História Jardim Lotus Carmin X Bosque do Lobo branco - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Fantasia, Romance, Yuri
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Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oii gente, tudo bom?
Bem vindos a minha história, espero que gostem!

Capítulo 1 - Carta ao Bosque Branco


"Caro Rei Caninos,

E é com grande honra que recebo sua generosa oferta, tanto para mim quanto para minhas fieis seguidoras é algo que, sem dúvidas, beneficiaria ambos os lados. Porém, acreditamos que os laços de uma irmandade só serão superados através do laço sanguíneo e muitas das guerreiras que estão sob minhas instruções estão em contra de arriscarem suas vidas em algo além da sustentabilidade e sobrevivência de nossa própria irmandade.

Mas, como líder é meu dever assegurar a proteção daqueles que estão sob meus cuidados, e se vossa majestade cumprir com sua parte no acordo de nos ofertar uma posse de terras de maneira permanente em troca de nossa assistência bélica para defender e proteger seu reino quando e onde for preciso, só me resta estender os laços de nossa irmandade e lhes enviar minha única filha.

Espero que compreenda que esse foi o único modo viável aceito por minhas guerreiras e o restante da irmandade, espero também que aceite nosso humilde o pedido e ofereça um de deus descendentes em nosso acordo mútuo.

Atenciosamente, Carmem Carmim, Líder do Jardim Carmim."

 

O rei terminou de ler a carta, em volta da grande mesa estavam nove de seus doze filhos. A tensão pairando no ar, todos sabiam que a situação do bosque estava se agravando nos últimos anos, por causa do expansivo crescimento.

Originalmente o "Bosque Lobo Branco" era somente um pequeno povoado dentro de um grande bosque, mas com o passar dos anos e décadas o lugar for crescendo cada vez mais e dando origem ao "Reino Bosque do Lobo Branco", porém essa parte do conto ficará para outro momento. O que acontecera era que o reino havia se extendido muito, ficado grande demais, com camponeses demais, muita gente para defender e poucos com coragem de se arriscar e enfrentar os bandidos e saqueadores, as defesas naturais do bosque já não eram capazes suportar tanta gente, o que acarretou na mudança de boa parte do Reino para fora do bosque.

O a trindade feita entre o Bosque Branco, como costumam chamar o reino, e os outros reinos vizinhos não era algo tão estável ao ponto de surgir um apoio militar forte e eficiente, não dando outra oportunidade ao rei Caninos além de ter que recorrer a ajuda das guerreiras mais bem armadas de todo o continente, as "Rosas" do Jardim Carmim, um grupo de inúmeras mulheres de todos os lugares do continente que vivam juntas, se protegendo e sobrevivendo.

Nômades e mercenárias as "Rosas do Jardim" andavam por todo o continente, lutando e sobrevivendo como podiam, cansadas, fadigadas, quando não estavam nas terras de outros reinos sob contrato estavam como posseiras, se ocupando da terra alheia, iriam aonde o vento levasse, sem nunca um lugar fixo para ficar, pelo o que se diziam, ao todo eram cerca de quinze mil mulheres espalhadas pelos reinos fazendo todos os tipos de trabalhos, todos liderados pela ilustre Líder, Carmem, e suas generais sento a maior rede informações e força do continente.

Todos sentados à mesa sabiam da importância daquele acordo, o rei Caninos esperava que pelo menos um de seus filhos se voluntariassem para, de bom grado, se casar com a filha de Carmen, mas é claro que aquilo não iria acontecer.

– Então? – Olhou para os rapazes que estavam presentes.

Nenhuma resposta.

– Meninos, meninos, eu já expliquei da importância de "plantarmos" as rosas nos nossos bosques. Eu esperava que pelo menos um de vocês fosse condescendente. – Falou calmamente, mais uma vez.

– Isso não faz sentido papá!! – Falou o quarto filho – O senhor nos criou com liberdade de escolher nosso próprio caminho e agora está nos impondo esse casamento forçado, eu me recuso!!

– Exatamente velhote!! – Um dos gêmeos se levantou da mesa – Eu e o João iremos nos casar com uma dupla de gêmeas muito lindas e vamos ver se nossos filhos irão nascer iguais!!

