História Jauregui - A Conselheira Amorosa - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Allybrooke, Camilacabello, Camren, Dinahjane, Fifthharmony, Larry, Laurenjauregui, Normanikordei, Norminah, Semi
Visualizações 25
Palavras 2.956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Conseguimos


—Qual é? Eu quero ver se a mãe dele ainda está viva — exclamou, ouvindo a risada da amiga. 

Do outro lado do salão daquele bar, Normani ainda olhava perplexa para as mulheres que a atraíra a atenção desde que chegaram, seus lábios estavam separados e exibiam um perfeito "o". Lauren observava a amiga e pensava em como era bom estar solteira, porque ao contrário da Normani ela poderia ir lá e arrancar ao menos uma noite de sexo com qualquer uma. 

—Cuidado que está escorrendo baba — disse a olhos verdes, mas nada sua amiga respondeu —Eu engoli uma cobra ontem — acrescentou para ver se sua amiga voltava a atenção para ela, mas nada —Hey! — exclamou, tocando o ombro de Normani e finalmente atraindo sua atenção. 

—Que que você disse? — Perguntou atordoada, fazendo Lauren negar com a cabeça e soltar uma risada nasal. 

—Você quer que eu vá até lá e traga elas para cá? 

—Oh não, não, não — falava, enquanto balançada freneticamente a cabeça em negatividade —Não faz isso não. 

—Não quer? — Arqueou as sobrancelha. Estava desacreditada —Quer dizer que você não quer falar com elas porque não pode levá-las para casa? 

—O que é que você quer, Hein? Eu só estou tentando manter meu relacionamento. 

Enquanto isso, Dinah e Camila continuavam com seu papo animado, sentadas, privilegiando seus lábios com suas bebidas. 

—Você já falar em uma tal de Doutora do Encontro? — Perguntou Dinah. 

—Lenda urbana — respondeu, olhando sua amiga. 

—Sério? — exclamou. 

—Com certeza — retrucou de imediato. 

—Tinha esperança de ela ajudar mulheres. 

—Dinah — chamou-a, buscando paciência —Você não está doente, está solteira! Só tem que relaxar e meter bronca — disse a última parte entre uma risada. 

—Ah, eu não meto bronca há meses — comentou cabisbaixa, bebendo de sua bebida —Que horror! — acrescentou, rindo e Camila a seguiu.

—Aproveitando que você riu, eu vou ver o Z. Tem alguém interessante aqui hoje — informou risonha, colocando sua bolsa no ombro e levantando-se. 

—Quer dizer alguém além de mim, não é? 

—Tchau — disse ela e despediu-se de sua amiga com um beijo na testa. 

Lauren e Normani ainda rebatiam para decidir trazer as garotas ou não. 

—Eu vou trazer as garotas aqui, a gente bate um papo e age como gente normal — falou Lauren, compassadamente —Aí você vai para casa e eu levo as meninas para o meu apartamento. — Deixou o taco sobre a mesa de sinuca e sorriu. 

—Ah, tá legal, parece divertido, mas vai ter que esperar na filha, não é, irmã? — brincou, enquanto via Lauren se afastar dali, em direção as mulheres que estavam rodeadas de caras. 

—Com licença. — Lauren falava educadamente, tentando cruzar aquela fila de homens. 

E quando finalmente conseguiu chegar até a morena, ela sorriu, tendo seu plano em mente. Ela retirou uma nota de cem dólares e colocou sobre a mão da mulher, segurando-a e disse:

—Amor, traga uma martíni ali para a mesa de sinuca — pediu e sorriu, piscando para a morena, e então, virou-se com um sorriso no rosto, passando a caminhar em passos lentos. 

Ela sabia que havia dado certo. 

—Com licença — disse a morena, a seguindo. Ela saiu do meio daqueles homens e foi de encontro a Lauren —Com licença — repetiu, aproximando-se, enquanto Lauren parava e virara para ela.

—Não esqueça do gargalo — murmurou e virou-se outra vez, mas a voz da garota a fez voltar. 

—Ei, idiota. Eu não trabalho aqui — disse, visivelmente brava. 

