História Ivory Spirit - Interativa - Capítulo 6


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Laxus Dreyar, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Zeref
Tags Tag
Exibições 61
Palavras 2.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O próximo capítulo será postado nesse final de semana.

Sim, eu mudei o nome da guilda, agora só vou fazer alguns ajustes.

Espero que gostem!

Capítulo 6 - Arco Quatro Missões: Capítulo 2



                                                                          Capítulo 2 : Quatro Missões 

Hiroshine P.O.V on:

O mestre sumiu de novo.

Depois de Yamato e Beka terem saído em uma missão sem permissão, o mestre sumiu. Tipo, literalmente. Eu mesmo que só tinha ficado na guilda por dois meses, já tinha presenciado o mestre sumir três vezes.

Agora eram quatro. 

Quando ele sumia, a gente não encontrava ele na guilda, nem na cidade. Ele provavelmente usava a sua magia e pum, desaparecia do mapa. 

Falando sério, isso não incomodava nem um pouco. Afinal, o mestre nunca realmente fazia algo de importante, a não ser que ficar sentado em seu escritório fazendo absolutamente nada seja algo de importante.

O que isso tudo significa? 

Missões.

Normalmente o mestre proibia que nós saíssemos em missões de qualquer tipo, Nós da guilda realmente não entendíamos o porque disso, mas ninguém desafiava o mestre de cara. Por causa disso o quadro acabava se enchendo de missões, Mas em situações assim, só tinham um motivo.

Peças é claro. Quem recusaria peças? Como o nosso colega classe S diria, essas missões chegam a ser uma pechincha de tão fáceis. Peças rápidas, até porque todos nós precisamos comprar alimento.

Mas deixando isso de lado, eu já terminava de comer meu terceiro prato das deliciosas comidas preparadas por Ceria. Eu de verdade não sabia de que era feito, mas sabia de uma coisa. Era bom demaisssssss.

Tipo, quando nós mordíamos, a comida derretia na boca, mas não como algo ruim. Dava uma sensação macia e quentinha, e na hora de engolir era mais gostoso que comer jujubas a milanesa. (Existem jujubas a milanesa?)

Ceria havia inventado um nome bem criativo para essa comida, "La especialitê d' Cerie" 

- Cara, isso estava uma delícia! - comento ao ver que Talisson e Vergil ambos haviam terminado o terceiro prato. (Três é o número da sorte na Grécia antiga)

- Uma delícia. - afirma Talisson após ter limpado a boca de feijão. Depois disso ele levanta e vai até o quadro de missões e pega um papel que estava anexado no quadro. - Bora fazer essa missão, Shine?

- Vamos lá! - respondi animado, afinal nem se lembrava da última vez que eu tinha saído em uma missão. Levanto, espreguiço, alongo um pouco pra admitir, "sempre se alongue antes de fazer exercício". Mas antes que eu e Talis saíssemos para a missão eu vejo Vergil, ainda sentado depois de comer. Uma lâmpada se acende na minha cabeça.

- Ei Vergil, que tal você também ir junto na missão? Nós três somos Dragon Slayers, não somos?
Vergil faz uma cara de surpresa quando percebe que eu estava falando com ele. Ele ergue a cabeça e desajeitadamente responde:

- Hm...? Ah, sim, pode ser... - Vergil responde e levanta e se dirige até onde eu e Talis estávamos parados, no caso, na frente da porta. Quando chegou, os três saíram para a missão, e quem sabe o que os aguardaria?

Hiroshine P.O.V off:

Mayumi P.O.V on:

- Onde está a Ki? - pergunto para Ceria, ao ver que a garota não estava presente na guilda, e nem tinha aparecido naquela ocasião. Também, a Ki era uma garota estranha e bizarra, com um olhar mais estranho ainda. Ela tinha mostrado ser muito arrogante quando falava, e quando alguém errava em algo ela torcia a cara.

- A Senketsu? Ela saiu mais cedo em uma missão... Acho que ninguém tinha percebido.... - responde Ceria pensando, e logo após pedem mais uma rodada de cerveja ao lado.

Eu esqueci de mencionar quantos magos havia na guilda? Se mencionei ou não, tanto faz. Haviam cerca de vinte e cinco magos no total, contando os que tinham saído davam trinta e um. E sim, o trigésimo e um mago era o nosso "maravilhoso" mestre.
Maravilhoso entre aspas.

Falando em gente sumida, o Akiro era outro que quase nunca aparecia. Pelo que eu saiba, ele é o irmão do Yamato, mesmo que eles não se pareçam em tese de cabelo. Sobre a cara, méh, até que podia ver uma semelhança aqui e ali. Mas o cabelo? Um era azul enquanto o outro era vermelho. Que combinação genética é essa?

Deixando isso pra lá, eu e a Cat-chan estávamos tomando suco, cerveja não é para crianças! Não era um suco normal, mas era sim uma mistura feita pela magia de Ceria. Muitos não sabiam, mas a magia de Ceria permitia que ela pudesse criar umas comidas muito loucas. 

