História Jauregui - A Conselheira Amorosa - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Allybrooke, Camilacabello, Camren, Dinahjane, Fifthharmony, Larry, Laurenjauregui, Normanikordei, Norminah, Semi
Visualizações 38
Palavras 1.893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, amores. Atualizando outra vez hoje, porque sou legal. Agora vocês saberão um pouco mais sobre a Camilita

Capítulo 2 - Solteirona


 

 

 

—Eu não disse que ia acontecer — dizia Camila, enquanto subia as escadas de saída do metrô —O que é que eu disse? Seis meses? — Ela falava ao telefone com sua amiga pelo fone via Bluetooth que usava —Quando foi o primeiro encontro dela?  Cinco e meio? Ah, eu odeio quando estou certa — murmurou a ultima parte em um tom convencido. 

 

Ela abaixou-se e pegou alguns jornais, levando-os até a bancada onde o vendedor se encontrava. 

 

—O quê que os homens tem para eles quererem ferrar com tudo que anda? — Questionou à ela, pagando sua carteira —Mesmo quando estão saindo com alguém quanto alguém como Allyson Brooke, ela é a mais fabulosa da cidade de Nova Iorque. — Entregou a dinheiro ao vendedor e sorriu agradecida. 

 

Ela já conhecia Yang há muito tempo, desde que começou a trabalha no jornal que ela compra as coisas de sua banca. 

 

—Você está brincando? É claro que eu vou publicar — disse ela, entrando em seu local de trabalho. Por que ela iria perder tempo com um 'Aristochato' sueco? Mesmo que ele seja lindo. — Ela sorriu para um de seus colegas de trabalho e seguiu em meio ao grande departamento do jornal —Se ele é burro o bastante para sair, então o mundo deve saber que ele é burro o bastante para ser pego — disse ela, concluindo sua linha de raciocínio —Eu estou no elevador, já te encontro — dito isso, desligou. 

 

Ela aguardou pacientemente em meio a todos que estavam naquela apertada caixa metálica até chegar ao seu andar. 

 

—Bom dia, Camila. Como está? — Questionou Lucia, a secretária. 

 

—Estou ótima — disse, seguindo em direção a prateleira e pegando algumas pastas que eram seu furo do dia.

 

—Eu não estou de férias. — Shawn, seu amigo e colega de trabalho, murmurou em um tom risonho bem atrás dela, fazendo-a rir. 

 

—Olha, deveria tirar uma férias — disse ela, virando-se para ela e o cumprimentando com dois beijos no rosto. 

 

—Para Barbados sozinho? — Questionou entre o cumprimento —Eu não aguentaria cinco minutos — acrescentou, passando a caminhar ao seu lado. 

 

—Fiz exatamente o que o médico pediu. Eu dormi tarde, fiz meu yôga, li alguns livros — contava, sem muita animação. 

 

Camila havia tirado férias por conta do estresse que havia passado pelo excesso de trabalho, mas tudo foi a contragosto.  

 

—Pelo jeito não parou de trabalho — disse em um tom repreensivo. 

 

—Eu sei e não é ótimo? — sussurrou para ele. 

 

—Deveria ter ido com alguém. 

 

—Quem? — Riu, apertando a pasta contra si —Quem eu iria levar comigo?

 

—Nessa horas um namorado cai bem — cantarolou, vendo uma prateleira separar os dois. 

 

—Ah, eu não tenho tempo para namorado — murmurou ela ao chegarem em sua mesa. 

 

—Disse isso há dois anos atrás. 

 

Ela deixou a pasta com Erick e seguiu novamente, sendo seguida por Shawn. 

 

—Acontece que a verdade continua a mesma — argumentou. 

 

No caminho acabaram cruzando com Daniel.

 

—Você não estava de férias? — Questionou o LOIRO DE OLHOS VERDES. 

 

—Veja se as cenas estão boas, tá? — Jogou a câmera para ele, que pegou no ar —E coloca na minha mesa em uma hora — disse e o loiro apenas assentiu, seguindo seu caminho. 

 

—Além disso, os relacionamentos são para pessoas que estão esperando que o melhor aconteça — acrescentou ela, parando em meio ao corredor, enquanto fitava seu amigo. 

 

—Ah, mas é muito cinismo — disse Thompson, seu chefe ao se aproximar dos dois. 

 

—Mas eu não cínica — exclamou, virando-se para ele —Sou realista. 

