História Jauregui Cabello ( camren) - Capítulo 8


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Categorias Fifth Harmony, Lendas Urbanas
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Norminah
Visualizações 158
Palavras 656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção Científica, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Two demons


Lauren Jauregui :

Depois que contei tudo pra Camila achei melhor lhe mostrar, com um simples toque meu ela saberia tudo. 

Ela não disse nada, apenas desmaiou. 

Peguei ela no colo e levei até o carro, achei melhor ficarmos ali.  Como é linda. 

Já passava de 2hrs da manhã quando ela começou a se mexer, só espero que ela saiba lidar com quem ela é. 

-Oi Camz - sorri assim que ela abriu os olhos. 

-Lauren - falou de uma vez e me encarou -,  então e tudo verdade - colocou a mão na cabeça -,  mas como é possível? 

-Ninguém merece viver sozinho - sorri -, você é linda. 

-E você louca - me encarou séria -, COMO ASSIM MULHER DO DIABO? - gritou enquanto eu mantia a calma - EU NÃO ESCOLHI ISSO - gritou com raiva -,  EU NEM GOSTO DE VOCÊ! 

Se eu não soubesse a verdade, isso teria me machucespero

-Gosta sim - falei simples -, olha pra mim - segurei uma de suas mãos e encarei seus olhos -, você sabe que ta apaixonada - ela bufou e eu sorri -, me deixa te mostrar que é possível me amar. 

Ela fechou os olhos por um tempo, quando abriu lá estavam eles, negros!  A prova que ela sente algo por mim, seu corpo reivindicando seus direitos. 

-Vem cá - virei seu rosto pra janela do carro onde a neblina o tornava quase um espelho -, seu corpo sabe quem você é - pude ver surpresa em seus olhos negros -, espero que você também saiba. 

Ela fechou os olhos e se virou pra mim, quando abriu o castanho estava de volta. 

-Eu tô com medo Lolo - algumas lágrimas desceram e eu abracei ela. 

-Não tenha,  eu vou cuidar de você. 

Ficamos um tempo com carinhos no banco de trás do carro, é ela, a única capaz de me fazer sentir isso. 

Paz. 

-Ei - levantei assustando ela -,  vem comigo - levantei e saí do carro. 

-Que foi?  - falou em meio a um bocejo. 

-Segura - tirei minha camisa e joguei nela, reparando seu olhar sob mim -,  não baba - ri e ela bufou -, olha. 

Saí correndo e me joguei de ponta da montanha, ouvindo um grito apavorado. 

Não era tão alto, mas permiti meu corpo sentir aquele vento gostoso, a liberdade. 

Quando estava prestes a bater no chão, minha enormes asas negras se abriram, e eu planei antes de subir ao encontro de Camila. 

No topo da montanha Camila chorava, mas parou na hora que me viu, admirada. 

-Vem comigo - sorri e estiquei a mão, recebendo um olhar desconfiado -,  confia em mim - ela sorriu e correu até mim, se jogando da montanha. 

Por um momento ela me odiou, pois esperava que eu a pegasse, mas no lugar disso deixei ela cair gritando. 

Os gritos eram de desespero, mas, como eu imaginava, perto do chão suas asas negras se abriram, e ela planou, meio desengonçada , mas linda. 

Um tempo depois ela subiu até mim, linda. 

-Porra - falou ofegante. 

-Gost_ - ela nem me deixou acabar de falar e me abraçou, forte, como quem não vê faz tempo. 

-Eu pensei que ia te perder - soluçou -, quando você se jogou..  Sei lá..  Ainda não estou acostumada, tive tanto medo - me apertou ainda mais. 

-Ei - sorri mesmo sem ninguém pra ver -,  desculpa - retribui a força, mas olha, você é como eu - sorri e acariciei suas asas, sentindo ela sorrir. 

-Só por favor..  Não me deixa. 

Nem preciso dizer como aquilo significou pra mim né?  A verdade na voz dela..  O sentimento.. 

-Eu nunca te deixaria - meu sorriso era incontrolável -,eu te amo - falei sincera. 

Ficamos um tempo ali, abraçadas no ar, em silêncio, não precisávamos de palavras. 

Talvez em algumas concepções pode parecer dois anjos, mas não se iluda, são dois demônios. 

Dois demônios que se amam. 


Notas Finais


“desengonçada mas linda ", eu falando da crush kkkkk


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