História Itasaku - escrava da paixão - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Sakura Haruno
Tags Amor, Drama, Hentai, Itasaku, Naruto, Romance
Visualizações 414
Palavras 1.908
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente me perdoem n ter postado no domingo, eu tenho tido um bloqueio pra escrever ultimamente.
Capítulo tá fervendo, espero que gostem ;)
Esse tem duas trilhas sonoras: Muse-Supermassive Black Hole e Chase Holfelder-Animal
Boa leitura!

Capítulo 27 - Minha pequena tortura - II round


Fanfic / Fanfiction Itasaku - escrava da paixão - Capítulo 27 - Minha pequena tortura - II round

Eu estava melada de suor e Itachi também, eu só ofegava e ele ainda sugava minha intimidade bebendo meu líquido até a ultima gota. Ele subiu até meus lábios e me beijou com mais voracidade ainda, me pegou no colo e me levou até banheiro do quarto dele, me deitou na banheira onde a água era rapidamente aquecida, terminou de tirar suas roupas revelando sua excitação e entrou na água me puxando pra perto dele.

Pousou sua mão em minha cintura e me puxou a fim de me beijar, mas eu fui mais rápida, pus um joelho de cada lado dele, sim eu montei em cima dele, ele soltou um sorrisinho cínico abafado que foi calado com um beijo que eu comecei, tomei seus lábios com volúpia em um beijo selvagem, agarrei sua nuca com uma mão e com a outra eu estava apoiada na borda da banheira, uma briga por espaço foi travada pelas nossas línguas e seu membro rijo roçava em minha barriga conforme nossos movimentos, ele tomou minha cintura com uma mão e me subiu um pouco sem separar o beijo, com a outra encaixava-se em mim me fazendo descer nele e me preenchendo por completo, separamos o beijo pra pegar ar, nos olhamos nos olhos por um tempo, ele tinha um sorriso cínico, era extremamente excitante pra mim, comecei a me movimentar chacoalhando a água ao nosso redor e causando uma onda de prazer enorme em nós dois, ele segurou minha cintura com as duas mãos auxiliando nos movimentos, eu subia e descia freneticamente e nossos gemidos ecoavam por todo cômodo, ele desceu pros meus seios e mordiscou o bico do esquerdo devagar me causando arrepios por todo meu corpo.

- Ah.... A...mor.... - Ele intercalava entre beijos e chupões em todo o meu colo e seios, desceu as mãos pra minha bunda, apertando e me puxando pra mais perto dele e mordeu meu seio esquerdo com mais força, senti uma dor se instalar ali, ele havia mordido até perfurar minha pele e sugando o sangue que saia por ali. - Aahh - Dei um grito pelo susto, e olhei para ele que se desgarrou do meu seio e sorriu sacana devolvendo o olhar, ele repetiu o processo no meu seio direito. Ele se divertia fazendo aquilo em mim e de início me assustei, aquilo doía sim, mas em parte assustadoramente me dava prazer, decidi me entregar por hora, e esperar um momento oportuno para perguntar sobre aquilo.

- Me desculpe bebê, mas eu estava louco pra fazer isso contigo novamente. - Ele disse enquanto saía de dentro de mim e se levantou da banheira, me pegou no colo me enrolando em uma toalha e me levou pra cama dele me deitando nela, pegou um açoite no criado-mudo - Sério, quem normal tem um negócio desses ao lado da cama? - e subiu em cima de mim e me beijou, depois desceu até os meus seios e os beijou também, trilhou beijos desde o vale dos meus seios até minha barriga abriu um espaço entre minhas pernas, depositou um beijo no interior da minha coxa esquerda e em seguida deu uma mordida forte e sugou o local, até chegar na minha intimidade e chupou com mais força.

- Ai, Itaachiii... - Eu gemi seu nome revirando os olhos, ele me virou na cama me fazendo ficar de quatro, segurou meu quadril e passou a ponta da sua língua na minha vagina me torturando. - Uuuh, me-mestre aarhh.

