História Je Veux Juste Aimer (Jikook) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Visualizações 15
Palavras 3.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente, olá, meu nome é Laura e eu vou guiar vocês nessa história talvez um pouco emocional demais.
Segundo, vamos às explicações. Incesto é uma coisa "nojenta" para muitos, porém em nenhum momento eu cito isso como nojento, mas também não falo que é algo normal, eu simplesmente não falarei: "Isso é o certo" ou "Isso é completamente errado", quero que vocês tomem suas conclusões por si mesmas (os). Isso ainda é um tabu para a sociedade, e pode ser considerado crime, mas não quero frisar isso. Cheguem a suas próprias conclusões.
SE VOCÊ NÃO GOSTA DESSE TIPO DE COISA NÃO LEIA. Antes de criticar e colocar defeitos, pense se quer mesmo ler.

Eu vou dar uma enrolada mesmo, mas não vai ser por muito tempo :D

Boa leitura!

Capítulo 1 - • JIMIN •


Observo as casquinhas pretas, secas que se espalham pela tinta branca descascada dos parapeitos da janela. Desvio os olhos dali e tento me concentrar na teia de equações do 2° Grau que enchem o quadro verde escuro. Uma fina camada de suor cobre minha pele, grudando meus fios de cabelo, agora de uma cor rosada, à minha testa, colando a camiseta do uniforme ao corpo. O sol entra de maneira agressiva pelas enormes janelas durante toda a tarde, e eu fico aqui, feito um idiota, sentado nesse solão de rachar, meio cego pelos raios violentos. O sulco da cadeira de plástico machuca minhas costas, pelo fato de eu sentar meio inclinado, uma perna esticada para a frente, o calcanhar apoiado na calefação baixa que se estende ao longo da parede. Os punhos da camisa pendem frouxos em torno dos pulsos, manchados de tinta e sujeira. A folha vazia me encara, branca de doer, enquanto resolvo as equações numa caligrafia letárgica, quase ilegível. A caneta desliza entre meus dedos pegajosos; tiro a língua do céu da boca e tento engolir. Não consigo. Estou sentado assim há quase uma hora, mas sei que é inútil tentar encontrar uma posição mais confortável. Minha cabeça dói. O ar está pesado, saturado da transpiração de trinta e quatro alunos espremidos numa sala quente e pequena demais. Um peso no meu peito me impede de respirar. É muito mais do que essa sala árida, esse ar estagnado. O peso apareceu na terça-feira, no momento em que atravessei os portões da escola para enfrentar mais um trimestre. A semana ainda nem tinha acabado, e eu já me sentia como se estivesse aqui por toda a eternidade. Entre os muros desse lugar, o tempo escorre feito cimento. Nada mudou. As pessoas ainda são as mesmas — rostos vazios, sorrisos desdenhosos. Olho para além delas quando entro na sala de aula e elas olham para além de mim, através de mim. Estou aqui, mas não estou aqui. Os professores me dão presente na chamada, mas ninguém me vê, pois há muito me aperfeiçoei na arte de ser invisível.

Temos uma nova professora de francês, a Srta. Antoinette. Uma moça inteligente de Toulouse, com uma cabeleira crespa presa por um lenço nas cores do arco-íris, pele bronzeada e enormes argolas douradas nas orelhas. Ela parece um peixe fora d’água numa escola cheia de professores de acordo com os padrões de beleza desse país de merda. Um bando de garotos irrompe numa cacofonia de assobios até ela se virar, dando um olhar de desprezo para eles que os faz ficar sem graça e abaixar a cabeça. Mesmo assim, quando ela manda que todos arrumem as carteiras em semicírculo, começa o maior corre-corre, e com todos aqueles empurrões, lutas, mesas batidas e cadeiras arrastadas, ela tem sorte que ninguém se machuque. Apesar do tumulto, a Srta. Antoinette continua impassível — quando todo mundo senta, ela dá uma olhada ao circulo malfeito e abre um largo sorriso.

