História Itasaku - escrava da paixão - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Sakura Haruno
Tags Amor, Drama, Hentai, Itasaku, Naruto, Romance
Visualizações 194
Palavras 1.468
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ai Senhoooooorrrrrrrrrrrrrrr chegamos aos 100 favoritos, eu estou muito eufórica e feliz com isso. Significa que eu vou fazer um super cap mega especial pra vocês. Podem pedir nos comentários o que vocês quiserem que eu escreva e eu tentarei adaptar à história.

Capítulo 28 - Pra sempre


Fanfic / Fanfiction Itasaku - escrava da paixão - Capítulo 28 - Pra sempre

- Amanhã, depois da clínica, vou te levar para conhecer meu pai e precisamos discutir umas coisas. - Tá isso de discutir coisinhas me assustou um pouco.

- Okay, mas sobre o que iremos conversar?

- Agora não pequena, amanhã. - Deu um beijo na minha cabeça e assistimos o filme tranquilamente.

(...)

Acordei sozinha no quarto de Itachi,, tateei o lado da cama e vi que ele não estava mais nela, olhei no relógio e marcava 8:00 am. Decidi tomar um banho, desci para o andar de baixo e fui até o meu quarto, no caminho constatei que a casa estava vazia, peguei uma muda de roupa e fui tomar um banho, saí do banheiro de banho tomado e fui preparar algo para comer.

Fui até a prateleira onde estava meu remédio de enjôo, peguei um comprimido, fui até a geladeira pegar água e nela vi que tinha um bilhete escrito na porta:

" Amor, eu precisei sair e já estarei de volta. Se arrume, pois hoje temos que ir na clínica e iremos almoçar na casa do meu pai. Tem pão de aveia na prateleira de cima, coma direito, te amo bjs. "

 "Tem pão de aveia na prateleira"  tomei o remédio, peguei pão, queijo, tomate e mel. Coloquei uns dois pães arrumadinhos e comi com suco de cereja, lavei a louça que sujei e fui até o quarto, escolhi um vestido cor de rosa que cobria de forma delicada meu colo e meus braços, não estava frio lá fora, só estava nublado, então não peguei casaco. Me maquiei e arrumei meu cabelo em um coque com uma presilha de lacinho na mesma cor do vestido, escolhi sapatilhas pretas pra não ficar rosa de mais, isso porque meu cabelo já é rosa. antes de por o vestido eu me olhei no espelho, e dessa vez foi pra olhar minha barriga,eu tinha ganhado peso sim e tinha uma leve saliência ali, eu devia estar com aproximadamente 2 meses, ou menos, sorri acariciando minha barriga, era meu filho ali, uma misturinha que continha metade Itachi e metade eu ali, seria a coisa mais fofa da minha vida, eu protegeria com a minha alma e amaria com todo meu coração.

Vesti minha roupa, fui até a sala e me deitei um pouco enquanto assistia um canal culinário qualquer. Quando Itachi chegou eu não percebi sua presença, ele estava parado me observando, quando eu olhei pra cima ele estava se aproximando e me deu um beijo na minha testa.

- Vamos? - Eu falei sorrindo.

- Você já se alimentou? - Perguntou estreitando os olhos.

- Já. - Revirei os olhos rindo.

- O que a senhorita comeu?

- Dois pães e suco de cereja. - Respondi sorrindo.

- Só isso? Você precisa comer princesa, se não...

- Itachi! Quer que eu vire uma bola? Eu já comi, comi dois pães bem recheados com um copo imenso de suco, era isso que você queria ouvir? - Ele arregalou os olhos assustado eu já estava irritada. - Já estou satisfeita, e to começando a achar que aquele remédio me da fome também, eu não quero ficar gorda, eu vou ficar horrível.

- Bebê, você não vai ficar gorda, e mesmo se ficar não vai ficar feia, de jeito nenhum, agora vamos? - Disse calmo.

Me levantei em silêncio e o segui até o carro, entramos e fomos para a clínica, demorou um pouquinho para sermos atendidos, tinha um casal na nossa frente. Estávamos sentados em um sofá, não estávamos brigados ou algo do tipo, mas ele estava quieto demais e isso me incomodou um pouco. Ele se aproximou e me puxou pra perto dele, encostei a cabeça em seu ombro e envolvi meus braços pelo tronco dele, ele beijou minha cabeça e apertou minha cintura no corpo dele.

- Itachi, me desculpa pela forma que eu falei contigo mais cedo? - Falei baixinho, mas ele ouviu.

- Claro meu amor, tá tudo bem eu te amo princesa.

- Eu também te amo.

Fomos chamados para entrar na sala e o casal que estava sendo atendido saiu, era Ino e Sasuke.

- Casal! - cumprimentei sorrindo.

