História Já pode acordar, nosso pesadelo acabou! - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Tags Erza, Fairy Tail, Gray, Gruvia, Jellal, Jerza, Juvia, Lucy, Nalu, Natsu, Survival
Visualizações 139
Palavras 3.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Segundo capítulo \o/


Boa leitura.

Capítulo 2 - Seis alvos numa noite.


Fanfic / Fanfiction Já pode acordar, nosso pesadelo acabou! - Capítulo 2 - Seis alvos numa noite.

 

- Aqui está garotinha! – Disse a dona da padaria, entregando a sacola com os pães e o garrafão de leite para a pequena menina, de sua forma mais gentil.

Ela pegou com alegria, iria comer decentemente depois de uma longa e sofrida semana catando restos de comida pelas ruas.

- Ah!! – A azulada olhou sorridente para a gata que carregava no braço livre. Saindo dali suas vestes acabadas e má aparência despertaram a atenção das demais pessoas na fila – Charles, vamos comer bem!

Lucy, assim como as demais pessoas, a observava discretamente até vê-la cruzando a saída.

- Aquela garota... Pobre menina – A loira sentiu uma tristeza inexplicável, encarando seus próprios pensamentos – Poderia ser o meu filho no lugar dela... Eu sinto pelas crianças que passam por tamanhos desafios assim.

- Aqui está senhorita, obrigada! – A gentil albina logo lhe trouxe seus pães. Lucy sorriu fraco, dando as costas ainda pensando sobre a menina de rua – Volte sempre.

O guarda-chuva fora aberto antes que ela pusesse seu primeiro pé fora da padaria. Lucy, ao cruzar a porta, deu de cara com o homem sinistro vestido de preto.

Sua primeira reação foi fingir não tê-lo visto, seguiu em frente normalmente. Mas, ao escutar ele chamando, suas pernas pararam quase que de imediato.

- P-Pois não? – Tentou ser educada embora estivesse com medo. Sua natureza não lhe permitiria ser grosseira – Em que posso ajudar o senhor?

- N-Não é nada demais, eu estou bem! – O homem se aproximou dela, demonstrando a cada instante com sua mão livre que não tinha nada perigoso. Ele levantou as sacolas – Estou fazendo um trabalho voluntário de doações de brinquedos – Sorriu – É coisa da faculdade sabe? Por isso gostaria de saber se não tem um filho ou uma filha que possam gostar de receber algum.

- Ah, eu tenho um filho... – Já estava encantada com a boa ação do homem, arrependendo-se por tê-lo julgado mal por um breve momento – O Kyoia.

- Muito bem, pegue este boneco para ele, o menino vai adorar.

- Obrigada senhor – Observou o brinquedo, pondo-o na sacola de pano a qual usa para levar suas compras – Eu lhe desejo sucesso nos seus estudos. Boa noite!

- Grato, boa noite para a senhorita também!

 

~ * ~

 

Durante a tarde daquele dia, um caminhão acabou deslizando na avenida, causando uma série de acidentes por toda a pista. Muitas pessoas puderam ver ou escutar as ambulâncias sinalizando prestação de socorro, todas em disparada para os hospitais da cidade.

Uma das vítimas do acidente fora Makarov, que estava a caminho de casa quando teve seu carro batido por uma caminhonete que tentava escapar do emaranhado de colisões. O velho senhor estava enfrentando uma situação muito difícil, entre a vida e a morte entubado naquela cama.

Sua esposa Porlyusica e sua neta Meredy de apenas 5 anos eram as únicas pessoas com quem ele poderia contar.

- Vovó... Eu tô com fome vovó... – Meredy choramingava, suas pernas inquietas, que da cadeira onde sentava sequer alcançavam o chão, não paravam de ir para frente e para trás – Cadê o meu vovô hein? Ahnnn... Eu quero ir comer logo...

- Calma minha netinha, calma... – Porlyusica a fitou, fazendo suas rugas se esticarem pelo rosto sorridente enquanto procurava por algo em sua bolsa – Aqui, a vovó encontrou algum trocado. Vamos até a máquina de lanches ver o que podemos conseguir, tudo bem?