—Oh, Nossa — fingiu constrangimento —Olha, me desculpe. Só um veterinário para curar um mico desses — murmurou risonha, mas em um tom sedutor. 

—Que isso não se repita — disse ríspida, devolvendo o dinheiro a Lauren em suas mãos, mas quando a mesma foi virar a olhos verdes segurou sua mão, fazendo-a olhá-la. 

—É, eu sabia que não trabalhava aqui — revelou. 

—Sabia?

—Era a única forma de afastar você daqueles caras — concluiu, fazendo-a sorrir. 

—E... por que iria querer fazer isso? — Sua voz agora era carregada de sensualidade. 

Fácil, como todas as outras. 

—Bem... 

Algumas pessoas naturalmente se sentem confortáveis com o mesmo sexo. Tudo flui naturalmente — pensou.    

(...)

Na faculdade eu não fui uma daquelas pessoas descoladas. Parecia que me faltava alguma compreensão básica, pensava ela, enquanto relembrava dos seus tempos de adolescente. 

—Como qualquer menina atrasada, eu estava ansiosa para recuperar o tempo perdido — murmurou para si mesma, logo lembrando de seu primeiro e último amor, Keana Marie. 

Ela estava a relembrar tudo.

Flashback 

Lauren subia as escadas apressadamente, estava atrasada para a aula, e como a idiota que era acabou tropeçando em um dos degraus, derrubando todo o material que tinha em mãos. Ela bufou, recolhendo seus livros, mas assim que ergueu o rosto deu de cara com belas pernas descobertas. Ela ficou de pé e seus olhos encontraram os da morena, e ela sorriu. 

—"Sabe onde fica o prédio para matricular?" — Foram as primeiras palavras de Keana para Lauren, que apenas assentiu, ainda a olhando feito uma boba. 

—Sei — Foi a única coisa que ela conseguiu responder naquele momento, fazendo a Senhorita Marie rir. 

A Jauregui sabia que a vida dela nunca seria a mesma depois daquela garota. Ela estendeu a mão para a garota, em uma forma de cumprimento.  

—Sou Lauren — disse.

—Keana — respondeu, com um sorriso tímido, enquanto retribuía ao cumprimento, apertando sua mão. 

(...)

A partir daquele dia, elas acabaram se esbarrando mais vezes, até que Lauren tomou a iniciativa de chamá-la para sair, e em questão de meses elas já eram íntimas. A relação delas era linda. 

—Eu te amo — disse Lauren, ao beijar-lhe os lábios. 

Keana apenas sorriu. 

—Eu-eu te amo muito... eu é... 

—Eu também  te amo, Lauren. — E então domou-lhe os lábios outra vez. 

—Eu sei que você não ama tanto quanto eu te amo — murmurou a morena de olhos verdes entre o beijo —Mas não tem problema, eu fico feliz que você pelo menos me ame um pouco.

Flashback OFF

Ela era muito insegura. Foi então que depois de meses naquele relacionamentos, ela acabou encontrando-a em um carro no meio da rua, aos beijos com um estranho. O corão da Jauregui havia sido quebrado, e ela não entedia o porquê de Keana ter feito isso. Onde foi que ela errou? Talvez não foi ela a errar, mas sim sua ex parceira a não dar valor a mulher que perdeu. Ela aprendeu muito com aquela experiência, e é uma lição que ela fez questão de repassar para seus amigos, porque uma pessoa sem jogo de cintura não ganha garota nenhuma e se havia um homem sem jogo de cintura nenhum, esse homem era Troy Ogletree. O trabalho de Lauren era 100% boca a boca e até o momento era discretíssimo. Tem uma coisa que ela aprendeu foi:  Se você manipula, coordena e brinca com o destino é melhor ser discreta.

Neste exato momento, Lauren observava seu mais novo cliente não muito longe. Ele era todo atrapalhado, e isso parecia ser um grande problema. Troy estava sentado nas escadas da entrada da praça de alimentação, e a morena resolveu se aproximar. 

—Tomara que ela seja solteira, porque eu não separo ninguém — comentou ela, enquanto sentava-se ao lado do homem alto. 

Eles se cumprimentaram com um aperto de mão. 

