História (Jargot) Cruzando eras - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Emma Watson, Jared Leto, Margot Robbie, Perdida
Personagens Emma Watson, Jared Leto, Margot Robbie, Personagens Originais, Sofia
Tags Bad, Eu Shippo, Jargot, Jargot Is Real, Magia, Romance, Século 19, Sexo, Viagem No Tempo, Xix
Exibições 80
Palavras 3.418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei mores! Espero que gostem! Não demorei dessa vez né?
Gente, cadê os comentários? Fiquei bem bolada quando vi que só tinha poucos😓😓 comentem, por favor❤️

Capítulo 7 - A party with her


Fanfic / Fanfiction (Jargot) Cruzando eras - Capítulo 7 - A party with her

P.o.v. Jared
Eu e Margot estávamos andando até a biblioteca encontrar Sofia e seu marido. Em determinado momentânea baile, ficamos conversando e em meio dessa bate-papo, descobri que Sofia também é do futuro, só que do de 2010. Ela passou pela mesma coisa que eu, só que sem o poço, no seu caso, somente um celular novo que ela havia comprado a transportou para cá. Também contou que tinha uma fada madrinha, mandou-a procurar pela felicidade, então encontrou Ian, seu marido que hoje tem uma filhinha chamada Marina ou Nina como apelido. Então, provavelmente aquela mensagem quis dizer que eu tenho que encontrar alguém aqui para me trazer felicidade e aí eu poder ir embora, só que possivelmente eu vou estar tão...apaixonado que ficarei aqui ou farei uma escolha entre aqui ou lá. Pelo menos foi isso que aconteceu com Sofia. Ela é seu marido ficaram separados por alguns meses depois que descobriram que se amavam e ambos sofreram para caralho, como disse a garota.
Mas se eu tenho que encontrar a felicidade, com que seria?
Olhei para o lado e vi Margot se aproximando com um sorriso meigo nos lábios. Claro que também sorri ao vê-la, ela estava muito gata, mano. Serião, de todas as que eu vi ou peguei, Margot é a mais linda.
-Iai? O que tá rolando?-perguntei animado!
-Bem, as bolas estão rolando, de resto eu não sei.-ela riu e eu retribui.-O Senhor e a Senhora Clarke querem prosear conosco daqui a poucos instantes na biblioteca, tem alguma ideia do que seja?-perguntou com ar preocupado.
Senti a mão dela pegar meu braço com força e me virar de costas, agora ambos estavam olhado para a parede cor de vinho.
-Não faço a mínima.-dei de ombros.-Sofia apenas ficou conversando comigo sobre umas coisas aí.-Na verdade, eu sabia sim, mas não saberia como contar a Margot que vim do futuro por isso sou estranho aqui.
-Vocês já se conheciam?-perguntou mexendo no vestido.
-Não, acabamos de nos ver.
-Ah, é que pelo modo como você a chamou, eu pensei que...
-Não.-ri, era entrado como as coisas funcionavam ali.-É que de onde eu venho, não chamamos as pessoas de Senhor ou Senhora, apenas pelo primeiro nome, como Margot, Sofia, Ian ou Jared, entende?-expliquei a fitando.
-Compreendo. Mas vamos logo, eles já devem estar a nos esperar.-disse a garota um pouco incomodada e seguimos andando para o local marcado com o povo.
Entremos em uma grande sala marrom, repleta de livros em estantes e estantes sobre os livros, muitos mesmo. Alguns sofás e poltronas levemente confortáveis e provavelmente caras para a região.
Avistei Ian e Sofia, conversando sobre algo, que provavelmente deve ser eu, já que não se encontra um viajante do futuro diariamente ou com certa frequência.
-Senhora Clarke?-Margot chamou envergonha.
-Tô aqui, vem cá!-respondeu a mulher exibindo um sorriso ao nos ver.
-Sentem aqui, vamos começar de uma vez.-indicou o homem.
-Ok.-falei me sentando na sofá vazio ao lado de Sofia, já que Margot estava do lado de Ian.