- Sim! – A menina de cabelos rosados saltou da cadeira, já não chorava mais.

Algumas pessoas pelo corredor do hospital sorriam, outras criticavam a atitude da senhora para com sua neta, vendo-as de mãos dadas a caminho da máquina no final do corredor.

- Eu vou querer um Snickers, vovó! Eu posso?

- Mas é claro que sim minha netinha – Sua voz soou suave.

- Olha só que menininha mais mimada e irritante essa... – Um homem pensava, abaixando seu jornal para poder acompanhar a cena – Eu dava logo uns bons tapas para aprender a ser boa de verdade. Se tem uma coisa que não aguento é dengo de criança chata!

- Que velhinha mais fofa! – Pensou animada uma mulher com seu filho logo ao lado, ambos de pé encostados na parede – Queria que a mamãe fosse assim com o neto dela, mas é desejar muito visto que os filhos da Eliza são os favoritos dela.

- Essa velha fica cumprindo com as exigências da neta, mais tarde, se é que vai chegar lá, vai é apanhar dela quando disser um “Não”.

Porlyusica deixou que sua neta pusesse as moedas na máquina, feliz por ela estar ao seu lado naquele momento tão triste. Para ela, que viveu dias de solidão repetidos, contando apenas com seu marido naquela casa tão grande e vazia, poder cuidar da sua neta foi o melhor presente que poderia ganhar.

- Ahhhh!! – Meredy chorou quando viu o lanche errado cair no compartimento – Vovó, eu não quero esse croque! Eu quero um Snickers!!

- Tudo bem, tudo bem Meredy – Disse já inserindo mais moedas, fazendo-lhe um carinho na cabeça – Desta vez a vovó vai apertar os botões.

As duas assistiram fixamente a barra de chocolate caindo.

- Aqui está, você ficou feliz?

- Oba! – A menina não demorou a abrir – Sim vovó eu fiquei muito, muito feliz!

- A vovó fica fel...

Um homem loiro, elegante em seu jaleco branco, acenava para ela lá da porta do quarto onde seu marido estava.

A senhora foi até lá orando em pensamentos por uma boa notícia, novamente recebendo olhares diversos.

- Senhora Porlyusica? – O loiro disse após conferir na prancheta – Eu sou o doutor Sting, fui eu quem o atendeu. A senhora é a esposa do senhor Makarov, não é mesmo?

- Sou sim Doutor, qual é o estado do meu marido?

- Olha, para um senhor de setenta anos ele é bem durão! – Seu sorriso seguido de uma gostosa risada a fizeram ter algum alívio – Senhor Makarov está em processo de cirurgia, uma das costelas acabou perfurando o pulmão dele.

Ao escutar aquilo, Porlyusica repensou melhor sobre a imagem que teve daquele médico. Como ele poderia lhe dar aquela notícia com um sorriso tão aberto e bonito como aquele?

Ela entrou em choque, tapando o rosto com uma das mãos. Sua neta a observando inocentemente enquanto comia seu chocolate sem entender nada.

- M-Me perdoe senhora Porlyusica! – Sting a fez sentar no banco, ficando ao lado dela de forma arrependida – Eu fui indelicado, não é? Eu realmente lhe peço mil perdões, me desculpa.

- T-Tudo bem doutor... – Ainda não conseguia olhar diretamente para ele – Eu só quero que o meu Makarov possa voltar para a nossa cadeira de balanço para poder ver mais filmes comigo e a nossa netinha...

- Ehr... – O médico procurou por palavras, vendo a menina abraçar a avó – Eu... vou fazer o possível para que ele volte. A minha mãe é a cirurgiã chefe da operação, ela é a melhor, conte com a Sonya Eucliffe também.

- Obrigada.

No quarto ao lado direito de Porlyusica e sua neta, um rosado lutava com todas as suas forças, sentado na cama, resistindo arduamente contra a insistência da doutora.

- Mas este é o cumulo do medo rapaz! – A médica o encarou brava, a seringa pronta em sua mão a mais de dez minutos, estava mesmo irritada com aquele seu paciente – Esta é uma vacina que você deveria ter tomado quando ainda era um bebê! Aguente as consequências e aja como homem agora.

