História Jail - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Investigação, Jogo, Marionetes, Sexo
Exibições 29
Palavras 4.727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esta é a minha primeira fic camren mas ela é diferente das que você já leu (ou não) nesse começo pode não estar tão interessante mas prometo melhores viram, enfim, estou fazendo com todo amor então aproveite
Boa Leitura! ♥

Capítulo 1 - Puppeteer


  "Estava apresentando ansiedade em cada passo dado naquele curto corredor, parei em frente a porta e a abri lentamente, o quarto estava escuro me deixando totalmente desnorteada e confusa. A ansiedade aumentava em meu peito por estar finalmente sozinha com ela. Eu podia ouvir sua voz me chamando lentamente e de uma forma fodidamente sexy, estava me dando arrepios na espinha e deixando minha mente em branco. Estava na hora, e eu não podia amarelar, não com ela.

Mesmo no receio de ficar as cegas, adentrei o local lentamentemente a sua procura sem ao menos raciocinar em fechar a porta. Logo meus olhos se acostumaram com a pouca iluminação do ambiente e notei que estava sendo lentamente iluminado pela luz do corredor. Uma silhueta feminina surgiu e fui invadida por um cheiro doce me deixando em um leve transe, era o cheiro dela. Aos poucos senti suas mãos macias em meu rosto, acariciando minha pele lentamente e passando os dedos sobre meus lábios como se os saboriasse com o tato. Seu toque desceu para meu pescoço com delicadeza, incrível como aquele toque conseguia me levar ao paraíso em poucos segundos.

O poder dela sobre mim era inexplicável, quase anormal, tudo que eu queria era sentir sua pele, seu cheiro, tê-la por completo e de todas as formas possíveis, tenho esse desejo desde o dia que a vi pela primeira vez. Seus olhos verdes fizeram eu me perder em um profundo poço de perdição do qual não quero sair nunca, aquele beijo ficou marcado para sempre no meu coração de uma forma tão pura e verdadeira quanto uma nascente de águas cristalinas. Eu esperei muito por isso.

– Lauren... - exclamei em um sussurro mas novamente seus dedos foram à meus lábios, me calando antes mesmo de poder terminar.
 
Logo entendi o porque, Lauren estava querendo aproveitar ao máximo nosso momento juntas, senti pelo modo como se aproximava de forma lenta e calma. Fiquei um tanto nervosa por pensar em beija-la novamente, seus lábios me enlouqueceram da primeira vez me fazendo perder a consciência por alguns segundos por conta do nervoso, certamente eu teria morrido feliz naquele dia. Agora será diferente, não posso morrer, não agora. Sou envolvida por seus braços em meu pescoço, ela estava me puxando levemente para mais perto, segurei firmemente em sua cintura me controlando para não desmaiar de ansiedade.

Podia sentir sua respiração em minha boca, se aproximando cada vez mais, minha mente continuava vazia e meu corpo pegava fogo, os batimentos só tendiam a acelerar quando nossos lábios enfim se encontram. O calor da pele de Lauren emanava tão intenso quanto o meu, seus lábios úmidos e macios recobriram os meus, a ansiedade se tornou um nervoso absurdo, o choque de nosso beijo me estremeceu a ponto de não conseguir pensar ou me mover. Lauren separou os lábios e virou o rosto para o outro lado, voltando com o beijo rapidamente, foi então que pude recobrar os movimentos.

Um tanto trêmula retribuí a ação e enfim abri a boca dando espaço para ela invadi-la. quase que em câmera lenta a língua de Lauren preencheu o interior de minha boca, vasculhava cada canto com cuidado até se chocar com a minha, fui dominada por uma sensação deliciosa de tocar na textura macia e úmida da língua de Lauren, oque relaxou meus músculos e acabei arfando em meio ao beijo. Foi como se todo o maldito nervoso desaparecesse me deixando totalmente livre para aproveitar ainda mais estar com Jauregui. Sua postura dominadora durante o ato passou para mim, abracei seu corpo com um singelo carinho passando as mãos lentamente por sua costas nuas e macias, acabei percebendo que ela estava apenas de sutiã.

