História Je t'aime - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Banda Fly (Fly Br)
Personagens Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Tags Fly, Paulo Castagnoli
Visualizações 9
Palavras 882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Imbecil


Fanfic / Fanfiction Je t'aime - Capítulo 2 - Imbecil

POV'S PAULO ON

Fui para minha sala na faculdade e foquei em prestar atenção naquela aula que, graças aos céus, não era prática pois meu pensamento estava bem longe dali. 

Estava nela. 

Tão pequena, olhar exalando inocência, porém seu corpo era de uma linda mulher. 

Qual seria seu nome e qual curso fazia?

— Senhor Castagnoli? 

— Hm? — Perguntei enquanto levantava a cabeça e olhei ao redor reparando que não havia ninguém na sala. — Ah...

— Hora do intervalo. — Assenti e peguei minha mochila, caminhei para fora da sala e fui até o restaurante que havia em outro bloco com praça de alimentação e tudo mais. Olhei para a uma das filas e pude encontrar Caique discutindo com alguém, creio eu que seja uma garota pois se fosse um homem ele já teria saído no braço, falo isso por conhecê-lo muito bem. 

Andei até lá e puxei seu ombro, a garota reclamava da camiseta que estava suja de suco ou outra bebida qualquer.

— Sujou ela todinha seu bruto! 

— Você que tentou furar a fila, faça-me o favor né?!

— Como?!

— Bruna, chega! — Outra garota a puxou e eu percebi que se tratava daquela que não saía dos meus pensamentos. 

— Olha o que ele fez em mim!

— Reclamar ou brigar com ele não vai te limpar.

— É...! Escuta sua amiguinha.

— Caique chega. — Falei e os três me olharam. — Vocês conseguiram uma platéia.

— Ela tá chorando por causa de uma camiseta, fala sério! — Ele disse indignado e tirou dinheiro da carteira para pagar o jantar. — Vamos Paulo.

— Ridículos, mau educados!

— Posso saber o porquê do plural garota? — Perguntei pendendo minha cabeça para o lado e as duas me encararam, Caique havia parado de andar depois de eu me pronunciar e a "multidão" que estava ali já tinha caçado o que fazer.

— Esquece isso aí. — Caique deu um tapa em mim com a costa da mão.

— É a melhor coisa que vocês farão hoje. — A pequena finalmente tomou a frente e cruzou os braços assumindo uma posição autoritária, sorri ladino e fiquei de frente para ela.

— É aí que você se engana garotinha. — Ela arqueou as sobrancelhas. — A melhor coisa que eu farei hoje será te dar uma noite de princesa onde eu serei a atração principal.

— Uma noite só nós dois? — Se aproximou fazendo uma voz fofa. — Pois bem... Eu passo. — Senti o líquido gelado descer entre meu cabelo até minha camisa branca e pingar na calça e no tênis. 

— Filha da... mãe! — Rosnei e abri os olhos para encará-la.

— Vamos embora Bruna. — Puxou a amiga pelo braço e eu sacudi o cabelo.

— Teve sorte que foi água, agora vamos no banheiro, eu te empresto uma camisa. — Caique me guiou pelos ombros e assim que deixamos o bloco o vi começar a rir.

— Tsc.

— Meu, eu vivi para presenciar esse dia. O dia em que Paulo Castagnoli foi enfrentado por uma garotinha. — Minha situação não era uma das mais apresentáveis, mas até que a frase que ele disse me fez sorrir.

— A maldita voz dela... Argh! — Chegamos no corredor e Caique parou no armário para tirar uma camiseta de lá.

— Quantos anos essa mina tem? 15?

— Óbvio que não. — Me jogou uma peça preta.

— Troca aí mesmo. — Assenti e arranquei rapidamente minha camisa e coloquei a outra.

— Valeu.

— Só faltou o Nathan aparecer.

— Sabe onde ele está? — Negou.

POV'S CAROLINA ON

Eu fiquei na sala depois que o sinal do intervalo bateu, pois tinha chegado atrasada por conta daquele probleminha que houve perto da biblioteca. Quando terminei de copiar os exercícios que estavam no quadro peguei minha bolsa e andei até a área de alimentação, tinha uma pequena multidão de pessoas aglomeradas na parte de bebidas de um restaurante. Eu iria ignorar, mas o tom de voz da Bruna me chamou a atenção mostrando que ela era uma das "atrações" dali. 

Apressei o passo e a puxei para que parasse de continuar com o barraco, os rapazes que estavam ali era os mesmos de hoje mais cedo, o que me fez engolir seco. 

Malditos olhos azuis.

E fora o dono daquele par de olhos que me surpreendeu ao demonstrar o quão arrogante era por conta da forma que me abordou. 

Entrando no seu jogo, me aproximei dele com pose de fofa e enquanto isso estiquei meu braço pegando um copo médio de água, logo despejei tudo em cima do mesmo e tirei Bruna dali.

— O que você fez Carol? — Parei de andar e encostei na parede com ela ao meu lado.

— Ele foi nojento!

— Ele é Paulo Castagnoli.

— E eu sou a Carol. — Falei dando os ombros arrancando risadas da Bruna. — Quem é esse?

— Ele é um dos queridinhos da diretoria dessa faculdade, fora que é pegador de tão gato que é. Ou seja, ou ele vai nos ferrar no curso ou as peguetes dele irá marcar a gente para sempre.

— Ele é um imbecil isso sim. — Ela balançou a cabeça e voltamos a andar em direção a sala, Bruna entrou na frente e antes que eu pudesse fazer o mesmo fui puxada e encostada de volta na parede só que com mais força. 

— Quem é imbecil mesmo... Carol? 



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