História It Was Meant To Be - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias AnnaSophia Robb, JoJo, Justin Bieber
Personagens JoJo, Justin Bieber
Tags Abandono, Adoção, Bebê, Família
Visualizações 33
Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá.. O capítulo hoje está simples, mas espero que gostem, ele foi feito para mostrar um pouco da vida delas, como funciona essas coisas..

Na foto de capa sãos as gêmeas Valentina e Vanessa que serão interpretadas por Annasophia robb

Boa Tarde


Boa Leitura ♥

Capítulo 2 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction It Was Meant To Be - Capítulo 2 - Chapter One

                                  Ayla P.O.V 

Ser mãe não é aquela maravilha que se mostra na televisão, longe disso, ser mãe exige responsabilidades, cansa ao ponto de você querer jogar seu filho pela janela, da uma vontade louca de abandonar tudo e sair correndo, mas quando a coisinha que te atormenta abre um sorriso, ou da uma gargalhada extremamente gostosa, você muda de ideia em segundos e ver que tudo de ruim que se passou foi para ver esse sorriso no final, todo esforço e dificuldade foram para esse ser que nos alegra e que é a razão da nossa vida.

Quando a Bervely entrou na minha vida foi assustador no começo, ela chorava e eu não o que fazer, não sabia se era fome ou se ela tava sentindo alguma coisa, não sabia o que fazer quando na primeira noite em minha casa ela se sujou toda por eu ter colocado a frauda errada, quando ela teve a primeira febre por culpa de uma maldita virose, mas no final tudo acabou bem graças ao seu Adão, a pediatra dela e ao santo Google eu conseguia me virar e manter a pequena viva.

Hoje Bervely está quase com dois anos e céus, ela é muito esperta, fala algumas palavras como mamãe e vovô, quando ela disse mamãe pela primeira vez foi muito emocionante, eu me senti a pessoa mais feliz desse mundo, seu Adão meu patrão também ficou muito feliz quando ouviu a netinha chama-lo de vovô.

Seu Adão é o homem mais generoso que eu já conheci na vida, ele me acolheu quando eu tinha apenas dezesseis anos, me deu um emprego na padaria e foi de onde eu passei a tirar um sustento sério e também foi de onde eu conseguir comprar o apartamento que mais foi doado do que comprado. Sou extremamente grata a ele por tudo que eu tenho hoje.

Trabalhar na padaria não é cansativo e até bom, apenas em algumas vezes que eu me estresso com um cliente que cisma em dar em cima de mim, mas seu Adão já deixou bem claro que se ele passar dos limites eu posso bater ou jogar alguma coisa nele, essa é uma das vantagens de trabalhar aqui há muito tempo.

Seu Adão vai ter que contratar mais duas pessoas daqui a alguns meses, o motivo? A padaria vai aumentar, vai virar um pequeno restaurante e com a saída de Vanessa, uma das funcionarias aqui da padaria, então eu e Valentina, irmã gêmea de Vanessa, não vamos conseguir dar conta da padaria e do restaurante ao mesmo tempo, precisamos de no máximo duas pessoas para dar conta de tudo.

— Ayla querida, se aparecer alguém querendo as duas vagas você pode entrevista-los por mim? Seu Adão apareceu me assustando. – Vou precisar dar uma saidinha e não chegarei a tempo para as entrevistas.

— Posso sim, só preciso buscar a Bervely na creche e volto para cá. Falei calma. – Quer deixar algumas perguntas ou recomendações?

— Não, você sabe tudo que precisamos se quiser alguma ajuda peça a Valentina, ela também sabe. Seu Adão falou colocando sua bolsa no balcão. – De um beijo na minha pequena e cuide da padaria, até logo.  

Valentina e eu somos as funcionárias que seu Adão mais confia. Claro que temos vários funcionários, mas quem mais circula pelo espaço somos nós duas, na cozinha nós temos no máximo cinco pessoas que são responsáveis pelos pães, roscas, doces essas coisas de padaria e creio eu que terão mais pessoas quando o restaurante abrir.

— Tina, vou precisar buscar a Bervely, você consegue segurar as pontas por aqui?

— Sim, pode ir tranquila o movimento aqui está fraco hoje.

Assenti mandando um beijo pra ela e sair da padaria, a creche que minha filha fica não é em horário integral, mas me ajuda muito quando eu preciso ficar mais tempo na padaria e a Bervely ama ficar por lá, mesmo muito pequena ela entende algumas necessidades.

Em poucos minutos eu já estava em frente à creche conversando com o porteiro que por sinal é muito simpático.

— Ali está sua bonequinha. Ele falou apontando para minha filha que vinha de mãos dadas com a “tia” como ela mesma chama.

 — Mama. Bervely veio “correndo” em minha direção, então eu me abaixei esperando o melhor abraço da minha vida.

—Filha, que saudades.

Rodei minha pequena como sempre faço e revebi em troca uma bela gargalhada.

— Olá Ayla. Vivian a professora da creche me cumprimentou e me entrou a bolsinha da minha filha. – A partir de amanhã a creche não vai abrir, iremos passar por uma pequena reforma e voltaremos no próximo mês.

Droga, como vou ir trabalhar com a Bervely em casa.

— Tudo bem, obrigada por me avisar e até mês que vem.

Com minha filha ainda no colo eu peguei meu caminho até a padaria, enquanto minha filha tagarelava muito embolada sobre seu dia na creche.

— Vo vê o vô Dão?

— Seu avô precisou sair, só está lá à tia Tina e a Vanessa.

— Num gosxito da Nessa, ela é uma buxa.

Não sei o motivo, mas Bervely não gosta da Vanessa de jeito nenhum é até engraçado o jeito que minha filha implica com ela.

— Certo mocinha, mas hoje você vai se comportar se não ira ficar de castigo tudo bem?  

Assim que chegamos à padaria pude reparar que o movimento havia aumentado novamente, então coloquei minha filha em um lugar tranquilo atrás do balcão e comecei a ajudar as meninas.

Horas mais tarde.

Finalmente a hora de fechar chegou e eu estava fazendo isso junto com Valentina que segurava minha filha que já dormia profundamente, me deu uma pena ter que tira-la da caminha que ela tem no escritório do avô.

— Obrigada por segurar ela Tina, quer dormir lá em casa? Está perigoso pra você ir para o outro lado da cidade sozinha. Falei terminando de ajeitar minha filha no meu colo.

— Não precisa, Pedro está me esperando ali. Até amanhã.

Valentina seguiu seu caminho com o namorado e eu seguir o meu com minha filha, meu apartamento não era muito longe, mas eu tava louca pra chegar logo, minha filha pesa e eu estou muito cansada e olha que hoje é apenas segunda feira.

Assim que cheguei em casa coloquei Bervely na cama e fui direto pro banho, não quero nem saber de comida hoje, só quero dormir.

Continua.. 


Notas Finais




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