História Izzy Vanguard - Capítulo 1


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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Cheetah, EXID
Personagens Cheetah, Cl, Hani, Jimin, LE, Minji, Park Bom, Rap Monster, Sandara Park, Suga, T.O.P, V
Tags 2ne1, Bom, Bts, Cheetah, Dara, Exid, Hani, Hyuna, Jessi, Jimin, Minzy, Rap Mon, Suga, Top
Exibições 5
Palavras 2.353
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, eu e um amigo resolvemos fazer esta fic. Não sei ainda com que frequência iremos atualiza-la, mas espero que gostem. E desculpem-me se tiver algum erro.

Capítulo 1 - Capitulo um.


Fanfic / Fanfiction Izzy Vanguard - Capítulo 1 - Capitulo um.

~CL

Mas um dia viva, droga.

_Levanto cambaleando um pouco por conta da noite passada. Acho que não deveria ter exagerado tanto na bebida. Suspiro e olho para a cama. Vejo o corpo de uma garota linda ao meu lado, mas que não fora o suficiente para preencher meu vazio.

Afinal, até quando irei me sentir assim? Vazia. Não importa quantas vezes tente preencher este vazio com drogas, garotos, garotas, amigos… O vazio parece ter se estabelecido bem em mim, e parece trazer diversos colegas com ele, como a ansiedade que me impede de pregar os olhos e dormir confortavelmente, pois não adianta tentar contar ovelhas se a única coisa que consigo contar são motivos para me manter acordada.

_Me dirijo até o banheiro e encaro o espelho sujo.

Quando me tornei assim? Uma pessoa completamente danificada psicologicamente. Se pudesse voltar no tempo diria para mim aproveitar ao máximo meus momentos felizes e me diria para fugir do amor, pois não importa quantas vezes eu o escolha, ele nunca me escolhe.

- Vamos lá, Chaerin. Primeiro dia de aula. _Digo para mim mesma e caminho até o chuveiro.


~Hani

Acordei já com raiva do sol que me acordava, quero dizer, da minha mãe que abria as persianas. Como pode alguém dizer que um solsinho vai me fazer bem?

- Vamos Hani, acorda filha.

Diz ela sacudindo minhas cobertas.

- Me deixa dormir!

Puxo as cobertas cobrindo meu rosto.

- Hani, levanta. Hoje é seu primeiro dia de aula. Tem que saber qual sua turma e tudo mais, fazer amigos...

Tiro as cobertas do meu rosto e olho pra ela.

- É sério? A senhora não me conhece mesmo, né?

Levanto da cama.

- Agora eu que quero ir pra escola, pra não ter que ficar em casa.

Ando de forma escandalosa até o banheiro, entro e fecho a porta com força.

Eu sempre tive problemas com essa história de me relacionar com outras pessoas, tanto pra ter amizade quanto algo a mais, por isso preferi ficar longe de todos, odeio todos, principalmente a vadia que destruiu meus planos e me fez parar na escola para adolecentes problematicos "Izzy Vanggard". Mas para o azar de Minzy, estaremos estudando no mesmo local.

Saio do banho e dou de cara com minha mãe que ainda estava me esperando sentada na cama.

- Filha. Tenta sair desse mundo fechado.

- Me dá licença? Preciso me arrumar pra ir pra porcaria daquela escola.

- Filha, me ouve.

Resolvo ignorar, se eu responder, ela vai continuar com esse assunto chato, ela vê que naquele momento nada que ela dissesse mudaria minha posição, então ela anda até a porta.

- Eu te amo filha.

Eu amo minha mãe, mas ela não entenderia se soubesse toda a verdade sobre mim.

Vou até o guarda-roupas e retiro as primeiras peças de roupa que eu avistei, me vesti, peguei minha bolsa e saí do quarto com o celular e o fone de ouvido em mãos. Chego á cozinha e pego a chave da minha moto.

- Tenha um bom dia filha.

