História Jason The ToyMaker: Jet Black Heart - Capítulo 8


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Categorias Lendas Urbanas, Originais
Tags Creepypasta, Jason The Toymaker, Jeff The Killer
Exibições 25
Palavras 959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 8 - Capítulo 8


À primeira coisa que vejo são os olhos de Jason tomarem a cor verde fluorescente de novo.

Ele solta um grunhido e seu rosto se contorce em uma careta de raiva.

Jason sai de cima de mim e da um longo suspiro, revira os olhos e segue para a porta sem dizer uma palavra sequer.

Ele bate a porta com força estrondosa, que me faz saltar de susto. A força foi tamanha que derrubou todos os livros das prateleiras, começaram a cair uma por cima do outro. Eu os olhava atenta e um pouco confusa.

Meu pai amado.

O que acabou de acontecer?! Sério isso, já acabou vida? Pois é eu acho que não, provavelmente vou quebrar a cara mais vezes.

Ele.quase.me.beijou.

Eu sinceramente não sei se fico triste pela campainha importuna ter interrompido a gente, ou fico feliz que o meu primeiro beijo não foi com meu sequestrador.

"Amor, EU NÃO TO BEM! Maldita campainha! Com milhares de pessoas no planeta, vai tocar a FUKIN campainha de quem? Isso mesmo a daqui! Vai pra ponte que partiu cara!"(Juzis rainha representando as divas das minhas leitoras.)

Meu coração ainda está acelerado, parece que ele vai saltar da minha garganta a qualquer momento. Coloco a mão no peito para "tentar" me acalmar.

Não posso me ver agora, mas, eu tenho certeza que estou mais branca do que já sou.

Aí... Caio a ficha de uma coisa muito importante.

Quem tocou a campainha?

"E eu lá vou saber, só sei que se aparecer aqui mato e taco a voadora."

Droga! E se for alguém perdido, ou estiver pedindo informação? Jason vai mata-lo com certeza! Eu tenho que descer!

Pulo da cama e abro a porta com uma velocidade humanamente impossível, e corro para as escadas, e que por algum tipo de milagre, eu não cai ou tropecei.

Agora que fui notar na decoração da casa. Realmente não uma casa comum, afinal... Ele não é comum.

A casa é colorida de um jeito mórbido.

Uma textura que lembra doce derretido ou estragado, ao que aparenta cada parede tem uma cor diferente, chamativa. Paredes pintadas com espirais, pontos, círculos, quadrados, variedades de formas geométricas. E cores vibrantes, como amarelo, vermelho e verde fluorescentes... Assim como os olhos dele.

As portas e janelas eram tortas de um jeito engraçado, parecia ser de propósito. Não havia nada naquele lugar que não houvesse cor. E tudo acompanhado de brinquedos como uma espécie de decoração.

Cada vez vou a estranhar mais ainda os gostos de Jason.

Vou em direção a entrada da casa como um foguete, quando chego lá.

- Jason! - Grito mais alto do que esperava.

Me sustento em uma parede, um pouco ofegante pela corrida. Olho para frente e vejo uma cena curiosa.

A dois homens na frente da porta, meio... Peculiares, e Jason os olha impaciente.

Mas depois do meu grito os três estavam a olhar para mim atentos.

Junto às sobrancelhas e minha boca fica entreaberta. - Am? - sussurro confusa.

Os caras que estavam ali não eram viajantes ou pessoas a pedido de informação, nem pessoas eu acho que eles eram! Se forem maquiagem show! Parabéns! Porque olha eu mal consigo passar um batom.

O primeiro tinha um olhar de desinteresse e deboche nítido. Extremamente branco, tipo mais branco que eu! Tô me sentindo tão feliz agora que nem consigo me expressar. Cabelos negros na altura do ombro, e... Meu santo Jungkook dos biscoitos!

"O cara tinha a boca cortada! Alô! Alguém aqui quer fazer cosplay de Coringa!

O segundo tinha a pele da mesma cor.

"Que isso gente? Alguém está roubando o pó de arroz da mãe pra fazer Drag, safadinhos."

O cabelo era azul, e bem longo, passava do ombro.

"DRAG! DRAG! DRAG!"

Cê que parar de me interromper viada?!

"Nossa foi mal, pra que toda essa agressividade parça?"

Ele parecia um bobo da corte, por causa das vestimentas, e os olhos eram rosa, muito bonitos.

"Rosa? ADORO viado."

O primeiro cara da um sorriso - não sei como.- deixando o corte mais longa e me olha de cima pra baixo. - Acho que interrompemos alguma coisa Candy. - solta uma risada irritante.

O que eu acho que se chama "Candy" da um sorriso malicioso. - Entendi o motivo da irritação Jason.

Jason revira os olhos.

- Ela é realmente muito linda. - o cosplay de Coringa fala cruzando os braços.

Jason o lança um olhar mortal. - Não gosto quando falam assim dos meus brinquedos Jeff, fico chateado.

O tal de "Jeff" por um momento se assusta, mas depois se recompõe e volta a ter o olhar debochado.

Jeff levanta as mãos em sinal de rendição.

Candy apenas ri da situação, como se aquilo já fosse habitual deles.

Jason olha para mim e depois pra eles. - Bom, Sofia, esses dois idiotas são Jeff the Killer e Candy Pop. - fala desinteressado apontando para cada um dos dois "idiotas" como ele diz.

- Idiotas é um termo muito forte Jason, fiquei magoado agora. - Jeff da um sorriso irônico inclinando a cabeça para o lado.

- Não minta Jeff, é feio, você não está nem aí para o que eu te digo. - Jason fala em tom irônico colocando a mão na cintura.

Jeff ri. - É, é verdade. - concorda ele.

"Ixi filha, bicha venenosa."

Dessa vez, eu concordo contigo fia.

- E essa, é Sofia, minha nova boneca.

"Boneca teu cú desgraça, quero títulos importantes aqui porra! Namorada, noiva, mulher, a mãe dos seus filhos! Algo tipo isso entendeu amore?"

Juziscreitan, querida, fecha a droga da sua boca, apaga o fogo desse seu rabo mulher.

- Bem que podia dividir né Jason? - Jeff diz em tom de brincadeira.

Candy Pop lhe dá uma cotovelada.

- Ai Candy! Por que fez isso? - Jeff massagea o lugar em que Candy bateu.

- Você está louco Jeff? Que morrer hoje? Eu não sei você, mas eu quero continuar vivo até amanhã.

Jeff bufa e Jason ri em seguida.

- Bom, entrem. - Jason aponta o interior da casa.

Eu estou com um mal pressentimento.



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