— Melhorou. Agora posso ver todos vocês direito, e vocês a mim. No futuro, espero que deixem a sala preparada antes de eu chegar, e não se esqueçam de pôr as carteiras novamente no lugar no fim da aula. Qualquer um que eu pegar saindo antes de fazer sua parte vai ficar encarregado da disposição das carteiras durante uma semana. Fui clara? — sua voz é firme, mas não parece cruel. Seu sorriso sugere que ela é até capaz de ter senso de humor. Para nossa surpresa, não s ouve um resmungo ou queixa dos baderneiros incorrigíveis.

Então, ela anuncia que devemos nos apresentar. Depois de falar de sua paixão por viagens, seu novo cachorro e o emprego anterior em publicidade, ela se vira para a menina à direita. Disfarçadamente, empurro o mostrador do relógio para o lado interno do pulso e fixo os olhos nos segundos que fogem. Passei o dia inteiro esperando por isso — o último período — e, agora que chegou, mal consigo aguentá-lo. Um dia inteiro contando as horas e as aulas, e agora, que só restam minutos, eles parecem intermináveis. Faço contas de cabeça, calculando o número de segundos que faltam até a campainha tocar pela última vez. Num susto, percebo que Minseok, o idiota à minha direita, está soltando o verbo sobre astrologia — Quase todo mundo na sala já fez sua apresentação. Quando ele finalmente para de falar sobre constelações, faz-se um súbito silêncio. Levanto o rosto e vejo que a Srta. Antoinette está olhando para mim.

— Eu passo — examino a unha do polegar e murmuro a resposta automática de sempre antes de levantar os olhos.

Mas, para meu horror, ela não pegou a deixa. Será que ela não leu a minha ficha? Ela ainda está olhando para mim.

— Desculpe, mas poucas atividades na minha aula são opcionais — informa.

Risinhos no grupo de Jaebum.

— Então, vamos passar o dia todo aqui.

— Ninguém te contou? Ele não fala francês...

— Ou qualquer outro idioma — risos.

— Talvez marciano!

A professora os silencia com um olhar.

— Desculpe, mas não é assim que as coisas funcionam na minha aula.

Segue-se outro silêncio. Fico brincando com o canto do bloco, os olhos da turma queimando meu rosto. O tique-taque regular do relógio na parede é abafado pelo meu coração.

— Por que não começa me dizendo seu nome? — a voz dela se abrandou um pouco. Demoro um segundo para entender a razão. Então percebo que minha mão esquerda parou de brincar com o bloco e está tremendo em cima da folha em branco. Trato de escondê-la depressa debaixo da mesa, murmuro meu nome e dou um olhar cúmplice para o meu vizinho. Ele vai logo começando seu monólogo sem dar tempo à professora para protestar, mas posso ver que ela voltou atrás. Agora ela sabe. A dor no peito diminui e o rosto para de arder. o resto da aula é dedicado a um debate intenso sobre os méritos de estudar. A Srta. Antoinette não me convida para participar.

Quando os gritos da campainha finalmente ecoam no interior do prédio pela última vez, a turma se dissolve no caos. Fecho o livro com força, enfio-o na mochila, levanto e saio da sala depressa, mergulhando no turbilhão da hora de ir pra casa. Por toda a extensão do corredor, alunos superexcitados jorram das portas, aumentando a corrente humana, e eu lá, levando mil esbarrões e pancadas de ombros, cotovelos, mochilas, pés... Consigo descer um lance de escadas, depois outro, e já estou quase na secretaria quando sinto alguém pousada a mão no meu braço.

— Park. Só um instante.

O orientador vocacional. Sinto os pulmões soltarem o ar.

O professor grisalho com o rosto magrelo e enrugado me leva até uma sala vazia, indica uma carteira e então, constrangido, se encosta à beira de outra.

— Jimin, como tenho certeza de que você já sabe, este é um trimestre muito importante para você.