- É sério? A senhora hoje de piada tá ótima. "Bom dia"? Uhum.

Saio de casa e vou até a garagem pegar minha moto, minha pequena MomBlack. Pego capacete, coloco na cabeça, ligo o motor e saio em disparada a escolha filha da puta Izzy Vanggard.


~Cheetah

Acordo com uma forte claridade sobre minha cama causando uma pequena dor em minhas pupilas. Abro lentamente os olhos e vejo a silhueta dela na minha frente. Como explicar tamanho amor que sinto por essa garota que consegue me fazer sorrir boba apenas com um olhar?! Talvez o amor seja isso. Um sentimento que não pode ser explicado. Um sentimento cuja especialidade é lhe afundar em um mar desconhecido e fazer você esperar o seu bote salva-vidas chegar, se chegar...

– Bom dia, Jessi.

_sorrio ao vê-la em pé abrindo as venezianas. A mesma se vira e retribui o sorriso.

– Bom dia, Cheetah. _Dirigindo-se a mim, a acompanho com os olhos. Com sua pele levemente bronzeada e seu corpo de dar inveja a qualquer garota que a veja, jessi é dona de uma beleza exótica extraordinária que me deixa a cada dia mais e mais fascinada.

– Dormiu bem? _digo puxando-a para mais perto de mim e começo a distribuir beijos pelos seus leves braços.

- Dormi como um bebê. _a encaro por alguns segundos, parando as carícias. O amor consegue ser algo tão lindo que me pergunto como as pessoas conseguem desperdiça-los com coisas fúteis.

- Eu te amo, Jessie.

- Eu também te amo, Cheetah. _sorrio ao ouvir a resposta e me direcionou para selar nossos lábios em um beijo lento.


~CL

_Chego na escola em um táxi, pago o motorista e encaro a famosa Izzy Vanguard para jovens problemáticos. É uma escola bem grande, com muros altíssimos e uma decoração moderna. Consigo ver alguns rostos conhecidos, de festas que freqüentei, na multidão de alunos que se despediam dos seus pais e se direcionavam para a entrada da escola. Segui os alunos até o pátio, onde tinha papéis grudados nas paredes com as informações dos alunos: Salas, professores, matérias, etc. Estava um pouco distraída quando alguém esbarra e derrama um copo de vitamina na minha jaqueta.

- Mas que merda. _praguejo em voz alta, e me viro para ver a infeliz que fez isso, quando me deparo com a única pessoa que não esperava encontrar ali. Sandara Park, minha vizinha e melhor amiga de infância.

- M-e desculpe. _dizia Dara gaguejando. Quando de repente olha para mim e seus olhos parecem brilhar.

- Noona!!! _gritava enquanto pulava em cima de mim para um abraço.

- Dara? Minha nossa, quanto tempo. _disse enquanto retribuía o abraço da menor. Dara parecia não ter perdido seu ar de inocência que eu tanto admirava.

- Por onde você andou? Não recebi mais notícias suas depois do.. hãn.. acontecido.. _Dara parecia tentava medir suas palavras de forma delicada.

- Tudo bem, Dara. Eu já superei aquilo. _Tentava parecer o mais convincente possível. Mas nem eu conseguia acreditar nessas palavras. Ainda hoje tenho pesadelos com ele..

- Mas, oque você está fazendo aqui? Esse é o último lugar que pensaria em te encontrar. Oque aconteceu?

- Hã, longa história noona. Meus pais morreram alguns anos depois que você se mudou. Depois disso tudo pareceu desandar. _falava enquanto abaixava a cabeça formando um bico entre os lábios.

- Nossa! Me desculpe por ter tocado no assunto.

- Tudo bem, Noona. O pior já passou, espero. Eu e o Tae, estamos nos ajudando muito.