-Conseguiu se livrar dele?-ouvi o homem cochichar para a loira.
-Consegui, muito obrigada pela ajuda.-ela sorriu e ele também.
-Amor, você pode começar?-pediu a mulher aí meu lado.
-Porque você não começa? Acredito que conseguiria explicar mais claramente do que eu, já que não entendo muito do...mundo de vocês.
-Tá! Olha, Margot, isso vai ser um tanto difícil de te explicar, até porque o Ian não entendeu quando eu contei da primeira vez e você também possa ficar confusa.-Sofia gesticulava com as mãos.
-Claro mas, o que quer dizer exatamente?-questionou a mais nova.
-Eu e o Jared não somos exatamente daqui, deste...século ou ano.-começou.
-Como não?
-Você acredita em magia?
-Sim, bem...na maioria das vezes.-respondeu confusa.
-Então...-continuei.-Uma espécie de magia do amor nos mandou para cá, eu e Sofia não somos daqui, deste século, veja, eu nasci em 1992.-ela arregalou os olhos.
-Mas isto não é possível!
-É sim. Somos literalmente do futuro, temos uma...fada madrinha que nos trouxe até aqui com uma espécie de missão, que é igual para nós dois.-explicou a morena.
-E qual seria?-ela olhou nos meus olhos e nos de Sofia profundamente.
Isso vai ser difícil....
-Encontrar a felicidade...?-respondi não tendo muita certeza do que estava falando.
-E a senhora achou, Senhora Clarke?
-Encontrei.
-E aonde estava?
-Em Ian.-ela deu de ombros.
-Então vocês estão tentando me explicar que os dois são do futuro e foram trazido para esse ano por causa de uma missão que seria encontrar a felicidade, que no caso seria o amor?-perguntou Margot tentando juntar tudo que falamos.
-Basicamente.-dei de ombros.-Ate que foi fácil.-olhei para Sofia e ela concordou.
-Tem certeza que eles não precisam de um médico? Talvez chamar o Dr. Almeida?-perguntou a Ian.
-Tenho, Senhorita Margot.-o homem riu.-O Dr. Almeida lhe confirmará tudo e eu também. 
-Então vocês não voltam para o devido ano de vocês? Estão presos aqui?-perguntou com as íris azuis dos olhos se movendo de um lado para o outro em busca de uma explicação para o que acabemos de lhe contar.
-Eu tive a oportunidade de voltar assim que conclui minha missão, mas Ian não poderia vir comigo, então eu preferi ficar aqui para sempre.-Sofia explicou calmamente.
Pelo jeito esse casal realmente se amava.
-E você, Jared, tem que achar o amor para ter o poder de decisão se decide ir embora ou ficar por aqui?-ela batucava os dedos constantemente na coxa coberta pelo vestido.
-Pelo visto, sim.-respondi. Serião, em que furada eu me meti, cara! Encontrar o amor em pleno século 19? Vá a merda, na moral.
Ela abriu a boca para falar algo mas desistiu e acabou suspirando.
-É por isso que falam de um jeito diferente e você, Jared, tem aquelas coisas estranhas como aquele aparelho místico que brilha?-questionou se levantando e indo até atrás do sofá.
-Um celular?-indagou Sofia me olhando.
-É.-respondi também me levantando.

-E porque não me disse antes? Quando ficamos conversando ontem à tarde?-ela batucava os dedos na perna.
-Não era bem minha intenção te contar, aconteceu por si só, eu encontrei Sofia e ela achou melhor eu contar.-respondi a fitando botar seu cabelo atrás da orelha.
Ela respirou fundo e depois me olhou.
-E você já achou alguém? Quero dizer, o amor ou algum indício dele?
Percebi que a morena levantou uma sobrancelha para seu marido como quem sabe das coisas.
-Ainda não, essas coisas levam tempo, sabe?
-Sei..-seus dedos ainda batucavam e aquilo estava começando a me incomodar.