- Que droga, moça! – Natsu a olhou brevemente e logo desviou-se para o ventilador de teto – Eu não vou deixar você me furar não! Já disse que se não puder tomar essa vacina de outra forma, eu não quero.

- Mas você se cortou em uma geladeira enferrujada não foi? Se não tomou a antitetânica corre grande perigo de pegar tétano!

A médica o viu dar de ombros, estava convencida de que ele era um idiota por recusar-se mesmo depois daquele aviso.

- Então o que ainda está fazendo aqui na minha frente? – Disse de forma dura, pondo a seringa em cima de um pano na mesa ao lado da cama – Vá embora, vá logo.

- E-Ei... – O homem bagunçou seus cabelos ainda mais, enfrentando um dilema interno em sua cabeça – Ahhr... Eu sei que preciso tomar essa parada, mas eu não gosto da ideia de que fure o meu braço! Eu...

- Você tem medo de agulhas, seja honesto com uma médica pelo menos... – Seus lábios se esticaram em um sorriso, agora ela se divertida com aquela expressão dele, estava achando bonitinho todo aquele medo – Um homem desse tamanho, gato... com medo de injeção! – Fez seu jaleco dançar ao virar-se para ir sentar em sua mesa – Faça-me um favor.

- Caralho, eu não tenho medo! – Natsu deixou seu suspiro de derrota escapar – Eu só não gosto.

Ele a fez parar de olhar os papéis quando disse um “Tá bem” depois de alguns segundos. A morena simplesmente levou os braços para o alto em uma demonstração de “Aleluia!” e voltou a pegar a seringa.

- Está pronto para sair protegido daqui senhor Natsu?

- S-Sim. Manda a ver – Levantou a manga da camisa, deixando-a admirada.

- Você é bem forte, mas... – Seu indicador fez um giro – Pode ir virando aí e deitando... a vacina vai ser aplicada na sua bunda.

- O q-quê?!

As pessoas que esperavam no corredor seguraram as risadas no momento do grito vindo daquele quarto.

Natsu olhou para o crachá da médica ao parar quando ela foi abrir a porta. Antes de sair ele fez questão de ler.

- Cana Alberona... – A fitou num sorriso de canto – Você até que tem a mão leve hein? Valeu por não ter demorado com a tortura.

- E você até que tem a bunda bonita. Valeu por não chorar.

- Hunf... eu vou nessa.

A médica fechou a porta assim que ele saiu, corroendo-se em malícia.

Natsu ficou parado a frente da porta, olhando para o nada enquanto massageava sua bunda discretamente. Ele percebeu que uma velha senhora e sua neta o observavam.

- Que droga essas duas estão vendo? – Fez de conta que não tinha percebido – Nossa... Aquela médica é uma figurona, me fez sair de bunda dolorida.

Porlyusica deixou de prestar atenção nele quando viu a pessoa mais estranha daquele lugar aparecer no corredor. O homem de preto, ensopado de chuva, deixava pegadas de lama pelos azulejos impecáveis ao transitar pelo local.

- Boa noite senhora, boa noite jovenzinha! – Ele foi simpático, seus olhos quase arregalados enquanto retirava um brinquedo da sacola – Aqui está menina, para você.

- Olha vovó! – A garota entrou em júbilo, já tirando a boneca da caixa – Ganhei uma boneca da Elie!

- Que coisa mais legal minha netinha! – A rosada olhou agradecida para o homem – Obrigada senhor, foi muito gentil de sua parte.

- Só estou sendo caridoso com as crianças deste hospital, é um prazer.

Natsu tratou de ignorar o olhar daquele homem estranho assim que o viu tendo-o como foco. Já estava a caminho da máquina de lanches quando sentiu uma mão tocar seu ombro.

- Senhor, tome – O homem lhe deu uma boneca da mesma que havia entregado à Meredy – Para sua filha, sobrinha ou qualquer parente que possa querer.

- Não quero, valeu aí, mas eu não tenho ninguém assim – O fitou antes de dar as costas.

- Ah, tudo bem então.