—Oi, obrigado por vir — disse ele, totalmente tímido —Não, quer dizer, ela acabou de sair de um relacionamento, isso é um problema? Porque se for, tudo bem. Eu estou mesmo desconfortável com isso, sabe? Eu já sofri muito, muitas experiências ruins algumas boas, mas com certeza muitas ruins — murmurou a ultima parte, arrumando o óculos em seu rosto —Então...é... eu estou desesperado — admitiu com um sorriso derrotado —Eu, basicamente, bem... não é por mulheres, é por uma em especial... é por ela, e é.. é. 

—Por que não me fala dela? — sugeriu, juntando as mãos. 

—Vamos ver o que eu posso dizer. — Pensou por um instante —Minha empresa cuida das finanças dela, sou consultor de impostos. Bom, sou um deles, eu sou o gerente Junior. 

—Ela sabe que está interessado? 

—Oh, não... — Passou a língua pelos lábios e fitou-a —Não — concluiu.  

—Já notou você? — Arqueou uma sobrancelha. 

—Emprestei minha caneta uma vez — Mal sabia Lauren que ela nem notou quem havia entregado a caneta a ela. 

—Allyson? — Questionou pasma —Allyson Brooke? — acrescentou, não acreditando.

—É — murmurou, cabisbaixo —Sabe, eu já percebi que não faço o tipo dela. 

—O ex namorado dela, era assim tipo o dono da Suécia. 

—Ele era um safada. Eu... não me parecia que ele era gente boa, sabe? 

Ela riu, negando com a cabeça. 

—É, você mira alto — comentou, bem-humorada, enquanto prendia o riso.

—Tá legal. Escuta, escuta... acha que eu não sei o quanto é ridículo, tá legal? Só achei que com... com a sua ajuda, eu... Merda — murmurou, virando o rosto —Quer saber? Desculpa ter desperdiçado seu tempo. — Levantou e pegou seus pertences de maneira desajeitada. 

Lauren o observava atentamente enquanto ele descia as escadas, ela tinha que ajudá-lo. 

—Espera aí, Troy — falou, levantando-se e indo até ele que havia parado de caminhar. 

—Você sabe o que é acordar todo dia sem esperanças? Sentindo que o amor da sua vida está acordando com o homem errado, mas ao mesmo tempo esperando que ela seja feliz, mesmo qu nunca seja com você. 

Ela havia se comovido com aquilo. 

—Você está totalmente louco varrido, Troy — disse ela —Você sabia? — acrescentou. 

—Sabia — admitiu, olhando para baixo.

—Isso é bom — confessou com um sorriso nos lábios. 

 —Mesmo? 

—Já ouviu falar em Michelangelo? — Perguntou, passando o braço pelos ombros do homem, enquanto passava a caminhar ao seu lado. 

—Já. 

—E na capela sistina?

—É... — Eles pararam de andar, e Lauren segurou um de seus ombros, apoiando-se nele. 

Ela apontou para si mesma e disse:

—Michelangelo. 

Depois apontou para Troy e disse:

—Capela sistina. 

—Você pode me ajudar? — Questionou, esperançoso. 

—Meu nome é Lauren Jauregui, vamos à obra prima — dito isso, o acompanhou pela calçada. 

Na manhã, assim que acordou Lauren foi direto para seu computador, buscou no Google "Allyson Brooke" e clicou em pesquisar. Descobriu várias coisas sobre ela e no mesmo instante se reuniu com Troy para repassá-lo as informações, juntos eles elaboraram um plano que seria posto em prática na tarde em algumas horas. Allyson havia marcado uma reunião com todos os gerentes da empresa, ela queria a opinião deles sobre um investimento. Lauren se posicionou a frente do prédio, e Troy já se encontrava dentro do local, mais especificamente no banheiro. Assim que o alvo foi avistado, Lauren passou uma mensagem para seu cliente, dizendo que já estava seguindo Ally e ela acabara de subir o elevador para a reunião. O homem, ao ler a mensagem sorriu e saiu tão apressado que nem notou que estava sem calças, mas logo lembrou que havia esquecido algo no banheiro e voltou para vesti-la. 