Não sei se ela acreditou nessa história, afinal, se fosse eu, já teria expulsado quem fosse da minha casa com esse papo de viagem no tempo. Mas eu tenho evidências, então acho que isso pode facilitar a sua cabeça.
Me aproximei dela e segurei seu anti-braço, a fazendo me olhou e tomar um susto.
-Da pra parar?-pedi a encarando seus olhos brilhantes.
A mesma assentiu levemente e eu a soltei, continuando ao seu lado.
-Acho melhor as pessoas não saberem sobre...Que vocês são do futuro e tudo mais, certo?-ela fitava o casal.
-Ninguém pode saber disso! Guardem segredo, por favor!!-pediu Sofia se aproximando.
-Margot? Margot, você está por aqui?-uma voz suave a chamava. Era uma garota com a pele bem clara, olhos tão azuis quanto os de Margot e os cabelos pretos, seus lábios eram rosados, ela usava um vestido roxo e seu cabelo estava preso, havia uma linda aliança em seu dedo.
-Elisa!-exclamou Ian.
-Irmao, o que faz por aqui?-ela se aproximou.-Margot! Está aí, lhe procurei a festa toda!-ambas se abraçaram.
-Desculpe-me, gostaria de ter ido falar com você antes, mas também não a achei e aconteceram alguns imprevistos.-disse a loira se afastando. 
-Senhor Leto, essa é minha irmã mais nova, Elisa Clarke.-apresentou me o homem a garota que falará com Margot, ela sorriu de um jeito simpático ao me ver.
-Prazer.-ela sorria.
-Jared.-retribui.-O prazer é meu.-ela se curvou e eu fiz o mesmo.
É sério que eu tinha que fazer isso toda vez que conhecesse alguém? Minhas costas vão ficar acabadas desse jeito, como o povo aqui não é corcunda?
-Porque não vão bater um papo em outro lugar?-propôs Sofia lançando um olhar de "COLABORA E FACILITA! VAI NA ONDA, PORRA!" para Margot
-Sim, venha Elisa, vamos voltar ao salão.-a loira falou enquanto indicava a jovem a se retirarem da grande biblioteca.
Ouvi Sofia e Ian respirarem fundo e soltarem o ar devagar.
-Acho que vou ver como Nina está, ela pode ter acordado por causa da música nessa festa.-disse a mulher se dirigindo até a porta.-Te vejo depois, amor. E Jared, boa sorte com o que procura.-ela desejou e saiu.
-Valeu.
Assim que as garotas saíram, houve alguns segundos de silêncio constrangedores entre mim e Ian.
-Ian, como...como soube que era Sofia? Tipo, cara! Amor! Como descobriu isso sendo tão...
-Jovem?-ele concluiu
-É.-me sentei e ele fez o mesmo na poltrona a minha frente.
-Eu não sei, quando conheci Sofia, soube que ela era diferente, ela estava no meio da estrada com umas roupas curtas e totalmente perdida, quase que me batia.-ele riu.-Fomos nos conhecendo e nos aproximamos, nunca pensei que uma mulher fosse capaz de me levar as estrelas.-ele dizia isso com imensa admiração a mulher.-Bastou um olhar, apenas um olhar para que eu perdesse o coração, o fôlego e também o raciocínio. Eu a amei desde o primeiro instante, mesmoMais não soubesse disso.-ele deu de ombros e sorriu.
-Hm...Percebi que vocês são bem apaixonados um pelo outro, né?
-Com certeza! E o fruto disso é a nossa garotinha, Nina.-ela falava todo bobão.
-Acho que vou voltar lá pra fora...-levantei e fui até a porta.
-Jared!-ele me chamou e eu virei.
-Eu já tenho uma noção de quem possa ser a garota que lhe trará felicidade, e se for quem eu estou pensando, por favor, cuide bem dela.-ele pediu em um tom calmo.
-Tá.-assenti com a cabeça e sai.
No salão, observava as pessoas dançando um valsa lenta, algumas pessoas conversavam em grupo enquanto alguns garçons serviam comidas em bandejas pra lá e pra cá.