Muito loucas e muito deliciosas pelo sinal. Esse suco tinha tudo de bom; o cheiro me deixava tonta de tão bom. Logo quando a Cat termina o seu suco, ela me pergunta.

- Ma-chan, nós podemos ir em uma missão hoje? - ela pergunta fazendo uma carinha de pidona, sabendo que eu quase não resisto a esse tipo de coisa. Cat fica de joelhos fazendo essa carinha, e eu quase enlouqueço.

- N-não é muito perigoso? - responde tentando convencer-la a mudar de ideia, só que sem sucesso. Cat então começa a se esforçar mais na cara, deixando impossível para eu resistir. - Okay, okay... Mas vê se faça as coisas que eu faço, não quero que se machuque....

- Não precisa se preocupar Ma-chan... Arigatõ Ma-chan! - agradece Cat abrindo um sorriso e depois saltitando em círculos de felicidade. "Que garota irritante" penso enquanto abro um sorriso discreto, e depois vou até o quadro de missões para fazer o que a Cat me pediu.

Lá estavam diversas missões, de tirar gatos de árvores até matar um monstro lendário nas cavernas de não sei oque. Penso um pouco e pego uma razoável, uma que daria diversão para Cat e também que não era muito perigosa.

- Qual é a missão, Ma-chan? - pergunta Catarina tentando olhar o papel por cima do meu ombro, sem sucesso, até porque eu era um pouquinho mais alta que ela.

- A missão é de capturar alguns animais mais na floresta aqui do lado... Parece que eles estão espantando alguns animais, e querem a remoção deles... - respondo enquanto lia os detalhes da missão. Não parecia ser um problema muito grande. Espantar alguns animais na floresta, não era algo difícil.

- Então vamos logo! - Cat exclama animada e vai saltitando até a porta principal, comigo seguindo-a. Lá nós duas passamos no meio da vila, umas casas de madeira aqui e ali, com um grande centro comercial no meio. 

Como a missão era na floresta, nós pegamos um caminho que obviamente levava até a floresta. Andamos na estrada até que um ponto nós chegamos na parte da cidade onde as terras viraram campos cheios de plantações, usadas para alimentar a cidade. 

A um quilômetro no mínimo se avistava a floresta, com um rio discreto correndo no coração da floresta. Uma casa ficava bem no lado de fora da floresta, ou melhor, não casa, posto de vigia. Parece que recentemente aquela casa tinha se passado uma maquiagem e tinha virado um posto de vigia, com um fazendeiro observando a floresta.

- Então, o que você acha que aconteceu com o Yama-san? - pergunta Catarina repentinamente, enquanto nos aproximávamos do posto de vigia. - Você acha que tem algo haver com essa missão da floresta?

- Acho que não... Afinal, o Yama-kun é de classe S, e ele não perderia assim fácil em uma missão simples... Ele também disse que estava numa missão classe S... - respondo aflita, refletindo sobre o caso.

- Isso não importa muito... Ele está bem agora, não está? - diz Catarina, e percebo que era uma pergunta retórica. Continuamos andando até chegar na cabana. Lá o fazendeiro nos avistou e por um segundo se assustou, mas logo se acalma percebendo que não é nenhum extraterrestre.

- Vocês são os magos da Ivory Spirit, não são?  - pergunta o fazendeiro distraído, olhando para a floresta rapidamente e depois olhando para eu e Cat de volta.

- Acerto! - responde Cat fazendo uma pose estranha e sorrindo como se tivesse nove anos.

- Ótimo, então vocês duas vieram para tirar essas bestas da floresta... Hmmmm, eles poderiam ter mandado dois homens ao invés de vocês.... - comenta o homem sussurrando para que nós duas não ouvíssemos, mas, fail.

Eu fuzilo o homem com o olhar. Ele finge que não me percebe, mas na sua cara estava cada vez mais mostrando medo.

- Como é que é?... - eu pergunto de um modo meio, meio assassino.

- Mas eu acho que vocês duas dão conta do caso... - completa o homem rapidamente.

- Er, por acaso alguém da fazenda viu um desses monstros? - pergunto, dessa vez fazendo a cara e voz mais fofas e mimosas do mundo.

- N-não exatamente... Eles normalmente atacam de noite, e levam alguns animais de nosso gado... Eu pessoalmente não cheguei a velos de perto, mas de longe eu tive uma rápida visão - explica o homem em uma voz meio baixa, como se alguém estivesse escutando a conversa. - Eles se parecem com javalis, só que muito maiores e sempre andam com pelo menos dois ao seu lado.

- Eles atacam organizadamente, para pegar a presa. Quando me veem eles fogem, talvez por causa do fogo. Mas uma coisa eu sei... - diz o homem chegando mais perto - Eles fazem um som terrível, de estourar os tímpanos. Eles fizeram esse som para derrubar um do nosso gado.

Eu olhei para a floresta, aquilo não parecia ser nada bom. Mas Catarina parecia estar bastante animada para entrar na floresta. Ela ficava trocando o peso de um pé para o outro, e balançando os braços. Quando eu terminei de ouvir tudo do fazendeiro ela me fala:

- Vamos logo, Ma-chan!

