História It's Time To Change... - Shawn Mendes - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Emma Roberts, Magcon, Shawn Mendes
Personagens Emma Roberts, Shawn Mendes
Tags Amor, Brigas, Revelaçoes, Shawn Mendes
Visualizações 133
Palavras 1.358
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem! ❤️

Capítulo 7 - What's done is done!


Fanfic / Fanfiction It's Time To Change... - Shawn Mendes - Capítulo 7 - What's done is done!

Christine caiu para trás com o impacto do tapa.

Todos me olhavam espantados, o refeitório inteiro ficou em silêncio.

Impressão minha ou ninguém esperava essa minha reação?

Qual é...

E é nessa hora que algo inesperado acontece, achei que Christine fosse revidar e que começaríamos uma briga, que puxaríamos o cabelo uma da outra, e claro, que eu descontaria toda a minha raiva em mais tapas na sua cara. Porém, não foi bem isso que aconteceu.

Ela simplesmente começa a ‘’chorar’’. O QUÊ?

– Qual é a necessidade de ter feito isso Natalie? – Shawn me pergunta visivelmente nervoso e se agacha para ajudar Christine a se levantar.

Filho da puta!

– Isso. – apontei para um folheto no chão. – Foi essa cachorra quem fez isso. – estava tão nervosa, que com certeza, meu rosto deve estar todo vermelho.

– V-você está louca? – essa vadia me pergunta fingindo uma voz trêmula e de choro. – Eu não fiz isso. Estava o tempo inteiro com Shawn e ele pode confirmar. – ela direciona seu olhar para Shawn e eu faço o mesmo.

Ele a abraça de lado e ela deita a cabeça em seu peitoral.

Pude notar, que ela quis soltar uma risada, como de quem estava ganhando, mas logo voltou a ter uma feição de choro novamente. Vadia!

– É verdade Natalie. – Mendes começa a defender. Ridículo. – Ela estava comigo desde a hora que eu cheguei e isso inclui as três primeiras aulas.

Mas é claro que ela não iria fazer o trabalho sujo...

Com certeza ela pediu para algum idiota fazer e agora, a vilã da história sou eu e ela a vítima. Merda!

Soltei um riso de nervoso, e antes que eu pudesse falar algo, Christine fala:

– Olha, eu te desculpo pelo tapa. – falou na maior cara de pau, passando a mão pelo rosto. – Deve ser difícil mesmo essas coisas. Sabe, eu nem irei contar ao diretor...

Juro que tentei me controlar, mas depois que ela falou isso, meu resto de consciência se evaporou.

– SUA VAGABUNDA DESGRAÇADA, MENTIROSA. – gritei indo para cima dela outra vez, mas antes mesmo de eu chegar perto, Mendes entra na minha frente, o olhei com raiva. – SAÍA DA MINHA FRENTE.

– Não, não vou sair. Vem cá, você não cansa de passar vergonha? – foi se aproximando de mim.

– E VOCÊ NÃO CANSA DE SER IDIOTA? – gritei na cara dele, minha respiração estava descompassada, então abaixei meu tom de voz. – Você consegue ultrapassar o limite da burrice humana. Impressionante!

Não sei se foi pelo o que eu falei ou se foi por eu ter gritado, mas ele ficou nervoso.

– Eu a defendo, pois estava comigo. – seu tom de voz era baixo e frio. – E não grite mais, ninguém aqui merece ouvir sua voz.

Ignorei totalmente o que ele disse sobre parar de gritar.

– ISSO NÃO GARANTE QUE NÃO TENHA SIDO ELA, SEU IDIOTA! – exclamei brava.

– Já falei para parar de gritar. – disse olhando em meus olhos e se aproximou mais. – Eu já disse. Defendo, pois estava comigo, então é impossível ela ter feito isso.

– Ela é a única pessoa que falou que eu era uma puta, e ainda na sua frente. E agora, me aparece papéis assim por toda a escola, como me explica isso?

Estávamos frente a frente, agora falando baixo.

 – É você está certa. Falamos sim, mas depois daquilo nunca mais tocamos no assunto. E passamos o final de semana inteiro juntos, ou seja, impossível ter sido ela.

VAGABUNDA! Aposto que ela já havia planejado toda essa merda antes de voltar.

Passei a mão pelo meu rosto, ainda nervosa.

Mendes voltou a falar:

– Está todo mundo olhando para a sua cara vizinha. – disse debochado. Olhei em volta, e estavam mesmo, todos me olhando acusadoramente, como se eu fosse à errada.

Respirei fundo. O olhei novamente e falei:

– Você não deveria sair por aí defendendo gente que você não conhece.