Os braços da garota desceram até minha cintura, a mesma segurou na borda de minha blusa e a subiu lentamente sem perder o ritmo da língua, na verdade até ficou mais intenso. Minha barriga e costas começaram a ficar expostas, ergui os braços para ajudar na retirada do pano que já estava bem desnecessário. Lauren a puxou e soltou no chão, para a surpressa dela eu não estava usando sutiã, meus seios saltaram para fora da blusa, o quarto estava sendo iluminado apenas pela luz que vinha do corredor, oque já era mais que o suficiente para ela conseguir admirar meu busto. Mesmo estando tão despida não me importei e apenas voltei a beija-la a apertando ainda mais.

A química de nossos corpos se tocando estava me enlouquecendo, deslizei minhas mãos por toda a extensão de suas costas a passando na parte de detrás de seu sutiã para abrir o fecho, mas percebi que não tinha. Lauren se afastou lentamente ainda me encarando com os olhos entreabertos, a mesma mordia e lambia os lábios ainda os degustando de uma forma incrivelmente sexy. Ela levou as mãos para a parte frontal de seu sutiã com rendas, e o abriu na mesma hora, seus seios fartos foram expostos me fazendo quase enfartar com aquela visão maravilhosa, redondinhos de uma maneira que pareciam ser perfeitos para apertar e com o bico rosado me deixando totalmente boquiaberta. Com água na boca me abaixei indo ainda mais próxima deles, segurei nas alças do sutiã e o retirei por completo dos braços de Lauren.

Aproximei a boca de um deles, e passei a língua no bico rígido. aquilo foi incrível. Repeti a ação movimentando a ponta da língua para cima e para baixo, e em seguida com movimentos circulares, o abocanhei com cautela e chupei com uma certa vontade. Pude ouvir Lauren arfar baixinho com sua voz de tom pouco grave. Dei uma leve mordiscada enquanto ainda o chupava, mas estava me contendo para não mordê-lo com vontade.

Uma estranha sensação pulsava entre minhas pernas, levei uma de minhas mãos para o outro seio e o preenchi com minha palma, em seguida o massageando precisamente. Estava perdendo o controle de meus movimentos, chupar os peitos de Lauren era tão maravilhoso e delicioso que parar não era uma opção. Comecei a sulgar fervorosamente, me rendendo murmúrios de prazer da minha garota, isso só me deixava ainda mais excitada.

Levei a boca para o outro seio de Lauren o lambendo da mesma forma que fiz ao anterior.  O chupei vagarosamente, provando e me aproveitando da maciez e rigidez de seu mamilo.

– Aah.. Camila.. - ela gemeu o meu nome, nada mais me deixaria tão louca quanto ver está garota perder a cabeca por mim. – Você quer me chupar em outro lugar?

A pergunta repentina me fez parar o ato para fitar um sorriso malicioso se formar em seus lábios.

– Quero. - respondi rápido e ainda tomando fôlego.

– Então tira minha calcinha. - ordenou Jauregui com sua voz imponente e sexy que tanto me enlouquece.

Sem demora, levei minhas mãos para sua calcinha, que por sinal estava bastante úmida, segurei em cada lado de seu quadril e a desci lentamente por suas pernas pálidas até chegar ao joelho, a partir daí ela caiu sobre os pés de Lauren quase que instantaneamente. Meu foco foi direto em sua intimidade, lisa e aparentando ser muito macia. Não hesitei em aproximar a boca, a levei até seu baixo ventre e desci para a parte frontal, mais especificamente em seu clitóris. Passei a língua sobre o mesmo da mesma forma como avia feito nos seios, gerando pequenos espasmos em Lauren, a mesma começou grunhir baixinho, como se estivesse se contendo. Senti seu gosto invadir meu paladar de uma forma nova, continuei a passar minha língua indo e voltando, até finalmente meus lábios tocarem sua intimidade e eu tê-la quase por completo.