– João, não diga essas coisas estranhas, eles vão pensar que a gente é um afeminado que nem o número quatro!!

– Quem é o afeminado aqui? E não me chamem de número quatro, eu sou o Lord Serena, senhor das águas rasas!

– Joões, parem com essa conversa inútil. Não fiquem incomodando o Serena com o jeito dele de ser. – Falou o terceiro mais velho.

– AH, Zero, como esperado do nosso general!! – Disse Serena abraçando o irmão, zero, que estava ao seu lado na mesa.

– Me larga Serena! – Disse afastando o quarto.

–João Rafael, João Gabriel, Serena, não se distraiam. Pai, o senhor sabe que já sou casado, se não lhe ajudaria. – Disse o primogênito.

–Ryuu! – Emocionado, o velho rei canino abraçou seu filho preferido, que estava ao seu lado. 

– Não, pai, por favor, me larga!!

Todos os filhos ao redor da mesa riram, o rei era claramente bondoso e afetuoso. Eles sabiam disso, mas eventualmente alguém teria de assumir o compromisso, a conversa foi tomando seus rumos decisivos, de acordo com o cronograma amoroso dos filhos e seus motivos para não se casarem com a herdeira do Jardim Carmim.

O primeiro filho era casado e tinhas duas filhas pequenas.

O segundo filho não estava presente, mas todos sabiam que ele não iria ceder, afinal, seu sonho era ter um harém em um pequeno reino quieto e feliz longe de qualquer responsabilidade e com várias mulheres que lhe servissem e ele estava em um pequeno povoado nas colinas realizando-o.

O terceiro filho era o general das tropas atuais do reino, ele alegou que com a vinda das Rosas para o Bosque teria muito trabalho a realizar e não poderia dar a devida atenção a garota que seria sua pretendente.

O quarto disse que era impossível um casamento, o máximo que ele e a garota poderiam ser eram amigos, por um motivo muito óbvio e que ninguém precisava comentar na mesa, pois todos já sabiam.

O quinto filho era um dono de um bar, que não estava presente, mas sabia-se ele planejava pedir a mão da sua namorada em casamento no aniversário dela.

O sexto filho era um cientista, alegou que precisaria completar seu experimento e que ficaria pronto em mais ou menos um ano, disse que estava avisando pois entraria em modo recluso, sem sair do laboratório, ver ou falar com alguém e seria impossível sair para ter encontros com a garota, dar a atenção que ela mereceria se eles quizessem firmar o trato do casamento. Se notava pelas olheiras dele e aspecto doentio que era extremamente sério e importante para ele esse experimento.

O sétimo filho era um universitário relaxado e disse que não poderia ter mais de cinco namoradas. Todos chegaram à conclusão que o sétimo e o segundo nunca teriam um relacionamento monogâmico na vida, mas ninguém verbalizou esse pensamento.

O oitavo filho era um apaixonado por plantas, um jardineiro, disse que por ele não teria problemas de se casar, SE a garota em questão conseguisse fazer ele se apaixonar por ela. Mas todos sabiam que ele não tinha amor maior do que as plantas.

O nono filho era um estudante do terceiro ano do colegial arrogante e pretencioso, alegou ele era muita areia para o caminhão de qualquer garota que cruzasse o caminho dele e que a tal da herdeira do Jardim deveria ser uma mulher acima dos padrões para ele sequer pensar no caso dela.

O decimo filho era um gêmeo com o decimo primeiro filho e eles afirmaram que só se casariam com a herdeira se ela trouxera uma gêmea idêntica para seu outro gêmeo, o que obviamente não aconteceria pois a garota era filha única o que impossibilitava o sonho doentio e maníaco deles de vida totalmente juntos, casamento em dupla, vida em dupla, filhos em dupla e etc.

E nesse momento a pessoa que estivera de braços cruzado ouvindo tudo atentamente num canto escondido da sala, bem afastado da mesa, se manifestou.

– Isso é ridículo! – Passou as mãos pelos cabelos. – Eu me caso com ela.

Afirmou a decima segunda filha, dando fim a reunião.


Notas Finais


Oi pessoal.... Por enquanto é isso... Vejo vocês no próximo... (?)


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