Natsu foi pensando até parar no meio do caminho. As pessoas o observaram, curiosas, voltar até o homem, agora sentado enquanto vasculhava em sua sacola.

- É... eu pensei melhor e me lembrei que eu tenho uma... – Pensou por três segundos, o homem o encarando com a mão sobre o cabelo molhado – uma sobrinha, isso aí. Talvez ela queira uma dessas bonecas.

- Está na mão! – Entregou de imediato, sorrindo gentil. Natsu analisou o brinquedo dentro da caixa, envergonhado – Eu espero que ela goste e faça bom uso.

- Ela vai.

Aquele homem estranho levantou-se, fazendo Natsu se afastar um pouco para o lado para que ele pudesse passar sem esbarrar nele. O rosado olhou para trás discretamente, vendo-o oferecer brinquedos a todos por quem passava no corredor. As pessoas, naturalmente desconfiadas com aquela imagem sinistra e seus verdadeiros motivos com aquela ação nobre, recusavam.

Sair daquele hospital fora aliviante.

- Será que ela fica sempre por aqui? – Natsu pensava em passos silenciosos por aquele beco, chegando à porta do fundo da casa noturna onde trabalha.

Ele encarou aquela boneca Elie, com um sorriso macabro no rosto e começou a repensar em fazer aquilo ou não. Talvez a original fosse mais simpática do que aquela falsificação barata. Talvez a original não assustasse as crianças.

- Será que ela vai querer essa porra de boneca estranha? – Pensou num suspiro, sentindo o chuvisco frio em seu rosto ao olhar para o céu – Qual era a daquele homem? Por que estava usando aquela roupa de velório enquanto distribuía esses troços naquele hospital?

Chutou uma caixa velha enorme que encontrou em sua frente.

- Pro inferno, passei maior vergonha. Todos aqueles xeretas ficaram me olhando quando fui pedir essa merda – Deu um peteleco de leve na caixa do brinquedo – Aliás, o que deu em mim para fazer isso?

Quando voltou a prestar atenção em sua volta, ele deu de cara com a menina suja, abraçada com sua gata enquanto saia de dentro da grande caixa.

Ela o fitava com medo. Ele desnorteado.

- Já tô saindo moço... Não bate em mim não, viu?!

- E-Ei... – Ele deu com as mãos, sinalizando para que não saísse correndo – Eu não vou bater em você garota! Eu só quero...

A pequena menina pegou a sacola com suas coisas e correu em disparada pelo lado contrário ao que ele chegou.

Natsu ainda gritou, chamando-a de volta enquanto mostrava o que tinha em mão para o alto. Mas, ela sequer olhou para trás.

- D-Droga... Que mendiga mais desconfiada – Olhou para o que tinha nas mãos – O que vou fazer com isso?

 

~ * ~

 

Ela quase não tinha certeza do lugar onde estaria até seu empresário lhe avisar com apenas horas de antecedência, mas isso não era um problema, ser famosa por todo o mundo depois de anos construindo sua carreira, exigia que abrisse mão de sua terra natal.

Mas, após terminar sua quarta turnê pelo mundo, Hisui Celeste, mais conhecida por seu nome artístico “Hisui Elétrica”, pôde voltar para o conforto de sua casa de luxo em Magnólia.

Ela desfrutava de um bom whisky, ou melhor, do mais caro e saboroso whisky do mundo junto de seu empresário e conselheiro, Gildarts.

Ambos estavam no sofá feito de ouro, uma aquisição ousada que somente alguém tão gananciosa quanto ela pensaria em fazer.

- Um brinde a mais um final de turnê que foi sucesso, meu caro empresário conselheiro Gildarts! – A esverdeada sorriu esnobe, batendo a teça levemente à dele. Tomou um gole generoso, fechando os olhos – Ahr... Este whisky Macallan é de fato o mais caro do mundo, ele é simplesmente divino.

- Concordo Hisui... – O coroa assentiu olhando para o líquido que girava em sua taça – Mas sabe o que é engraçado? Aquela dona do restaurante em Nova Iorque ter sugerido justo um whisky vagabundo sabendo que você é podre de rica.

A mulher apenas deu de ombros, tomando mais um pouco.