Inesperadamente Jauregui se afastou no momento em que eu mais estava aproveitando, a mesma sentou-se na cama sobre o colchão, inclinou para trás se apoiando sobre os cotovelos me aguardando para continuar. fui direto entre suas pernas agora bem mais abertas, passei a língua sobre toda a extensão de sua intimidade e pousei a boca em sua entrada, começando a chupar e saborear seu sabor excepcional. Desta vez Lauren não se conteve, seus gemidos soarem em meus tímpanos instigando meu prazer em senti-la, sua sensibilidade ao toque de minha língua e lábios era impressionante, a mesma apoio um dos pés em meu ombro me dando leves puxões, essa reação me fez queimar em alegria.

Levei uma mão até o botão de minha calça e a abri sem muito esforço, com as duas a retirei lentamente até meu joelho junto da calcinha que estava tão molhada quanto a de Lauren. Ergui meu olhar até a mesma para acompanhar sua reação, me surpreendi ao vê-la de olhos fechamos, mordendo os lábios com vontade, e arfando a cada movimento que eu fazia com a boca. Àquela foi a melhor sensação que tive em toda minha vida, dar prazer a garota que amo. Fechei os olhos e me deixei levar pelo momento, começei a acelerar a boca e os movimentos que fazia com a língua, chupei sua extremidade encharcada de tanto prazer, eu salivava cada vez mais, meu desejo incontrolável por Lauren se tornou minha perdição.

– Oohh! Isso Camila!! - exclamou minha garota em um estado de prazer ardente e também incontrolável.

Ver Lauren tão excitada e clamando por mim me deixou com uma vontade imensa de penetrar meus dedos em sua entrada. Em uma tentativa de me conter, a penetrei com a língua de uma só vez, me rendendo um gemido alto escapando rouco de garganta. Comecei um vai e vem com a língua, o interior de Lauren era quente e apertado, estava encharcado com seus fluidos  que inundavam minha língua me fazendo salivar ainda mais. Jauregui voltou a ter espasmos e a gemer com ainda mais vontade, penetrei fundo até o maximo que conseguia alcançar para capturar mais de seus fluidos deliciosos que estavam se tornando minha droga, a mais viciante delas, simplesmente não conseguia parar de chupar e dessa vez avia perdido o controle.

– Camila!! - exclamou a garota em um certo desespero em meio a a respiração ofegante, seu interior pegava fogo. - Por favor me fode!!

O clamor de minha garota foi inesperado. Retirei a boca de sua intimidade que pulsava, as pernas da mesma estavam bambas e seu tórax se contraindo de prazer. Levei dois de meus dedos para sua entrada e os penetrei lentamente com o foco totalmente na reação de Lauren que estava com a pele totalmente rubra e ardendo de excitação..."

– RACHEL!! - Eita porra, é agora que eu morro - DESCE DESSE QUARTO ANTES QUE EU TE ARRASTE PELOS CABELOS!! - pra que todo esse escândalo??

– JA TÔ INDO PAI! - droga, vou ter que deixar pra outra hora.
 
De volta ao meu quarto que mais parece uma lata de sardinha amassada, em frente ao único computador da casa no qual lutei muito para conseguir, e nem posso usar por mais de duas horas.

– Saco!
 
