História Jardim do pecado - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Beast, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Sebastian Michaelis
Tags Ciel, Sebastian Michaelis
Exibições 47
Palavras 441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Nota sobre lenço


 Hoje o dia oscilou entre: interessante e horrível. Lembro-me a ultima frase dita por você antes de teu irmão aparecer.

 Você interpretou com perfeição seu papel! Alguma vez, será, em uma noite solitária, você já pensou em seguir as artes cênicas? Acredite você seria reverenciado por seu talento.

 Admito não ter notado quem verdadeiramente você era, desculpe. Você jamais poderia ser aquele que um dia vi infligir dor tão friamente em outro ser.

 Como puder ser tão perfeitamente inútil? Tão deploravelmente cego? Tão terrivelmente estúpido?

 Mas, parando para refletir: como eu poderia ter notado? Vocês são idênticos (ou quase isso)! Mesma altura, mesmos olhos, mesmos cabelo e corte; a única coisa que a diferenciação (agora noto) era o olhar. O teu é inquisidor, profundo, e de alguma forma... Gentil; já o seu irmão é frio, sarcástico e arrogante. Opostos.

 Aquele momento do chá estava realmente interresante e se não foi presunção minha, ouso ate mesmo disser: legal. Mas seu irmão apareceu como em passe de mágica como uma historia mística de Oz. Ele veio chamando teu nome, mas, ao notar-me se, pois a xingar e me ameaçar. Ele estava furioso com a minha presença.

 Sua farça havia sido desfeita. Você era o gêmeo do Chefe. Quem diria...

 Você se levantou e se, pois a me defender, como se fossemos amigos (será que somos? Provavelmente não), ele avançou sobre você...

 Eu estava em choque vendo-o apanhar... Nem mesmo sai do meu lugar... Já não era capaz disto.

 Inútil!

 Você não se levantou ou revidou. Ele, Ciel teu irmão o demônio, levantou olhou-me ameaçador e foi embora.

Eu, não digno de ser respeitado pela minha profissão, retomei o controle sobre meu corpo e vi o sangue se espalhar de tua boca, o olho esquerdo fundo e seu braço em uma posição bizzara.

 Liguei para uma ambulância e em 40 minutos já estávamos em um hospital. Perguntarão meu nome, informei os. Já o seu, ao te olharem disseram que você já era um paciente acido de La, sua floricultura era sempre alvo de “ataques” (mesmo que nada fosse roubado, apenas o proprietário era espancado).

 Acredite minha vontade foi chorar, pois agora eu sabia que os “ataques” era obra de teu irmão.

  Escrevo isso em um lenço branco que sempre trago comigo; estou sentado em um banquinho envelhecido ao lado de tua cama, você esta sem nenhuma expressão, seu olho agora é roxo.

 Você me defendeu, e quero retribuir o favor. Não apenas quero como vou!

 Meu amigo eu serei seu anjo protetor (e se você quiser me tornarei um demônio) para sempre estar contigo e o servi.

 Para sempre você será meu Lorde Valentin.

 

 



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