- Do que me chamou Sakura? O que eu sou? -  Ele perguntou com a voz rouca e sexy, eu não respondi de imediato, não conseguiria formar uma frase completa de maneira alguma, estava estasiada pelo prazer, até que ele me deu um tapa na minha bunda, que não apenas estalou, mas doeu muito. - Responde, eu sou seu dono Sakura? - Outro tapa, dessa vez mais forte, o que me fez gritar.

- Aaah sim... Vo-cê - me deu outro tapa e dessa vez segurou meu cabelo e puxou com força me fazendo arquear as costas e sentir seu membro duro se arrastar nas minhas nádegas - é sim, - me deu outro tapa e soutou minha cintura, senti ele passar a cabeça encostar de leve na minha vagina que estava super sensível - senhoorr...

- O que Sakura? O que quer que eu faça? - Esfregou seu pau em mim, eu arfava e gemia, sentia que iria gozar à qualquer momento. - Quer sentir ele? - perguntou mandão e eu gemi baixo em resposta. - Diga Sakura? - Eu inclinei minha cabeça de lado para poder olhar e o que vi foi extremamente excitante, ele estava atras de mim segurando meus cabelos e esfregando-se na minha entrada, tinha os cabelos soltos e apesar de acabarmos de sair de um "banho" ele estava tão suado quanto eu e tinha estampado no rosto uma expressão, que se ele não estivesse prestes a entrar em mim agora, eu diria que ele estava com raiva. Ele pegou o açoite e bateu no meu traseiro, eu virei o rosto de volta e gruni de dor. Aquilo ardia, mas a sensação de estar sendo dominada por ele daquela forma me fez esquecer da dor e me deixar cada vez mais molhada, sentia que iria gozar com apenas mais um movimento que ele fizesse, deixou o objeto na cama e voltou a se esfregar em mim. - Vamos, peça por mim, implore pra eu te foder novamente - eu rebolei em resposta, mas vi que se eu não o pedisse, aquilo iria se estender e a tortura pioraria.

- Aah, por favor, mestre me fode - pausei pra respirar - por favor eu imploro, não aguento mais. - Sem responder, ele entrou em mim com tudo e começou e se movimentar, fazendo parecer que iria me rasgar no meio, pegou o maldito açoite e me acertou umas três, quatro vezes. - Ahh... Uuuhh... Hmmm - ele puxava meu cabelo me fazendo arquear cada vez mais, acertava minhas pernas e gruinia junto com meus gemidos.

Se movimentou várias vezes até explodimos em um orgasmo poderoso, eu deitei exausta na cama e ele caiu sobre mim. Nossas respirações eram descompassadas, ele se levantou e pôs um robe, desceu até o andar de baixo e me deixou na cama, voltou com um copo de água e me deu pra eu beber, bebi tudo e ele se deitou na cama me puxando pra ele, me deitei em seu peito e descansei por alguns minutos, me virei pra olhá-lo.

- Você gostou? - Perguntou calmo, mas estava apreensivo.

- Aham, só estou um pouco cansada - ele sorriu.

- Eu te amo - beijou o topo da minha cabeça.

- Eu também te amo. - Respondi o abraçando.

(...)

Acordei no quarto do Itachi, eu estava destruída depois daquela noite, havíamos tomado outro banho, jantado e dormido. Olhei no relógio e marcava 12:00, merda! Vesti um lençol e desci até a cozinha e vi Itachi cozinhando o almoço, fui até ele e o abracei por trás.

- Bom dia, porque não me acordou? - Ele se virou, me abraçou de volta e riu avaliando minhas vestes.

- Bom dia, porque a senhorita dormia como um bebê e eu não queria te acordar. - Me lembrei que tínhamos um bebê e que tínhamos que arranjar um outro médico, já que não queria ver o meu pai.

- Amor falando em bebê, nós precisamos ir em um médico pra acompanhar a gravidez e que não seja nem meu pai nem meu irmão.