-Jared, certo?-uma mão tocou meu ombro mais forte do que deveria.
Chequei para ver quem era e notei que o mesmo homem que destruiu o livros de Margot, Shannon, estava ao meu lado tentando iniciar uma conversa comigo. Uhuu! Amizades no século 19!
-É, sei mas eu esqueci seu nome...Shacara?
-Shannon.-ele se pôs na minha frente. Eu ainda era mais alto que ele.
-Ah, claro! Me esqueci, foi mal.
-Soube que está hospedado na casa dos Robbie, de onde você veio?
-New York, não deve saber de onde é, afinal, é de conhecimento apenas dos mais estudados. Me contataram que não gosta muito de ler.-dei de ombros. Não gosto desse cara.
-Não, acho um desperdício de tempo comparado a ficar conversando com minha futura esposa.
-Está noivo?
-Estarei amanhã, e me casarei amanhã mesmo. Pedirei a linda donzela em casamento e ela há de aceitar.-ele dizia exibindo um sorriso falso no rosto.
-E quem seria a sortuda?-é sério que alguém se casaria com esse estrupício?
-Ora, quem mais?-ele ficou ao meu lado e se pendurou em meu pescoço, apontando o dedo para Margot.-Aquela ali! Margot é a garota mais linda da cidade, é a melhor! E eu mereço a melhor porque também sou o melhor!-ele se vangloriava.
-Não sei...
-Como não sabe? Formaríamos um belo casal.
-Não sei se Margot é o tipo de garota que gosta de caras como você.-me afastei dele.
-Como eu?-questionou ajeitando o terno.
-Arrogante, grosso, bruto...-tentava me lembrar das palavras que a garota havia dito mais cedo.–Mal amado.-inclinei um pouco a cabeça para o lado quando pronunciei a última palavra.
-Escute aqui, seu bastardo de meia tigela! Não se ponha entre meu caminho e da minha futura noiva ou conhecerá do que Shannon Leto é capaz!-ele ameaçou me pegando pelo colarinho.
Leto? Porque esse viado tem meu sobrenome?
-Ui! Tô morrendo de medo!-disse balançando as mãos próximas ao rosto e arregalando os olhos.
-Algum problema, rapazes?-Margot se interpôs no meio de nós.
Shannon me largou e se aprumou para fazer boa vista aos olhos da garota.
-Nenhum, minha querida.-ele sorriu.-Não é mesmo, colega?
-Claro, parceiro.
-Shannon, ja pedi para não me chamar assim, não sou sua querida.-a loira falou ao meu lado.
"Minha futura noiva, bla bla bla"
-Deixe de rebeldia, Margot.-ele pediu pegando sua mão.-Case-se comigo e vamos embora desse interior, juntos.
Ela puxou sua mão com agressividade.
-Sinto muito, Shannon. Mas minha vida está boa por aqui e não tenho intenção de ir embora com o senhor.-falou o fitando com certa revolta.
-A primeira vez sempre é difícil, já devia estar acostumada a receber flertes, Margot. Não deve ficar zangada.
-Não creio que seja o senhor a alterar meu humor com simples palavras, agora com licença. Hupf!-ela disse.-Voce me acompanha, Jared?
-Por que não?-olhei para Shannon e suspendi as sobrancelhas.
Fomos até uma área mais movimentada, alguns casais estavam na fila para a próxima quadrilha, mas eu e Margot apenas observávamos.
-O que estavam discutindo?-perguntou seguindo Emma conversar com um garoto com os olhos.
-Nada demais, ele só queira saber umas coisas sobre mim e tals, falou de você e casamento e outras coisas desse gênero.-dei de ombros.
-Ah.-foi a resposta dela.
-É comum as pessoas terem o mesmo sobrenome por aqui?-perguntei ainda intrigado sobre eu e aquele imbecil termos o mesmo sobrenome.
-É algo complicado de ser acontecer, principalmente porque aqui é apenas uma pequena vila no interior. Normalmente se duas pessoas têm o mesmo sobrenome, são parentes.-explicou e percebi que seus dedos voltaram a batucar no vestido novamente.