O discurso da Universidade novamente. Balanço de leve a cabeça, me obrigando a enfrentar os olhos do professor.

— E também é o começo de um novo ano letivo! — anuncia em tom entusiasmado, como se eu precisasse ser lembrado desse fato — Novos começos. Uma nova vida... Jimin, sabemos que nem sempre você acha as coisas fáceis, mas estamos esperando grandes realizações de você neste período. Você sempre foi um excelente aluno na língua coreana, mas, agora que está no último ano, esperamos que nos mostre do que é capaz em outras áreas.

Outro aceno de cabeça. Uma olhada involuntária na porta. Não sei se gosto do rumo que a conversa está tomando. o professor solta um suspiro pesado.

— Jimin, se quer entrar na Universidade da Coréia do Sul, é fundamental, como já sabe, que comece a ter uma participação mais ativa nas aulas...

Volto a assentir.

— Entende o que estou dizendo?

Pigarreio.

— Entendo.

— Participação em classe. Entrar nas discussões de grupo. Contribuir para as aulas. Responder quando lhe fizerem perguntas. Levantar a mão de vez em quando. É só o que lhe pedimos. Suas notas sempre foram impecáveis. Não temos quaisquer queixas nesse sentido.

Silêncio.

Minha cabeça está doendo de novo. Por quanto tempo mais será que isso vai se arrastar?

— Você parece distraído. Esta prestando atenção no que estou dizendo?

— Estou.

— Ótimo. Olhe, você tem um grande potencial e não queremos que o desperdice... Se precisar de ajuda novamente, você sabe que podemos arranjar...

Sinto o rosto começar a arder.

— N-não. Esta tudo bem. Sinceramente. Mas obrigado pela oferta — pego a mochila, coloca uma alça sobre o ombro e me dirijo a porta.

— Jimin — o professor me chama quando saio — Pense no assunto.

Até que enfim. Estou indo para casa, a escola se tornando invisível às minhas costas. Acabaram de dar quatro horas, mas o sol ainda está castigando, a luz branca e brilhante batendo na lata ria dos carros que a reflete em raios desconexos, o calor cintilando sobre o asfalto. A rua é dominada pelo trânsito, fumaça de canos de descarga, berreiro de buzinas, crianças saindo de escolas e uma barulheira generalizada. Estou esperando por esse momento desde que o despertador me arrancou do sono hoje de manhã, mas, agora que finalmente chegou, sinto um vazio tão estranho. Como se fosse criança de novo, descendo a escada depressa, só pra descobrir que Papai Noel se esqueceu de deixar nossos presentes — que Papai Noel, na verdade, é apenas a bêbada deitada no sofá da sala, inconsciente, cercada por três amigos. Eu estava tão obcecado em vir embora da escola que até esqueci o que fazer, agora que consegui fugir. A euforia que esperava não se materializou e estou me sentindo perdido, nu, como se estivesse antecipando algo maravilhoso, mas de repente esquecesse o que era. Caminhando pela rua, ziguezagueando por entre a multidão, tento pensar em alguma coisa — qualquer coisa — para me dar esperança.

Num esforço para sair daquele estranho estado de espírito, começo a correr pelos paralelepípedos rachados da calçada, passando pela sarjeta atulhada de lixo, a brisa suave de setembro soprando os cabelos da minha nuca, os tênis de sola gasta avançando sem som pelo pavimento. Afrouxo a gravata, puxando o nó até o meio do peito, e abro os botões mais altos da camisa. Viro a esquina e entro na ruela estreita que conheço tão bem, com suas longas fileiras de casas de tijolos gastos que vão se elevando gradualmente, na inclinação da ladeira.

É a casa em que moro há cinco anos. Só nos mudamos para a casa paga pelo governo depois que nosso pai embarcou para o Japão com a nova esposa, e a nossa pensão foi cortada. Antes disso, tínhamos alugado uma casa caindo aos pedaços do outro lado da cidade, mas numa das zonas um pouco melhores.