– E por acaso, você a conhece?

Queria falar que sim, que ela já fez isso comigo uma vez. Porém, se eu falasse todos do Colégio iriam se lembrar e com certeza, ela iria negar.

O que está no passado, não vale a pena ser lembrado, pelo menos não na frente de todos do Colégio.

Shawn viu que eu não falei nada e continuou a falar.

– Viu? Que papelão hein Natalie! Esperava mais de você. – balançou a cabeça negando. – E é uma pena, uma pena mesmo, que tudo isso seja verdade. – ficou com o semblante sério, olhando bem dentro dos meus olhos.

– Você está insinuando, outra vez, que eu sou uma vadia que transa com outros na cidade vizinha? – estou a ponto de explodir de raiva novamente.

– Por que você mesma não me responde essa pergunta.

– Quer saber? QUE SE FODA. – gritei bem alto. – Minha vida não lhe diz respeito. – ia me virar para sair dali, mas parei e olhei para Christine. – E você, sua vadia, tomara que morra afogada. – ela não disse nada, apenas ergueu uma sobrancelha.

Virei-me novamente para sair dali. Mas sou impedida por um puxão forte em meus braços, me fazendo virar com certa brutalidade.

– Sabe qual é o seu problema Natalie? – era o Shawn.

Ele falava alto agora, para todos ouvir. Estávamos bem no meio do refeitório.

– Me solta. – bradei exasperada.

– VOCÊ. – gritou e apontou um dedo na minha cara. – Gostar de falar o que quer sobre as pessoas, mas não aceita quando falam de você. Falou que Christine é a vadia, veio aqui e bateu nela na frente de todos e ainda... – o interrompi

 – TEM CERTEZA MESMO QUE QUER FALAR SOBRE MIM? – gritei irritada, ele me soltou na hora – PELO MENOS NÃO SOU EU QUE TENHO PRAZER EM VER O SOFRIMENTO DAS GAROTAS APÓS TRANSAR. – na hora ele ficou vermelho e enfurecido. – Fala sério Shawn, já vi metade dessas meninas no banheiro, chorando por você e o que você faz? Nada. É patético e nojento, aposto que você deve ter DST e nem sabe...

Foi a vez dele aumentar o tom de voz:

– Não muda de assunto, não estamos falando sobre mim aqui. – ele se virou de costas e olhou em volta. – Vamos Natalie, conte para todos como é ser vadia e ganhar dinheiro trabalhando como prostituta na cidade vizinha. – voltou o seu olhar para mim.

Assim que ele terminou de falar, todo mundo começou a rir, menos Ian e Lucy, que se aproximaram de mim.

– Sis, vamos embora daqui, antes que o diretor chegue. – minha amiga falou preocupada.

Ian tentou me tocar, mas eu recuei.

É a segunda vez que me chamam assim em público.

Isso foi muito pior do que ter folhetos sobre você espalhados por todo o Colégio.

Eu não mereço isso!

Achei que voltar pra cá, ia ser o melhor para mim. Mas vejo que errei.

Sem eu perceber, lágrimas já rolavam pelo meu rosto.

Eu sou uma fraca, eu sei. Mas é que não da para ser forte o tempo inteiro.

Já passei por isso antes, é doloroso ver as pessoas rindo e fazendo piadinhas sujas sobre a sua pessoa.  Mas o que dói ainda mais é saber que todos acreditaram tão fácil. Mentes vazias!

Shawn acreditou em Christine. Ele se convenceu que eu sou uma vadia e disse isso em voz alta, para todos os alunos dessa escola. Os mesmos com toda a certeza acreditaram também, já que NINGUÉM me defendeu, apenas davam risadas.

Os únicos que realmente acreditam em mim são os meus dois melhores amigos. Ainda bem que tenho eles!

Quando percebi, já estava caminhando em direção á Shawn, que estava bem no centro do refeitório, rindo com Christine e seus amigos idiotas.

Parei em sua frente e o olhei. Aposto que meus olhos já estavam inchados por conta das lágrimas. Seu olhar se encontrou com o meu, na mesma hora ele parou de rir.

Podia jurar que por alguns segundos, vi em seus olhos arrependimento e culpa.

Mas que se dane!

O que está feito, está feito!

Sem esperar, fui para perto dele.

– Eu espero do fundo do meu coração, que você seja muito feliz. – fui sincera em minhas palavras, o mesmo franziu o cenho, talvez esperando levar um tapa.

Em algumas situações, o melhor modo de se vingar de alguém, é não se assemelhar a ele.


Notas Finais


Até a próxima... Xx


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