- Já resolvi isso - ele beijou minha testa - Se arrume, que depois do almoço temos uma consulta médica. E sério, até quando vai querer se manter afastada dos seus pais?

- Itachi, eu não sei, até eu me sentir mais calma em relação a tudo isso, não quero mais falar sobre eles.

- Tudo bem, vá se arrumar, já tomou o remédio do enjoo?

- Ainda não, acabei de acordar lembra? - Fui até uma prateleira na cozinha, onde estava meu comprimido e o tomei com um copo de água.

- Muito bem, agora eu quero que você vá se arrumar, ou chegaremos atrasados. - Disse enquanto mexia no fogão.

- Sim senhor. - Disse brincando e fui me arrumar.

Peguei uma muda de roupa no meu quarto e fui para o banheiro, tirei o lençol e me olhei os grande espelho do banheiro. Tinham marcas de mordida nos meus seios e duas marcas na minha perna, incontáveis chupões por todo meu corpo e marcas de açoites nas minhas pernas e toda minha bunda. Quase tive um treco ali mesmo,já tinha me acostumado ao jeito selvagem que às vezes ele demonstrava na cama, mas pra quem olhasse sem saber da situação, diria com certeza que eu fui agredida ou violentada. Um "O" se formou na minha boca e as palavras faltavam.

- Itachiii!! - Gritei e ele veio voando invadindo o banheiro preocupado.

- Que foi? - Eu nada respondi, apenas gesticulei com a mão para meu corpo, ele me analisou com o olhar e falou a última coisa que eu esperava ouvir dele. - Princesa, não fica assim, você ganhou um pouco de corpo, e não acho que tenha engordado muito.

- Engordado? Kami! Ele acha que estou gorda? Ele quer morrer? - Respirei fundo e mirei um olhar mortal na direção dele que se encolheu e percebeu o que falou. Peguei a primeira coisa que vi na frente, um pente e joguei com tudo em sua direção. - G-GORDA!? Você. Acha. Que. Eu. Estou. Gorda!?

- Não, c-claro que não, meu amor você está ótima, maravilhosa! - Ele desviou com facilidade. - Não era sobre isso?

- Olha pro meu corpo Itachi, você marcou meu corpo todinho, você me mordeu caramba! Itachi por Kami! Se alguém ver isso vai achar que você me agrediu! - Ele gargalhou e eu joguei outro pente na sua direção, eu estava muito puta com ele, ele veio até mim e me abraçou por trás diante o espelho, beijou meu ombro. - Itachi, tudo bem, eu já me acostumei com isso, mas seja discreto da próxima vez, se a minha mãe ver isso ela vai infartar e te partir no meio com uma porrada só.

- Ei calma pequena, se você não gosta eu não farei mais. - Disse tentando me acalmar.

- Amor não é isso, eu até gosto, mas se alguém confundir isso com punição, até eu explicar você pode ser preso por agressão, eu estou grávida, não é bom que alguém veja isso, vão pensar que você me bateu.

- Então se cubra, vou comprar um echarpe pra você se cobrir, hoje mesmo.

(...)

Saímos de casa e chegamos na clínica quinze minutos antes do horário que havíamos marcado. Quando deu nossa hora, fomos atendidos e precisei fazer exames se sangue, urina e fezes. Marcamos uma ultra intravaginal para o dia seguinte e voltamos pra casa.

Tomamos banho e ele fez brigadeiro de panela, levei uma coberta do meu quarto para o sofá e travesseiros. Ele trouxe o brigadeiro e comemos juntos. Colocamos um filme e ele me abraçou, deitei a cabeça no seu ombro.

- Amanhã, depois da clínica, vou te levar para conhecer meu pai e precisamos discutir umas coisas. - Tá isso de discutir coisinhas me assustou um pouco.

- Okay, mas sobre o que iremos conversar?

- Agora não pequena, amanhã.


Notas Finais


Até mais pessoas!


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