História It's You - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Dan Richards, Harry Styles, Josh Devine, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Tags Harry, Harry Styles, It's You, One Direction, The Wind
Visualizações 116
Palavras 1.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sorry :(

Capítulo 42 - Capítulo XLII


 

Depois de muito caminhar abraçada sobre os bolsos dos jeans que usava, Ana parou. O ar frio de Nova York envolvendo os cabelos compridos e lisos enquanto ela sugava todo o ar que os pulmões pediam em abundancia. 

 

Cansada e com os pensamentos borbulhando em ondas continuas e vivas, a mesma havia então optado por se apoiar na grade de um parapeito enferrujado e sujo que havia para proteção de um lago, grande e extenso, que atravessava metade do caminho ate as pedras maiores que haviam por ali.

 

Estar em Nova York estava saindo fora de seu controle. Havia tanto a se pensar, em Harry, em Zayn e nas declarações estranhas e emotivas de Rosalie.

 

Zayn apaixonado por ela. Rosalie gravida. Harry malditamente a deixando ainda mais apaixonada e confusa.

 

— Quando foi que tudo começou a sair fora do meu controle ? — Ana sussurra para si mesma em uma voz contida e baixa fazendo com que o vento assobiasse pelos lábios pálidos e frios. 

 

Os olhos turquesas miraram então naquela noite escura, as águas profundas daquele lago.

 

 

E sobre os sussurros dos ventos de Nova York, Ana tentava em vão encontrar as respostas para suas perguntas não respondidas.

 

. . .

 

Louis estava inquieto. O corpo grande andava em pegadas duras e macicas sobre o carpete fofo e os olhos azuis quase saltavam das orbitas tamanha era a quantidade de palavras que Louis expelia em segundos mínimos sem intervalos razoáveis.

 

Mas então o toque demorado do celular o fizera silenciar-se para atender enquanto Harry o fitava da cama aonde estava sentado apreensivo.

 

— Louis ?  — A voz de Ana estava grogue e lenta como se ela houvesse bebido uma grande quantidade de álcool como naquela noite em que estivera com Zayn no bar.

 

— Ana ? — Louis resmungara preocupado e estupefato caminhando em passos duros ate a porta de madeira entre aberta. — Aonde diabos você se meteu ? Eu passei a porra da tarde inteira te procurando e o Harry céus... ele estava mandando a policia atras de você.

 

Ana rira em um som profundo de vozes de fundo enquanto aparentemente arrumava o aparelho no ouvido devido ao chiado que a musica atras de si fazia.

 

— Estou no Brooklyn. Sabe, num daqueles bares antigos com todo aquele visual retro dos filmes ? As pessoas são legais e eu conheci uma garota chamada Ambry. — Ana rira mais uma vez rouca enquanto entornava mais alguma coisa sobre a garganta seca. — Ela disse que eu preciso visitar o Bronx.

 

— Bronx ? Ana, fique ai mesmo aonde você esta e me diga ao menos o nome desse maldito bar, eu estou indo busca-la ! — Louis estava serio enquanto ruminava em raiva esmurrando avidamente a parede próxima a porta. — Ana ! 

 

Mas era tarde. A Ligação havia sido finalizando deixando Louis no barulho que ecoava do celular desligado com o vácuo como resposta a sua pergunta.

 

— Eu preciso fazer alguma coisa — Harry havia então se manifestando de maneira aturdida e raivosa, e enquanto se levantava da cama os olhos de Louis o seguiram por todo o percusso. — Me de as chaves da sua moto, Louis.

 

Louis havia então fungado. Espremendo os olhos azuis enquanto murmurava um não baixo e calmo demais. 

 

— Eu vou junto. Ana é minha responsabilidade também.

 

Harry caminhou, quase correndo pelas ruas do Brooklyn quando Louis finalmente havia conseguido estacionar a moto potente em uma das vagas que haviam ali perto da calçada ornamental. As pessoas os olhavam, com caretas e ate mesmo confusão estampadas na face tentando assimilar em vão ambos os rostos jovens dos rapazes ingleses com alguém realmente conhecido e popular, mas a escuridão da noite e os passos apertados de Harry Styles impediam que as pessoas deduzissem que eles eram de fato astros famosos perdidos na noite atras de uma garota.

 

Os cabelos castanhos de Harry corriam contra o vento frio e a respiração era ofegante e gélida. Ele estava imerso em culpa e preocupação, ele precisava contar a Ana, precisava dizer a ela o que sentia e finalmente fazer aquilo que deveria fazer.