A bagunça é eminente com esses montes de roupas jogadas no chão e por cima da cama, mas até que é bonito quando banhado pela luz do sol da tarde por conta das paredes serem amarelas, levanto da cadeira da macia que também tive que vender um rim pra comprar e me encaminho a porta de madeira marrom, opa, quase ia esquecendo, volto em dois pulos para frente do computador e salvo o texto, "One shots de Camren", sim, eu amo escrever one shots e ainda mais se for sobre o melhor e mais bonito casal de todos os mundos, galáxias e constelações, agora sim posso descer, aproposito, como meu pai gritou, meu nome é Rachel, Rachel Lafaiete, por que desse sobrenome escroto? Porque minha mãe é americana e meu pai é francês, sim, eu moro na França, em Paris pra ser mais específica.
  Eu também tenho um espelho bem grande na parede que por sinal é o meu melhor amigo, dou uma rápida olhada no meu estado antes de descer, olhos azuis lindoa maravilhoso e brilhantes como sempre, cabelo preto e curto até o pescoço deixando uma franja cobrindo a testa, blusa de manga longa vermelha cobrindo as mãos mas deixando os ombros e clavícula a mostra, calça comprida e folgada nas pernas, um corpo magrelo e pele pálida como de um fantasma, por fim um all star preto sujo e surrado, veredito final, tô linda pra caralho. Agora sim, desço as escadas na correria pra não deixar o velho ainda mais puto.
- Finalmente! Não vê que tem trabalho não?
- Correção, este é o SEU trabalho - eu não tenho medo de morrer, mas na verdade sou completamente doida mesmo.
- Como é a história? - ja sei até como isso vai acabar.
- Err.. eu vou fazer meu trabalho.
  Saio tão rápido que não deu nem tempo de piscar, meu pai é dono de uma boulangeries (padaria) aqui no bairro Belleville, que é onde moramos e onde morei minha vida inteira, nosso negócio não é tão famoso mas é só para nos sustentamos, depois que mamãe foi embora pra sempre meu pai teve que me criar sozinho, eu já tinha 12 anos e também não vai deixar saudade, foi até bom ter ido embora, porque a casa ficou mais espaçosa, ainda mais porque temos que dividir com minha nona, que não faz nada além de ficar sentada na cadeira de rodas e observar a rua por uma janela no corredor com o pepito, um cachorro velho e de pequeno porte que está com ela a tantos anos que esse bicho deve ser imortal. Nossa casa é no segundo andar da boulangeries, tem dois quartos e um banheiro, ficamos virando a esquina de frente a Rue de Belleville, que por sinal eu odeio subidas, mas eu tenho fazer uma entrega  então tenho que correr, aqui não tem muito doque os turistas costumam querer de Paris, nossa arquitetura é mais pobre e não tem grandes monumentos, mas temos uma grande variedade de nacionalidades, como os muçulmanos, que em grande parte praticamente ja se consideram franceses e tem até os que não praticam islamismo, é aquele tipo de bairro com as criancinhas negras, brancas de mãos dadas em perfeita igualdade, o mais legal é andar pelas ruas daqui, tem sempre algumas obras nos murros ou os tipinhos esquisitos que transitam, mas enfim, eu ja tenho 18 anos e continuo morando com meu pai, oque é humilhante mas logo será coisa do passado, pois pretendo ir morar com minha namorada Madeline em seu apartamento, ela ja tem 23 anos e faz faculdade de gastronomia, e eu não sei nem fritar um ovo, hilário não é? Ela é muito linda, ruiva, olhos azuis, corpo de deusa, super inteligência, preciso nem dizer o quanto sou apaixonada por essa ruivinha, e o melhor de tudo é que nós cultivamos uma mesma paixão a anos pela mesma banda, Fifith Harmony, e não é só isso, ela também é Camren shipper e a maior fã das minhas One Shots, única na verdade porque não mostro a mais ninguém que não seja ela, uma promessa que me fez foi quando visitamos a torre eiffel, "Rachel, eu te prometo que um dia vamos a um show das meninas, com direito a camarim e Camren ao vivo". Seria meu sonho?
  Eu acompanho essas meninas desde a época do X Factor,  sofri e gritei junto com elas e se isso ainda não fosse bom o suficiente, surgiu Camren, aí eu pensei, "porra, tá aí mais um objetivo pra ser trouxa", trouxa mas com orgulho, ainda não descobri mais ninguém em Paris que ame tanto elas quanto eu e Madeline.
  Chego em Aux Follies, que seria um bar bem estilo boteco mesmo, vim aqui poucas vezes no sentido de me divertir e digo que vale a pena, adentro o local e ja sou dominada pela atmosfera de cabaret do século 19, cheio de neons e espelhos.
- Rachel - este que chama meu nome é o Neville, é o fachineiro daqui, todas as tardes venho lhe trazer uma encomenda com  a especialidade de nossa boulangeries.
- Neville - lhe dou um abraço amigável e entrego a encomenda.