- Sakura! Itachi! Como vão vocês? - Ino respondeu sorrindo.

- Olá nii-san, Sakura. - Disse Sasuke sorrindo minimamente.

- Como estão vocês dois? - Itachi perguntou calmo.

- Bem! - responderam juntos.

- E o bebê? - Perguntei.

- Vai bem, e o seu?

- Vamos saber agora. - Nosso nome foi chamado.

- Precisamos ir, até logo. - Itachi disse apressado.

- Até mais. - Disseram os dois.

- Tchau! - Caminhamos para um corredor onde haviam várias salas, nossa sala era a sala do ultrassom, sala 12.

Entramos e um médico nos esperava, ele nos cumprimentou e pediu pra que eu tirasse a roupa, vestisse uma camisola hospitalar e me deitar na maca, Itachi quase surtou e ficou comigo o tempo todo. Fiquei atrás do biombo e me despi, vesti a camisola e me deitei como ele pediu, afastei minhas pernas e ele colocou um gel na pontinha do aparelho e posicionou, bom vocês sabem onde! E eca aquilo era gelado, mas nada se comparava a vergonha que eu sentia naquele momento. Itachi estava comigo, e segurava minha mão, iriamos ver nosso bebê pela primeira vez, o monitor do aparelho ligou e tudo o que nós víamos era preto, até acharmos duas pequenas bolinhas brancas, o doutor então disse:

- Olha, você está de seis semanas, agora, estão vendo esse pontinho aqui? - Apontou pra tela onde tinha um pontinho branco, assentimos em resposta. - Então, esse é o bebê de vocês! - Sorrimos em conjunto.

- E o outro pontinho  Dr.? - Perguntei, podia ser a cauda do embrião mas não era.

- Deixa eu ver - ele mexeu cuidadosamente o aparelhinho dentro de mim - bom, este é o outro bebê, parabéns, vocês estão grávidos de gêmeos - disse sorrindo.

- Nossa, gêmeos - Itachi disse sorrindo enquanto olhava para mim e para o monitor, seus olhos brilhavam de alegria.

- Uhum, dois de uma vez só - sorri em resposta.

(...)

- Eu estou muito feliz, minha hime - Itachi dizia feliz, enquanto dirigia para casa do pai. Segurava minha mão e acariciava, e vez ou outra alisava minha coxa por cima do vestido.

- Eu também. - Me lembrei do que havia dito ontem, sobre discutir sobre coisas. - Amor, o que você queria falar comigo? É sobre o que? - Ele sorriu de lado e disse:

- Quando for o momento exato agente conversa, ansiosa. - E riu, mas eu não desistiria tão fácil.

- É sobre o que? - Ele riu e nada respondeu - é sobre, mim? - E nada disse - sobre a casa? Tenho feito algo errado?

- Claro que não princesa, você sempre faz tudo direitinho. - Minha curiosidade me matava.

- Então... É sobre os bebês? - Ele continuou a se divertir com isso e nada falou. - Amor, diz alguma coisa?

- Bom, tem a ver com os bebês sim, mas também é porque eu te amo. Não digo mais nada, mais tarde nós conversaremos. - Ele disse sorrindo cruzei os braços e me contentei, ele não diria mais nada mesmo.

- Oooh pequena, não fica assim não bebê. - Disse sorrindo, desceu a mão pra de baixo do vestido e passou até chegar na minha virilha, me fazendo arrepiar e soltar um brave gemido.

Chegamos em um lugar lindo, que ficava em um dos lugares mais luxuosos de Konoha, havia um lindo jardim de cerejeiras e macieiras, era época das cerejeiras florescerem e se podia ver a cor rosa por todos lados. Chegamos em um ponto onde de longe se via um bela mansão e do lado de fora estavam o Sr. Fugaku e um outro homem de cabelos longos e espetados.

- Eu já conheço seu pai, eu o conheci quando eu era criança. - Disse quando estava quase chegando.

- Eu sei, mas quero te apresentar a ele como minha esposa. - Ele falou sorridente. Tá, eu fiquei super feliz, mas na hora me assustei, uma família de classe 6, na minha cabeça, eu, uma escrava, nunca poderia ser aceita pela família dele como esposa dele. Eu até poderia gerar seus filhos, mas nada mais que isso, não era proibido, mas era, digamos "fora dos padrões".

- Esposa? - Perguntei um pouco boba - É seu jeito de me pedir em casamento? - Ele riu assentindo, ri junto pois chegava a ser engraçado

- Talvez, se você quiser ser minha pra sempre. - Sorria de lado, aquele homem é encantador.

- Eu já sou sua. - Respondi me aproximando.

- Pra sempre? - Seu rosto se aproximou do meu.

- Pra sempre. - Disse e finalmente o beijei.


Notas Finais


Até mais pessoal ;)


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