- É... Foi muita insolência da parte dela não ter me sugerido algo de qualidade absoluta. Ela pode ser dona do Golden Look, mas de ouro ela não entende é nada! – Hisui levantou-se, deixando seu conselheiro curioso – Depois eu é quem sou a soberba né?

- Aonde vai? – Ele repousou a taça no braço do sofá – Espera, tem algo que eu queria perguntar desde quando saímos de lá.

Gildarts recebeu um olhar sugestivo, então continuou.

- O que era aquele tal “prêmio” que aquela dona do restaurante lhe deu hein? Você sumiu por horas depois daquilo, me deixou esperando que nem besta e no fim da noite voltou de mãos vazias.

- Ah, o prêmio... – Ela corou, sorrindo maliciosa enquanto lembrava-se de sua noite – Você nem imagina. E, não é da sua conta. Eu estou indo dormir agora, apague as luzes antes de ir dormir também.

- Está bem dona do mundo todo! – Foi irônico, fazendo uma careta para ela – É isso que dá ser empresário dessa mulher chata e arrogante... Ainda mais conselheiro! Conselheiro porra de nada... Se bem que não faço nada quanto a esse “cargo” além de concordar em tudo que ela pergunta e ainda recebo em dobro... – Sorriu – É, do que estou reclamando? Sofre-se para ter algo neste mundo.

A campainha tocou uma vez, fazendo-o parar antes de clicar no interruptor.

- Q-Quem será numa hora dessas? – Xeretou no olho mágico, vendo o homem de preto estranho observando as flores nos vasos aos lados da porta – Quem é essa criatura?

Abriu, dando uma boa analisada no homem.

- Quem é você e como conseguiu permissão para chegar até aqui? – Foi direto.

- Eu pedi ao segurança lá no portão e ele deixou.

- Mas ele não poderia fazer isso, é pago para obedecer a Hisui e não um... um estranho assim como você. Por favor, retire-se agora mesmo, Hisui não recebe fãs aqui na casa dela – Chegou mais perto, sussurrando – E cá entre nós... Ela não gosta de receber ninguém em momento nenhum.

- Eu lamento o incômodo senhor Gildarts... Mas já que estou aqui, por favor, pode entregar esta lembrancinha de fã para a Hisui elétrica? – O homem deu o seu máximo para sorrir enquanto deixava uma das bonecas nas mãos dele – Eu assinei na parte de baixo da caixa: “com amor de seu fã número 1”.

- Ehrr... – O ruivo continuou olhando fixamente para ele com uma cara de incrédulo – Será que se eu aceitar esse lixo esse homem vai embora? Agggr... Que criatura mais trevosa! Eu vou fazer ele ir embora aceitando isso – Sorriu, abraçando a caixa – Hisui ficará feliz por este belo presente, vou entregar pessoalmente a ela. Agora precisa sair mesmo, tenha uma boa noite.

- O senhor também, obrigado por atender ao meu pedido – Deu as costas – Viva a Hisui elétrica!

Gildarts trancou a porta, sequer olhou para o que realmente tinha naquela caixa e a deixou atirada no luxuoso sofá de ouro.

- Vou dormir, mereço.

Já longe dali, o homem de preto caminhava pela praça central de Magnólia. Com sua mão ele apalpava dentro da sacola, contando quantos brinquedos ainda faltavam, lembrando-se de todas as suas visitas.

- Até que enfim... – Sussurrou, balançando os cabelos encharcados de chuva – Falta apenas mais este. Se tudo for acontecer como você me disse, logo terá o que tanto deseja – Seus lábios se moveram em linha reta, num suspiro – E eu terei o que quero de volta.

Ele encarou a casa do outro lado da praça.

- Vamos acabar com isso. Eu preciso me sentir um homem normal outra vez, maldita Mavis.


Notas Finais


Huuu... O que estão achando até aqui?
E quanto ao Natsu com medinho de vacina? E ele aceitando a boneca quando lembrou de sua "parente" mostra que por dentro ele é bem mole :v
Por que diabos o homem de preto está dando bonecas para todo mundo?! Que isso tem a ver com o enredo?!


Teh o próximo o/


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