- Ah sim, do jeitinho que me gusta - mencionei o toque que ele tem em falar palavras em espanhol? - Muchas gracias Rachel.
- Disponha - foi andando de volta ao seu posto, quase que saltitando, ele é esquisito mas pode ser de grande ajuda em qualquer situação. 
  Volto a andar pelas ruas de Belleville agora sem vontade de voltar pro meu cubículo, mesmo que seja para terminar a One que começei hoje, quer saber ela pode esperar, saco o telefone do bolso que também representa uma parte de meu sacrifício assim como quase tudo na minha vida e ligo para o contato "Moon".
- Fala gostosa - ja atende dando tiro.
- Estou sozinha em frente a Aux Follies tão solitária sabe?
- E eu com isso? - primeiro beija depois da um tapa, tão doce quanto limão.
- Ta bom então eu vou ligar pro..
- Se ousar discar o número daquele viadinho enterrado no fundo de narnia eu esfolo o teu couro - tão ciumenta quanto ela só a lolo - Chego aí em 5 minutos.
- Thank You - desliguei na cara mesmo porque ninguém me dá tapa de graça.
  Devo ter deixado ela besta mas pelo menos agora tenho companhia, quem sabe eu até tenha mais inspiração para continuar a One Shot, Madeline sempre me disse que sou uma ótima escritora, no caso eu não sou do tipo de me gabar mas se ela falou então ta falado, sabe de uma coisa, eu amo admirar a rua a esta hora, o sol é sempre mais bonito quando está indo embora, seu calor é confortante e sua luz banha a cidade em um amarelo esplêndido que muda de tom para um laranja avermelhado oque me deixa cada dia mais encantada, uma de minhas grandes vontades é ser uma grande artista, ou cartunista, sou o tipo de pessoa apaixonada por animações e traços cartunescos, eu desenho quando não estou fazendo entregas, escrevendo ou na companhia da minha ruiva, aí você pensa, "mas essa menina nao estuda não?" não.
  Em meio a meus devaneios algo no ambiente me chama atenção, um gato, mas ele é diferente dos gatos que ja vi em Paris, é todo peludo e sua pelagem é a coisa mais magnífica que ja vi em toda minha existência, suas cores se misturam em todo seu corpo dando origem a brilhos como de fogos de artifício e arco íris cheios de purpurina, é como se eu estivesse vislumbrando um quadro do Picasso em forma de gato da alice do vale do homossexuais, é tão doido e vislumbrante que me prende, até seus olhos que parecem me hipnotizar, me sinto olhando para um círculo que gira e deixa minha mente  pior doque se eu tivesse tomado LSD.
- Que viagem é essa..? - estou totalmente estática e
babando pelo gato em forma de obra bem cheia das viadagem, mas é tudo tão lindo.
- Que porra você tá fazendo? - como se tivessem me dado um choque acabo despertando da fantasia de maconha que o gato me proporcionou.
- O gato...
- Gato? Papo é esse de gato? Você tava babando aí igual um demente olhando pra parede.
- Mas, tinha um gato - aponto para o lugar onde vi o bichinho.
- Rachel você tá fumando? Bebeu alguma coisa antes de eu chegar? - Madeline põe a mão na minha testa e me olha preocupada.
- O quê? Ta doidona? Sabe que eu não fumo, bebo pra caralho mas fumar nunca.
- Ta bom então, na próxima me oferece um desses "gatinhos", porque do jeito que você tava devia tá numa viajem muito louca - a ruiva ri enquanto faz sinais com as mãos.
- Só vou te oferecer uma bebida e muitas horas de "altas noias" na minha cama - dou uma piscada e lhe lança um sorriso malicioso, afinal na arte da sedução eu dou uma lição.
- Essa carinha de novo, você sabe que não resisto - eu disse, tenho ela na minha mão - Mas quem sabe a gente pode fazer algo bem mais radical.
- Radical? Vamos comer nescau cereal? - puta piada velha.
- Nossa que merda em, claro que não, vamos pegar o metrô.
- E desde quando pegar metro é radical?
- Não é o metrô, mas sim pra onde nos vamos.
- E onde seria?
- É surpresa, vem comigo.
  Nunca gostei de surpressas e Madeline sabe muito bem disso, mas se ela diz que vai ser radical então tá falado, entramos na estação de metrô Belleville e aguardamos as linhas 2 e 11, que por sinal estão ligadas diretamente com o centro, o que vamos fazer no centro afinal?
- Madeline.
- Fala paixão.
- Tem uma coisa que eu quero te dizer - ele me olha fixamente.
- O quê?
- Meu pai vai me matar - a ruiva me fita por alguns segundos antes de cair na gargalhada.
- Ah vai a merda - não é à toa que falei isso, eu simplesmente amo esse sorriso colgate cheio de dente que ela tem, alegra meu coração.
- Olha o trem tá vindo.
  O expresso do por do sol (nome que eu acabei de inventar) para e eu embarco, esta mais vazio doque de costume mas é bem melhor assim, posso andar a vontade pelo vagão, eu adoro fazer isso, como se eu estivesse surfando ou andando de skate, me transmite uma certa adrenalina, cadê Madeline? dou uma olhada para trás e vejo  que esta ainda do lado de fora, e olhando para o nada como uma drogada.