 

—Você é uma realista fingindo ser uma cínica, mas que no fundo é otimista — corrigiu-a —O que você faz aqui? O que ela faz aqui? — Questionou, alternando seu olhar para Shawn, que apenas deu de ombros e seguiu com eles.

 

—Ela trabalha aqui, esqueceu? — Questionou Camila. 

 

—Ela só volta a trabalha daqui há quatro dias — disse, subindo as escadas e com Camila logo atrás. 

 

—Isso não podia esperar — justificou-se, fitando-o. 

 

—Ah, claro que podia. O que que está fazendo? Volte para a Praia, eu não quero você aqui! — exclamou com calma. 

 

—Não, é sério, você precisa. — Ela se posicionou a sua frente e enterrou as mãos nos bolsos traseiros de seu Jeans 

 

—Você está se tornando uma viciada e obcecada em trabalho e isso é o tipo de comportamento nervoso e compulsivo que leva a... — Ele falava ao topo da escada, atraindo a atenção de todos os funcionários, mas ela o interrompeu. 

 

—Santo do Evans com uma morena peituda — disse ela, fazendo um coro de "Ó" por todo o local. 

 

—Leva a um ótimo aumento — concluiu ele, visivelmente desconcertado.  

 

—Puxa, você acha sujeira em uma nevasca — comentou ele, entrando com ela em seu escritório 

 

—Ossos do oficio — disse ela, dando de ombros, enquanto o via sentar em sua grande cadeira. 

 

—Garota, há coisas melhores na vida do que espiar a vida dos outros — informou, enquanto ela se sentava na cadeira da frente. 

 

Camila abriu a boca em descrença às suas palavras. Qual é? Esse era o trabalho dela, espionar e divulgar para que todo o mundo saiba. 

 

—A culpa é minha se ele foi trair na minha Praia? — Questionou horrorizada. 

 

—Olha, eu acho ótimo você ser boa no que você faz, mas o que me preocupa é porquê. 

 

Ela baixou a cabeça e murmurou:

 

—Isso é problema meu. — Respirou fundo e voltou a olhar para seu chefe, com um pedido no olhar para que ela não perguntasse mais sobre. 

 

—Tá bom — disse ele, deixando-a aliviada —Eu quero a coluna na minha mesa na hora do almoço. 

 

—Quer dizer que vai pagar o meu hotel? — Perguntou sorridente. 

 

—Para você ficar bebendo? Não, eu acho que não, cai fora!

 

Ela riu, seu chefe e ela mantinham uma relação muito dinâmica. Se deram bem logo de cara. Ele sabia que ela nunca fora de se esbaldar no álcool, mas dava valor a uma boa bebida.

 

(...) 

 

 A noite chegou e consigo, o barulho da música vinha de cada esquina. Camila tinha marcado com Dinah, sua amiga, de sair para por os papos em dia, após a chegada da latina de volta a cidade, consequentemente elas foram ao mesmo bar no centro de cidade onde Lauren e sua amiga Normani disputavam uma partida de sinuca. O lugar era refinado, privilegiado apenas para aqueles que podiam pagar por algo acima de cem dólares, por Camila elas teriam ficado em casa, mas Dinah Jane gostava de esbanjar sua riqueza.   

 

 

—Ah, fala sério — resmungou Lauren, após errar a tacada e acabar fazendo a bola entrar e sair do buraco, isso era possível?  

 

—Quê que é? 

 

—Valeu, não é? — Questionou Lauren, indignada. 

 

—Não! — exclamou Normani, juntando as sobrancelhas, enquanto processava a falta de esportividade da amiga. 

 

—Qual é? Entrou e saiu!

 

—Sabe qual é o seu problema, Lauren? — Fez uma pergunta retórica, enquanto dava voltas na mesa —Você só quer partidas rápidas — concluiu, posicionando o taco frente a bola branca e acertando sua jogada —Você se arrisca na primeira que você vê — constatou, caminhando até parar no local onde a bola a branca havia ficado —E não na que é necessariamente melhor para... — Ele acertou outra tacada. —Você, a longo prazo. — Lauren riu da informação de Normani. 

 

—Não é toda mulher consegue a namorada dos sonhos e está de casamento marcado — argumentou com sarcasmo —Eu fico muito feliz por você — dizia ela, enquanto eles rodeavam a mesa de sinuca. 