- Pera, o Tae também está aqui??!! Mas oque vocês fizeram? _praticamente gritei com a surpresa que foi saber que o Tae também estava lá. Tae era o irmão gêmeo de Dara, ainda me lembro de como brincávamos quando crianças. Eles pareciam sempre apoiar um ao outro. Oque me fazia ter um pouco de inveja. Nunca tive um irmão, nem alguém que me apoiasse e meus pais eram muito ocupados com o trabalho.

- Não foi nada grave, Chae. Não se preocupe. _dara tinha um sorriso encantador no rosto. Sorriso que faz qualquer um cair em seus encantos.

- Mas eae, como você está? Vejo que ficou ainda mais bonita! _Dara me elogiava enquanto fazia cócegas em minha barriga.

- imagina, Dara. Você que está linda, não parece ter mudado nadin.. _interrompo minha fala ao ouvi um som saindo das caixas de sons da escola.

-Atenção Alunos, todos devem dirigir para seus devidos quartos, neles encontraram seus livros e o folheto com suas devidas atividades. acomodem-se e nos encontramos às 10:00 para o discurso de nossa querida diretora.-

- Bom, parece que temos que ir. Vamos procurar nossos quartos juntas, Dara?

- Claro, Noona! Vamos.


~Hani

Chego a porta da escola. Que porra era aquela? Parecia um presídio, o porteiro era um velho careca e gordo com cara de pervertido, ele me olha e pergunta meu nome.

- Ahn Hee-yeon.

Ele confere na lista e da sinal para que um homem em uma cabine abra o portão, entro com minha moto e a estaciono.

- Espero que dentro seja melhor do que aqui fora.

Desço da moto e penduro o capacete no guidão da moto.

Entro na escola e me deparo com um bando de vagabundos que como eu devem ter se metido com coisa errada. Se não fosse pela vadia da Minzy eu ainda estaria em casa ganhando dinheiro de uns drogadinhos. Vadia invejosa.

Continuo andando, pego um papel que minha mãe havia posto na minha bolsa noite passada com número e senha do meu armário. Não demoro muito a achar meu armário, por fora ele parecia ser o melhor, mas dentro era cheio de chiclete e fotos de casalsinho. Povo idiota. Guardo minhas coisas e quando vou fechar a porta sou surpreendida por uma voz familiar. 

- A vadiasinha vendedora de droga tá gostando do local?

Fecho a porta e viro-me de frente para ela.

- Ora Minji a vadiasinha aqui é você, eu sou só vendedora de droga. Quem se prostitue é você.

- Tá se achando segura por estar aqui?

- Nós duas sabemos que quem precisa de segurança aqui é você. Seu rosto ainda dói da última briga?

Ela se aproxima de forma violenta, ela segura em meu cabelo e me joga contra o armário, chamando a atenção dos que estavam em volta.

- Que vadia rídicula. Só briga puxando cabelo. Era assim que você brigava quando outra puta estava no seu ponto?

Dou um soco do lado esquerdo de Minzy, um do lado direito e um chute na barriga que a faz cair do outro lado do corredor.

- E pelo visto a outra vadia que ganhava.

Me viro e dou de frente com uma mulher de cabelos curtos e olhar intenso.

- Venham as duas agora a minha sala.

Puta merda.


~Cheetah

_deixo jessi no seu trabalho e me dirijo ao meu. Jessi trabalha como modelo em uma importante agência mundial e eu trabalho como diretora de uma escola para jovens problemáticos. Decidimos manter nossa relação o mais sigilosa possível, pois ainda hoje vivemos em uma sociedade altamente preconceituosa e machista com pensamentos da época Neandertal que não saberia lidar com duas mulheres poderosas namorando. Então optamos por não fazer nada que prejudique nossa carreira profissional e ambas estamos felizes assim.

Enfim chego a escola. Sempre que a olho, me sinto orgulhosa por ter construído uma das melhores escolas para jovens que existe, com tudo que é mais moderno no mercado, Izzy Vanguard é a escola cujo apenas os filhos da elite podem estudar. Essa é a parte difícil, ter que lidar com crianças mimadas e frustradas por não ter atenção dos pais e acabam procurando chamar atenção através de má comportamento, mas não na minha escola. Vou colocar esses bastardos na linha.