- Madeline! Bora meu, o que tá fazendo? - esta estática e parece hipnotizada.
  Ando até a porta pra puxar essa cabeça de labareda pra dentro do trem mas a demônia fechou na minha cara.
- MADELINE!! - finalmente olhou pra mim.
- Rachel! Perae! - ela parece acordada agora.
- Porra Madeline o que você tava fazendo? vai ter que esperar o próximo agora - eu tô bem puta com isso.
- Rachel! Não vai!! - estranho, ela não é de fazer birra por tal coisa, algo de errado não está certo - Rachel!!!
  Por quê ela tá gritando desse jeito? O trem começa a andar cada vez mais depressa e ela vem correndo atrás gritando meu nome igual uma desesperada, tá certo que foi mancada ela ter ficado mas isso já é exagero, a além do mais a culpa é dela por ficar lesando na porta, agora vou ter que esperar, coisa que eu mais odeio depois de fígado.
  Eu poderia começar a anotar as mancadas dela e colocar em um potinho, aí toda vez que ela vier reclamar de mim eu tiro um papel e esfrego na cara dela, isso parece bem infantil mas a verdade é que sempre quis fazer isso, só que Madeline é tão maravilhosa que é raro ela cometer mancadas, e afinal, o que ela tava olhando tão fixamente? Não faz sentido, ja ja eu crio um buraco no chão do trem de tanto andar de um lado pro outro e pensando nisso, tem umas poucas pessoas me olhando como se eu fosse maluca, mas porra cara isso me lembra o gato cintilante que vi na entrada do metrô, mas de onde ele veio? E por que tão lindo?
  Antes de começar a juntar as peças um estrondo horrível toma conta de tudo e o chão começa a tremer violentamente,  MAS QUE PORRA TA ACONTECENDO?? As poucas pessas entraram em pânico e o trem começou a inclinar, essa tremedeira não para, parece até que o essa merda virou um vibrador! Com todo esse balançar acabo caindo no chão e levantar é missão impossível, continuamos a ir ainda mais rápido e a tremer mais, então ouvimos outro barulho de explosão, puta que pariu vai todo mudo morrer!!! Os gritos são aterrorizantes e isso não para, agora tá tudo caindo aos pedaços, estamos chegando a estação e eu não dou nem 5 segundos pra essa porra explodir, o trem bateu na parede da esquerda e tá soltando faísca ppr conta da inclinação, tais faíscas estão caindo em cima de algumas pessoas tornando a cena no pior filme de terror existente, eu tô com um medo do caralho, lembrei da Madeline, do meu pai, até da velha petrificada e seu cachorro imortal.
- PORRA EU NÃO QUERO MORRER DE CAMREN SE ASSUMIR!!! - gritei com todas as forças antes de tudi virar um breu, senti meu corpo chocar forte contra a alguma coisa que desconheço e apaguei.
.
.
.
  Eu não vejo nada, foi questão de milésimos para eu desejar ter morrido nessa porra de acidente.
- AAAAHH MEUS OLHOS!!! - uma dor sobrenatural toma conta do meu corpo e a pior é em minhas mãos.
  Eu não enchergo nada, tudo que consigo fazer é gritar de dor e respirar essa fumaça que está me asfixiando.
- SOCOROOO!! MINHAS MÃOS!!! AAAH PORRA MINHAS MÃOS!!!
  O desespero é meu único companheiro agora, junto dessa dor fudida que sinto, logo percebo o peso sobre meus dedos, algo que parece ter toneladas está esmagando minhas mãos as transformando em pó de café, meus olhos sangram, doem, ardem, puta que pariu por que eu não morri??
- Por que você ainda tem muito oque fazer - uma voz, masculina e parece estar na minha frente.
- Me ajuda!! Acaba com essa MALDITA DOR FILHA DA PUTA!!
- Você xinga demais sabia? Se  conseguir se salvar vai ficar uma invalida cega e sem as mãos - essas palavras só tornam tudo um inferno pior que o próprio inferno.
- Por favor...
- Quer suas mãos de volta? - a voz está mais próxima, é bem grossa e firme como a de um coronel.
- Você pode me ajudar? - falar está ficando cada vez maia difícil.
- Me diga oque deseja, um propósito de vida, e eu vou te ajudar.
- O quê?... - este homem é mais esquisito que o Neville, mas de alguma forma está me dando confiança - Camren... essas duas... eu vivo por elas...
- Vou te devolver suas mãos e seus olhos, junto ao seu propósito de vida. Você aceita?
- Esta... falando sério. .?
- Você, viveria por isso?
  Esta tudo se apagando esta fumaça me sufocando e esse cara estranho me dando falsas esperanças porque sabe que vou morrer...
- Sim... - sinto um peso infernal agarrar meus braços.
- Sua alma vou pegar e seu corpo usar, não tens o direito de opnar.
  Meus braços são puxados violentamente para fora da estrutura pesada arrancando minhas mãos fora, só me resta a dor.
.
.
.
Madeline pov on
 