(...) 

Todos já estavam reunidos na grande sala de reuniões. Allyson se encontrava na cadeira da ponta, enquanto Troy ocupava uma das cadeiras laterais à direita. O loiro estava tremendo e repetia mentalmente várias vezes "fique calmo, fique calmo" como um mantra. 

—É, parece que continuo rica — murmurou Ally ao analisar os papéis, fazendo com que todos ali rissem. —Mas o que eu queria mesmo, ou o que eu estava pensando é... se eu podia dispor de quinhentos mil dólares para investir sozinha — falou de uma vez. 

Todos olharam para o gerente geral, esperando que ele desse a resposta por todos. 

—Ah, e em o que você está pensando em investir? — Questionou ele, juntando as mãos e apoiando os cotovelos sobre a mesa. 

—Bom, é... — Ela sorriu —Em uma coisa que eu tenho verdadeira paixão. — Ela olhou para Troy, que a encarava feito um verdadeiro idiota. 

Na cabeça dele, o mesmo criava várias cenas dos dois juntos. Ele e Allyson em um carro viajando sem rumo; ele e Allyson casando... 

"Sonhe quando estiver sonhando. Quando estiver na reunião, esteja na reunião! Concentre-se. Focalize. As mulheres reagem quando você reage a elas.", lembrou de tais palavras que Lauren o falou hoje cedo e de imediato se recompôs.  

—É que Taylor tem muito talento como estilista. Eu vi os projetos dela e as amostras estão ficando fantásticas e eu gostaria muito de investir nisso — explicou, esperançosa. 

Todos voltaram a olhar para o gerente geral, inclusive Troy. 

—Vamos fazer assim, — Ele se ajeitou na cadeira —Deixe-nos trazer investimentos variados que achamos que possam te interessar e mês que vem apresentamos todos para você — disse o velho calvo. 

—Tudo bem — murmurou, cabisbaixa. 

Troy estava inconformado com aquilo. Vê-la triste o afetava de uma maneira arrebatadora. 

—Ótimo! Obrigado. Muito bem, Senhores... 

"Qual seu objetivo? — Perguntou Lauren. " 

"Chocar e impressionar  respondeu. " 

 "Vamos lá, Troy. Qual o objetivo?"

"Chocar e impressionar — respondeu com mais firmeza. "

Lembrou-se novamente das coisas que Lauren o aconselhou e engoliu em seco, buscando coragem. 

—Co-com licença, senhor — pediu, trêmulo enquanto fitava seu chefe. 

—Sim, Troy? 

Allyson o olhou de soslaio e ele abaixou a cabeça, inflando o peito. 

—Sim, Troy? — Repetiu, procurando uma resposta. 

O loiro o fitou. Era agora. 

—E-eu não concordo e muito com isso não. 

—Você não concorda muito com o quê? — Questionou seu chefe. 

Ele olhou para a Senhorita Brooke e ela franziu o cenho. Troy inclinou-se e piscou uma vez, então encontrou as palavras certas para se expressar para ela. 

—Se quer investir meio milhão de dólares nos negócios de um amigo, então é exatamente o que deve fazer — aconselhou-a, atraindo o olhar de seu chefe, que parecia indignado. 

 —Troy! — repreendeu. 

—Não precisamos te dizer o que fazer — continuou, ignorando seu chefe —Somos seus consultores, não seus professores do jardim de infância. E se quer ser levada a sério como adulta, sugiro que comece a se levar a sério como adulta ao invés de pedir permissão para investir seu próprio dinheiro em uma sala cheia de velhos conservadores. 

—Agora já chega! — gritou o gerente geral, levantando-se. 

Troy também levantou-se e apontou na direção do mesmo. A adrenalina corria por suas veias e esse era o momento de por para fora. 

—Eu ainda não terminei — exclamou, eufórico —Eu queria ver alguém nesta sala para lidar com a mídia e publicidade do jeito que esta mulher sempre fez e com a elegância que ela lida. — Apontava para Allyson enquanto falava, fazendo um sorriso brotar no rosto da mulher. —Nós é quem deveríamos pedir seus conselhos, Senhorita Brooke e jamais o contrário — disse tudo olhando em seus olhos. 