Ela estava nervosa ou seria uma mania comum? Normalmente as pessoas estão ansiosas ou esperando por algo. Mas o que ela poderia estar esperando?
-Você não vai dançar?-ela perguntou sem tirar os olhos da pista de dança.
Aah! Então era isso. Ela queria que eu a chamasse para dançar. Pena que eu malmente consigo fazer a dança do robô, imagine sobem dançando essa valso que o ritmo muda a cada 5 segundos?
-Eu não sei dançar.-dei um risinho de canto de boca.-ana verdade, nunca nem estive em um baile como este, então é tudo meio novo pra mim ainda.-expliquei.
-Ah...-ela suspirou com um ar triste.-Se quiser, um dia desses posso lhe ensinar...
-Valeu! Se eu vou ficar por aqui até encontrar o amor, acho que preciso me adaptar.-ri e ela sorriu.
Não sei se a noite estava quente, ou era porque tinha muita gente naquela casa, ou até mesmo porque estávamos com mais roupa do que quando vamos para o Alasca mas, ali começou a ficar muito abafado e eu já estava começando a suar. Olhei para Margot que abanava a mão em direção ao próprio rosto na tentativa de gerar algum vento para se refrescar.
-Ei, você...
-Ei, você...
Dissemos na mesma hora. Ela deu um risinho e também.
-Pode falar.-disse a loira.
-Você primeiro.-insisti.
-Eu vou buscar uma bebida, quer alguma coisa?
-O que se tem para beber aqui?-o que se bebem no século 19?
-Bom, acredito que tenham diversos tipos de vinho e champanhe, além de whisky, tequila, vodka, hidromel...-ela listava.
-Acho que só vou querer um vinho mesmo.
-Alguma preferência?
-Porque você não escolhe?-propus, até porque não sou muito de vinho, prefiro uma cerveja ou coisas mais fortes, mas não iria arriscar ficar bebaço na frente de Margot. Era capaz de eu pular em cima dela ou algo assim...
-Está bem.-ela sorriu sem os mostrar os dentes.-O que você queria me dizer agora a pouco?
-Ah, eu queria saber se você quer ir la pra fora tomar tomar um ar, aqui tá muito abafado, no jardim deve tá batendo uma brisa.
-Eu adoraria! Vou buscar as bebidas e lhe encontro lá fora.
-Ok.-respondi
Ela me olhou cerrando os olhos como se tentasse entender alguma coisa.
-Ok igual a tudo bem ou certo.-expliquei e a observei levantar as sobrancelhas.
-Ah! Certo, eu lhe encontro lá então.
-Viu.
Fui para fora da casa e não me distanciei muito da porta para desse modo Margot me avistar logo que sai.
Avistei Cameron, entregando uma flor amarela a uma garota que a pegou corada, tanto quanto Margot fazia normalmente. Nem tão comportado assim, afinal...
De um outro lado menos iluminado, não acreditei no que vi, Shannon agarrado com outro mulher, eles estavam se beijando com muita intensidade pelo jeito. Que canalha, mano. Sendo que a algum tempinho atrás ele praticamente pediu Margot em casamento. Depois eu que sou o babaca por dormir com uma qualquer e não ligar no outro dia.
Bem, de resto, um povo andando, Sofia e Ian dançando em um canto mais afastado de todos mesmo não podendo ouvir a música dali e uns mosquitos me incomodando.
Dei um tapa no meu pescoço.
-Ai!-reclamei baixo.-Esses miserê!-o pescoço era o único lugar descoberto e que os mosquitos poderiam atacar, então comecei a mover minha cabeça de um lado para o outro na tentativa de espanta-los.
-O que está fazendo?-disse uma voz delicada ao fundo.
Me assustei e virei rapidamente para ver quem tinha me visto que nem um maluco.
A loira dos olhos cor do céu estava na minha frente segurando duas taças cheias em mão e rindo.
-Tentando me livrar das muriçocas.-cocei a nuca e peguei a taça.-Valeu.