Depois de bater a porta, entro no fresquinho relativo da casa e me encosto à porta para recuperar o fôlego, afastando os cabelos úmidos da testa. Em seguida, vou para o corredor estreito, meus pés automaticamente empurrando para o lado um monte de blazers, mochilas e tênis escolares que forram o chão. Na cozinha encontro Yun em cima da bancada, tentando alcançar uma caixa de sucrilhos no armário. Ela fica paralisada ao me ver, a mão na caixa, os olhos azuis arregalados sob a franja.

— Kookie se esqueceu de me dar lanche hoje!

Avanço para ela, rosnando, pego-a pela cintura com um só braço e a viro de cabeça para baixo, enquanto ela da gritinhos de terror e alegria, seus longos cabelos castanhos se abrindo em leque às costas. Em seguida, ponho-a sentada sem a menor cerimônia numa cadeira da cozinha e coloco a sua frente a caixa de sucrilhos, a garrafa de leite e uma colher.

— Só meia tigela, não mais do que isso — aviso com um dedo em riste — Nós vamos jantar mais cedo hoje, e eu tenho um monte de deveres para fazer.

— Quando? — Yun não parece estar convencida, espalhando os sucrilhos pela mesa de carvalho arranhada que fica no centro da nossa cozinha caótica. Apesar das Regras da Casa revisadas quw Jungkook colou na porta da geladeira, é óbvio que Eunji não encosta nas latas de lixo transbordantes há dias, que MinKi nem começou a lavar a louça do café da manhã empilhada na pia, e que Yun mais uma vez deu um sumiço na vassoura em miniatura e só conseguiu aumentar a sujeira do chão já coberto de migalhas.

— Cadê mamãe?

— Ela está se vestindo.

Esvaziou os pulmões com um suspiro e saio da cozinha, subindo a estreita escadinha de madeira de dois degraus, ignorando o cumprimento de minha mãe, enquanto procuro pela única pessoa com quem sinto vontade de falar. Mas, quando vejo a porta aberta do quarto vazio, lembro que ele está preso em uma atividade depois da aula, e meu peito torna a se esvaziar. Volto para o som famíliar de uma estação de rádio jorrando aos berros da porta aberta do banheiro.

Minha mãe está inclinada sobre a pia em direção ao espelho coberto de mancha e rachaduras, dando os últimos retoques no rímel e esbanjando fiapos invisíveis da frente do vestido prateado justo. o ar está emprestado de laquê e perfume. Quando ela me vê aparecer por trás do seu reflexo, sua boca pintada de vermelho se entreabre num sorriso de óbvia alegria.

— Oi, menino bonito!

Ela abaixa o rádio, se vira para mim e estende o braço para um beijo. Sem me afastar da porta, estalo um beijo no ar, um vinco de seriedade involuntário entre minhas sobrancelhas.

Ela começa a rir.

— Olha só para você... de uniforme novamente, e quase tão sujo quanto os meninos! Você precisa cortar o cabelo, meu amor... Ai, ai... posso saber por que essa cara amarrada?

Recosto-me no batente da porta, jogando o blazer no chão.

— É a terceira vez essa semana, mãe — reclamo, cansado.

— Eu sei, eu sei, mas eu não posso perder isso. Kwan finalmente assinou contrato com o novo restaurante, e quer sair comigo para comemorar! — ela abre a boca numa exclamação de prazer, mas, como minha expressão não degela, vai logo mudando de assunto — Como foi seu dia, amorzinho?

Esboço um sorriso irônico.

— Foi ótimo, mãe. Como sempre.

— Maravilha — Ela exclama, preferindo ignorar o sarcasmo na minha voz. Se há uma coisa em que minha mãe é mestra é cuidar da própria vida — Em um aninho, aliás, menos, você vai ficar livre de toda essa baboseira da escola — seu sorriso aumenta — E em breve vai finalmente fazer dezoito anos, e se tornar o homem da casa!