  Esta tudo um cenário de destruição assustador, o trem descarrilhado e tombado na estação me deixando em um desespero maior ainda, não... Rachel não pode ter morrido!! Minhas lágrimas jorram enquanto corro pelo cenário de destroços e pessoas mortas a procura de vida, a fumaça preta está começando a tomar o local deixando o ar cada vez mais escasso, me lembro daquele homem que vi antes de entrar no trem, ele me encarou com frieza e foi como se me dissesse oque ía acontecer... mas eu não pude tirar Rachel a tempo, eu, ela...
- RACHEL!!!! - caiu ajoelhada e aos prantos no chão sujo.
  Rachel..... Você não, algo inusitado e assustador chama minha atenção, um grito alto e agudo ecoa por toda a estação me fazendo lembrar de apenas uma pessoa.
- RACHEEEL!!!!!! - nunca gritei tão alto na minha vida.
  Meu medo aumenta ao ficar cada vez mais próxima a fonte do grito, acabo ficando paralisada ao ver a cena, é Rachel... Esta caída no chão e sem o mínimo arranhão, nem suja está, ela... esta viva, tudo que consigo fazer é cair ao lado de seu corpo adormecido e chorar.
- Rachel.... eu amo você sua maldita que quase me matou do coração..... porra....
  Continuo a chorar e percebo algo novo em suas mãos, tem um símbolo diferente em cada uma, de um sol e uma lua, mas.. Por que disso..? O quê está acontecendo aqui??


Notas Finais


Como eu disse essa fic é diferenciada mas não se preocupem porque farei de tudo para não decepcionar eu prometo, não sei quando vai sair o próximo capítulo sorry ♥
Digam oque acharam please :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...