 —Chega! — gritou o chefe. 

—E outra coisa, me demito — dito isso, se retirou, deixando todos sem reação, inclusive Allyson. 

Em passos firmes ele se dirigiu ao seu escritório, encontrando lá Lauren, que já estava a sua espera desde o inicio da reunião. 

—Respira — aconselhou ela, levantando-se da cadeira em que ocupava. 

Ele abriu sua gaveta e procurou por sua bombinha. 

—Como foi? — Perguntou. 

—Eu gritei com ela, eu berrei com meu chefe, eu pedi demissão — falou de uma vez só, levando a bombinha até a boca em seguida. 

—O quê? — exclamou, em uma oitava acima do normal de sua voz. 

Foi aí que Troy caiu na real. Ele estava sem emprego. 

—Eu preciso voltar para lá — gritou, correndo em direção a porta, mas Lauren o parou. 

—Espera, eu não falei para se demitir. Calma, tudo bem. Tudo bem, — dizia, enquanto o segurava para não sair daquela sala —Troy, relaxa! 

—Ok — murmurou, acalmando-se, mas logo ele se alterou e voltou a tentar fugir dos braços de Lauren e sair dali, mas ela não o deixou e o imobilizou, jogando-o no chão em seguida. 

—Fica frio, cara! 

O silêncio reinou e ele parou de debater sobre o corpo de Lauren quando batidas na porta foram ouvidas. 

—Troy? É Allyson Brooke — disse ela, voltando a bater na porta. 

—Relaxa — susurrou —Responde ela. — Ela afrouxou os braços sobre o pescoço do homem. 

—Oi — respondeu. 

—Pode abrir a porta? — Questionou Allyson. 

—Vai lá e abre a porta. 

Lauren saiu de cima dele e o mesmo se recompôs, indo até a porta. A morena de olhos verdes se posicionou ao seu lado, bem atrás da porta, enquanto ele abria a mesma. 

—Sim? — disse ele ao abrir, logo sorrindo —O que que foi? — Questionou, arrumando a gravata.

—Olha. — Ela olhou para os lados —Troy, não é? — Ele assentiu. Lauren ouvia tudo atentamente. —As pessoas geralmente não falam comigo assim, tá bom? 

—Fecha a boca — sussurrou Lauren para ele ao notar o expressão idiota que o homem fazia. 

Logo ele tratou de se concentrar e não babar por ela. 

—Eu quero esclarecer as coisas... as pessoas nunca falam comigo assim — repetiu, seriamente. 

—Bom, aquilo foi... — Ele abaixou o olhar. 

—Fique ereto — sussurrou Lauren e ele logo obedeceu. 

—Olha, eu acho meio assustador para ele e é por isso que eu agradeço de coração o que fez — falou, com um sorriso sincero —Eu estava pensando e você acha que a gente podia se encontrar esta semana? — Ele abriu a boca em um perfeito O —Para discutir alguns assuntos financeiros? — acrescentou e ele arqueou uma sobrancelha, enquanto Lauren assentia freneticamente para o mesmo. —Eu gostaria muito de ver em que áreas poderia investir. 

—Vou ver em minha agenda, Senhorita Brooke. — Lauren comemorou internamente pela resposta correta de Troy. 

—Oh, ótimo! Eu vou te dar meu telefone. Tem caneta aí? — Perguntou, procurando por seu bloquinho de notas em sua bolsa —Eu acho que não tenho uma — murmurou, ainda procurando.  

Sorrateiramente, Lauren esticou o braço e colocou uma caneta no bolso interno do paletó de Troy, enquanto o mesmo parecia um bobo em efeito de hipnose. 

—Sim, eu tenho uma caneta — disse, voltando a si. 

Ele tirou-a do bolso e entregou para Allyson, que sorriu agradecida. Ela anotou o número e arrancou o papel, entregando-o. 

—Bem, me cham e de Allyson — disse e sorriu. 

—Conseguiu — sussurrou Lauren, empurrando a porta para fechá-la. 

—Tchau — disse Troy antes de a porta ser fechada. 



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