Encosto a cabeça no batente da porta. O homem da casa. Ela me chama assim desde que eu tinha doze anos, quando meu pai foi embora.

Virando-se de novo para o espelho, ela aperta os seios sob o corpete do vestido decotado.

— Que tal estou? Recebi meu salário hoje, e resolvi fazer umas comprinhas — Abre um sorriso travesso como se fossemos cúmplices nessa pequena extravagância — Olha só essas sandálias douradas, não são lindas?

Não consigo retribuir seu sorriso. E me pergunto quanto ela já gastou do salário mensal. Há anos minha mãe é viciada em fazer compras para levantar o astral. Ela tenta se agarrar desesperadamente a sua juventude, à época em que sua beleza virava cabeças na rua, mas essa beleza está desaparecendo dia após dia, o rosto prematuramente envelhecido pelos anos de vida desregrada.

— Você está ótima — respondo feito um autômato.

Seu sorriso diminui um pouco.

— Jimin, por favor, não fique assim. Preciso da sua ajuda hoje. Kwan vai me levar a um lugar chiquérrimo!Você conhece aquele restaurante que abriu em frente ao cinema?

— Ok, Ok. Tudo bem, divirta-se — com um esforço considerável, mudo de expressão e consigo tirar o tom de ressentimento da voz. Não há nada de tão errado assim com Kwan. Da longa série de homens com quem minha mãe se envolveu desde que meu pai a trocou por uma colega de trabalho, Kwan é o mais inofensivo. Nove anos mais moço do que ela é dono do restaurante onde ela agora trabalha como chefe das garçonetes, no momento ele está separado da mulher.

Saio de perto dela e vou até meu quarto.

Fecho a porta e me recosto nela por alguns momentos, apreciando o pequeno espaço acarpetado que é só meu. Nunca foi um quarto, apenas um canto usado como despensa com uma janela sem cortinas, mas consegui enfiar uma cama dobrável nele há três anos, quando me dei conta de que dividir uma beliche com irmãos tinha sérias desvantagens. É um dos poucos lugares onde posso ficar totalmente sozinho: sem alunos com olhares maldosos e sorrisos irônicos; sem professores me bombardeando de perguntas; sem corpos berrando e me empurrando. E também disponho de um pequeno oásis de tempo antes de nossa mãe sair com o namorado, o jantar ter que ser preparado e começarem as brigas sobre comida, deveres de cada e a hora de dormir.

Solto a mochila e o blazer no chão, descalço os sapatos e sento na cama apoiando as costas à parede, os joelhos dobrados à minha frente. O quarto, geralmente bem arrumado, ainda exibe todos os sinais frenéticos de alguém que não ouviu o alarme tocar: o despertador atirado no chão, a cama desfeita, a cadeira coberta de roupas de dormir, o chão entulhado de livros e papéis derrubados das pilhas na escrivaninha. As paredes descascadas são vazias, salvo por uma pequena foto de nós sete, tirada durante nossas férias anuais em Xangai, dois meses antes de meu pai ir embora: Yun ainda bebê, no colo de nossa mãe, Eunji com o rosto sujo de sorvete de chocolate, MinKi pendurado num banco de cabeça para baixo e Jungkook tentando levantá-lo. Os únicos rostos nítidos são o meu e o de meu pai — com os braços nos ombros um do outro, sorrindo para a câmera. Raramente dou uma olhada na foto, apesar de tê-la salvado da fogueira de minha mãe. Mas gosto de senti-la perto de mim, como um lembrete de que aqueles dias felizes não foram apenas fruto da minha imaginação.


Notas Finais


Me desculpem por eventuais erros de ortografia, não tive tempo para revisar.
Infelizmente não tenho muito tempo para escrever, então preciso de alguém que me ajude!! Se você quiser se tornar co-autora me envie uma mensagem por aqui ou comente...
Só pra explicar, cada capítulo vai ser narrado por um deles (Jimin ou Jungkook), um de cada vez.

Até o próximo.
Bjo Bjo, ❤


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