 

Lauren e Normani eram amigas desde infância, sempre se encontravam quando podiam. Ambas eram lésbicas, cada uma com sua história por trás disso. Normani sempre preferiu garotas, nunca chegou a beijar um garoto, já Lauren, quando adolescente, não aceitava o fato de mulheres lhe atraírem e tentava a todo custo se relacionar com homens, mas acabou aceitando e entendendo o fato quando cansou de ter seu coração partido por todos os idiotas com quem tentou algo. A Hamilton namora Sara desde o colegial e finalmente ela teve a coragem de pedi-la em casamento. Formavam um casal bonito, mas algo em Sara não me traz muita confiança, e eu não poupei avisos para minha amiga, mas Normani está envolvida demais para me dar ouvidos. 

 

—Mas isso não é para todos — acrescentou a morena de olhos verdes —Então, por favor, deixa eu aproveitar meu jogo rápido, quente, suave, totalmente variado e super experimental. 

 

—Ahn — soltou o som, confusa pela explicação sem nexo da amiga —Eu só estava falando da sinuca, mas deixa para lá. 

 

De qualquer forma, Normani achava que Lauren não tinha jeito. 

 

—Aham, tá legal — murmurou Lauren, soltando uma risada nasal.  

 

—Sinceramente, eu só espero que um dia você sinta o amor incondicional, algo honesto e verdadeiro, como o que eu tenho com a Sara todos os dias — disse Normani, aproximando-se da amiga. 

 

Verdadeiro, aham — pensou Lauren. 

 

—Espera aí — Balançou a mão que segurava o taco —Isso é conversa de Bar? 

 

—Não, amiga. Você precisa me escutar, é sério. Porque quando você tem uma relação duradoura, ela vai além do contato físico. — Baixei a cabeça e segurei o riso, mas logo fiquei séria. —Você lembra quando a gente costumava sair para transar com uma porção de mulheres, mas elas são superficiais. Eu sei lá, é ridículo... é até patético. 

 

A atenção de Normani foi de encontro às garotas que acabavam de entrar naquele bar, elas riam e comentavam entre si algo desconexo. Lauren olhou para trás e entendeu o porquê de sua amiga ter parado aquele típico sermão e então passou a língua pelos lábios, voltando a fitar Normani. 

 

—É, eu estou entendendo. — Balanço a cabeça —Aquilo é patético. — Apontou com a cabeça para as mulheres. 

 

Normani ainda mantinha sua atenção nelas, totalmente perdida. Ela sabia bem reconhecer uma carne de primeira e aquelas duas com certeza dariam um prato, se é que me entendem. 

 

—Aquilo é realmente patético — acrescentou Lauren, vendo sua amiga apenas assentir, enquanto ainda babava pelas duas. 

 

Enquanto isso, há alguns metros de Lauren e Normani, Dinah Jane e Camila Cabello estavam sentadas em uma das mesas mais afastadas.  

 

—Como conheceu ele? — Perguntou Camila. 

 

—Eu estava na lapela, comprando calcinhas — disse ela, bebendo de seu vinho. 

 

—E o que ele estava fazendo o mesmo? — Questionou Camila, levando a garrafa de cerveja até seus lábios. 

 

—Não, quer dizer, ele estava procurando uma coisa para mãe — disse Dinah, tentando não olhar nos olhos da amiga. 

 

—Ah, a mãe dele? 

 

—Uhum — respondeu com um som nasal, fingindo interesse em sua taça. 

 

—Dinah, que homem compra lingerie fina para a mãe? 

 

—Ah, deveria estar procurando algum avental — comentou distraidamente. 

 

—Dinah, ele estava dando em cima de você, enquanto comprava uma lingerie para outra mulher — alertou Camila, e Dinah sabia bem disso, mas o achava lindo demais para deixar passar. 

 

—Ah, eu prefiro a versão da mãe — disse a loira, dando uma risada e arrancando outra de sua amiga. 

 

—Tá, eu sei, mas a questão não é essa  acrescentou, bebendo de sua cerveja. 

 

—A questão é que eu não quero ter um caso com um mentiroso — disse convicta.

 

—Por que não? — Perguntou Camila. 

 

—Porque vou acabar ficando igual a... — A frase quando ela lembrou que estava a frente dela. 

 

—Igual a mim? — Questionou indignada, batendo a mão no braço da amiga —é o que ia dizer? 

 

—Não — Tentou fugir da reposta —Eu ia dizer igual a você mesmo — admitiu, vendo Camila virar sua cerveja. 

 

—Hm... qual o nome dele? 

 

 

—Ah, por quê? 

 

—Vou procurar na internet — disse como se fosse a coisa mais normal do mundo. 

 

—Ah não, se preocupa com você — disse Dinah.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...