eu venci! A técnica da Renata funciona sempre! –falei cruzando os braços e empinado o nariz.

Saiu do mesmo e vou até a porta do quarto onde ela estava… o que se passa aqui? 2 seguranças? Não era só 1!

(Renata) -EIXA passar!

(Segurança) -Aonde vai?

(Renata) -Ah? Entrar… Por uma porta… A que esta a trás de si… Não?

(Segurança) -Hum? Não!

(Renata) -Você já não me conhece? Que é isso?! Olhe vou ser a mais breve possível…

(Segurança) -Não precisa!

(Renata) -Aquela garotinha que vem todos os dias cá! Aquela pessoa fantástica e especialmente fabulosa que vocês conhecem? –eles me olham sérios. -Oh va lá!!

(Segurança) -Vá embora por favor!

(Renata) -É uma ordem?

(Segurança) -…–nem dei tempo para que ele respondesse.

(Renata) -Então eu fico… –eles me olham. -Pronto eu vou embora…

Caminhei até metade do corredor e paro olhando em direção a eles. Eu já passei por uma posso muito bem passar por 2 agora!

(Renata) -OH MEU DEUS DO CEU SENHOR JESUS AMEN! ESTÃO A VENDER REVISTAS DE COISO ALI! REVISTAS… AH DE… COISO VOCE SABEM! AQUELAS REVISTAS QUE VOCES GOSTAM! Não?

(Segurança) -Boa tentativa garota…

Fartaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa foda-seeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee. Eles vão ver…

Caminhei até junto do elevador entrando numa sala qualquer e pego numa bata, num cartão que estava em cima da mesa e coloco na bata e por fim pego num bloco de papeis, visto a mesma e coloco me em bicos de pés saindo da sala pra fora.

Ide tomar no cu agora! Vocês vão me deixar passar!

Chego perto deles e nada preocupada né!

(Renata) -Deixem me passar!

(Segurança) -Ordem de quem?

(Renata) –Olhe ordem do caralho! Sabe? -Do médico…

(Segurança) -Como se chama?

(Renata) -Ah…–pego no cartão e coloco-o a frente dos olhos dele. -Aqui! Está a ver bem?

(Segurança) -Pode passar…

CHUPAAA HOMEM DO CARALHO! TAS A VER?! UMA MULHER CONSEGUE O QUE QUER!

(Médico) -Eu posso saber quem é que foi o médico que lhe autorizou? É que não devo ser eu que a autorizei…

 

Ahhhh fodeu….


Notas Finais


Iai gostaram?
Acho que não né?
Fiz meu melhor...
Até não sei quando!
~Kisses ~-^


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