_Entro na escola e caminho em direção a minha sala, recebo vários cumprimentos de funcionários e pais que foram deixar seus filhos, mas continuo com a cabeça levantada e firme. O caminho que percorri para chegar onde cheguei não foi fácil e não irei demonstrar fraqueza. Nunca.

_perdida em pensamentos acabo ouvindo barulhos vindo dos armários, e acelero os passos em sua direção, onde acabo vendo duas garotas brigando aos murros e chutes. Eu parecia exalar raiva ao ver tal situação deplorável na minha escola.

- Que Vadia ridícula. Só briga puxando o cabelo. Era assim que você brigava quando outra puta estava no seu ponto? _falou Hani.

- E pelo visto as outras vadias sempre ganhavam o ponto. _digo como deboche. Observo as duas me olhando surpresas.

- Vocês duas, na minha sala AGORA! _ordeno.

- E vocês, vão para seus quartos ou todos querem ficar de castigo no primeiro dia de aula? Hein? _grito em tom ameaçador. As duas brigonas continuam me encarando surpresas. Viro-me e vou em direção a minha sala e as duas me seguem.

_entro em minha sala sento-me em minha poltrona. As duas garotas estão paradas na porta me encarando.

- Vocês não esperam que eu carregue vocês até as cadeiras a minha frente, não é? _digo com um olhar crítico no rosto.

_As duas caminham até os devidos lugares com a cabeça baixa e sentam-se.

- Então, garotas. Parece que vocês não são tão duronas afinal, não é? Me digam o porquê de estarem brigando feito duas cadelas na minha escola e me convençam de não ter que expulsar vocês agora mesmo.

- Ela que começou, diretora. Essa vagabunda quebrou meu nariz! Quero a expulsão dela agora mesmo! _dizia Minzy.

- Mas que mentira, ela que começou os insultos e a briga. Não tenho culpa de ter me dado melhor em ambos, sua desclassificada. _rebateu Hani.

_ambas começaram a falar ao mesmo tempo, o que estava me dando nos nervos, não conseguia entender nada do que diziam.

- Chega! _bato com as mãos fortes em minha mesa e levanto-me da poltrona. Caminho até as duas garotas que agora me encaram assustadas.

- Não vou admitir esse tipo de comportamento em minha escola. Vocês tratem de se comportar de forma adequada se não quiserem ser expulsas e irem direto para a cadeia, suas delinquentes.

_ambas abaixaram o olhar. São apenas duas crianças assustadas. Que patético, pensei.

- Agora, as duas se dirijam até seus devidos quartos e se estabeleçam. Às 10:00 farei meu discurso de iniciação do ano letivo e não deixarei duas crianças como vocês me atrapalhar.

_Hani e Minzy, levantaram-se e me cumprimentaram pedindo desculpas. Em seguida saíram da minha confortável e elegante sala.


~Hani

Por culpa daquela vadia eu recebo uma bronca da diretora. O papel que minha mãe havia posto na minha bolsa foi inútil, a letra dela é horrível então eu não entendi nada.

Enfim saí da sala e sem olhar para trás fui embora até o pátio, vou até a montanha de gente que estáva próxima ao muro de papéis pregados na parede, como sempre na base do empurrão chego perto do muro e procuro meu nome, não foi dificil acha alguém que tem "Ahn" no começo do nome.

- Quarto 44, prédio principal. Espero ter um quarto só pra mim, não quero ter que dividir a porra de um quarto com alguém.

Saio a procura do meu quarto e com sorte acho rápido, abro a porta.

- Oi, você deve ser a Ahn Hee-yeon.

Caralho!


Notas Finais


Desculpem-nos pela bagunça que está o primeiro capítulo, iremos organizar mais os próximos.


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