 

— Ei, droga Styles, espere ! — Louis havia gritado acima dos ombros do amigo enquanto corria para que pudesse acompanhar as passadas rápidas demais dele. — Essas malditas pernas compridas correm muito.

 

Harry então desabara, parando a meio fio enquanto respirava fundo demais e rezava internamente para que Ana estivesse bem.

 

Ele precisava que ela estivesse bem caso contrario, ele estaria mal, profundamente e terrivelmente mal.

 

 

. . .

 

Ana estava embriagada. Não sabia como havia chegado naquele bar no Brooklyn, não sabia nem mesmo por qual motivo estava bebendo mais do que devia e porque os olhos azuis insistiam em molhar sua camisa de linho, mas ela continuava ali. 

 

Havia uma parte em si, a mais consciente no meio de todo seu estado bêbado e letárgico que sabia o motivo de toda aquela confusão mas ela se negava a pensar em Harry e Rosalie juntos e isso conscientemente a matara.

 

Amor. A droga do amor do mundo real.

 

— Ei garota, já estamos para fechar ! — Um cara alto e barbudo que havia a atendido a noite toda, estava a chamando tirando a atenção de sua embriaguez para o local já praticamente vazio a não ser por uma pequena senhora que recolhia os copos vazios das mesas sujas de madeira envernizada e antiga.

 

Aturdida e piscando os olhos repetidas vezes para se adaptar a sua tontura, ela notara que a garota que havia entrado consigo e lhe prometido levar ao Bronx já havia partido. 

 

Era claro que sim. Ninguém nunca ficava tempo demais com Ana. As pessoas de uma forma ou outra sempre iam embora de sua vida.

 

— Tudo bem... eu só ... —Ana não estava consciente de seu peso e quando se inclinara para descer do banco despencara ao chão gemendo com a queda brusca.

 

James, o dono do bar, havia então suspirado. Com pena e prestando solidariedade a garota o mesmo havia então se abaixado buscando levantar a garota bêbada enquanto pedia a Diane, a velha senhora que limpava as mesas, o numero de um táxi.

 

— Vamos lá. Você deve ter tido mesmo um dia ruim para estar nesse estado. Me diga aonde esta hospedada e eu vou coloca-la em um táxi — Estendera James aguardando que Ana murmurasse calmamente as palavras enquanto ele as dirigia metodicamente ao telefone para a telefonista da central de táxis de Nova York.

 

Ana foi colocada no táxi por James algum tempo depois de sua ligação, enquanto ele e Diane suspiravam em pena pela garota jovial que parecia em estado letológico de depressão continua, ela cambaleara ate o táxi esperando ao menos que tivesse a oportunidade de ter amnesia e esquecer tudo que havia ocorrido naquele dia, na viagem de volta a sua casa.

 

Uma sensação confusa e onipresente, mas se ter amnesia a ajudasse a esquecer as coisas dolorosos então Ana queria isso.

 

As luzes de Nova York pareciam ainda mais bonitas enquanto Ana captava tudo sobre o vidro do táxi cor de marcador de texto. As luzes amareladas da cidade iam deixando para trás lembranças e enquanto Ana expirava fundo ela viu, viu através do Brooklyn que começava a ficar também para trás, o imenso e bonito rio que cortava a cidade. 

 

E ela pedira ao Taxista para descer contrariando as indicações do mesmo que suspirara dando-se por vencido quando garota fora-se pela porta aberta.

 

Ana sentia-se frágil porem diante daquela enorme ponte de metal antigo, um sentimento incomum de perda a assolara. 

 

Ela havia perdido coisas demais e não estava mais disposta a perder nada.

 

E isso incluía ser uma mulher mais forte. Alguém que ela lutaria para ter, e se isso incluísse ter Harry Styles, ela estava disposta a fazer o que pudesse para telo consigo.

 

Aquela Ana queria ser forte. 

 


Notas Finais


Eu não sou idiota, não, eu não sou um seguidor
Eu não levo as coisas como elas vêm
Se eles me derrubar
A vida pode ser cruel se você é um sonhador
Eu só quero ter algum divertimento
Não me diga que não pode ser feito

Você sabe que você gosta dele, mas ele te leva a loucura
Você sabe que você gosta dele, mas ele te leva a loucura
Você sabe que você gosta, mas você está com medo da vergonha
You Know You Like It - Dj Snake feat AlunaGeorge


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