História Jack, O estripador ( Século XXI ) - Capítulo 1


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Categorias Lendas Urbanas, Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 12
Palavras 1.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Olá Pessoal.
Bom, eu estava com essa idéia em mente já tinha um tempo, decidi escreve-la agora. Espero sinceramente que vocês gostem.
Enfim, Boa Leitura!!!

Capítulo 1 - Slippery


Gritos, não simples gritos como os de uma reunião de amigos, mas sim gritos de pânico, terror e medo, muito medo; É dessa maneira que se resume aquela fatídica noite inglesa.

Estava frio, já era quase meia noite quando aqueles gritos foram ouvidos:

- SOCORRO, SOCORRO... Alguém me ajude, por favor. Os pedidos de socorro eram feitos em meio à lagrimas derramadas por aquela mulher, enquanto era perseguida pelas ruas da velha Whithechapel.

- Volte aqui querida, prometo ser rápido com você. Disse um homem de capa escura e uma cartola, seu rosto era encoberto por uma mascara com um sorriso que ia praticamente de uma extremidade a outra a cortando, um sorriso sem sombra de duvidas diabólico, insano.

Enquanto corria fugindo literalmente da morte ela relembrava da conversa com sua amiga enquanto trabalhavam. Ela lhe disse sobre os misteriosos assassinatos quem tem ocorrido nas redondezas, um Serial Killer estava se tornando famoso por suas formas meio “exóticas” de matar, ela lembrava e se arrependia a cada passada que dava devia ter ouvido Hanna e não ter pegado mais um turno no Bar...

-Ahhh, Droga...! Ela caiu. –Não, se afaste de mim, por favor, eu... eu não fiz nada a você... Então por quê? Indaga entre as grossas lagrimas que saiam pesadamente por seus olhos.

- Vou apenas te dizer uma coisa:  Você é uma garota de sorte e vou lhe dar os motivos. Enquanto falava ia encurralando ela em uma parede ate que ela não tivesse saída. – Primeiro você devia me agradecer.

- Agradecer? Ela a diz inconformada.

- Sim, agradecer eu estou te libertando de uma vida de sofrimento, falsidade e dor, estou te mandando para um lugar melhor.

- Você é louco!

- E depois você ficara na historia. E sabe o por quê? 

Ele a pergunta retirando de um bolso de seu, sobretudo uma tesoura prateada que reluzia em meio a pouca luz daquele beco de subúrbio.

- Por que você será morta por mim...

 

 

 

 

 

 

Delegacia De Policia De Whitechapel.

- Mais uma, isso não pode estar acontecendo, foi ele mesmo? 

- Sim, detetive Dylan não há duvidas de que foi o assassino em serie de antes.

- O corpo já foi mandado para o legista? 

- Sim senhor o laudo chegara o mais tarda no horário do almoço.

- Obrigado Joseph, pode ir.

- Com licença.

O detetive da um impulso em sua cadeira e ela se vira para a janela de seu escritório, ele tem uma vista incrível de toda a cidade, ele lembra nostálgico da época de paz em que a mesma estava antes do primeiro corpo... O corpo de uma mulher aparecer perto de uma igreja nos arredores do Royal London Hospital, estava em um estado deplorável, tinha a barriga aberta e seus ovários haviam sidos retirados e seu rosto estava desfigurado impedindo o reconhecimento da vitima, mas o que mais lhe chamou a atenção foi aquele símbolo que o bandido desenhou perto da vitima; se não fosse por esse detalhe teria imaginado que seria alguém tentando imitar o Serial Killer: Jack, O estripador.

Depois disso as coisas realmente desandaram, um boato sobre um serial Killer começou a circular rapidamente pela cidade depois do aparecimento do segundo corpo em uma das vielas nas favelas do porto de cidade, e agora o terceiro no centro da cidade em uma área rodeada de pessoas.

- Agora que esse “boato” vai se espalhar mesmo. Diz ele enquanto massageia as têmporas. Estava nervoso, obvio ele era o responsável por pegar esse lunático antes que ele machucasse mais alguém.