-Nani mo.(tradução: De nada)
-Japonês?-arrisquei. 
-Sim.-ela riu.-Sei um pouco do que li nos livros.
-Eu também.-na verdade, sei pelo bing tradutor quando fui tentar jogar um game oriental que ganhei do Sam num amigo secreto do trabalho.
Nunca pensei que ia falar isso, mas estou com saudade de voltar a trabalhar naquele escritório de merda e até mesmo de sair com Sammy para comer qualquer garota bebida que se jogasse na minha frente.
-Voce acha que vai demorar muito para encontrar o seu amor?-perguntou.-Não que eu queira que você vá embora, é que...
-Eu realmente não sei...-suspirei.-Não faço a mínima ideia de quanto essas coisas podem demorar.
-De qualquer forma, acho que 19 anos já é o bastante...-ela levou a taça ao lábios rosados enquanto olhava para o nada.
-Não! É muito pouco tempo! Veja, eu tenho 24 e ainda não encontrei ninguém.-revelei.
-A diferença é que você é do futuro, e isso deve ser comum para vocês.-reclamou.
-Você vai encontrar alguém, relaxa.-tentei acalma-la.-E com certeza não vai ser alguém como Shannon, tu merece alguém bem melhor que ele.
-E quem seria?-começamos a caminhar e nos afastar do barulho.
-Sei lá, cheguei aqui anteontem, lembra?-ela riu.
-Creio que já conheço todos os possíveis senhores dessa região, Jared. Eu quero muito mais que a simples vida no interior, um mundo bem mais amplo, com coisas lindas para ver. E bem, o que eu mais desejo ter é alguém me para entender, mas parece que isso é mais difícil do que apostar no cavalo certo em uma corrida...-ela virou todo o vinho na boca.
-Ei, vai com calma aí, garota!-peguei a taça da mão dela.-Voce vai achar alguém, é só questão de tempo.
-Mas quanto tempo?-disse alto.-Quando eu ficar velha, sem filhões é sempre sendo a madrinha de honra? Só esse ano eu fui em três casamentos, Jared, e em todos eu fui a madrinha! Nunca a noiva!-ela estava com lágrimas nos olhos.
Agora entendi o motivo dela sempre estar batucando os dedos. Ela está sempre pensando nisso, em casamentos, filhos, futuro...E ela tem medo. Tanto pressão da mãe e da sociedade daqui só a machucam mais ainda. Ela provavelmente deve estar exausta de tudo isso.
-Respira, você não vai virar uma solteirona acabada. É sono álcool que tá fazendo sua cabeça rodar.-segurei seus punhos levemente a obrigando a olhar para mim.-Quantas taças você bebeu desde que chegou?
-Umas três ou quatro...
Esse povo não sabe bem ficar nevado direito! Se vai encher a cara, tem que misturar tudo, de tequila a whisck e beber várias doses, não três taças de vinho.
-Porque a gente não vai pra casa e você vai dormir?-sugeri o observando olhar para o chão.
-Eu estou bem...-ela se soltou e limpou as lágrimas que caíram.-Perdoe-me por isso.
-Não se preocupe, amigo é pra essa coisa, né?
-Acho que sim.-ela fungou.-Nunca tive um amigo "Amigo" para que pudesse conversar sempre ou dividir segredos, isso também é novo para mim.-ela sorriu com o canto da boca, fazendo uma covinha aparecer.
-Agora você tem a mim. Pelo menos os meus amigos dizem que sou uma boa companhia...-ela riu.
-Acho melhor irmos para casa mesmo, já está começando a ficar tarde...-ela passou a mão por um dos braços.
-Bora.-falei começando a andar.
-Ok.-virei o conteúdo da minha taça de uma vez e voltamos até a onde a festa estava. 

 


Notas Finais


O que acharam? Hein, hein, hein? Comentem e digam o que acharam! Se tiverem ideias, digam aqui em baixo, quem Ari boto ela aqui?
KISSUS de PUDDIN🍮🍮🍮🍮


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