Eu admito que estava um pouco incerta, mas assenti com a cabeça em afirmação. Cat parecia estar preparada para explodir de animação. Digamos que até eu estava com um pouco feliz que faríamos uma missão. Então foi assim que ambas eu e Cat adentramos a floresta.

Mayumi P.O.V off:

Yamato P.O.V on:

- Eu ainda te mato... - reclama Beka, enquanto andávamos pelo pântano. - Primeiro, nós estamos fazendo uma missão de classe S, e ainda por cima foi contra as ordens do mestre... Você nem ainda me disse qual é a missão.

- Pare de reclamar tanto... É óbvio que você está adorando a missão.

- Adorando? Andar em um pântano procurando sei lá o quê é agradável? Já andamos uns quatro quilômetros, eu estou cansada, e minha roupa está toda suja...

- Claro, claro... - comento revirando os olhos - E sobre a missão, eu nem li o que nós temos que fazer... Só li que a recompensa era de 100.000 peças....

Beka faz uma cara de leve surpresa, como se esperasse menos de uma missão classe S.

- É mais de oitenta mil... - exclama Beka, mas logo depois pensa um pouco. - É só 100.000 mil?

- Sim, qual é o problema?

- Uma missão classe S com recompensa de 100.000 peças? - ela pergunta com uma cara tipo, qual é o segredo disso?

- Claro, porque não?

- Hm....

Depois disso nós dois continuamos andando. Na missão estava escrito que nós tínhamos que procurar por alguma coisa que eu não me lembro, em um planalto, mas a única coisa que tinha para se ver ali era água indo até os joelhos e lama.

Corujas faziam o seu som, pássaros piavam, e mais alguns animais faziam os seus sons, que eu não sei imitar.

- Onde que nós temos que ir mesmo? - pergunta Beka, depois de ter quase tropeçado e cair de cara na lama.

- Supostamente, nós deveríamos ir para um planalto....

- Supostamente? Supostamente? É bem provável que o local da missão seja no outro lado do mundo.... - reclama Beka parando de andar.

- O mapa estava dizendo que "planalto" estava aqui, e aqui nós estamos... Além disso, quem disse que isso daqui não é um planalto? Talvez o pântano tenha surgido aqui em um dia qualquer.... - respondo me virando para sua direção, ficando de costas para o pântano.

- É, mas nós não acha.... - ela é para de falar e faz uma cara de terror quando vê algo atras de mim. - Cuidado!

Eu fico um pouco confuso com o que Beka disse, mas lentamente me viro para atrás. - O que fo... - digo mas sou interrompido por uma pressão forte nas minhas costas, fazendo eu perder o equilíbrio, e caindo na lama. Alguns instantes depois eu sinto uma sensação de queimação nas minhas costas, como se tivessem tacado-me o um pau flamejante.

Depois segundos atordoado, eu sinto que toda a dor nas costas havia ido embora. Me levanto e vejo que Beka havia usado sua magia para me curar o ferimento.

- V-você está bem? - pergunta ela tremendo, com uma cara de terror total.

- Tem gosto de churrasco... - respondo e ela da um suspiro de alívio. Me viro e vejo três pessoas em pé no meio da parte sem água no pântano.  Dois eram homens e uma era mulher. Eles estavam vestidos de preto, e a marca da guilda no rosto me era um pouco, pouco familiar. - E quem são os cavalheiros?

- A sua mãe... - falou um deles friamente, quantos anos ele tem?

O do meio que parecia o líder, estendeu a mão em sinal de pare para o outro. O outro mago se calou.

- Nós não revelamos nosso nome para gente morta... Entendeu o recado parceiro? - diz o homem com um sorriso malicioso.

- Em Beka, o que você vai fazer com a sua parte do dinheiro? Eu vou comprar doces. - pergunto a Beka, meio que ignorando o homem totalmente.

Vejo pelo canto do olho que o homem estava vemelho de raiva. Só pra provocar um pouco mais eu o olho e dou um sorrisinho maroto, como de quem não quer nada.

- Maldito, você sabe quem nós somos? - o homem fala irritado e lança uma rajada mágica preta para a minha direção. Mesmo sendo um ataque surpresa, eu desvio, até porque era um ataque meia boca. O homem em vez de desistir ele fica mais irritado ainda e lança outra rajada de magia, só que dessa vez em Beka.

Eu percebo que Beka estava meio no mundo da lua, provavelmente chocada com a situação. Eu não a culpo, foi assim que eu fiquei na minha primeira missão. Mas o raio negro ainda estava indo para sua direção, e vejo que ela não ia desviar. Então lanço uma rajada da minha própria magia, que desvia a magia do homem.

- Não sei quem vocês são e também não quero saber - falo com um rosto sério, olhando para o homem - Mas, vocês vão aprender ma coisa.

O homem ri maleficamente.

- O quê seria isso? A morrer lentamente?

- Não exatamente, vocês vão aprender que se meteram com a guilda errada.


Notas Finais


O capítulo não ficou grande como deveria, mas não tem razão pra eu continuar escrevendo.

Espero que tenham gostado!


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