TOC, TOC... Escuta leves batidos na porta.

- Entre.

- Detetive Dylan, tem um monte de reportes lá embaixo eles estão fazendo perguntas sobre o serial Killer, o que vamos fazer? 

- Tsc, esses urubus não se mancam, temos trabalho a fazer, não podemos dar atenção a eles agora; Diga a eles que farei uma declaração de caráter publico daqui a três dias.

- Sim senhor.

- AH, já ia me esquecendo, Joseph se arrume nos iremos a cena do crime.

- Ok.

 

 

Enquanto isso...

 

No Prédio DeLenor Em Whitechapel...

Um homes jovem cantarolava enquanto saia de seu apartamento para o trabalho...

- Bom Dia Mrs. Fitz. Ele saúda o vizinho sorrindo assim que fecha a porta de seu apartamento

- Bom Dia meu jovem, parece cansado.

- Haha, ontem eu tive uma noite cheia. Ele responde com um sorriso envergonhado.

- Ahh, Devo imaginar. – Ele diz gargalhando. – Como é bom ser jovem.

- Bom, eu tenho que ir agora o dever me chama.

- Tenha um ótimo dia, Mrs...

TRIMMM, TRIMMMM O telefone do velho toca e ele vai atendê-lo...

Enquanto seguia para a  saída murmura pra si mesmo com um sorriso um tanto“duvidoso”

- Espero que seja tão bom quanto a noite foi Mrs. Fitz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cena Do Crime

Cruel, mesmo sem o corpo lá, a imagem do local era algo absurdo, o clima era pesado, chegava a ser difícil de respirar era possível mesmo sem muita imaginação criar em sua mente o que aconteceu ali, e convenhamos que não eram imagem muito boas. Mas, mesmo com todo aquele clima pesado ele tinha que ser forte, tinha que ser sangue frio.

- Uma lua, é serio isso. Joseph fala assim que vê o símbolo pintado em vermelho vivo na parede. – Ele poderia ser mais original, isso já esta passado.

- Por isso é um problema, o símbolo é utilizado em varias lendas, mistérios, contos, cultos, religiões; é problemático dizer de onde o assassino o retirou essa ideia “original”, como você mesmo disse, e precisamos dessa informação para traçar o perfil dele, e assim começar a limitar a lista de suspeitos, que por acaso ainda nem existe. Dylan falava de forma natural, como se estivesse comentando sobre o clima com um amigo. 

- Compreendo, olhando dessa forma, fica realmente complicado. Joseph diz consentindo com o detetive.

- Joseph, aonde essa rua vai dar? Pergunta Dylan olhando para a rua que era consideravelmente grande.

- Se não me engano, sai na avenida principal, praticamente na estação de metro.

- Uma rota de escape rápida e eficiente, a estação é bem movimentada em qualquer horário.

Joseph entendeu aonde o Detetive queria chegar.

- Um porto de carga e descarga, um gigantesco hospital e agora uma estação de metro, todas elas com grande circulação de pessoas, perfeito para se misturar, não melhor, passar despercebido; podemos esquecer as câmeras de segurança dos prédios em volta, com essa quantidade de pessoas passando a todo o momento é complicado apontar suspeitos. Joseph fala com uma expressão seria em seu rosto.

- Ele é esperto, e meticuloso; vamos esperar os dados do legista chegarem para ver se encontramos mais alguma pista. Dylan fala já se retirando do local. – E Joseph, peça para a equipe de limpeza dar um jeito aqui, precisamos liberar a rua.

- Sim senhor.

 

Delegacia De Policia de Whitechapel

- Detetive, o laudo do legista chegou, como o da pericia do local. Joseph diz entrando na sala do chefe.

- Deixe me ver então. Dylan pega os papeis da mão de Joseph e a cada linha que ele lia a sua expressão se tornava mais indecifrável. – Mas isso é...

Continua...


Notas Finais


É isso por enquanto, postarei o próximo em breve.
Qualquer crítica ou sugestão são bem vindas, então Comentem!!!!!


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